Posts com a Tag ‘Walterson’

Em defesa de Adílson Baptista

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Jorge:

Se em algum momento desta entresafra futebolística você quiser publicar este e-mail como post, sinta-se à vontade.

Este é um desabafo de quem admira um verdadeiro cruzeirense, que está sofrendo uma perseguição infame.

(mais…)

O Bom Montillo estraçaiou. De novo!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Botafogo 2×2 Cruzeiro, no Engenhão, Rio de Janeiro, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 18set10:

(mais…)

Fabrício aliou técnica, força e garra

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Avaí 1×2 Cruzeiro, na Ressacada, Florianópolis, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 12set10:

(mais…)

Marra: “Cruzeiro tem mostrado evolução tática”

sábado, 11 de setembro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Internacional, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 08set10.

Pesquisa: Romarol.

  1. Juca Kfouri, em seu blog: O Cruzeiro jogou um futebol que foi superior ao do poderoso Inter. Ganhou de 1 a 0, gol conquistado aos 14 minutos, com Everton, um golaço de sem pulo ao receber um cruzamento de trivela. O time azul foi bem melhor no primeiro tempo e mesmo com menos posse de bola, administrou bem a vantagem no segundo. O Colorado não viveu uma noite feliz e perdeu seis pontos para o rival. O Cruzeiro se firma como candidatíssimo.
  2. (mais…)

Fábio, Montillo, Ribeiro e Casemiro, os melhores

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10: (mais…)

Só Fábio honrou a camisa

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético Goianiense 2×1 Cruzeiro, no Serra Dourada, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 06jun10:

  • Fábio – O único a levar o jogo a sério.
  • Jonathan – Lento, desmotivado.
  • Gil – O melhor da defesa, embora não tenha encontrado Tiuí no 1º gol rubronegro e estivesse longe demais do teatro das operações no 2º.
  • Leonardo Silva – Abaixo do padrão habitual. (Síndico) Partida para confirmar a fase ruim. Ainda teve uma lesão que o deixará de molho por quase um mês. (Matheus Reis)
  • Diego Renan – Sem cobertura, sobe e leva bola nas costas. (Síndico) Precisou de cobertura mesmo quando não subiu ao ataque. (Dudu) Pra quem pede o time cheio de jogadores da base, olhe para o Renan. Uma coisa é você entrar num time estruturado, jogando um futebol vistoso. Quando é assim, rende como rendeu ano passado. Quando o time tá bagunçado, sofre como todo mundo e tem tudo pra se queimar com os tropeiristas. Para atleta vindo da base render bem,  tem de ser lançado num time estruturado. (Matheus Reis)
  • Fabrício – Sem inspiração. (Síndico) Sentiu a ausência do amigo e treinador Adílson. E não há pecado nisso. (Mathues Reis)
  • Fabinho – Semi-aposentado, foi dispersivo na proteção à zaga e previsível nas subidas ao ataque. Com ele, a linha de volantes trava. Mas com a proteção do repórter Artur Morais, ídolo de 9 em cada 10 cruzeirenses, será titular absoluto e incontestável até cair na compulsória.
  • Henrique – Lento, sem pegada, completamente diferente do jogador da partida contra o Santos. (Síndico) Quando os dois companheiros da meiuca vão mal, ele acompanha. (Matheus Reis)
  • Pedro Ken – Correu pra lá e pra cá e nada aconteceu.
  • Roger Galera – Lamentável. (Síndico) Para os microfonistas e cornetas, era a solução para todos os problemas. Ciscou daqui, dali, e não fez absolutamete nada que prestasse. O único ritmo que adquiriu até agora foi o das baladas. (Mauro França)
  • Thiago Ribeiro – Embora muito abaixo de seu padrão em 2010, foi quem mais correu e tentou criar oportunidades, do meio pra frente. (Síndico) Lúcido dentro e fora de campo. Mas quando seu destaque é na entrevista, tem algo errado. (Matheus Reis)
  • Wellington Paulista – Fez um gol, mandou uma bola no poste e cabeceou outra sem grande perigo. No resto do tempo, caiu, reclamou, caiu, reclamou, caiu, reclamou até ser substituído. (Síndico) Apesar da ruindade, desta vez eu gostei de sua atuação. Finalizou as 3 bolas que recebeu, sendo uma no poste e outra um belo gol, e ainda cruzou uma bola na pequena área que ninguem aproveitou. Em vista dos últimos jogos e da malemolência geral, acho que o saldo foi positivo. (Walterson Almeida)
  • Kieza – Não viu a marca da bola. Se disserem que foi uma Jabulani é provável que ele acredite.
  • Guerrón – Ciscou até perder a bola do gol fatídico. (Síndico) Jogou com a regularidade que lhe é costumeira, a de sempre entrar com a empolgação de um Rocky Balboa e apanhar da bola feito o Maguila. (Grossi)
  • Emerson Ávila – Não conseguiu sequer dar o esporro de intervalo, que tem feito o time melhorar no 2º tempo. (Síndico) Já tirou o corpo. Fez o que o material humano lhe oferecia com a ausência dos “machucados” Paraná e Elicarlos. Não contava com o boicote do time ao futebol. (Matheus Reis)
  • Dimas Fonseca – Foi péssima sua primeira idéia, chupada da Itatiaia, de impedir o ex-treinador de comandar o time em Goiânia. Custou 3 pontos. (Síndico)  Esse Dimas também é brincadeira. Se todos já sabiam que Guerrón seria dispensado, pra quê deixar o cara ir pro jogo!? É demais, é demais. (Emílio)
  • Torcida – Compareceu em bom número, não teve sequer chance de jogar com um time tão desmotivado. Gastou dinheiro, passou vergonha e voltou pra casa na miúda. 
  • Seca-pimeteira – Tá rindo que nem uma hiena.
  • Juiz & Bandeiras – Sem falhas dignas de nota.
  • Atlético Goianiense – Futebol previsível, quadradinho, mas com muita disposição. Tiuí, Pedro Paulo, Ramalho, Ayrton, Keninha, no 1º tempo, e Elias, no 2º, foram os melhores. E Geninho mostrou porque deve ser o próximo treinador do Cruzeiro  e realizar o sonho da torcida menos inteligente e mais teleguiada do Brasil.

Vidigal: “Menos mal, não ter castigo no final”

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.

  1. Davids, armador da África do Sul: Estamos fazendo esse mês de treinamento no Brasil jogando contra bons times como o que jogamos aqui, pra ver o que precisamos melhorar e se o que estamos fazendo está  bom. Temos ido bem na defesa, agora temos que fazer os gols.
  2. Carlos Alberto Parreira, técnico da África do Sul: É evidente que quem nunca jogou num estádio desse, contra uma equipe com esse nível do Cruzeiro fica intimidado. Jogadores jovens sentem o peso dessa responsabilidade. Então a gente tem que melhorar essa confiança de ficar mais com a bola, errar menos passes. Mas isso só vem com a sequência de jogos e manutenção de uma equipe. Esse trabalho foi encorajador. Pra nós o resultado foi bom. O Cruzeiro está bem. Tem um time muito bom tecnicamente, dois atacantes de peso, de força, dois laterais que sobem com muita precisão. Roger está começando a se integrar, ele dá qualidade à equipe. Tem um goleiro excepcional, dos melhores do Brasil, que tem provado isso a cada partida. No final, poderíamos ter feito dois gols e o Fábio os evitou. O 0x0 foi justo. O Cruzeiro com a posse da bola e nós nos defendendo bem. Agradecemos o Cruzeiro por ter nos recebido. Não só ter jogado no Mineirão com a equipe principal, mas pelo acolhimento caloroso, afetuoso, desde o aeroporto, o almoço. Vamos treinar lá amanhã com os jogadores que não atuaram. Queremos agradecer imensamente ao presidente Perrella por essa acolhida. Nosso jogadores estão deslumbrados, porque foi realmente emocionante.
  3. Adílson Batista, treinador do Cruzeiro: Foi bom. Em amistoso, geralmente você evita jogadas mais ríspidas, tira o pé, o ritmo não é tão forte como em campeonato. Mas acho que foi proveitoso em função de sistema, o Cruzeiro tentou rodar a bola, trabalhar. Tivemos dificuldades, erramos alguns passes, não tivemos penetração. Tentamos mudar, tivemos mais volume, criamos oportunidades. Você olha o jogo do Barcelona e vê que todo mundo dá um, dois, no máximo três toques na bola. O Messi é quem carrega a bola, mas sendo objetivo, em cima do marcador, em direção ao gol. A gente quer dar, três, quatro, cinco toques, segurar, é cultural. Demora pra tirar alguns vícios. Nesse aspecto é importante a disciplina tática.
  4. Guilherme Mendes, diretor de Comunicação: Foi um orgulho pra nós receber a seleção anfitriã da Copa e ter o nome do Cruzeiro divulgado no exterior.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Fico satisfeito pelo reconhecimento. Estou fazendo um trabalho produtivo no Cruzeiro ao longo desses anos. Infelizmente, não chegou ainda ao treinador da seleção, mas espero que ele comece a me observar com carinho e me dê a oportunidade que tanto almejo ao longo desses anos. Parreira brincou que eu tinha tirado o bicho dele e falou que eu vivo um grande momento, me deu os parabéns. Isso me fortalece pra melhorar a cada dia nos treinamentos, com bastante respeito pelos companheiros e também pelos outros goleiros do Brasil e do exterior que buscam um lugar na seleção, o sonho de todo jogador. Já tive várias oportunidades de ser convocado com o Parreira. Se ele fosse o treinador, poderia acontecer. A concorrência é grande, mas me sinto preparado pra estar entre os três goleiros que vão à Copa pelo que venho demonstrando ao longo desses anos. No momento, penso em fazer o melhor pra ter oportunidade em 2010. Senão, vou continuar trabalhando e empenhando ainda mais pra estar sempre bem. É lógico que a Copa no Brasil será uma felicidade pra todos os brasileiros e todo mundo quer participar de uma forma ou de outra.
  6. Henrique, volante do Cruzeiro: É gratificante pro atleta, claro que a gente fica feliz. Não foi um treinador qualquer que fez um elogio desse. É campeão do mundo, trabalhou com grandes seleções, então fico feliz. É continuar nesse mesmo ritmo, nessa mesma pegada, pra crescer sempre, melhorando pra ajudar a equipe do Cruzeiro. Claro que a gente sempre sonha com coisas maiores, jogar pela seleção. A gente busca esse objetivo, mas sem deixar subir à cabeça. Tem que trabalhar, porque existem grandes jogadores. Preciso crescer gradativamente, trabalhar, conquistar espaço. Isso vem com o tempo. Tenho que continuar na mesma batalha e focado.
  7. Bernardo, meia do Cruzeiro: É uma boa experiência boa jogar contra uma seleção. Tiramos muita coisa. Enfrentamos uma seleção de muito toque de bola, muitos dribles e velocidade. Foi um bom aprendizado.
  8. Roger, meia do Cruzeiro: A África do Sul passa por um processo de reformulação. Vinha com o Parreira, trocou pelo Joel Santana, voltou o Parreira. Veio aqui e fez um jogo morno, pois é véspera de Copa do Mundo e todo mundo quer se poupar. Nós também, pois temos uma competição importante. Foi meio chato de se ver, mas faz parte.
  9. Kleber, atacante do Cruzeiro: Foi um jogo bom pros dois lados. Pudemos trabalhar tranquilamente e ninguém saiu machucado. Temos competições importantes e precisamos de todos inteiros pra avançarmos ainda mais. Foi uma oportunidade pra treinar, trabalhar, melhorar, tanto nós como eles. A gente sabe que faltaram os jogadores que atuam na Europa, então, essa seleção tem muito pra melhorar. Mas é uma boa seleção, trabalha bem. A qualidade técnica parece com a do futebol brasileiro.
  10. Leandro Mattos, em seu blog: No Mineirão, o Cruzeiro recebeu a África do Sul de Carlos Alberto Parreira, num amistoso internacional. Foi um jogo tecnicamente fraco, sem muita inspiração de ambos os lados. Os celestes foram superiores e só não venceram porque foram muito displicentes nas finalizações, numa noite segura do goleiro Khune. No final do jogo, Fábio também foi decisivo. Nos últimos cinco minutos, fez duas defesas importantes e impediu que a zebra invadisse o gramado do ‘Gigante da Pampulha’. Com México, Uruguai e França como companheiros de Grupo, Parreira terá muito trabalho para colocar os Bafana Bafana nas oitavas-de-final da Copa do Mundo 2010.
  11. Fabio Velame, no PHD: Não há muito que comentar. Foi um jogo morno. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela. As melhores chances foram da seleção africana e, não fosse o Fábio, a vitória seria dela. A única grande chance do Cruzeiro aconteceu no 1º tempo com Roger na grande área batendo em cima do goleiro. O resto foram chutes de fora da área, uma deles numa falta cobrada pro Bernardo, no travessão, e bolas levantadas para conclusões de cabeça fáceis pro goleiro. Apesar de ter sido amistoso, achei o time meio sem criatividade.
  12. Leo Vidigal, no PHD: Parece que os jogadores se arriscaram menos nas divididas, preferindo mais um belo passe, por isso erraram mais.  Foi um amistoso normal, talvez meio fora de hora, mas não deixa de ser interessante. Menos mal que o time não levou o castigo no final, graças ao Fábio. Pena aquela bola do Bernardo não ter entrado, ele realmente procurou o jogo e merecia um gol. 
  13. Vidotti, no PHD: Não tem como cobrar que cantem o hino se a organização não planeja a execução em conjunto com a torcida. Da arquibancada, não dá pra escutar o que a banda está tocando no gramado. Porque não utilizaram o serviço de auto-falantes para reproduzir o hino? Não entendi o motivo. Na final da Libertadores, o hino foi cantado por todo o estádio. Ontem, não foi questão de falta de educação e sim de falta de planejamento. Ontem, nada foi anunciado pelo sistema de som do Mineirão, ai fica dificil cobrar alguma coisa.
  14. Rosan Amaral, no PHD: Assisti ao jogo ao lado do Dr. Adriano, irmão do Sivercan. O nome do jogo foi Carlos Alberto Parreira. O 1º tempo foi horrível como espetáculo. Sobrou o desempenho tático dos bafana bafana com 2 linhas de 4 fechando da meta sul-africana e impossibilitando a penetração dos cruzeirenses. Parreira sabe posicionar uma defesa. No 2º tempo, Pele abriu sua equipe e jogou de igual para igual, chegando ao requinte do 4-3-3 em alguns momentos. O jogo ficou muito movimentado. O Cruzeiro perdeu mais gols que os leões, mas a última bola do jogo foi perdida pelo atacante africano cara a cara com o Fábio. Mais enclorpada, esta seleção poderá surpreender México ou Franca. Destaque também para o preparo físico dela. A movimentação no 90º foi a mesma do 1º minuto.
  15. Walterson Almeida, no PHD: Este amistoso fez muito bem à África do Sul. Reparem que nos últimos 20 minutos eles jogaram igualzinho ao Cruzeiro, tocando a bola e fazendo-a girar. Aí foi a vez dos celestes ficarem correndo atrás da bola. Pelo que li sobre o jogo, era exatamente isto que o Pé de Uva buscava para seu time. O futebol do Bernardo cresce a cada jogo, embora ele continue segurando muito a bola e tentando resolver sozinho. Passe a bola, rapá!

RapoCota customizado

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Quarenta e três horas depois do apito final, o RapoCota ainda não acabou. As carpideiras não deixam.

Beagá virou um Vale de Lágrimas. O nível Arrudas, o ribeirão, subiu. O trânsito está engarrafado.

E as autoridades preocupadas, pois o Chorão Rei ainda vai carpir em coletiva, hoje à tarde.

É preciso tomar providências, já. Tentando encontrar um meio termo entre os choros do Birner e do Walterson, O Síndico propõe que o clássico mineiro tenha resultados customizados.

(mais…)

Fãs clubes

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Estas Páginas Heróicas Digitais abrigam verdadeiros fãs clubes de jogadores, treinadores, dirigentes, torcedores e até dos mascotes do Cruzeiro. E até de adversários, tamanha é a generosidade de alguns torcedores.

Eis alguns dos fãs clubes formados:

  1. Geração Copinha 2007 – Síndico, Celeste, Naldo
  2. Daniel Tijolo – Sobrinho, França, Arísio, Chiabi, Chaves, Geniba
  3. Marcinho Bochecha – Walterson
  4. Joabe – Chaves
  5. Juninho – Evandro, Velho Damas
  6. Leo Silva – Chiabi, Evandro
  7. Alex 10 – Todo mundo
  8. Fábio – Evandro, Velho Damas, Hugo, Naldo
  9. Adílson Baptista – Radicchi, Simone, França, Frede, Walfrido, Naldo, Ernesto, Olivieri, King Arthur, Arísio, Moema, Othon, Marc3lo, Seixas, Celeste
  10. Marquinhos Paraná – Síndico, Hugo, Hermes, Frede, França, Renato-SP, Flávio Carneiro, Vidigal, Moema, Seixas, Marc3lo, Douglas
  11. Araújo – Síndico, Hugo, Chiabi
  12. Nenê – King Arthur
  13. Jajá – Hugo
  14. DJ – Dylan
  15. Bernardo – Celeste
  16. Jonathan – Arreguy, Elias, Chiabi
  17. Cris – Síndico, Ernesto, Romarol. Naldo
  18. Raposão & Raposinho – Elias, Chaves, Síndico, Beth, Flávio Carneiro, Leopoldo
  19. Maluf – King Arthur
  20. Sorín – Schulman, Evandro, Beth, Olivieri, Walfrido, Dylan, Renato-SP, Flávio Carneiro, André, Vidigal, Romarol, Leopoldo, Carlão Azul, Marc3lo, Simone, Naldo
  21. Ramires – Quase todo mundo
  22. Thiago Heleno – Silvério, Simone
  23. Espinoza – Simões
  24. Bokirroto – Elian
  25. Apodi – Odair José
  26. Domingues – King Arthur, Odair José
  27. Jadílson – Odair José
  28. Marcel – Odair José
  29. Rômulo – King Arthur, Odair José
  30. Dylan – Geniba
  31. Geniba – Dylan
  32. Síndico – Juliana
  33. Autuori – Velho Damas, Odair José
  34. WP – Olivieri, Geniba
  35. ZZP – Velho Damas, Geniba, Chaves, Clemenceau, Louback, Sobrinho, Dylan, Chiabi, Celso, Carlão Azul
  36. Jussiê – Walfrido
  37. Celso – Celso
  38. Luxa – Dylan
  39. Ronaldo – Olivieri, Beth, Leopoldo
  40. Jefferson – Vinícius, Hugo
  41. Henrique – França, Walterson
  42. Weldon – Olivieri
  43. Andrey – Olivieri
  44. Wagner – Sobrinho, Chaves, Geniba
  45. Thiago Ribeiro – Malafaia, Arreguy
  46. Beque argentino – Um monte de gente 
  47. Gladiador – Chaves, JJ
  48. Dioguardi – Chaves, Simone
  49. Marcelo Ramos – Olivieri, Romarol
  50. Valdir Barbosa – King Arthur
  51. Máfia Azul – Ianni
  52. TFC – Othon, Seixas
  53. Samuel Rosa – Rodrigo Gomes, Çangre Açul
  54. Lô Borges – Rosan, Celeste, Síndico
  55. Charles – França, Síndico
  56. Levir – Elias, Evandro
  57. Gabiru – Evandro
  58. Guilherme – Olivieri, Celeste, Simone
  59. Ney Franco – Chiabi
  60. Trio elétrico – Walfrido, Síndico

As incrições continuam abertas. E as mudanças de fã clube ainda são permitidas.

Quem não estiver se sentindo bem em seu fã clube, por gentileza, manifeste-se para que as mudanças sejam feitas.

Destaque foi o espírito de luta

domingo, 22 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético 1×1 Cruzeiro, na Arena da Baixada, Curitiba, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 21nov09:

  • Adilson Batista – Bem marcado, pressionado na saída de bola, seu time não funcionou no 1º tempo. No 2º, quando o jogo ficou mais aberto, esteve sempre mais perto de perder do que de vencer, pois o contra-ataque, sua melhor opção ofensiva, não lhe foi concedido. O empate no fim acabou sendo um prêmio de consolação nada desprezível. Considerando-se o fraco elenco de que dispõe, levar a luta por um lugar no G4 até o fim do torneio é mérito seu. E um desespero para seus inimigos pessoais.
  • Torcida – Compareceu, mas pouco se fez ouvir, pois a galera da casa não deu trégua em sua cantoria de 15 mil vozes.

(mais…)