Excerto de Contrato - Cruzeiro
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Contrato foi feito para quebrar – Colapso Azul

Torcedor Cibernético e o PHD

Inicia-se aqui a nova fase de um contrato antigo, a trilha Torcedor Cibernético, iniciada no site Cruzeiro.Org e que teve sua última coluna “Lanterna Azul” publicada algum tempo atrás.

Assim sendo, a tradição estará mantida e a lógica de questionar sempre. Apropriando-me de uma das dezenas frases inspiradoras de Descartes, seguiremos em frente.

"Se você quer ser um verdadeiro buscador da verdade, 
é necessário que você duvide pelo menos uma vez em 
sua vida, na medida do possível, de todas as coisas."

Descartes

Contrato

O tema motivacional desta coluna é simples e objetivo, e foi sugerido por um leitor e fã ( SIM, existem fãs deste que vos escreve ! ). Ele apontou uma matéria que eu havia lido e que não dei muita importância. Em outras palavras, uma matéria típica de repórter sem assunto.

Se bem que, relendo a matéria, reproduzida aqui no PHD ( “Quem Quiser ficar, fica por muito amor, por vontade” ), ocorreu-me que a palavra contrato não estava no eixo da opinião do presidente Sérgio Rodrigues.

Fiquei bastante assustado pois para uma pessoa que fez carreira no ramo do Direito, contrato deveria ser a base de tudo, sem papinho de “amor”.

Cai Fora

Minha opinião é simples, e vale para todos os casos na situação do Cruzeiro (destaco que falo em relação ao FUTEBOL e não ao clube).

Todos os contratos deveriam ser alvo de revisão, todos que tinham contratos de “Direito de Imagem” deveriam ter contratos rompidos. Entretanto, é necessário estabelecer processos judiciais e administrativos sobre não-cumprimento de cláusulas.

Por exemplo, que direitos econômicos e financeiros tem o jogador Dedé sobre “Direito de Imagem”. Será que depois de tudo que a imagem dele representou para o Cruzeiro em 2019 ele ainda quer receber algum?

Entendo que, no caso especifico do Dedé, certamente o Cruzeiro tem muito a receber e ele tem que ter contrato rompido imediatamente.

Excerto de Contrato

Esta premissa vale para muitos outros que colocaram o Cruzeiro nesta situação, e que processos cíveis e até criminais sejam registrados.

A imagem desta coluna mostra como o Cruzeiro é incluído em contratos de jogadores de maneira aleatória. Cláusulas leoninas e que envolvem ganhos pecuniários de dirigentes, agentes, empresários, falsários et caterva. Certamente, alguns destes contratos possuem cláusulas lesivas somente ao Cruzeiro.

A diretoria deveria estar fazendo o trabalho de denunciar estes contratos. Ir para a mídia e redes sociais “comemorar” liminares que são derrubadas e falar de “fica por muito amor” é constrangedor.

Em suma, poupem-se e preservem a torcida (simpatizantes não-incluídos) de passar vexames e ter a cada minuto alguém entrando na justiça e virando manchete de pasquim.

O Cruzeiro precisa aprender a celebrar um contrato de forma honesta e decente. Portanto, faz-se mister exercer as cláusulas previstas para quebra a favor do clube, ou locupletemo-nos todos.


Evandro Oliveira e cruzeirense desde a década de 1960 e costuma ficar zangado quando vê tolices na boca de cruzeirenses. Certamente o que me talha o sangue é ler coisas na mídia e “influenciadores” manipulando cruzeirenses (inclusive simpatizantes).

Para mandar um papo reto comigo, sem curvas, o e-mail é pyxis@cruzeiro.org

 

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6 Replies to “Contrato foi feito para quebrar – Colapso Azul

  1. Concordo que todos os contratos relativos aos jogadores de futebol tanto profissional quanto da base deveriam ser reavaliados e refeitos, pois o antigo departamento jurídico trabalhava para lesar o clube como divulgado na mídia em reportagem relativa ao escândalo das falcatruas da antiga diretoria.

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  2. Eu adoraria ter acesso a um desses contratos de direito de imagem celebrados entre agremiações esportivas e atletas. Com toda vênia, sem ter acesso ao conteúdo, não acho pertinente simplesmente cravar que “todos os contratos deveriam ser rompidos”, pois sequer sabemos quais seriam as consequências disso (cláusulas penais etc). Agora, obviamente, falando apenas de forma hipotética, se existe a possibilidade de rompimento e ela é menos prejudicial ao clube do que o próprio cumprimento da avença em si, lógico que isso seria a melhor conduta a ser tomada. No mais, é chover no molhado dizer que os contratos elaborados pelo Cruzeiro eram altamente lesivos a ele próprio. A propósito, do que se trata o excerto do contrato trazido no post?

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