Sérgio Rodrigues - Igor Sales - Cruzeiro - Divulgação
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Sérgio Rodrigues defende diretoria e explica pontos positivos – GEsporte.Com

Presidente do Cruzeiro defende departamento de futebol e remanescentes da queda
Sérgio Rodrigues diz que diretoria tem suado para concretizar situações e ressalta empréstimo de João Lucas ao Avaí

 

Em meio à péssima fase do Cruzeiro em campo, o departamento de futebol sofre duras críticas. Contratações que não rendem, atletas que voltam de empréstimo e a “pouca aparição” estão entre os entrevistados são motivos usados pela torcida para criticar o setor.

Em relação especificamente aos remanescentes do rebaixamento em 2019 que voltaram recentemente à Toca da Raposa, Sérgio Santos Rodrigues defendeu o departamento de futebol, que, “sua para fazer as coisas acontecerem”.

– São situações que são negociadas de acordo com a nossa realidade pelo departamento de futebol. Vejo muita gente criticando o departamento de futebol, mas não sabe como a gente sua para fazer essas coisas acontecerem.

“São jogadores que têm qualidade técnica, sim, tanto que foram pedidos por outros clubes. Tem técnico que a torcida gosta e liga para cá para pedir atleta nosso, mas não vou ficar divulgando essas coisas internas. São jogadores que agregam, sim”

Além de considerar que eles agregam qualidade ao elenco, Sérgio Rodrigues justifica a reintegração de jogadores como Marquinhos Gabriel, Sassá e Jadson pelo fato de não poder registrar reforços por conta da punição da Fifa.

“Tem a realidade que hoje a gente não pode registrar jogador. A volta desses últimos jogadores foi importante por isso. Por terem vínculo com o Cruzeiro, eles retornam com condição de jogo imediata”

– A gente acredita, sim, que eles têm qualidade técnica, que podem e vão ajudar e óbvio que a gente faz tudo ouvindo o técnico, que vai escalar ou não e que vai querer ter esses jogadores à disposição ou não.

Sérgio sustenta que as decisões de reaproveitar os emprestados sempre contam com aval da comissão técnica. Ele ainda cita a rescisão com Edilson para exemplificar que o clube vem buscando decisões com bom “custo-benefício”.

– A gente sempre conversa com o técnico para entender: é a pessoa você vai usar? Não é? Qual o seu pensamento em relação a isso? Quando liberamos o Edilson, já tinha a possibilidade do Cáceres e do Guedes, que, somados, não ganham o que ele ganhava, por exemplo. As opções vão variando assim. Os que voltaram agora, bom vão ter algumas alterações no elenco. Para chegar, está saindo de algum lugar também.

O presidente também cita como ponto favorável ao departamento de futebol o empréstimo do João Lucas ao Avaí. Ele estava fora dos planos. Sérgio também diz que Edu tinha salário considerado alto para um zagueiro considerado a sexta opção. Ele foi vendido ao Athletico-PR por R$ 3 milhões.

– A gente conseguiu emprestar o João Lucas, que não era um salário baixo, dentre outros que estamos liberando aos poucos. A venda do Edu, por exemplo, ele tinha um salário altíssimo para quem, naquele momento, era o sexto zagueiro do Cruzeiro. É uma análise que eu não vi ninguém fazer ou perguntar. Quem está vindo, a gente esvazia do outro lado e mantém uma folha coerente de acordo com o que a gente arrecada.

Imagem: Igor Sales – Cruzeiro/Divulgação

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