Um recado pro Adílson

Por Jorge Angrisano Santana | Em 17 de maio de 2010

Depois do Velho Damas, eis que reaparece outro municipalino no PHD. É o Jackson Coutinho, engenheiro, e goleirão do time do colégio nos Anos 60.

Para vocês  saberem o tanto que ele catava, basta dizer que a canhotinha mágica do Velho Damas jamais serviu pro nosso comentarista marcar um gol nele.

Bom , importante é que o Jackson quer botar a boca no trombone. Ele não é corneta. Amigo meu, aqui no blog, é analista. Corneta são os palpiteiros despreparados.

Mas vamos à sugestão do Jackson:

Olá Jorge,

Quem está escrevendo para você é Jackson, seu colega de 4ª série no Colégio Municipal, onde gozávamos muito o americano Mario Omar, porque, naquela época, o Coelho era o time que nos incomodava.

Tenho acompanhado nosso Cruzeiro e estou entendendo que uma saída para o jogo desta quarta-feira contra o São Paulo, pela Libertadores, seria o Adilson escalar o Gilberto na ala e entrar com o Roger na armação.

Com esta formação, fortaleceríamos o jogo pelas laterais com um jogador de Seleção e a criatividade no meio poderia até aumentar com o Roger.

Diego Renan é bom, mas você pode reparar que estamos ficando vulneráveis pelo lado dele. Embora não tenha culpa, a verdade é que ele não esta sendo muito eficiente nos últimos jogos.

Estou escrevendo para você porque não escontrei uma forma de falar com o Adilson Batista e não sei se você teria esta oportunidade.

Saudações cruzeirenses,

Jackson Coutinho

Tá dado o recado, meu amigo. Se o treinador vai acatar ou não, só saberemos quando o time estiver em campo.

De qualquer forma, vamos torcer, até mesmo pra evitar a revanche dos nossos fregueses Mário Omar e José Carlos Damasceno.

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