Posts com a Tag ‘Verón’

DS & RG, MP, WM, MV: fez sucesso a sopa de letras do Mestre Cuca

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 5×0 Estudiantes, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 1ª rodada do Grupo 7 da Copa Libertadores 2011, em 16fev11:

  • Cuca – Ficou sem dormir depois do RapoCota. Deve ter sido quando resolveu jogar tudo no ventilador. Como bom mestre cuca, aprontou uma incrível sopa de letras que assustou, mas acabou dando certo. Obviamente, contou com um gol espírita a 50seg e com a falta de ritmo dos pinchas, que perderam tempo poupando titulares nas competições de verón, ops!, verão e entraram na Libertas relaxadões. Pouco importa. Mão cheia sobre adversário encardido sempre marca a passagem de treinadores pelo Cruzeiro. Taticamente, seu segredo foi “arrecuá os arfe”, desembolar a intermediária, dando mais espaço pra movimentação de Montillo e fechar a meiúca com Henrique e Marquinhos Paraná. De quebra, contou com uma noite de Natal do jovem Wally, que os gringos nunca sabiam onde estava.
  • Torcida – Bah… Onze mil? Bah… Jogar sapato na cancha? Bah… Ficou devendo. Ficamos devendo, pra ser mais preciso. Time 5×0 Torcida.

(mais…)

Cruzeiro 5×0 Estudiantes: Vingança malígna

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cruzeiro e Estudiantes replicaram a final da Libertadores 2009 na abertura da edição de 2011.

No Cruzeiro, apenas três titulares daquela final estiveram em campo. O Estudiantes teve seis remanescentes.

(mais…)

Boquinha

sábado, 18 de setembro de 2010

Diego Maradona saiu da Copa com uma cepada aplicada pelos alemães, que apreciaram bastante a falta lucidez tática do Pibe.

O presidente da AFA, Júlio Grondona, mesmo conhecendo a força política do treinador, teve que afastá-lo da Seleção.

Foi quando começou a lavagem da roupa suja. Maradona se disse traído por Bilardo. Verón se disse traído por Maradona, Cambiasso chiou e tome tango!

(mais…)

Didi e Churchill

domingo, 4 de julho de 2010
  • “Até o Felipe Melo, que foi Gerson no primeiro tempo, virou Kleber no segundo…” (Ernesto Araújo)

O Brasil perdeu porque enfrentou um time forte. Não é à toa que a Holanda se mantém invicta há 23 partidas. Ponto.

Perdeu também porque nossos jogadores não têm a exuberante qualidade que imaginamos. São bons, mas nenhum é extraordinário. Ponto sem vírgula.

Perdeu porque seu craque nunca esteve em condições ideais pra uma competição contra os jogadores mais fortes, mais velozes, mais saudáveis e de técnica mais apurada que disputam uma Copa.

Quem chegou à Sudáfrica meia-boca não teve tempo de se recuperar e jogar no limite. Rooney, Torres, Verón, Deco, Pirlo, Gattuso estão na mesma enfermaria do Kaká.

Perdeu porque seu esquema tático não deu conta de responder às exigências específicas de cada partida.

Mas isto é uma longa conversa, principalmente, num território de torcedores que trucidaram o último treinador do Cruzeiro por insistir em privilegiar funções ao invés de posições.

Agora, um fator é possível discutir, embora também não possa ser dado como absoluto: a personalidade dos atletas.

Gilberto Silva disse, na Itatiaia, que a decisão de proibir entrevistas exclusivas não foi do treinador, mas do grupo.

Nesta linha, provavelmente, o claustro a que se submeteram os atletas também deve ter sido aprovado pelo coletivo.

E com claustro ou sem claustro, a seleção voltou pra casa nas quartas de final. Tal qual em 2006.

Tínhamos um time bem montado, mas que não suportou o gol e empate da Holanda. Ele teve efeito devastador para o coletivo e para seus indivíduos.

Quando vi a bola nas redes, lembrei-me da imagem do Príncipe Etíope de Rancho, o Mestre Didi, buscando a bola no filó e, sem a menor pressa, dirigindo-se com ela ao meio de campo enquanto pedia calma aos companheiros assutados pelo gol sueco na final de 58.

Pois é, meus amigos (e também inimigos), não havia um mestre no escrete de 2010. E se houve alguma chance de existir um, ela foi limada pelo grupo.

O coletivo é importante, nem se discute. Mas o herói tem seu lugar na história. Seja ele um salvador da civilização como Churchill -que fez a América se mexer na II Guerra- ou um salvador da pátria enchuteirada como Didi.

Pra que 52 dias de clausura? Por que não conceder entrevistas? Por que se abster de sexo? Qual a vantagem de não receber o carinho dos pais, esposas, filhos e amigos nas horas vagas? Aliás, por que não se conceder o direito a um passeio ao zoo ou ao shopping center?

Se ao tomar o gol, o coletivo pudesse se reunir e deliberar sobre o que fazer, talvez a seleção canarinha tivesse se recomposto e voltado a jogar bem como no 1º tempo.

Como não houve, o que se viu foram closes de um Juan apavorado. Kaká e Lúcio tentando resolver individualmente, Felipe retroagindo às cavernas, Robinho, Daniel e o Fabuloso desconectados do resto do time, a locomotiva Maicon perdendo energia e cousa e lousa.

A Argentina reagiu melhor ao gol germânico. Reagrupou-se e tentou jogar sua bolinha, mesmo que dentro de um esquema suicida. Levou uma tunda até maior, mas aí são outros quinhentos.

Importante é que, para o gol devastador, faltou aos brasileiros ao menos uma referência, alguém pra reagrupar a equipe e tentar uma retomada do bom futebol do 1º tempo.

Repito, o líder não pode tudo, mas seu papel não pode pode ser desconsiderado. Um grupo pode funcionar, mesmo que disputas internas sejam inevitáveis. Como a que opunha Rivaldo e Ronaldo em 2002.

Até isto pode ser canalizado pra aumentar a competitivade do time.

O que não pode acontecer no futebol é a mansidão de uma turma que não se arrisca nem a conceder uma entrevestazinha por medo de pisar na bola.

Espanha 1×0 Paraguai: Até breve, Larissa

sábado, 3 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, Espanha e Paraguai decicem a última vaga para as semifinais da Copa. Quem vencer terá de enfrentar o pesadelo alemão.

A Espanha de Vicente Del Bosque manterá o 4-4-2 com Xavi, Busquets, Xabi Alonso e Iniesta compondo a linha de volantes mais cultuada do futebol atual.

O Paraguai, do argentino Gerardo Martino, jogará no 4-4-2 com Cardoso e Benítez mais avançados. Os guaranis ainda não encontraram o ataque ideal, por isto dependem muito de sua defesa.

O guatemalteco Carlos Batres será o juiz. E nenhum protagonista da partida se sentirá excluído pelo idioma. Nem a exuberante Larissa Riquelme, torcedora paraguaia que conseguiu ofuscar sua própria seleção nesta Copa.    (mais…)

Argentina 3×1 México: Montezuma pôs Rossetti e Tévez no caderninho

domingo, 27 de junho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer Stadium, em Joanesburgo, México e Argentina decidem quem enfrentará a Alemanha nas quartas de final da Copa 2010.

Os dois times jogarão no 4-3-3. São fortes no ataque, mas nem tanto na defesa. Resta saber se manterão a disposição ofensiva sabendo-se que o derrotado não terá direito a revanche.

O espanhol nascido em Rosário, Argentina, Lionel Messi, maior nome da Copa, é a grande arma platina. Os garotos Hernandez, Vela e Giovany dos Santos, as esperanças mexicanas.

Roberto Rossetti, italiano que apitou a final da Eurocopa 2008, entre Espanha e Alemanha, será o referee do clássico latinoamericano. (mais…)

Argentina 4×1 Coréia Democrática: El Pipa voou

quinta-feira, 17 de junho de 2010

No Soccer City, em Joanesburgo, Coréia Dmocrática e Argentina abrem a 2ª rodada do Grupo B, às 8h30, horário de Brasília.

Verón desfalca a Argentina por causa de uma contusão muscular. Será substituído por Máxi Rodríguez.

Messi, que Maradona diz estar acima de qualquer outro boleiro desta Copa, receberá marcação especial dos coreanos. E El Pipa Higuaín terá que marcar os gols que perdeu na estréia.

Huh Joong-Moo, treinador da Coréia diz ter um plano pra parar o baixim do Barça. Eu tô apostando em alguns golpes de taiquendô… (mais…)

Mais do que sincero, destemido

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Estudiantes x Gimnasia y Esgrima está pra La Plata, capital da Província de Buenos Aires, como o GreNal pra Porto Alegre ou o RapoCota pra Beagá. Rivalidade pra mais de metro.

É por isto que causou assombro a declaração do treinador do Gimnasia, Diego Cocca, à Rádio Concepto:

  • O Estudiantes joga muita bola. E pagaria ingresso pra ver esse time jogar. Claro, que pagaria. E me agrada demais o futebol do Verón. Ele eleva a qualidade do futebol argentino.

Depois, ele tratou de seu próprio time e torcida:

  • O Ayala também poderá dar mais classe ao Gimnasia, mas é preciso ter paciência. Mas, aqui, o pessoal quer ver o time fazendo 2×0 em 5 minutos. É preciso ter paciência. Espero que, com algum tempo para trabalhar, tenhamos um time como o do Estudiantes. 

Mais do que sincero, esse cara é destemido.

A festa dos vizinhos

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Jornalistas de todo o continente elegeram os melhor futebolistas das Américas, na enquete promovida, anualmente, pelo El País, de Montevidéu.

Pelo segundo ano consecutivo, Verón foi eleito o Rei da América. Os argentinos deram banho na concorrência. 

  • Goleiro: Miguel Pinto (Universidad de Chile, chileno)
  • Beques: Neicer Reasco, LDU, equatoriano) Leandro Desabato (Estudiantes, argentino) Nicolás Otamendi (Velez, argentino)
  • Volantes: Gary Medel (Boca, chileno) Edison Méndez (LDU, equatoriano) JS Verón (Estudiantes, argentino) Nicolás Lodeiro (Nacional, uruguaio)
  • Atacantes: Humberto Suazo (Monterrey, chileno) Salvador Cabañas (América, paraguaio) Cláudio Bieler (LDU, argentino)
  • Técnico: Marcelo Bielsa (Chile, argentino)
  • Craques: Verón, 109 votos, Méndez, Suazo, 64, Desabato, 52, Bieler, 48.  O melhor brasileiro, Adriano, ficou em 20º lugar com 17 votos.

Abu Dhabi, pela TV

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ontem, Estudiantes 2×1 Pohang Steelers, da Coreia do Sul., mna primeira semifinal do Mundial de Clubes, em Abu Dhabi.

Os coreanos bateram até na sombra. Mas sem maldade. Os caras são meio desajeitados e misturam golpes de lutas orientais com jogadas de futebol.

Apesar disto, o Estudiantes venceu com calma e categoria. Mandou duas bolas no poste, tomou gol em impedimentoe, mesmo assim, classificou-se pra final.

O ponto alto do time continua sendo o equilibradíssimo meio de campo formado por Núñez, Verón, Braña e Benítez. O mesmo que desequilibrou na final da Libertadores.

E destaque individual foi Benitez, que marcou dois gols.

(mais…)