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Mineiro terá W.O. por atletas com COVID-19 – UOL Esportes

 

O Campeonato Mineiro 2020 tem volta marcada para 26 de julho. Na última semana, a Federação Mineira de Futebol (FMF) definiu que os clubes terão a responsabilidade de cumprir os protocolos de saúde em treinos e jogos. Foi decidido que, caso uma equipe apresente número insuficiente de atletas para uma partida em decorrência de exames do novo coronavírus, será decretado W.O. em favor do adversário.

A determinação está na ata da reunião extraordinária ocorrida em 7 de julho passado, que contou com a presença de Adriano Aro, presidente da FMF, e representantes dos 12 clubes que disputam a competição. Os participantes do torneio deram aval para a decisão. O Atlético-MG foi representado por Alexandre Mattos, diretor de futebol, e o Cruzeiro por André Argolo, diretor-executivo de esportes.

O documento estabelece que atletas com sintomas ou com testes positivos/inconclusivos não terão condição de jogo e serão impedidos de ir ao estádio no dia das partidas. Ambas as equipes de um duelo deverão, obrigatoriamente, se concentrar com 48 horas de antecedência à realização da partida no município designado. Só irão ao campo aqueles que testarem negativo.

A Federação Mineira de Futebol informou aos clubes que arcará integralmente com as despesas dos testes relativos às duas rodadas faltantes para o término da primeira fase do Estadual. Foi determinado ainda que as delegações de cada clube terão, no máximo, 40 integrantes.

O regulamento determina ainda que, dado o caráter excepcional causado pela pandemia, os clubes outorgam à FMF a prerrogativa de alterar dia, horário e local de realização das partidas, a qualquer momento, a fim de se possibilitar o cumprimento das datas definidas na reunião.

É imposto aos clubes ainda a necessidade de coordenar campanhas educativas para evitar aglomerações na chegada ou saída dos estádios e centros de treinamentos.

Votos contrários à volta do Mineiro

Tupynambás e Villa Nova foram contrários ao retorno do Campeonato Mineiro 2020 em 26 de julho. Os demais participantes foram favoráveis à volta da competição.

A equipe do Tupynambás alega que não possui autorização da Prefeitura de Juiz de Fora (MG) para retomar os treinamentos e que houve sete mortes em frente ao clube.

O Villa Nova, por sua vez, alegou falta de segurança, paridade de armas, de fair play, bem como pelo fato de não haver 30 dias de prazo para os treinos. Além disso, impugnou o peso dos votos utilizados para as liberações.

Adriano Aro, no entanto, esclareceu que a entidade providenciaria locais adequados para treinamento e execução das partidas em município a ser posteriormente indicado e se esforçará para auxiliar, financeiramente, os custos deste deslocamento, para aqueles clubes que estiverem impedidos de treinar em seus municípios.

 

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