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Centenário: Os 15 reforços mais caros em 100 anos de história – Portal UAI

Cruzeiro 100 anos: os 15 reforços mais caros da história
Ranking tem jogadores brasileiros e estrabgeiros como SORÍN, ARRASCAETA, Viveros, Montillo, Dedé e Rodriguinho

 

Ao longo de sua história centenária, o Cruzeiro ficou marcado por protagonizar grandes negociações no mercado da bola. A fama começou ainda na década de 90, mas ganhou corpo no início dos anos 2000, quando o clube anunciou as contratações do lateral-esquerdo argentino Soríne do meio-campista colombiano Viveros.

Naquela época, a Raposa desembolsou R$15,7 milhões. Em valores corrigidos pelo IPCA, índice oficial de inflação do Brasil, o montante investido pelo Cruzeiro representaria, hoje, pouco mais que R$ 54 milhões.

Sorín, que até hoje é o reforço mais caro da história do Cruzeiro, transformou-se em um dos maiores ídolos do clube, especialmente pelo espírito aguerrido demonstrado em campo. Viveros, por outro lado, deixou a Toca sem marcar seu nome, ainda que ocupe o terceiro lugar na lista das contratações mais vultosas dos mineiros.

Outra transação que chama atenção é do atacante Charles, em 1991. O clube pagou 1 milhão de dólares ao Bahia para ter o jogador naquela oportunidade – em números corrigidos para a atualidade, o valor alcança R$ 7,9 milhões.

‘Rei Charles’, como era conhecido o goleador em um trocadilho com o nome do músico americano Ray Charles, foi fundamental na conquista da Supercopa de 1991 e chamou atenção de ninguém menos que Diego Maradona. O ídolo argentino gostou tanto do massacre cruzeirense sobre o River, na decisão do torneio sul-americano, que investiu 1,25 milhão de dólares em 1992 para contratar Charles e levá-lo ao maior rival, o Boca Juniors.

O cartaz de ‘bom negociador’, porém, acabou dando lugar ao de ‘caloteiro’ 20 anos mais tarde. Principalmente no que diz respeito à credibilidade, o Cruzeiro teve sua história manchada nas gestões dos ex-presidentes Gilvan de Pinho Tavares (2011-2017) e Wagner Pires de Sá (2018-2019).
Ao lado do ex-vice-presidente de futebol, Itair Machado, e do ex-diretor-geral, Sérgio Nonato, Wagner foi denunciado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público por suspeitas de lavagem de dinheiro, apropriação indébita, falsidade ideológica e organização criminosa.

Três das cinco maiores contratações nos 100 anos de história do clube aconteceram durante as duas últimas administrações. São elas do meia Rodriguinho(2019), do atacante Rafael Sobis (2016) e do zagueiro Dedé (2013).

Somadas e corrigidas pelo IPCA, elas totalizam R$ 69 milhões. Os negócios envolvendo Rodriguinho e Rafael Sobis, contudo, foram parar nos tribunais da Fifa, uma vez que o Cruzeiro deixou de cumprir acordos com os clubes vendedores.

#1: Sorín – R$ 9,4 milhões (US$5,08 milhões) (2000) // R$ 32,4 milhões (2020)

#2: Rodriguinho – R$ 26,3 milhões (US$ 7 milhões) (2019) // R$ 28,3 milhões (2020)

#3: Viveros – R$ 6,3 milhões (US$ 3,5 milhões) (2000) // R$ 21,7 milhões (2020) – 50% dos direitos econômicos

#4: Dedé – R$ 14 milhões (2013) // R$ 20,9 milhões (2020) – 45% dos direitos econômicos

#5: Rafael Sobis – R$ 17 milhões (2016) // R$ 19,9 milhões (2020)

#6: De Arrascaeta – R$ 12 milhões (4 milhões de euros) (2014) // R$ 16,2 milhões (2020) – 50% dos direitos econômicos

#7: Ramon Ábila – R$ 13,4 milhões (US$ 4,2 milhões) (2016) // R$ 15,7 milhões (2020)

#8: Willian Bigode – R$ 10,5 milhões (3,5 milhões de euros) (2013) // R$ 14,6 milhões (2020)

#9: David – R$ 10 milhões (2018) // R$ 11,1 milhões (2020) – 70% dos direitos econômicos

#10: Montillo – R$ 6,2 milhões (US$ 3,5 milhões) (2010) // R$ 10,9 milhões (2020)

#11: Manoel – R$ 7,4 milhões (2014) // R$ 10,6 milhões (2020) – 40% dos direitos econômicos

#12: Dagoberto – R$ 7 milhões (2013) // R$ 10,6 milhões (2020)

#13: Charles – Cr$ 220.100.000,00 (US$ 1 milhão) (1991) // R$ 7,9 milhões (2020)

#14: Mancuello – R$ 5,8 milhões (2018) // R$ 6,4 milhões (2020) – 60% dos direitos econômicos

#15: Marlone – R$ 5,36 milhões (2014) // R$ 7,7 milhões (2020)

* A lista apresenta números absolutos e também os corrigidos pelo IPCA, índice oficial de inflação do Brasil. 
** Foram levados em conta valores para aquisição de direitos econômicos. Nos montantes, não são contemplados taxas ou luvas desembolsadas aos jogadores, por exemplo.
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