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Centenário: Raça e profissionalismo no retorno dos títulos com a Supercopa – Hoje em Dia

Faltam 18 dias: Ademir foi um símbolo da reconstrução do Cruzeiro e ergueu a Supercopa

 

Ele chegou ao Cruzeiro no segundo semestre de 1986, indicado pelo técnico Carlos Alberto Silva, e foi peça fundamental no processo de reconstrução vivido pelo clube na segunda metade da década de 1980.

Ajudou o time a recuperar o respeito dentro de campo, pois a Raposa foi às quartas de final do Brasileirão de 1986, às semifinais, em 1987, e foi terceira colocada em 1989, sempre com Ademir como titular.

Ele ajudou o clube ainda a vencer o Campeonato Mineiro em 1987 e 1990, em decisões diretas contra o Atlético.

E este processo de recuperação, que começou lá em 1986, na sua primeira temporada com a camisa celeste, começou a render frutos na noite de 20 de novembro de 1991.

O Cruzeiro fazia o jogo de volta da decisão da Supercopa dos Campeões da Libertadores com o River Plate, que tinha vencido a ida, em Buenos Aires, por 2 a 0.

Assim, o time comandado por Ênio Andrade precisava vencer por pelo menos três gols de vantagem. E fez um impressionante 3 a 0 sobre o forte time argentino.
E o placar foi aberto, aos 33 minutos do primeiro tempo, com um gol de cabeça de Ademir.

Depois, na segunda etapa, Mário Tilico marcou mais duas vezes e o Cruzeiro conquistava pela primeira vez a Supercopa.

Tinha início a grande fase vencedora do clube na década de 1990, quando foi possível colher os frutos da reconstrução iniciada de forma mais forte em 1986, com o presidente Benito Masci, processo que teve Ademir, o capitão que ergueu a Supercopa de 1991, como um dos símbolos.

A FICHA DO CRAQUE

NOME: Ademir Roque Kaeffer
NASCIMENTO: 6 de janeiro de 1960
LOCAL: Toledo (PR)
ESTREIA NO CRUZEIRO: 12 de outubro de 1986 – Cruzeiro 5 x 1 Internacional-SP – Campeonato Brasileiro – Mineirão
PERÍODO NO CRUZEIRO: 1986 A 1995
GOLS: 9
JOGOS: 441
TÍTULOS: Campeonato Mineiro (1987, 1990, 1992 e 1994); Supercopa dos Campeões da Libertadores (1991); Copa do Brasil (1993); Copa Master da Supercopa (1995); Copa Ouro (1995)
OUTROS CLUBES: Toledo (PR), Internacional (RS), Santo André (SP) e Racing (Argentina)
NA SELEÇÃO BRASILEIRA (jogos oficiais)
ESTREIA: 7 de julho de 1988 – Brasil 1 x 0 Austrália – Torneio do Bicentenário da Austrália – Olympic Park (Melbourne)
GOL: 0
JOGOS: 5

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2 Replies to “Centenário: Raça e profissionalismo no retorno dos títulos com a Supercopa – Hoje em Dia

  1. Raça e profissionalismo define bem a passagem vitoriosa do Ademir no Cruzeiro.

    Marcante também a conquista da Supercopa, time bom com vários destaques, dentro do orçamento e sem estrelismo, só futebol, raça e vontade de vencer.

  2. Em tempo, a escalação do Cruzeiro contra o River Plate:
    CRUZEIRO: Paulo César, Nonato, Paulão, Adílson, Célio Gaúcho, Ademir, Boiadeiro, Luiz Fernando ( Macalé), Tilico, Charles e Marquinhos.

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