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2ª Mineiro: Domingo, segunda, todo dia é Dia de Índio

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Segunda rodada do Mineiro 2011, disputada entre 02/07fev11. 

América e Atlético-MG venceram com facilidade. Cruzeiro com dificuldade. O Dragão do Corcovado fez uma farra no campo do Zebu, mas quem continua dando as cartas é o Bugre com outra vitória espetacular, desta vez, fora de casa.

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Cuca: “O time ficará bem desenhado”

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Amanhã, às 19h30, no Castor Cifuentes, vulgo, Alçapão do Bonfim, Leão e Raposão vão duelar. Clássico das antigas.

Mas com novidades no time celeste. Confiram:

  1. André Dias será bancário.
  2. Pablo substituirá Rômulo na lateral-direita.
  3. Leandro Guerreiro, mesmo a fora de forma, será o cão de guarda da defesa.

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A maior torcida de Uberlândia

sábado, 4 de setembro de 2010

Pouco antes da inauguração do Mineirão, uma enquete revelou o time mais querido de Beagá. Era o Botafogo com 2/3 da preferência dos torcedores no quesito “Clubes de fora de Minas”.

Em Beagá, o Atlético-MG possuia metade da torcida. Cruzeiro, América, Villa e Siderúrgica, a outra metade. Os amantes do futebol tinham o coração fatiado em três partes: Minas, Rio e São Paulo.

Isto já não existe mais. Em Beagá. No restante do estado, ainda é forte a poligamia boleira. Quem gosta de futebol torce. Preferencialmente, pelo time da cidade. Se ele faltar, por outro. parado quem fica é poste.

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Moto Club vai hibernar

sábado, 28 de agosto de 2010

O Moto Club de São Luís pediu licença por tempo indeterminado à Federação Maranhese de Futebol e desativou seu time profissional.

E lá se vai mais um grande do futebol brasileiro. E lá se vão os clássicos contra o Sampaio Correia, que colocavam 70 mil pessoas no Castelão, em São Luís.

Os idiotas da objetividade dirão que o episódio é fruto da incompetência dos cartolas rubronegros. Simplismo.

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Paulo Florêncio, pra sempre em Sabará

sábado, 17 de julho de 2010

Paulo Florêncio, ex-jogador do Siderúrgica e do Cruzeiro, faleceu em Belo Horizonte, na noite de 14jul10, devido a problemas respiratórios.

Ele deixou viúva Dona Naná, com quem viveu por mais de 50 anos e construiu em bela família com 8 filhos, 12 netos e 6 bisnetos.

Seu corpo foi enterrado no Cemitério da Igreja do Carmo, em Sabará, cidade que o acolheu na juventude e o projetou no mundo do futebol vestindo a camisa do EC Siderúrgica.

Paulinho, segundo jogador de clube mineiro (Siderúrgica) a servir à Seleção Brasileira (o primeiro foi Niginho, do Palestra Itália), merece uma homenagem do Cruzeiro.

Paulo Florêncio, um talento bem mineiro
 
Itabirito (MG), 26jun18; Sabará (MG), 14jul10

Conheci Paulo Florêncio em 1995. Acompanhado de outros veteranos do Esporte Clube Siderúrgica, ele foi à Secretaria de Estado de  Esportes, Lazer e Turismo  pleitear a reforma do estádio da Praia do Ó, onde inúmeras gerações de craques do “Esquadrão de Aço” ajudaram a construir a história do futebol mineiro.

O Siderúrgica daquela época, parodiando o poeta, era apenas um quadro na parede. Havia 30 anos, que perdera patrocínio da Cia. Siderúrgica Belgo-Mineira, abandonara o futebol profissional e seu estádio ficara abandonado.

A dor provocada pelo estado de abandono de seu palco foi o que levou Silvestre, Djair, Noventa, Chiquito, Zu e Ernani, campeões mineiros de 64, e Paulo Florêncio, campeão de 37, a buscarem apoio do governo estadual para a recuperação do estadinho da Praia do Ó.

Paulo Florêncio foi quem mais falou, quem melhor se lembrava e quem mais tinha o que contar pois, afinal, era o decano entre aqueles mestres da bola.

Ele começou a jogar e, 1933, no Usina Esperança, de Itabirito. Em 1933, seu pai, o sapateiro João Florêncio mudou-se com a família para Sabará onde Paulinho foi trabalhar na Belgo Mineira, em 1935.

Nesse ano, ele se juntou aos irmãos, Nino e Joãozinho, no time do Siderúrgica: “O treinador precisava de um canhoto e como eu chutava com os dois pés, ele me escalou na meia-esquerda”.

Em 1937, veio o primeiro título, o de campeão mineiro conquistado numa melhor de três contra o Villa Nova.

  • Siderúrgica 1×0 Villa Nova, domingo, 03abr38, 15h, Estádio da Alameda, campo do América, 3ª partida da melhor de três da decisão do Campeonato Mineiro de 1937 (antes, Villa 3×1, no campo do Cruzeiro, em 20mar37, e Siderúrgica 3×0, no campo do Atlético-MG, em 27mar37) – Juiz: Sanchez Diaz –  Gol: Arlindo, 27 do 1º tempo – Siderúrgica: Princesa, Chico Preto e Mascotte; Geraldo Rebelo, Moraes (Oswaldo) e Ferreira; Tonho (Dimas), Arlindo, Chiquito (Morais), Paulo Florêncio (Chiaquito) e Rômulo Januzzi. Tec: Fernando José Fernandes, o Capitão / Villa Nova: Geraldão, Jair e Sérgio; Bituca (Nagib), Mangabeira e Geninho (Belchior); Abras, Carazo, Geraldino, Remo e Mestiço. – Obs: Princeza defendeu pênalti cobrado por Carazo, aos 40 do 1º tempo.

Um dos jogadores mais longevos do futebol, Paulinho, como era chamado pelos torcedores, transferiu-se do Siderúrgica para o Cruzeiro  em 1948, ano em que se casou com a sabarense Maria da Conceição Dias Florêncio, Dona Naná, com quem teve oito filhos.

No Barro Preto ficou até 1956 com um intervalo entre 1952 e 1953, quando foi emprestado ao Universidad Cenbyra, de Caracas, treinado por Orlando Fantoni. Na Venezuela, Paulinho foi campeão nacional e, suprema aventura para um brasileiro naqueles tempos, viajou com seu time pela Europa.

O final de carreira, aconteceu em 1960, quando vestiu sua última camisa, a do Sete de Setembro.

Durante todo esse tempo, Paulo Florêncio praticou um futebol sem vícios, maldades, nem pecados. Um futebol refinado, leal, cheio de plasticidade em sua cadência desprovida de pressa e afobação.

Estas qualidades extrapolaram os muros do estadinho da Praia do Ó quando Friedenreich, o maior jogador da primeira geração de craques brasileiros, o conheceu numa partida entre mineiros e gaúchos e o indicou ao treinador da Seleção Brasileira, Ademar Pimenta.

A convocação, que encheu de orgulho os depsprotistas mineiros aconteceu em 1941 para a disputa do Campeonato Sul-americano de 1942, em Montevidéu. Paulinho foi o segundo jogador de clubes mineiros vestir a camisa da Seleção Brasileira. Antes dele, apenas Niginho havia sido convocado e também para um Sul-americano, o de 1937.

Ademar Pimenta convocou dez atacantes. Um ataque jogava com Pedro Amorim, Zizinho, Russo, Paulo Florêncio e Pipi, o outro com Cláudio Christovam de Pinho, Servílio, Pirilo, Tim e Patesko. Às vezes, as duas formações davam lugar a uma terceira, embaralhando as peças.

  • Brasil 5×1 Equador, 01fev42, Estádio Centenário, Montevidéu, Uruguai, pelo Campeonato Sul-americano de 1942 – Público: 40.000 – Juiz: Bartolomé Macias (Argentino) – Gols: Tim, 10, Pirilo, 12, Alvarez, de pênalti, 19, Pirilo, 29 do 1º tempo; Zizinho, 15, Pirilo, 33 do 2º – Brasil: Caju (Atl), Norival  (Flu) e Begliomini Pal); Afonsinho (Flu), Jayme de Almeida (Fla) e Aregemiro (Vas); Claúdio Pinho (San), (Joaninho (Atl)), Zizinho (Fla), Pirilo (Fla), Tim (Flu), e Pipi (Pal) (Paulo Florêncio (Sid)). Tec: Ademar Pimenta / Equadro: Medina, Hungria e Ronquillo; Merinos, Zambarano e Mendoiza; Alvarez, Jimenez, Alcivar (Torres), Herrera e Acevedo.

Quando chamado a jogar, Paulo Florênio o fez com muita qualidade, por isto recebeu vários convites para jogar no Rio e em São Paulo. Ele chegou a a passar uma semana na Portuguesa de Desportos, mas desistiu, pois não queria ficar longe da família. E, pra dizer a verdade, preferia continuar sendo eletricista e jogador de futebol do time da Belgo Mineira.

Ao virar nome nacional, o Paulinho, de Itabirito e Sabará, passou a ser chamado, pela imprensa, de Paulo Florêncio, para não ser confundido com a multidão de Paulinhos de outros clubes.

Somente em 1948, ele aceitaria trocar a camisa azul-e-branca do Siderúrgica. E só por outra com as mesmas cores. Contratado pelo Cruzeiro, formou um ataque, que venceu dois dos três turnos do campeonato de 1948: Helvécio, Nonô, Abelardo, Paulo Florêncio e Sabu.

Nos oito anos seguintes, ele dividiria o tempo entre os treinos e os 173 jogos que fez pelo Cruzeiro, nos quais marcou 12 gols, com o emprego de balconista na Casa Othon de Carvalho, de materiais elétricos.

No Barro Preto Paulo Florêncio foi meia, volante e lateral. Disciplinado, elegante, cordato e talentoso, tinha grande prestígio com a torcida que, apesar de não ter comemorado nenhum título durante sua passagem pelo clube, ainda assim fez dele um ídolo.

Seu jogo cadenciado, de passes perfeitos e toque refinado, tinha público cativo. Muita gente, mesmo torcendo por outros times, ia aos jogos do Cruzeiro só para apreciar seu estilo.

Em 1956, Paulo Florêncio foi explorar o Eldorado futebolístico da Venezuela. Mas não ficou muito tempo por lá. Com saudades da família, voltou para jogar no Sete de Setembro, onde pendurou as chuteiras em 1960.

Sempre economizando energia, ele punha a bola para correr e, quando era preciso tomá-la do adversário, ia pelo atalho sem fazer cenas ou cometer imprudências como os choques desnecessários. Por isso, muitos torcedores diziam que, se quisesse, Paulo Florêncio jogaria eternamente.

Além disso, sua conduta esportiva era de máxima elegância. Ninguém jamais pensou em agredi-lo, coisa corriqueira nos estádios mineiros de sua época.

Sua estréia, no Cruzeiro, aconteceu num jogo contra o Botafogo.

  • Cruzeiro 2×1 Botafogo, quarta-feira,17mar48, 21h, Estádio JK, no Barro preto, Belo Horizonte, amistoso – Renda: Cr$27.400,00 – Juiz: Guido Delacqua (MG) – Gols: 1º tempo: Abelardo, 8, e Osvaldinho, 41 do 1º tempo; Ramon, 13 do 2º – Cruzeiro: Geraldo II (Sinval), Duque e Bené; Adelino Torres (Naninho), Leite e Ceci; Helvécio, Ramon, Abelardo Flecha Azul, Paulo Florêncio e Alcides Lemos (Jair). Tec: Niginho /Botafogo: Ari, Marinho e Nilton Santos; Rubens, Ávila (Cid) e Juvenal; Nerino, Geninho, Pirilo, Osvaldinho (Zezinho) e Reinaldo (Demóstenes). Tec: Zezé Moreira.

E a primeira partida contra seu ex-clube, em Sabará, foi um pequeno drama que ele superou com dignidade ao marcar um dos gols da vitória de 2×1 do Cruzeiro. Mesmo enciumada, a torcida sabarense não negou aplausos a um adversário, fato inédito na Praia do Ó.

  • Siderúrgica 1×2 Cruzeiro, domingo, 23mai48, 15h, Estádio da Praia do Ó, Sabará, 3ª rodada do 1º turno do Campeonato Mineiro de 1948 –  Público: 453 pagantes, 1.000 presentes – Renda: Cr$3.990,00 – Juiz: Geraldo Fernandes – Gols: Paulo Florêncio, 1 e Nonô, 43 do 1º tempo; Omar, 41 do 2º – Cruzeiro: Geraldo II, Duque e Bené; Adelino Torres, Leite e Ronaldo (Ceci); Ramon (Ronaldo), Ceci (Ramon), Nonô, Paulo Florêncio e Paulo “Sabu” Rego. Tec: Niginho / Siderúrgica: Tiantônio, Perácio e Iango; Edilson, Otávio e Raimundo; Jair, Vieira, Álvaro, Omar e Torres.

A dignidade que a imagem de Paulo Florêncio emprestava ao futebol foi a fiadora de muitos jogos. No Campeonato de 1948, uma briga entre Niginho, então treinador do Cruzeiro, e o jogador Apolinário, do Villa, no primeiro turno, transformou o jogo do returno, em Nova Lima, numa guerra anunciada.

Muitos torcedores do Villa prometeram não deixar Niginho jamais sair vivo de Nova Lima. O Cruzeiro não pagou pra ver e passou a Paulo Florêncio a incumbência de jogar e comandar o time no jogo.

Ele aceitou e passou o tempo todo pacificando o ambiente. Sempre que alguma entrada mais dura acirrava os ânimos, lá estava o respeitável Paulinho, a pedir juízo aos companheiros e adversários.

Do lado de fora, nos morros, ruas, praças e até no teto do ônibus que levara a delegação cruzeirense, policiais armados tentavam garantir a paz que, em campo, com palavras serenas e voz baixa, Paulinho garantia. O Cruzeiro venceu por 2×1 e todos voltaram inteiros para casa. Salvos pela ponderação do craque-treinador.

  • Cruzeiro 2×1 Villa Nova, domingo, 15ago48, 15h, Estádio do Bonfim, Nova Lima, 9ª rodada do Campeonato Mineiro de 1948 – Público: 1.847 pagantes – Renda: Cr$21.600,00 (recorde em Nova Lima) – Juiz: Alcebíades Magalhães Dias – Gols: Joãozinho (contra), 20 do 1º tempo; Tobias, 33 e Paulo Rêgo,41 do 2º – Cruzeiro: Sinval, Duque e Bené; Adelino Torres, Ronaldo e Ceci; Helvécio, Guerino Isoni, Nonô, Paulo Florêncio e Paulo “Sabu” Rêgo. Tec: Paulo Florêncio (substituto de Niginho, que não pôde viajar) / Villa Nova: Joãozinho, Louro e Juca; Vicente, Expedicionário e Tão; Milton, Osório, Tobias, Foguete e Milton.

Dentro e fora do campo, Paulo Florêncio era amigo e conselheiro, principalmente dos afoitos garotos em início de carreira.

Raimundinho conta que, em Londrina, à espera de um amistoso, os jogadores assistiam, indóceis, ao desfile de garotas desinibidas, na calçada do hotel. Quando um deles, mais afoito, quis partir para a abordagem, foi contido por Paulinho: “Calma, vocês não conhecem os costumes da cidade e podem se dar mal.”

A precaução só durou até que uma das moças parou  em frente ao grupo na portaria do hotel, acendeu o cigarro e soprou fumaça no rosto da moçada. Paulinho captou a mensagem e liberou a rapaziada: “Acho que não é nada do que eu estava pensando; podem se divertir.”

Livro: Páginas Heróicas, vol II

P.S.: Neste 16jul10, aos 86 anos, Maria de Lourdes Belloni Angrisano, minha tia, palestrina de primeira hora tambpem faleceu. Devo a ela grandes histórias dos tempos heróicos do Palestra Itália e do Cruzeiro.

Democrata 3×1 Cruzeiro: Catadão levou passeio

domingo, 28 de março de 2010

Em 1º lugar om 24 pontos, Cruzeiro jogará um time reserva, pois sete titulares forçaram o 3º cartão amarelo na partida ontra o América de Teófilo Otoni.

Fernandinho, recuperado de lesão, que o afastou sete meses das canchas estará no banco de reservas. 

Fabrício, que estreou nesta temporada na última quarta-feira contra o Deportivo Itália dever começar jogando.

No 3º lugar com 20 pontos, o Democrata só perde para o Ipatinga no saldo de gols. 

Se ganhar, garante a 3ª colocação, e dependendo do resultado dos jogos de Ipatinga e Atlético-MG, pode evitar o confronto com os grandes nas próximas fases.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h03 – Começa o jogo. Cruzeiro todo de azul defende gol à direita das tribunas, Democrata todo de branco.
  • 02 – Wanderson fez boa jogada pela esquerda e chuta cruzado, Rafael Monteiro defende, Eraldo apanha o rebote e chuta pra fora.
  • 06 – Kieza recebe de Bernardo e chuta forte, rasteiro, da entrada da área. A bola entra no canto direito do arco valadarense. Cruzeiro 1×0.
  • 09 – Eraldo recebe lançamento longo, mas comete falta em Caçapa ao tentar concluir.
  • 15 – Alex chuta da intermediária, bola passa por cima do travessão.
  • 16 – Sandro Manoel chuta da entrada da área, bola bate em Caçapa, Rafael Monteiro defende.
  • 17 – Alex cobra escanteio pela direita, Sandro Manoel cabeceia defesa afasta.
  • 18 – Magal cruza da esqeurda, Eraldo sobe mais que Caçapa e Magalhães e cabeceia com perigo, por cima do travessão.
  • 19 – Wanderson chuta de fora da área, por cima do travessão.
  • 20 – Democrata pressiona. Cruzeiro cede espaços para cruzamentos laterais.
  • 21 – Marcos cruza da direita, Gil comete falta ao tentar concluir de cabeça.
  • 22 – Eli Tadeu desarma Magalhães, avança pela direita e cruza, Rafael Monteiro tira de soco, defesa espana.
  • 23 – Eli Tadeu cruza da direita, Fabrício se antecipa a Eraldo e cede e escanteio. Eli cobra, Mateus cabeceia pra fora.
  • 24 – Juiz aplica cartão amarelo em Rafael Monteiro por atrasar a reposição de bola.
  • 25 – Alex cobra escanteio pela direita, Rafael Monteiro corta.
  • 25 – Kieza lança Camilo que passa a Wellington Paulista, Centroavante é desarmado na ponta-esquerda.
  • 27 – Eli Tadeu entra driblando na área e passa a Eraldo, que comete falta em Caçapa e estraga o lance ofensivo democratense.
  • 28 – Juiz pára a partida para jogadores beberem água.
  • 30 – Após 2 minutos de descanso e preleção dos treinadores, recomeça a partida.
  • 31 – Magalhães cruza da esquerda, defesa cede escanteio. Bernardo cobra, defesa espana, Magalhães fica com rebote e chuta. Outro escanteio, que Bernardo cobra, muito aberto, sem perigo.
  • 37 – Bernardo avança pela direita, rola pra Marcos, que solta uma bomba no travessão.
  • 41 – Marcel chuta de fora da área, rasteiro. Rafael Monteiro defende com dificuldade.
  • 42 – Juiz adverte banco do Democrata que não para de reclamar.
  • 44 – Bernardo cobra falta frontal, bola explode na barreira.
  • 46 – Lúcio comete falta em Wellington Paulista e Camilo e recebe cartão amarelo.
  • 47 – Fabrício chuta rasteiro de fora da área, bola fica na rede, à esquerda de Bruno, pelo lado de fora.
  • 49 – Fim de primeiro tempo.
  • Kieza: ”Fiz uma boa jogada com o Bernardo e marquei o gol. Estou feliz pela oportunidade de jogar.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 17h06 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Fernandinho substitui Fabrício e joga como volante. Democrata volta sem alterações.
  • 01 – Alex Santos desarma Fernandinho e chuta alto, de fora da área. Rafael Monteiro tenta desviar, mas não consegue e a bola vai pra rede. Democrata 1×1.
  • 03 – Magal cruza da esquerda e cruza. Eraldo comete falta em Magalhães dentro da área.
  • 05 – Kieza e Dudu Araxá se chocam e ficam caídos no meio de campo.
  • 06 – Marcos é desramado na ponta direita por Dudu Araxá, que inicia contra-ataque com Eli Tadeu.
  • 07 – Wanderson recebe cruzamento da direita e coloca Eli Tadeu na cara do gol com uma puxeta. O chute cruzado, sai rasteiro e a bola sai pela linha de fundo com perigo pro arco celeste.
  • 08 – Wellington Paulista reclama de falta marcada e recebe cartão amarelo.
  • 09 – Marcos cruza, Bernardo recebe dentro da área, aplica corte no beque, mas é desarmado por Mateus.
  • 10 – Wanderson recebe na área e chuta cruzado, Rafael desvia, bola sai à sua direita para escanteio.
  • 11 – Magal cruza da esquerda, Eraldo comete falta em Rafael Monteiro.
  • 12 – Magal cruza da esquerda, Gil se antecipa a Eraldo e corta. Anderson cruza, Caçapa corta.
  • 13 – Sandro Manoel chuta de fora da área, com a direita, bola sai à direita de Rafael.
  • 15 – Dudu substitui Bernardo.
  • 16 – Eraldo recebe cruzamento e ajeita de cabeça para Anderson. Camilo fica com a bola, mas é desarmado por Wanderson, que chuta forte, sem chance de defesa para Rafael Monteiro. Democrata 2×1.
  • 19 – Eraldo cai na meia lua e pede falta. Alício Pena Jr. manda seguir o jogo.
  • 21 – Fernandinho lança bola sobre a área, Bruno corta.
  • 22 – Caçapa chuta, Mateus cede escanteio. Saulo substitui Marcel.
  • 23 – Dudu cobra escanteio pela direita, Kieza cabeceia por cima do travessão.
  • 24 – Eli Tadeu entra na área driblando e serve Eraldo, que chuta em cima de Gil.
  • 25 – Alex cruza da esquerda, Rafael Monteiro defende pelo alto. Anderson Lessa substitui Camilo.
  • 26 – Alex Santos lança Eraldo que, da entrada da área chuta alto, por cima do travessão.
  • 27 – Alex Santos cruza da direita, Caçapa corta na entrada da pequena área.
  • 28 – Beto substitui Wanderson.
  • 29 – Sem jogar há sete meses, Fernandinho está caindo sozinho em campo. Democrata domina jogando em velocidade e explorando as laterais.
  • 30 – Anderson Lessa chuta, Bruno defende, Wellington Paulista reclama pênalti alegando toque de mão do beque.
  • 31 – Gil tenta lançar Anderson Lessa, bola sai pela linha de fundo.
  • 33 – Magalhães e Dudu tentam jogadas pela esquerda. Ambos são desarmados pela defesa.
  • 34 – Rafael Monteiro defende bola cruzada, pelo alto.
  • 35 – Eli Tadeu cruza da direita, Dudu corta na entrada da área celeste.
  • 36 – Dudu lança Wellington Paulista, que dribla goleiro Bruno, mas conclui pela linha de fundo.
  • 37 – Celinho substitui Eli Tadeu. Magalhães tabela com Dudu, mas sai com a bola pela linha de fundo.
  • 38 – Sandro Manoel tenta lança Eraldo, Caçapa corta e puxa o contra-ataque, mas erra passe no meio de campo.
  • 39 – Celinho recebe livre dentro da área, chuta por cima de Rafael Monteiro, antes da chegada de Marcos. Democrata 3×1.
  • 40 – Fernandinho cobra falta de fora da área, bola acerta barreira e sobra para Uchoa que chuta forte pra fora.
  • 41 – Torcida do democrata canta e debocha do time celeste.
  • 42 – Fernandinho cobra escanteio pela esquerda, Lúcio corta de cabeça. Fernandinho volta a cruza, Saulo corta.
  • 43 – Democrata toca bola, torcida grita “Olé!”
  • 44 – Eraldo cruza da esquerda, Gil corta, torcida vaia centroavante, que é artilheiro do campeonato.
  • 46 – Dudu é derrubado na meia lua. Falta perigosa. Beto atrapalha cobrança e recebe cartão amarelo. Fernandinho respira 36 vezes, corre e bate na barreira bisonhamente.
  • 48 – Dudu cobra escanteio pela esquerda, defesa afasta.
  • 49 – Acaba o chocolate. Fim de jogo. Após um 1º tempo equilibrado, Catadão deu vexame e tomou passeio no 2º. Apesar da derrota, Cruzeiro termina em 1º lugar na fase classificatória e jogará com a vantagem de poder empatar duas vezes contra o Villa Nova para seguir adiante no torneio.
  • Celinho: “Cada vez que o professor dá oportunidade, tento aproveitar. Agora, vamos ver se jogamos em casa na próxima fase pra aproveitar a força desta torcida.”
  • Fernandinho: “Infelizmente, tomamos gols infantis, pois vários jogadores estão sem ritmo de jogo.” 

Democrata-GV 3×1 Cruzeiro, domingo, 28mar10, 16h, José Mammoud Abbas, Governador Valadares, 11ª rodada do Campeonato Mineiro 2010 – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: – Renda: – Juiz: Alício Pena Júnior (MG) – Bandeiras: Marcus Vinícius Gomes (MG) e Junior Antonio da Silva (MG) – Amarelos: Rafael, Wellington Paulista, Magalhães (Cru); Marcel, Lúcio (Dem) – Gols: Kieza, 6 min. do 1º tempo; Alex Santos, 1, Wanderson, 16, Celinho, 38 do 2º – Democrata-GV: Bruno; Alex Santos, Lúcio, Matheus, Magal; Dudu Araxá, Sandro Manoel, Marcel (Saulo) e Wanderson (Beto); Ely Thadeu (Celinho) e Eraldo. Tec: Moacir Júnior / Cruzeiro: Rafael Monteiro; Marcos Martins, Gil, Cláudio Caçapa e Magalhães; Uchoa, Fabrício (Fernandinho), Camilo (Anderson Lessa) e Bernardo (Dudu); Kieza e Wellington Paulista. Tec: Adílson Baptista – Histórico – Desde 16fev50, quando empataram (1×1) num amistoso em Governador Valadares, Cruzeiro e Democrata já se enfrentaram 56 vezes. O Cruzeiro venceu 35, empatou 15, perdeu 6, marcou 113, levou 38 gols. Pelo Campeonato Mineiro, foram 47 jogos com 29 vitórias, 13 empates e 5 derrotas do Cruzeiro, que marcou 91 gols e levou 32. Os dois clubes jamais decidiram um título entre si.

A Globo viu o Villa

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Quando a Globo deixa de transmitir um jogo do Cruzeiro pra Macapá, Brasília ou Rondonópolis é um Deus-nos-acuda, aqui. Os conspiradões atribuem a escolha a interesses clubísticos, ordens de patrocinadores e o escambau.

Domingo, ao invés da decisão da Taça GB, um Vasco x Bota de inegável convocatória, a Globo exibiu um franciscano América x Villa Nova, que deve ter lhe garantido pouco mais do que traço no Ibope. E ninguém apareceu pra elogiar essa valorização da cultura local.

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Os Reis do Pedaço

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quem manda no futebol mineiro? Hoje em dia, é o Cruzeiro. Mas nem sempre foi assim.

A história deve ser contada a partir do início do século passado, quando havia pelo menos três ligas importantes em Minas.

Uma sediada em Formiga, da qual pouco se sabe. Outras duas em Juiz de Fora e Belo Horizonte. A de Juiz de Fora definhou, embora tenha mantido campeonatos regionais até os nos 60.

Sport, Tupinambas e Tupi, de Juiz de Fora, e Ribeiro Junqueira, de Leopoldina, tiveram, cada um sua fase áurea no campeonato da Zona da Mata.

A vertente mais perene tem sua origem na LMDT, que cindiu nos Anos 30, mas voltou a se reunir e, claramente, dominou o futebol mineiro, desde o início dos Anos 40.

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Superclássico: torcida celeste na pole position

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ainda não saiu no Superesportes, mas a Itatiaia já informou: foram vendidos 13.700 ingressos para o Superclássico. A torcida do Cruzeiro comprou 7,7 mil e a emplumada 6 mil.

O Cruzeiro, ainda segundo a Itatiaia, deve jogar com sua força máxima.

Em termos práticos, o jogo vale pouco. Mas no plano psicológico, é importante. Um bom resultado ajudará na mobilização da torcida celeste para o duelo contra o Colo Colo.

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3ª Mineiro: Jajá, Carini e o Sol foram os destaques

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hugo Serelo

Foram 22 gols, média de 3.66 por partida. 49.279 pagaram ingresso, média de 8.213 pessoas por partida.

Ipatinga fez outra bela partida no Mineirão. Jajá, começa a se meter na luta pelo título.

Ituiutaba e Teófilo Otoni sediaram jogos sob o sol da manhã. Um crime.

Torçamos para que não seja necessário um atleta passar mal durante a partida pra isso ser mudado.

  1. Atlético-MG 1×1 Ipatinga, Mineirão (75.000), 28.749 pagantes – Jajá fez chacota da peneira uruguaia.
  2. Cruzeiro 4×2 Villa Nova, Mineirão (75.000), 8.960 pagantes – Se não mudar, o Leão vai miar baixinho nesse Mineiro.
  3. Uberlândia 4×1 Uberaba, Parque do Sabiá (50.000), 5.120 pagantes – Goleada no clássico BB (Berlândia e Beraba).
  4. América-TO 0x0 América-MG, Nassari Mattar (5.000), 3.431 pagantes – Sol forte e pouca técnica no jogo dos mequinhas.
  5. Tupi 5×1 Caldense, Mário Helênio (25.000), 2.277 pagantes – Showcolate em cima de uma irreconhecível Caldense.
  6. Ituiutaba 1×2 Democrata, Fazendinha (5.000), 742 pagantes – Pantera ficou só de boa com a liderança.
  • Artilheiros: 5: Ademílson (Tup). 3: Kleber (Cru).
  • Classificação: 1) Democrata, 7 – 2) Cruzeiro e Tupi, 6 – 4) América-MG e Atlético-MG, 5 – 6) Ipatinga e Uberaba, 4 – 8 ) Uberlândia e América-TO, 3 – 10) Caldense, 2 – 11) Ituiutaba e Villa Nova, 1. 

Módulo II

O Módulo II, mais conhecido como 2ª divisão, é composto por dois grupos. Os times entraram em suas respectivas chaves por um critério geográfico.

Assim, haverá pequenos clássicos locais que tornarão a disputa interessante.

Itaúna e Guarani protagonizaram um clássico emocionante, vencido, no finalzinho, pelo Cachorrão.

Como são 11 clubes na disputa, a Tombense folgou na rodada.

  • Jogos: Itaúna 3×2 Guarani; Poços de Caldas 2×1 URT; Valeriodoce 0x0 Formiga; Tricordiano 0x0 Funorte; Mamoré 1×0 Araxá.

Fontes: PHD e FMF.

Hugo Serelo, 22, cruzeirense e rio-branquense, factótum, nasceu em AAndradas, mora em Divinópolis.

N.B.: O Sol fez sua primeira vítima. Moisés, volante do América-MG, desmaiou em Teófilo Otoni.