Posts com a Tag ‘vôlei’

Sacando na rede pela terceira vez

domingo, 14 de novembro de 2010

Em Tóquio, Rússia 3×2 Brasil (21/25, 25/17, 20/25, 25/14 e 15/11), na final do Mundial Feminino de Vôlei.

Pela terceira vez, o Brasil saca na rede e fica com o vice.

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Aperitivo em Sampa: Cruzeiro 3×0 Pinheiros

sábado, 13 de novembro de 2010

Depois de perder para o Sesi por 3×2, de virada, na quarta-feira, em São Paulo, o Cruzeiro recuperou-se na Superliga de Vôlei batendo o Pinheiros por 3×0 (28×26, 27×25, 25×23).

O argentino Marcelo Méndez escalou o campeão mineiro com William, Wallace, Leo Mineiro e Filipe, Acácio e Douglas Cordeiro, Serginho (líbero). Entraram Danilo e Renato Felizardo.

O time paulistano, dirigido por Mauro Grasso, jogou com Marcelinho, Leo, Giba e Maurício, Rodrigão e Gustavo, Polaco (líbero). Entraram Murilo, Tuba, Silêncio, Aranha e Reffati.

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Laranja, a cor oficial do esporte brasileiro

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

BMG Montes Claros?! Estou, pra usar uma expressão do Chico Maia, absurdado com a generosidade do banco.

Ele patrocina tudo: time de futebol de várias divisões, departamentos de arbitragem e, agora, até equipes de vôlei…

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Paralelos e analogias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.

País do Voleibol, eneacampeão da Liga Mundial

domingo, 25 de julho de 2010

No Orfeo Superdome, em Cordoba, Argentina, o Brasil venceu a Rússia por 3×1 (25×22, 25×22, 19×25, 25×23) e sagrou-se eneacampeão da Liga Mundial de Vôlei.

Contra a pancadaria dos sacadores russos, o Brasil deu show de variações de jogadas e emplacou uma fieria de quatro bloqueios decisivos no set decisivo.

Na arquibancada, bandeiras e camisas do Cruzeiro. Da Cocota, pra sorte da pátria de tênis, nenhuma.

Dante, Murilo, eleito o melhor do torneio, e Mário Jr., melhor líbero, foram os astros. Giba, no banco, foi torcedor incansável.

A medalha de bronze vai pra Sérvia, que derrotou Cuba por 3×2.

Aqui é o País do Voleibol

sábado, 24 de julho de 2010

Durante a transmissão do superclássico Los Angeles x San Jose pela Major League Soccer, o narrador da Iespien informou que a média de público do campeonato de americano é de 16.500.

Dei uma sapeada rapidinha nos alfarrábrios e verifiquei que o Morrinhão, o melhor campeonato do mundo, o único com 20 favoritos, tem média de 12.145.

Por estas e outras, mantenho minha opinião de que o Brasil é o país do vôlei. País do futebol é a Argentina. Ou a Inglaterra. Ou alguma das muitas espanhas.

P.S.: Pra confortar o Sobrinho e o rdish informo que a média do campeonato russo é só um pouquinho maior do que a do Morrinhão: 12.400.

Pra não virar handball

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O futebol só tem uma saída para evitar o efeito Handball – aquele esporte em que o ataque fica passando a bola de um lado para o outro, em paralelo à defesa, que fica armando o bote para contra atacar.

Aliás, tem duas saídas. Ou tira-se um elemento de cada time, aumentando o espaço da cancha, ou acaba-se com a regra de impedimento, que também restringe em 1/4 (um quarto) as dimensões do campo.

O que se vê hoje, com as condições físicas e aeróbicas dos atletas, é o mesmo que um bando de meninos correndo atrás da bola no recreio da escola.

O futebol é o único esporte que não se modernizou, diferentemente do vôlei –que acabou com aquele roda roda, que chamavam de rodízio, sem marcar pontos; e do basquete, com suas cestas de três pontos, aumentando os scores finais.

JS, fica lançado o debate!

Trovão Azul

Soccer voltou a ser pumpkin

sábado, 26 de junho de 2010

O soccer vai continuar na fila. Ainda não será desta vez que subirá ao pódio da preferência dos esportistas e telespectadores americanos.

O time de Bob Bradley emocionou parte significativa do povo americano com sua garra, mas já virou abóbora.

Tim Howard, Michael Bradley e Landon Donovan são excelentes jogadores. Poderiam se tornar ídolos de toda a nação se vencessem a Copa.

Mas perdendo duas classificações seguidas pra Gana, continuarão no lusco-fusco.

Comparados à seleção de soccer, cada time das ligas de hóquei, basquete, football ou beisebol tem o dobro de craques reconhecidos nacionalmente.

Assim como o vôlei, o soccer ainda terá de comer muito angu -ou seria tortilla?- pra desbancar algum esporte tradicional americano.

Mas não pense o caro leitor que, estando lá pelo 7º ou 8º lugar na preferência do público, o soccer seja um fracasso.

A Copa de maior média de público até hoje, foi a de 1994 com 69 mil espetactadores. E se houver outra na América, em 2018 ou 2022, novos recordes serão quebrados.

Basta ser o 8º nos USA pra um esporte ter mais público e ser mais rentável do que na maioria dos países monoesportivos.

Vôlei nas trevas

domingo, 6 de junho de 2010

Não tenho a paciência do Olivieri e do Chaves pra assistir a uma partida de vôlei inteira. Mas, solidário ao Ernesto Araújo, me esforço durante alguns minutos de cada set.

E foi com este sentimento que me aventurei a acompanhar os dois jogos Cuba x Argentina, em La Habana.

Foram tenebrosas. Ao pé da letra. Não as partidas, mas as transmissões da televisão governamental de Cuba.

A emissora oficial do regime cubano produz imagens que estão um degrau abaixo das transmissões da TV Itacolomi nos Anos 60. Uma vergonha a falta de nitidez e a pobreza de informações.

Pra piorar, o ginásio estava semidesertoe as poucas tomadas do público mostravam pessoas mal ajambradas e desanimadas.

Cuba já teve dias melhores. Parece que o adjutório do ditador cucaracha não dá pra pagar as contas como acontecia com a farta mesada soviética durante a Guerra Fria.

Posto isto, registre-se que foram dois jogos animados. Os argentinos mais técnicos, os cubanos, como nos bons tempos, voando e sentando a mão sem dó nem piedade.

Venceram por 3×2 as duas partidas. Wilfredo León, de 16 anos, é a estrela do time. Joandry Leal, o segundo nome. Entre os argentinos, destacou-see o gigante Gustavo Scholtis.

O saque foi o fundamento decisivo na vitória cubana. Principlamente na primeira partida, quando os argentinos acertaram a rede além do que se poderia esperar de uma seleção de ponta.

Nos bancos, duas referências: no cubano, o histórico Orlando Samuels; no argentino um astro recente das quadras, Javier Weber.

Se o projeto do vôlei do Cruzeiro / Sada sfor mantido na próxima temporada, valeria a pena garimpar alguns talentos cubanos.

O problema é saber se a ditadura da Ilha Que Parou no Tempo, permitiria as transferências.

N.B.: Os donos do poder em Cuba mantêm o culto à personalidade do Ernesto, como se pôde perceber pelo banner cpm sua cara, que pendia de uma das paredes do ginásio mal iluminado.

Lorena sacou na rede

sábado, 1 de maio de 2010

O Florianópolis vencia por 2×0 quando tocou pro Lorena, maior pontuador da Superliga, sacar pra descontar a vantagem. E ele sacou na rede.

Na sequência, após erros dos dois lados,o time catarinense fechou a partida, no Ibirapuera: Florianópolis 3×0 Montes Claros (25×22, 25×20, 31×29).

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