Nova Ordem - Crise Institucional - Cruzeiro
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Tristeza Azul

Tristeza Azul

Uma Nação invadida luta de cabeça erguida, com coragem e sem trégua até a vitória total e expulsão dos invasores.
Uma Nação saqueada e destruída pelo seu próprio povo mata de vergonha os sobreviventes dessa catástrofe.
É uma catástrofe a covardia que fizeram com a Nação Azul, pois essa se tornou uma gente assustada que tem medo até de ligar uma TV para assistir a uma tragédia anunciada.
Os loucos pelo Azul não eram loucos, não. Foram aprendendo a serem loucos com as arrancadas de Dirceu Lopes, os passes de Tostão e a magia de Joãozinho e Alex, até se tornarem malucos total.
Essa loucura era cuidada por um grande médico que vacinou o clube contra qualquer tipo de corrupção e coisas erradas: Felício Brandi.
Com a saída do grande médico, os vermes infectaram o Clube, e de repente a loucura deu lugar a uma triste lucidez. E o brilho dos olhos dos loucos foi substituído pelo pânico de uma série C, que assusta mais que a Pandemia.
A corrupção autoimune que há muito corrói os sonhos dessa Nação azul conseguiu roubar até a esperança que tem a cor da saudosa camisa Palestrina.
Roubaram quase tudo. Só não conseguiram roubar a dignidade e o passado de glória dessa Nação. E a reação azul será tão dura e implacável que balançará os alicerces do Barro Preto.
E chutes e pontapés não serão em bolas, mas sim em tudo que está podre e que causa tanta vergonha, dor e sofrimento nas almas cruzeirenses.
_Belo Horizonte, 28 setembro de 2020._
_Carlos Ferrer / Baiano_

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