Páginas Heroicas Digitais (PHD)

Blog Páginas Heróicas Digitais (PHD) sobre as coisas do Cruzeiro Esporte Clube

Recentemente, a Definhante tomou pancada de todo jeito. Jogadores, cartolas e treinador fizeram fila, um atrás do outro, pra reclamar dela. Quem começou foi o Correia, ano passado.

Atrás dele, veio o boquirroto espinafrando a massa. Como virou avacalhação, treinador e centroavante também entraram no trenzinho e desceram a mutamba nos infiéis emplumados.

Aqui no PHD, não passa dia sem que o Othon e o Walfrido reclamem da galera celeste. E o JJ, sem jamais ter ido a um jogo do Cruzeiro, só a critica com meia dúzia de pedras na mão. Crítico telepático.

Ontem, o Chiabi Jr. foi ao Morumbi e ficou, diria o Frede, perplecto com o comportamento, tão vil quanto pouco varonil, dos são-paulinos.

As torcidas brasileiras são iguaizinhas da silva. Feitas do mesmo material, tiradas do mesmo caldeirão cultural. Todas padecem do mesmo mal, a ciclotimia.

Nem imaginação têm. Plagiam cânticos argentinos e, depois, copiam-se umas às outras. E vaiam. Como vaiam! Vaiam a té a si mesmas. Vaiam tanto quanto os irmãos do Prata alentam seus times.

Na Argentina qualquer  clube com 20 mil torcedores tem saite, sócios, cancha de jogo, ginásio poliesportivo e o escambal. Alguns mantêm escolas para filhos dos sócios.

Lá, futebol é programa obrigatório de fim de semana. Não importa em que divisão ou posição na tabela esteja o clube.

É assim que funciona. Quem duvidar, confira in loco, como eu fiz ao passar uma semana numa praia argentina situada em Santa Catarina.

Ao invés de enxurrada de camisas do River e do Boca, vi jomens e mulheres, crianças e velhos, com camisas do Instituto, do Banfield, do Tomba, do Beraztegui, do Tiro Federal, do Atlanta, do Lanús, do All Boys, do Ben Hur, do Defensa y Justicia, do Atlético Rafaela, enfim, de clubes de todos os quadrantes do país hermano.

As pessoas torcem pelo clube do bairro e podem ou não cultivar alguma simpatia pelas grandes agremiações. Mas, em primeiro lugar, preservam sua identidade, sua cultura local.

Isto, sim, é paixão pelo futebol. O resto é paixão apenas pela vitória. E o resto, em termos de torcida, somos nós, brasileiros.

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117 Comments on “Torcer é coisa de argentino”

  1. As torcidas brasileiras são todas iguais. MALAS. As torciodas de Gremio e Inter que estão um pouco acima, mas mesmo assim vaiam (Com menos facilidade), mas também vaiam.

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    • Discordo… So se vc tiver olhando apenas para a Popular(Inter) e Geral(Gremio)…. o resto da torcida e igualzin a todas as outras… e se for pra avaliar essas 2 q citei, coloco a TFC no pareo com elas(porem com menos integrantes)

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  2. Uma adptação a uma frase do texto: “E o JJ nunca tratou de tudo no Cruzeiro com menos de meia dúzia de pedras na mão.”

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      • O Hugo está se consolidando como o defensor dos fracos e oprimidos, o pior é que os defendidos não tem nada de fracos e muito menos de oprimidos.

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      • O Hugo é gente boa. Jajá (Sem ser o do Ipatinga) volta ao normal.

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      • Claro que ele é gente boa, nunca coloquei isto em discussão, o Hugo é uma figuraça..

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      • Quer dizer que aí também tem pelo menos 1/2 dúzia de rosas, né??? Tô entendendo, viu….

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  3. O time dos que só sabem falar mal da Torcida do Cruzeiro é grande por aqui. Pra maioria desses que reclamam, só a organizada da TFC é o que presta.

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    • Hugo, te convido a ficar um jogo la com a gente, vc vai ver que a torcida nao para de incentivar um minuto sequer…alias, convido a todos que quiserem um dia ficar la junto conosco, espero que na proxima quarta possamos fazer isto juntos.

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      • alguma vez eu disse que SÓ os torcedores de la prestam ????? o que vou falar aqui agora é DIRETO, nao existe ninguem perfeito nesse mundo meu jovem, NINGUEM, o que eu digo é que la na TFC tentamos sempre apoiar a time sempre, te garanto que vc NUNCA vai escutar a TFC vaiando, podemos ate vaiar, mas sempre depois, NUNCA durante uma partida… se é errado ou certo eu nao sei, mas faz parte dos nosso principios sempre apoiar o time… na TFC existem cornetas, torcedores chatos e afins, mas na sua grande maioria, todos estao ali pra apoiar, portanto, esse seu papo de discurso indireto nao serve pra mim… no hard feelings ok?

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  4. Concordo que as torcida são bem iguais. Mas acho que algumas são mais mal acostumadas que outras 🙂

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    • Verdade, uns anos sem titulos deixa as torcidas mais compreensivas, tomar que não tenhamos que passar anos na seca para que a torcida do Cruzeiro diminua o nível de cornetagem.

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      • Dos período que voce citou, só vivi o último, lembro que no final da década de 80 e inicio de 90 a torcida do Cruzeiro era bem menos exigente e mais presente, nas Supercopas não existia públicos menores que 60 mil.

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      • Quando isto (mentira que eu vi todos os jejuns) servir para as pessoas compreenderem aquilo que tenho dito sobre a ARTE de TORCER para um time de futebol, assumirei sem problema nenhum. Só que a maioria que vivenciou algum jejum de títulos desaprendeu a torcer… sobramos poucos!

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      • Desses periodos ai que vc citou, só tá vivo pra contar como foi os do ultimo periodo. Quem tem mais de 20 anos hoje, é bem mal acostumado.

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      • Outra verdade… Quem tem até 30 anos de idade, vivenciou um ciclo de 16 ou dezessete anos seguidos de TÍTULOS. De 1987 pra cá é uma festa só. POr isso digo que tem gente que precisa APRENDER e outros a (RE)aprender a torcer pelo Cruzeiro.

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      • Rogério, nem tanto ao mar e nem tanto à terra. Por isso venho, de uns 3 anos pra cá, insistindo que a torcida do Cruzeiro precisa disputar e tentar vencer uma Copa do Brasil. Algumas torcidas tem aprendido e setores destas torcidas tem se comportado diferente. Os principais times brasileiros que caíram para a segundona são os maiores exemplos… capitaneadas pela torcida do Grêmio no pós-segundona, passaram a ter uma compreensão diferente do que venha a ser TORCER pelo seu time. A comparação de que ficamos “n” anos sem títulos no milênio passado é totalmente inválida. Eram outros tempos. Espero que o “choque” na torcida do Cruzeiro não seja rebaixamento… e nem jejum prolongado de títulos (QUALQUER UM!)

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      • O período de 77 até 84 foi duro de aguentar, quem como eu viveu aquilo nunca vai esquecer, e o pior eu era criança, nasci em 67, portanto, era época de escola, comi o pão que o diabo amassou, a maioria dos que vivem cornetando hoje, ou são mais velhos do que eu, ou muito mais novos, a faixa dos 18/25 é dura de aguentar, 2003 não foi educativo para eles. Acho que neste ponto o Evandro tem razão, só não concordo plenamente porque normalmente o nosso fracasso esta ligado ao sucesso delas, e, isto é um dueto que doi.(péssimo)

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      • O Evandro, além de passar por todas aquelas épocas de jejum, ainda passou um bom tempo, durante a adolescência, sem time pra torcer (1908 – 1921). Hihi.

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      • O primeiro time do Evandrão foi o Viserpa, depois ele aderiu ao Yale. Esteve vom um pé no Hygienicos, mas não assinou a ficha de inscrição quando o time dos sanitaristas se fundiu com o Atlético-MG.

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  5. Sempre vai ter alguém vaiando. Certamente nos jogos contra o Velez e Nacional o time do Cruzeiro não ouviu vaias. A torcida dos grandes time é mais exigente. Torcida de time pequeno é resignada. Quem pode sonhar com uma Ferrari sonha. Quem não pode sonha com o fusca.

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      • Concordo. Identidade é a questão. Agora, qual identidade? Somente a identidade argentina, aquela dos barrios? Não existe uma identidade Cruzeirense, propria? ou uma identidade do torcedor brasileiro igualmente específica? Ou, o vc chama de IDENTIDADE é somente aquela que mais lhe agrada? Gostaria de escrever posteriormente mais sobre a torcida do Cruzeiro e seus grandes feitos, curiosamente omitidos por aqui, um blog de cruzeirenses! Muito me incomoda ver vcs aqui substimando a CHINA AZUL… curioso… seria uma questão de posição social? De quem pouco percebe a agitação popular pelo futebol no Brasil?

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    • E tem torcedor que desdenha um fusquinha que nem consegue ter. Igual cruzeirense que até agora achando bom o Cruzeiro ser eliminado pelo Ipatinga pra focar na Libertadores. Ver o lado bom da situação é uma coisa. Agora, achar normal sair do Mineiro e deixar o rival campeonar é o fim do mundo.

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      • Isto é de uma idiotice que beira à insanidade. Ano passsado, após os 3×0 contra a Cocota, teve gente comemorando imaginando estar humilhando a Definhante. Esses torcedores ishpertosh esqueceram-se de que os 3 pontos foram somados para o outro time.

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      • Dois lados da moeda os que acharam bom a eliminação e os que ficam chorando as águas passados o tempo todo, acho paciência para estes também. O reclamões eternos.

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      • Acho que ninguém achou bom, só que uns entenderam que com o atual elenco, não era possível sonhar com as duas coisas ao mesmo tempo, mas já são águas passadas.

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  6. Amigos, depois que começei à frequentar esse espaço, descobri como torcedor é chorão. Passamos mais de uma semana chorando a derrota para o Ipatinga. Depois teve uma curta bonanza com a vitória na LA e agora começamos à reclamar de nossa torcida. Vamos ser felizes. Hoje é dia de vitória. Dá-lhe Zeiro.

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  7. É o preço pela rígida obediência aos padrões culturais atuais. São estes os valores enraizados da sociedade brasileira, que supervaloriam o ganhar e o ter, em detrimento do ser. O esvaziamento moral e afetivo é o tormento dos tempos atuais. Belo texto, JS. Seu post narra uma marcha de passos marcados. Será que algum dia vamos resgatar esse esquecido afeto pelo futebol?

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    • Provavelmente, migraremos do futebol atual para o playstation do futuro. A cidade, o bairro, a vizinhança viraram referências geográficas apenas. Não existe mais identidade. Velho Damas é da Lagoinha, JS do Pé Vermelho, Evandro e Silvério de Santa Quitéria. E fim de papo. Hoje em dia, as pessoas são do melhor lugar no qual a grana permitir que elas morem. Também não existem mais agremições de imigrantesm, de ferroviários, de estudantes, de soldados etc. Já temos até fanáticos pelo Barça e pelo ManU morando em Sobral e em Bagé, segundo me garantem os locutores da Iespien.

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      • Concordo com você, JS. Valorizar as origens não é coisa de indianista. Só não acho que o cidadão deva frequentar baile funk no morro igual muito jogador sobre este pretexto. Mas se envolver e participar da comunidade com solidariedade e tolerância.

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  8. Uai…. Atrético Rafaela? Esse eu não conhecia . Versão hermana do time rosa das Gerais???

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    • Elias, capiscou a pegadinha. Velho Damas não ia comentar, macaco (no bom sentido, senores pecês) véio, que é. Mas o clube existe mesmo.

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  9. Quanto aos Argentinos… vi uma reportagem no EEspetacular domingo passado, com o italiano Roberto Baggio. Ele disse que foi ver um jogo do Boca Jrs e ficou impressionado com a vibração da torcida. Ai disse que torcer prá time ganhando era fácil demais. Só que depois ficou sabendo que o Boca estava perdendo, ou melhor, sendo goleado. E a torcida não parava. Virou torcedor do Boca…

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  10. Vi uma reportagem com o Roberto Baggio dizendo que estava assistido uma partida pela TV com um amigo.O Boca perdia de 4 a 0 , no La Bombonera .Quando a câmera mostrou a arquibancada os torcedores dançavam e cantavam contagiosamente . Ai ele disse ao amigo que era muito fácil torcer para um time quando o mesmo esta ganhando e o amigo respondeu: “Roberto preste atenção, essa é a torcida do Boca”.Desde então ele passou a ser torcedor do Boca.

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  11. Quem não se lembra da final da Supercopa 1991? Enfiamos 4×0 no Racing, aqui no Mineirão e fomos jogar lá ouvindo 90 minutos de cantoria. Os caras compram ingressos pra torcer pelo Racing, não pra assitir a uma vitória, muito menos para pareciar futebol bunitim. Isto, se acontecer, é bônus.

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      • Falando em Supercopa, fantástico foi o gol espírita do Robson contra o Nacional em 1988. Aos 37 do segundo tempo, 90 mil pagantes.

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      • O nervossismo esta batendo e nem são 6 horas ainda, jogo as 21:50 vai ser duro de aguentar.

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  12. ESTOU COMPLETAMENTE DESESPERADO!!! Aqui em Salvador não vai passar o jogo!!! Brincadeira os caras passarem jogo de Copa do Brasil ao invés de passar Libertadores. Nenhum canal do mundo que passa aqui vai passar o jogo… to lascado!!!

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    • Papatuty, há uma informação, que até agora não consegui confirmar, que tanto a SKY quanto a NET disponibilizarão, para todo o Brasil, a transmissão do jogo, em canais extras. Queria saber se isso procede. Tava afim de assistir o jogo em casa.

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      • Dimara Oliveira e Flávio Carvalho confirmaram que a Bandsports vai transmitir o jogo do Cruzeiro, mas o site da band não confirma. É aguardarrrrr…

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  13. Belo post. Bem, eu já havia comentado á respeito disto em post passado. Quem viu ontem o jogo do SP e logo depois o do Velez entendeu claramente o que JS escreveu. A impressao que tenho é que este mesmo fervor associativo com seu clube local também existe na INGLATERRA.

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    • Exato, tanto que o clássico do Arsenal, por exemplo, não é contra o Chelsea ou o ManU, mas contra o Tottenham, seu vizinho.

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  14. Claro que já fui a um jogo do Cruzeiro. Nossa torcida no Ronaldão deveria ser um modelo a ser seguido. Calamos a hinchada da Veterana.

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    • OFF: JJ, a respeito disto tb estou morando no sul dos Gerais agora, mas frequentemente irei a BH, inclusive para jogos. Mais pra frente podemos combinar de ir a algum jogo juntos pra vc exercitar seu pessimismo in loco, hehehehe

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      • Sim, um dia podemos combinar. Mas não sou tão pessimista assim, só sou precavido, hehe.

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  15. Só ressaltando que muitas vezes essas músicas cantadas pelos argentinos são de protesto! O aspecto visual e sonoro é semelhante, os torcedores seguem no estádio, cantando e pulando, mas em vez de apoiar estão é demonizando do porteiro ao presidente, afirmando que o clube deles é grande, de homens, e não desses guris cagados que não honram a camisa, etc…

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    • Sancho, não é tanto assim… músicas que achincalham o próprio time não existem. Protestos contra dirigentes existe mas não é maioria, comissão técnica também é pouco. Aqui Mandamos os caras irem tomar no **. Lá eles são mais criativos… mas não conheço nenhuma torcida de time argentino que, por pior que o time esteja, só canta contra eles… Isso non ecsiste! Só para registro, depois dos argentinos, os chilenos são uns carrapatos para torcer… não desistem nunca!

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      • Evandro, os cantos de protesto enaltecem a história do clube, o que representa ser torcedor / atleta / dirigente do clube, ao mesmo tempo que achincalham aqueles que estariam descumprindo seu papel e maculando a imagem da instituição. Não é tão simples quanto um singelo “vai tomar no **”, mas a finalidade é mesma.

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    • Sancho, é isto. Os caras são diferenciados. Pode conferir que já escrevo isto há mais de 10 anos. Tudo registrado em listas e colunas do Cruzeiro.Org. Nada a ver com as torcidas falsamente apaixonadas do Brasil, que se igualam por baixo e com o que de pior tem em termos de torcidas.
      P.S. Sancho, vc já viu que confirmei o recebimento da aposta que fizemos? Se não viu, fica registrado mais uma vez. Difícil ver adversários pagando apostas e você honrou-a.

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      • Não faço apostas que não posso perder, Evandro! Bom saber que a feiticeira chegou bem ao destino. É bem possível que tenha motivo para usá-la em muito breve. 😀 Abraço.

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      • Eu também não podia perder, mas estava triconfiante. Se bem que vamos precisar de “feiticeiras” até ganharmos uma outra final da LIbertadores.

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  16. Fox costuma passar jogos da liberta de paises distintos, que é o caso do Cruzeiro x Nacional.

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  17. Vamos ao post: absoluta verdade, Xará. Quem assistiu ontem a vitória em campo do Vélez sobre o Chivas, e a sua desclassificação, deve ter-se sentido em outro planeta após o constante apóio durante o jogo (no primeiro jogo Vélez perdeu feio lá no México) e o reconhecimento ao time apesar do final infeliz. O “Fortinero”, “Fortinero” movimentava o Fortín, havia uma verdadeira sinergia entre torcedores-jogadores. Tudo o que você escreveu pode sintetizar-se em dois times: Vélez e Argentinos Juniors, o time formador de Sorín, Maradona, Checho Batista, Batistuta, Redondo…

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    • O vídeo indicado pelo Sancho exprime tudo que significa TORCER para times na Argentina. Claro que os cornetinhas devem existir em todas as torcidas do mundo. A diferença é a quantidade de cornetinhas em função da torcida como um todo dentro dos 90 minutos de jogo. Torcer;e JOGAR JUNTO. O dia que vi um grupo de torcedores do Cruzeiro (???) vaiando gol de atacante do CRUZEIRO, num jogo contra as frangas, em que GANHAMOS, eu decretei: ACABOU! é o FIM DO MUNDO.

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  18. Galera, alguém sabe em qual canal será transmitido o jogo para São Paulo?

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    • A Band Sorts foi espertíssima… viu o alvoroço provocado pela torcida do Cruzeiro e como tem contrato com a FOX, só colocou na sua grade de programação… vai detonar na audiência Brasil afora…
      E TODOS OS CRUZEIRENSES deveriam assistir pela Band Sports e não por estes canais PFC da Globo.

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  19. PVC: ESPNBr…
    “Com os 43 mil pagantes do Morumbi, na quarta-feira, o São Paulo subiu sua média de público para 40.308 por partida. É muito menos do que os 56 mil que pagavam ingresso, em média, para ver o São Paulo na Libertadores de 2004, ou os 55 mil de média da Libertadores 2005. Mas é bom público.
    É, por exemplo, a média do Flamengo na campanha do título brasileiro de 2009, a melhor da temporada passada.

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    • É quase a metade de média de público da torcida do Cruzeiro nas Supercopas da década de 90. Diga-se de passagem, quando o time recém saía de jejum de títulos (de qualquer espécie!).

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  20. E a melhor presença de público entre os brasileiros na Libertadores. Entre os brasileiros, o Inter tem 35.940 pagantes por partida, o Flamengo coloca 35 mil no Maracanã, o Cruzeiro põe 31.448 no Mineirão e… O Corinthians, time do povo de São Paulo, tem a pior média entre os brasileiros da Libertadores. Claro que a opção corintiana está entendida. Cobra ingressos caros e tem a melhor média de renda. Mas o número demonstra a maior traição à história corintiana.” Quem diria, hem? Elitização dos gambás…

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    • Com estádio com menor capacidade do que a demanda, isso é inevitável. O Inter tentou alguns anos atrás facilitar a vida do torcedor de baixa renda e resolveu cobrar MENOS para o ingresso em determinado setor do Beira-Rio. O resultado foi que os cambistas adquiriram esses ingressos com preço reduzido e forraram o bolso de grana revendendo-os pelo preço de mercado.

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    • A considerar os preços dos ingressos, principalmente em relação aos outros brasileiros, e a divulgação de que a Libertadores não paga tanto assim, o Cruzeiro tá pagando pra jogar a LA.

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      • Aqule jogo contra o Deportivo Italia que baixou a media do Cruzeiro, o publico foi de 17mil somente.

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    • Hahaha. Foi esse Regueiro que marcou contra o Cruzeiro no Mineirão, né? Esse não conheço não, mas tem uma história muito legal de um atacante realmente regueiro que foi homenageado em um jogo que o Uruguai ganhou do Brasil nas Eliminatórias de 2002. Os jogadores estavam usando uma foto de Bob Marley debaixo da camisa por causa de um atacante que gostava de reggae e estava hospitalizado. Quando o Magallanes fez o gol de penal, todos mostraram a camisa de Marley. E ainda foi no dia 1 de julho, comemorado na Jamaica como Dia Internacional do Reggae. Na ocasião o time brasileiro balançava e os jornais questionavam a classificaçaõ do time de Felipão para o mundial da Coreia e do Japão… Veja em http://www.uruguaytotal.com/titulares/uruguay-brasil.htm .
      Mas hoje vai ser diferente. Força Zeroo!

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  21. Concordo com o post. No Brasil, as torcidas são parecidas. Mesmo a definhante, que se acha, mas para isso conta com uma mãozona da imprensa cocótica. Quando perdeu para o Cruzeiro nesses dois anos, a China Azul era a maioria! A “massinha”se escondia, e fugia do Cruzeiro como o diabo da cruz… Que paixão é essa?? Paixão quando o time está bem, é muuuuito fácil… E isso serve para todas as torcidas.

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  22. OT.: ouvi hoje, na CBN, que o Santinha está tentando trazer o Bernardo. Os comentaristas da rádio se derreteram em elogios à “jovem promessa” do Cruzeiro e que seria a melhor aquisição do futebol pernambucano.

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    • Aposto que ele iria arrebentar por lá. Ganharia cancha e lideraria altivo o Santa até a terceirona do Brasileiro!

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  23. Quando o Cruzeiro foi desclassificado da LA para o Boca em 2008 a torcida do Cruzeiro deu show, apoiou o jogo todo, e parabenizou o esforço do time no final. Vinha satisfeita do título regional e viu que perdemos lutando para um adversário nitidamente superior, em bagagem, técnica e elenco. Contra o Estudiantes em 2009 a postura não foi a mesma. Porque tinha a frustração de perdr um título que estev tão perto, uma percepção de que tinhamos time para ganhar e muitos aficionados presentes ao Estádio, destes que mais parecem turistas que torcedores. E a elitização de nossos estádios tendem a torná-los cada vez mais mornos.

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  24. Dá licença que já tô indo prá casa tomar umas Originais. Tira gosto da noite: empanado de peixe – alguém servido?

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  25. E como diriam os argentinos: “Usted tienen la NATURALEZA, nosotros tenemos la CULTURA” E quem sou eu para retrucar a tamanha obviedade… Só me restava aceitar o que, no fundo e no raso, todos nós sempre soubemos. Ótimo post!

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  26. As torcidas argentinas são mesmo diferenciadas, elevam a palavra torcer a outro nível. E o dia hj não passa, credo! Nem trabalhei direito. Já conferi o refri e as guloseimas, só falta a bola rolar!

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      • Não ia ter cerveja estúpida e tropeiraõ, pq minhas cias deram pra trás. Maaaas acabei de ser informada que a farra tá de pé. Então nada de refri…

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  27. OT – Falando em Argentina…hj é aniversário do Sorín. Grande Juanpi!

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  28. Torcer tb é coisa de uruguaio…vai ser uma pressão danada hoje!Mas acho que o histórico recente do time do Cruzeiro fora de casa é muito bom…só nao pode ter expulsão!

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  29. No Gremio a torcida “toda” não é diferente das outras,a lá argentina, mas a Geral já basta, para diferenciar das outras. Qual seria nossa organizada equivalente à “Geral do Grêmio” ? TFC ? Nenhuma ?

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  30. Estou em SP, acabei de ligar a Net no PFC4 e está constando Cruzeiro x Nacional-URU naprogramação a partir das 21:50! Nem tudo está perdido para quem está fora de MG!!!

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