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Resenha com Raposão PHD e convidado – Pós-Jogo Paraná-PR – 30out20 – PHD

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PHDCast

PHDcast é um canal de comunicação que consiste numa gravação de áudio em que os cruzeirenses expressam suas opiniões ou apresentam fatos sobre o Cruzeiro.

Os cruzeirenses podem ouvir cada episódio em seu telefone, tablet, computador e em qualquer lugar que estejam, como num rádio (ainda não temos uma rádio com frequência FM ou AM, mas está nos planos).

Resenha Pós-Jogo

A cada encerramento de uma partida, o Raposão PHD recebe um ou mais convidados para participarem de uma Resenha “Papo-Reto”.

O Raposão PHD fez uma análise da partida, junto ao seu convidado e, ao final, tecem comentários gerais, sobre “o melhor”, “o pior”, “o herói”, “o vilão”.

Nesse episódio o pós-jogo é pela importante vitória sobre o Paraná-PR, na Toca 3.

O Raposão PHD e seu convidado, Ítalo Astoni, de Belo Horizonte-MG, fizeram comentários gerais sobre uma boa apresentação sob o comando de Felipão que retornava ao Mineirão como técnico. Os comandados do treinador conquistaram 3 pontos importantíssimos na tabela de classificação.

E você, o que tem a dizer após ter visto o jogo e ouvir as opiniões dos PHD em @Cruzeiro sobre esta vitória ?

Imagem: Agência Minas Esportes

Resenha com Raposão PHD e convidados

Cruzeiro 2 x 0 Paraná-PR – 19a Rodada Br´20 (30-10-2020)

P. S. Se não conseguir ouvir o PHDCast inteiro, clique nos três pontinhos (…) e ouça diretamente no Spotify.

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4 Replies to “Resenha com Raposão PHD e convidado – Pós-Jogo Paraná-PR – 30out20 – PHD

  1. Herói: Airton, pelo golaço, driblou o goleiro e tocou com categoria; foi bem taticamente voltando pra marca; e por algumas jogadas individuais.
    Melhor: Jadson, foi um leão em campo, rápido, intenso, 90 minutos jogando pro time.
    Pior: MGabriel, foi mal ofensivamente, defensivamente, não jogou nada.
    Vilão: MGabriel, por ser o retrato da preguiça em campo, vai precisar de um sacode pra pelo menos ter um pouco de ânimo.

    Observações:
    1) Quem melhorou o sistema defensivo momentaneamente, foi o Célio Lúcio, a ideia de Ramon de volante foi dele, Adriano de reserva imediato, também.
    2) Marquinhos Gabriel continua. Felipão já definiu o time, é característica dele, já tem em mente o time titular, não vai testar jogador; pra perder a posição definida, o jogador “tem que se esforçar muito”. Quem entrar, tem que jogar muita bola, ou ser contratação.
    3)Jadson tá jogando muita bola, e é bem provável que perca posição da mesma forma que Rafael Luiz perdeu para o Cárceres. Sistema Felipão. Lançar jogador gradualmente e com critérios. Ele já disse isso.
    4) O time não mudou nada ainda(exceto a entrada do Ramon e a saída de bola rápida com o Fábio). Vitória parecida contra a Ponte Preta.

  2. Cruzeiro fez um jogo melhor que os anteriores. Alguns jogadores já tomaram conta do seu quadrado, entre eles Manoel e Jadson. Creio que o Kaike deve perder a posição para o Ailton e isso é ótimo. Enfim, um jogo por vez e vida que segue.

  3. Inicialmente, parabéns ao Evandro pela lembrança e convite aos pais observarem as cadernetas de vacina dos filhos. As análises gerais de todos que participaram de viva voz deste PHDCast foi precisa. De fato o Felipão começou pelo princípio e o simples: posicionamento, cada um no seu quadrado e no máximo cobrindo o quadrado do lado, mantendo a escalação dos últimos jogos (modificou com a entrada do Cárceres e do Ramon como volante). Esta simplicidade tática e de posicionamento leva a tranquilidade dos jogadores. Com os primeiros resultados volta a confiança. Opinião cada um tem a sua. Como eu gosto e preso da do Raposão, não posso deixar de fazer uma crítica: a atuação “negativa” do Moreno “como sempre”. Ora, “como sempre” como ou quando? Em 2014 quando o Cruzeiro foi Bi Campeão Brasileiro ele jogou 54 partidas pelo Cruzeiro e fez 27 gols (0,5 gols por partida é um índice bem acima da média). Quando o Raposão diz “como sempre” se refere a 2014 ou 2020? Este cuidados nas escolhas das palavras (principalmente quem tem a missão de falar por uma nação) temos que ter para não aparecer prejulgamento contra determinadas pessoas ou personalidades. Mas segue o barco. O pior em campo realmente foi o Marquinhos Gabriel (mas deixo de falar na presença do Sassá que toda vez que entra o Cruzeiro passa a jogar com 10 jogadores – contra o Paraná ao sozinho “dominar” uma bola deixou a criança escapar para a linha lateral). Airton foi o herói. Mas o melhor foi o Patrick Brey tanto defensivamente, quanto taticamente, fisicamente e tecnicamente (a velocidade e a técnica com a qual ele construiu e serviu ao Airton para o segundo gol foram notáveis). Última frase: ao fim da partida estávamos a 8 pontos do G4. Força Cruzeiro!

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