Posts com a Tag ‘Tostão’

Inútil lição de bola

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Depois de assistir ao Barça 3×1 ManU, pela final da Champions League, fiquei confiante com relação ao futuro do futebol.

E ainda mais tranquilo ao ler e ouvir comentários de jornalistas esportivos brasileiros.

Até o Tostão garantiu:

  • “Este é o exemplo. Basta segui-lo”.

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Mineiro 1965: América 1×2 Cruzeiro

sábado, 25 de dezembro de 2010

Perfeito durante 85 minutos

Após dois empates consecutivos, acendeu-se o sinal de alerta no Barro Preto. Durante a semana, Felício Brandi, Carmine Furletti e Aírton Moreira revezaram-se nas preleções exigindo garra e decisão aos jogadores. Só jogar bonito não estava resolvendo. Outro empate desmotivaria a torcida. E uma derrota faria o América disparar na liderança.

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Mineiro 1965: Cruzeiro 0x0 Uberaba

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cruzeiro 0x0 Uberaba: Uma só chance. E foi desperdiçada

Piazza e Dirceu dominaram o meio de campo, mas a defesa do Uberaba estava impecável e segurou o empate.

A contusão de Wilson Almeida reduziu a força ofensiva do Cruzeiro. Seu substituto, Dalmar, perdeu, aos 36 do 2º tempo, a única chance de gol.

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Cinquentenário do terceiro melhor argentino

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Eduarcam pediu um post pra comemorar o cinquentenário de Maradona -30out10-, o melhor jogador da história do Argentinos Juniors e um dos melhores da história do Napoli.

Pesquisei durante vários dias e não descobri nada na trajetória do pibe argentino que pudesse ser comparado a Pelé, Garrincha, Tostão, Férenc Puskas, Franz Beckembauer, José Manuel Moreno e outros gênios da bola.

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Quem vai chamar o presidente na chincha?

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Recebo dezenas de mensagens eletrônicas de cruzeirenses preocupados com a situação do clube.

Esta propõe uma ação, que podemos confiar ao Dílson Louback, aos primos Chiabi, à Beth Makennel, ao Geniba e ao João Novaes.

Caro Jorge,

O cruzeirense PC escreveu um belo texto sobre a situação do Cruzeiro no mercado da bola.

Tratou especialmente da falta de recursos que assola o clube num momento em que os adversários fazem parcerias e recbem investimentos aos montes.

Você, cruzeirense notável, já pensou em, juntamente com outros ilustres torcedores celestes, se reunirem com o presidente Zezé Perrela para cobrar e ouvir as explicações dele sobre este assunto?

Não sei se adiantaria, se valeria a pena. Foi somente algo que me veio à cabeça e quis compartilhar com você.

Seja como for, abraços e boa sorte para todos nós nos próximos anos. 

Cruzeiro Sempre!  

Silvio

Silvio Nascimento, 26, Publicitário formado na Escola de Comunicação Social da UFMG, nasceu e mora em Belo Horizonte

N.B.: Sílvio, este blogueiro não é notável. Nem sequer notório. Ele tem vocação pro anonimato. Notáveis são Tostão, Piazza e Dirceu Lopes. Notórios são Alberto Rodrigues, Flávio Carvalho e Orlando Augusto. Passo a bola pra eles e pros blogueiros citados acima.

Um peso, duas medidas

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Recebi este e-mail do Dr. Silvério Cândido, advogado e cruzeirense incondicional.

Vai dar briga, pois os empedernidos defensores do Atlético-MG, que pululam neste blog, vão chiar.

Prometo não entrar na confusão. Vou apreciar a o rebolation dos adversários mal disfarçados à distância.

Prezado blogueiro:

Sócrates, principal referência da tradição filosófica ocidental, dizia que “não pode haver para um peso, duas medidas”.

Embora compreenda que este espaço azul é democrático e aberto a todas as opiniões e manifestações de torcedores, não gostaria de usá-lo para falar da situação do nosso maior rival (se é que existe, de fato, rivalidade em razão da disparidade de títulos conquistados por nós).

Mas é impossível acompanhar a cobertura da mídia mineira sem ao menos tecer alguns comentários sobre sua inc0erência.

Após a 7ª derrota no Brasileiro, Vanderlei Luxemburgo, considerado um dos melhores técnicos do país, disse que a derrota para o Internacional serviu pra “encaixar o jogador Serginho como volante” e  que isso foi positivo.

Nessas horas, é que percebo como a imprensa mineira está prenhe de hienas.

Grande parte da midia local bate no peito pra dizer que o time do lado de lá da lagoa tem um elenco “fantástico”, um presidente “profissional” e o “melhor treinador do país”.

E considera normal o time preto e branco estar na zona de rebaixzamento acumulando sete derrotas em onze jogos.

A cada rodada, o presidente e o treinador do rival citadino inventam novas balelas pra justificar o fracasso do projeto alvinegro.

Pra justificar a derrota frente ao Inter, o técnico disse que prepara um time para o ano que vem. E isto foi absorvido com naturalidade pela imprensa local.

Com menos de um terço do torneio disputado, um treinador joga a toalha e nenhum cronista esportivo mineiro (excluo aqui Tostão, talvez o único comentarista sensato e imparcial de Minas Gerais) discute a sério a situação do rival.

Não derramam sobre o técnico emplumado as mesmas críticas que despejavam sobre o ex-treinador cruzeirense, Adilson Batista.

Quantas pedras os entendidos da mídia estariam atirando em Zezé Perrella e Adílson Baptista se o Cruzeiro estivesse na posição em que se encontra seu rival?

Quais seriam as manchetes se o Cruzeiro, que tem a maior torcida de Minas, superioridade em títulos, nacionais e internacionais, estivesse na Zona do Rebaixamento, treinado por um técnico sem grandes títulos no currículo e dirigido por um presidente que não dá papo para intrigas da imprensa?

A resposta, todos nós já sabemos: crise total!  Entretanto, para as hienas, está tudo normal do outro lado da lagoa.

Um peso e duas medidas, este é o critério da mídia esportiva mineira.

Saudações cruzeirenses,

Silvério Cândido

Tusta enfastiado

terça-feira, 20 de julho de 2010

O tema foi discutido à exaustão no PHD no dia seguinte à final da Copa. Aparentemente, é notícia velha, matéria vencida, assunto datado.

Mas não é. Comentaristas dos canais de esportes não param de recomendar o telecoteco como a solução para os males do fut brasilis.

Prudente, Avaí, Duque, Icasa, Flamengo, Alecrim, Palmeiras, Tupi ou Ananindeua, não importa que elencos tenham, estão intimados ao totó infinito.

Se a moda pega, o futebol ficará intragável. Seremos Suiça ou Espanha. Com bola de pé em pé, de um lado pra outro, sempre na horizontal, todos os jogos terminarão em goleadas de 1×0.

O contra-ataque, embora não tenha agradado ao Tusta, ainda é a saída pra maioria dos times brasileiros. E se bem executado pode tornar o jogo interessante.

Agora o lescolesco improdutivo pode até ser um jogo de segurança máxima para os times poderosos, mas não vai empolgar a torcida. Já pensaram um campeão brasileiro marcando 40 gols em 38 partidas?

Melhor a Seleção tentar uma terceira via. E o treinador de cada time brasileiro imaginar táticas e estratégias compatíveis com seus elencos.

Mas sempre buscando o gol. Caso contrário, o som do clic nas salas vai superar o do grito das galeras nas arquibancadas. 

Coluna do Tostão

Compromisso público

Quanto maior a qualidade dos times e dos atletas, maior a tendência de as partidas serem menos vibrantes

Após assistir, nos estádios, aos primeiros jogos na Copa, percebi que, em relação ao que costumo ver pela TV, no Brasil, as partidas estavam muito frias, lentas, táticas e com excesso de toques curtos e para os lados. Deveria ser o contrário, pela importância da competição e presença da torcida.

Fiquei na dúvida se era porque, na TV, os narradores brasileiros gritam demais, narram como se fosse pelo rádio e transformam qualquer pelada em um jogo emocionante, ou se as seleções na Copa procuravam jogar com mais segurança.

Os jogos do Brasileirão, de todas as séries, são mais vibrantes que os da Copa. Há mais disputas pela bola e mais jogadas de área. Infelizmente, quanto maior a qualidade técnica das equipes e dos jogadores, maior a tendência de as partidas serem frias e lentas. Por terem poucas chances, os craques, cada vez mais, decidem cada vez menos os jogos.

Além disso, os grandes jogadores se tornaram tão ricos, famosos e estrelas, jogando bem ou mal, que a Copa passa a ter menos importância. Cristiano Ronaldo, Messi e Kaká continuam com o mesmo prestígio.

Impacientava-me, ao ver no estádio, um jogador, com grandes chances de driblar em direção ao gol ou de dar um passe decisivo, preferir, por segurança ou falta de talento, tocar a bola para o lado. O grande craque é o que joga como se visse a partida da arquibancada.

O jogo excessivamente técnico e tático, mas com pouca alma, é uma grande chatice. “A bola é um reles, um ínfimo, um ridículo detalhe. O que procuramos no futebol é o drama, a tragédia, o horror e a compaixão. A mais sórdida pelada é de uma complexidade shakesperiana” (Nelson Rodrigues).

A filosofia na Copa foi a de Parreira, de que o importante é não levar o primeiro gol. Se é assim, porque não fazer o gol primeiro?

Uma das maneiras de mudar isso seria um time tentar dominar o outro, pressioná-lo, tentando tomar a bola mais à frente.

A  estratégia atual é o contrário. Criou-se o conceito de que a melhor maneira de vencer é recuar e tentar ganhar em pouquíssimos contra-ataques que raramente acontecem. O jogo fica feio. Essa é uma boa tática para time pequeno.

O novo técnico da Seleção Brasileira deveria assumir um compromisso público, com firma reconhecida em cartório, de que a equipe vai tentar vencer e dar bons espetáculos.

Fonte: Superesportes, em 18jul10

Com e elenco que possui, o Cruzeiro deveria terEspanha, Alemanha ou Brasil como referência?

Calabocarrigo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Arrigo Sacchi, ex-treinador do Milan e da Azzurra, está encantado com Maradona. “É um revolucionário com este sistema 4-1-5!“, derrete-se o italiano.

Tolice. Há 45 anos, Aírton Moreira já havia escalado um time assim. Wilson Pìazza pretegia a zaga enquanto Natal, Dirceu Lopes, Evaldo, Tostão e Hilton Oliveira se dedicava a atacar.

Em caso de dúvida, perguntem ao goleiro Raul Plassmann, que não se cansa de comentar a ousadia do irmão do Zezé e do Biscoito.

E tem mais: ao invés de um enxadista como Mascherano, a Academia Celeste tinha em Piazza um centromédio que tratava com respeito a charmosa G18, bisavó da Jabulani.

Cruzeiro 0x0 Santos: Traíras quebraram a cara

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Em 9º lugar com 8 pontos, o Cruzeiro não contará com Kleber, contundido, Leonardo Silva e Wellington Paulista, suspensos, e Gilberto, servindo à Seleção Brasileira.

Com os mesmos 8 pontos, o Santos não terá Leo, suspenso, e Robinho, servindo à Seleção Brasileira. (mais…)

Cláudio Arreguy e seus 10 ídolos azuis

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cláudio Arreguy, editor de esportes do Estado de Minas está lançando o livro Os Dez Mais do Cruzeiro.

No oitavo livro da Coleção Ídolos Imortais, o jornalista Cláudio Arreguy apresenta Os dez mais do Cruzeiro. É um livro que conta a saga de grandes craques do futebol brasileiro, motivo de orgulho para o torcedor da Raposa. Aqui estão as histórias de ídolos como Tostão, Dirceu Lopes, Joãozinho, Raul, Natal, Sorín, Alex, entre outros. Todos gênios da bola que ajudaram a transformar o Cruzeiro em uma das maiores potências esportivas do Brasil. É uma obra que não pode faltar na estante de nenhum amante do bom futebol. (Maquinária Editora)

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