Posts com a Tag ‘Toninho Almeida’

Beque expulso não é problema, mas atacante…

sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Caros amigos do PHD:

Eu acredito que quando uma equipe fica com dez em campo, a partida pode até se tornar mais arriscada para o adversário.

São vários os exemplos em que a expulsão de um jogador acaba sendo benéfica pra uma equipe, pois ela acaba crescendo em campo e cosnegue até vencer o jogo.

Quando o time está unido, focado e bem organizado, a expulsão de um companheiro faz com que cada atleta comece a correr por dois.

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Ao menos 30min, com 3 no meio e 3 no ataque

sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Caro Jorge Santana,

Quem o escreve é Toninho Jr., filho do Toninho Almeida.

Venho, primeiramente, parabenizá-lo pelo belíssimo blog do Cruzeiro.Org. Sempre acompanhei, desde quando morava nos USA, onde fiquei por 9 anos.

O PHD sempre esteve na minha lista de favoritos. Desde agosto de 2009, moro em Vinhedo, interior de São Paulo.
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1975, a minha Libertadores

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Toninho Almeida

Quando penso nos desafios da Libertadores, volto ao passado. Principalmente, à Libertadores que vivenciei como atleta do Cruzeiro, a de 1975.

É uma experiência diferente para qualquer atleta. Ainda mais para um daqueles tempos heróicos.

Com o vice-campeonato brasileiro de 1974, o time conquistou uma vaga pra disputa da competição sul-americana de 1975.

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Três tris com dois meias

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Belo Horizonte, 26 de fevereiro de 2010.

Bom dia, Jorge!

Sinto que vem uma tri-tríplice coroa: Mineiro, Libertadores e Brasileiro. Elenco pra isto o Cruzeiro tem!

A cada dia, a cada jogo, vejo a postura do Adilson melhorando. Ele já dá entrevistas sem pedras nas mãos.

Ele alto percentual de aprovação dentro de um grupo que se mantém há três anos com poucas contratações.

Com certeza, Adílson fará história no time celeste.

Sempre fui a favor de sua permanência no Cruzeiro.

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América (Teófilo Otoni), o Dragão do Corcovado

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Flávio Salomão

HISTÓRIA

Em 12mai36, um grupo de amantes do futebol fundaram, em Teófilo Otoni, o América Futebol Clube.

Como as transmissões de futebol que ouviam eram das rádios cariocas, eles torciam para os times da então Capital Federal.

Por isto, na hora de batizar a nova agremiação, escreveram o nome dos grandes clubs do Rio em papéis que um deles tirou da cumbuca.

Deu América, por isto as cores e o escudo replicam as do time rubro da Tijuca.

Ao longo dos anos, o América revelou vários craques do futebol local como os goleiros, Lugão, Danilo, Gilson Titular; os defensores, Mário Brito, Danda, Caizinho; os meio-campistas, Pavãozinho, Délio, Marreco; os atacantes, Cadinho, Ivan Coló, Lubé, Ruizinho Soldado, Deusdete, Marquinhos e Nido.

O maior de todos, sem dúvida, foi Caruê, baiano de Alcobaça, cujo nome é lembrado até hoje pela torcida rubra como o maioral da região.

O povo da cidade diz que ele só não seguiu uma carreira profissional por absoluta falta de vontade.

Caruê foi um armador de técnica invejável, que conhecia os atalhos do campo como poucos.

Era exímio cobrador de faltas. Seus chutes certeiros e fortes deixavam atordoados goleiros de clubes profissionais que visitavam Teófilo Otoni.

Outros craques revelados pelo futebol de Teófilo Otoni, brilharam fora da cidade.

Nos anos 1960 e 1970, Toninho Almeida e Juarez jogaram na Academia Celeste, o mais famoso time da história do Cruzeiro.

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Eduardo Maluf: “Não é o fim do mundo”

sábado, 18 de julho de 2009

A visão cruzeirense do que aconteceu no Cruzeiro 1×2 Estudiantes, partida de volta da final da Libertadores, no Mineirão, em 15jul09:

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Com arte, aritmética e sorte

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Toninho Almeida

Assisti ao Cruzeiro 3×1 Grêmio com minha família. Lá pelas tantas, comentei: “Quando Bernardo entrar, o jogo passa a ter mais arte e habilidade e, conseqüentemente, acaba a violência, pois a arte sempre a supera.”

Uma bola entre as pernas, um chapéu ou drible “elástico” derruba toda violência. Não deu outra.

No início, a sorte esteve ao lado do Cruzeiro. Foram três as oportunidades perdidas pelo Grêmio.

Mas é isto: pra ser campeão é necessário ter competência e uma pitada de sorte! Tá cheirando o tri! Time copeiro tem de ter sorte e competência.

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O jogo começa nos vestiários

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Caro amigo Jorge Santana,

Já no clima do jogão entre Cruzeiro e São Paulo, pela Libertadores, gostaria de fazer alguns comentários e bater um papo com os amigos do blog PHD.

A experiência de ex-jogador de futebol me diz que uma boa palestra no vestiário pode fazer a diferença. E o Adilson sabe como motivar o grupo, pois foi um bom atleta e é um treinador determinado.

Depois da preleção, aí, sim, a bola fica com os jogadores.

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É proibido pisar no tapete

sábado, 16 de Maio de 2009
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Amigo Jorge Santana,

Bom dia!

Quando voltei do jogo do nosso Cruzeiro, conferi os comentários sobre a matéria do Roberto Batata e me emocionei pela aceitação com meu texto pelos leitores do seu blog.

Sinto-me honrado e feliz por ter vestido a camisa azul, que considero um manto sagrado.

Lembrei-me até de uma história dos tempos da Toca I.

Na entrada do refeitório, havia um tapete com o escudo do Cruzeiro Esporte Clube, pelo qual eu tinha o maior respeito.

Eu dava uma volta, mas não passava por cima dele de jeito nenhum.

Bom observador, o Seu Geraldo da Kombi, funcionário do clube, um dia me perguntou:

– Toninho, por que você sempre dá uma volta pra entrar no refeitório?

– Porque o escudo é sagrado, é o símbolo do meu clube e nele ninguém deve pisar.

Abraço,

Toninho Almeida

Meu amigo Roberto Monteiro, o Batatinha

quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Toninho Almeida

Dois 13 de maio me emocionam: um deles pelo cunho social e político, outro por uma passagem triste do mundo da bola, pela viagem fora do combinado do saudoso amigo e parceiro Roberto Monteiro.

No primeiro, o de 1888, por meio da lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel, os negros, finalmente, alcançaram sua plena liberdade.

No segundo, o de 1976, por causa da morte trágica do nosso inesquecível Roberto Batata, nascido em 24jul49. Lá se vão 32 anos!

Hoje, eu deveria escrever sobre o inicio do Brasileirão, mas bateu, novamente, uma enorme saudade desse grande amigo e vou contar algumas passagens de nossas carreiras.

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