Posts com a Tag ‘Toca da Raposa’

Chaves: “Roger disse que a bola não queima nos pés dos caras”

sábado, 18 de setembro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros, recolhidos pelo Romarol,  acerca do Cruzeiro 4×2 Guarani, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 15set10:

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O grande duelo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

JS:

Taí mais um texto. Caso você queira publicar, fique à vontade. Edita pra mim, pois tem hora que não me seguro, mas num vai tirar o sentido, heim? rsrs

Abs,

Walfrido Júnior

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O 7º beque de um elenco respeitável

sábado, 14 de agosto de 2010

Leonardo Renan Simões de Lacerda, Leo, beque e torcedor celeste nascido em Belo Horizonte há 22 anos, mas revelado pelo Grêmio, é o novo reforço do Cruzeiro.

Ele estava encostado no Palmeiras, que recebeu, por seus direitos econômicos e federativos, R$1 milhão mais Leandro Amaro, beque revelado pelo Cruzeiro.

Ao lado de Gil, Leonardo Silva, Edcarlos, Cláudio Caçapa, Wellington e Luizão, Leo formará um time de beques como há tempos não se via na Toca da Raposa.

Com as chegadas de Montillo, Rômulo, Farias, Wallyson, Robert, Francisco Everton, Wellington e Leo, o elenco celeste oferece boas opções ao treinador Cuca.

Pelo menos enquanto os melhores atletas não escaparem pela janela de transferências.

Apesar do esforço da direção, o elenco do Cruzeiro continua inferior ao dos clubes mais ricos: Fluminense, Santos, Corintiãs, Palmeiras, São Paulo, Inter e Cocota.

Mas já está no 2º escalão, ao lado de Grêmio, Flamengo e Vasco.

Mais do que isto, só quando a torcida disser presente e se associar incondicionalmente.

Apostando no Bom Montillo

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Walter Montillo treinou pela primeira vez na Toca da Raposa, formando o meio de campo reserva com Elicarlos e Jones.

Deu show de bola, segundo os jornalistas presentes. O ponto alto foi um golaço de voleio. Cuca está animado como reforço:  

  • “Ele foi bem como a gente já imaginava. É um meia de ligação inteligente, veloz e que chega na frente com rapidez. É como a gente tem na cabeça a montagem do time. É como imaginamos quando o contratamos. E a bola parada dele também é muito boa, tanto no escanteio quanto nas faltas laterais e frontais”.

Estou também estou apostando no Bom Montillo. Quem não está?

Jonas: “Gente, eu e o Rodrigo somos amigos…”

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:

  1. André Kfouri, em seu blog: Henrique impediu, duas vezes, a vitória que tiraria o Grêmio da zona do espanto. Como diz o PVC: a Arena, por enquanto, é do Jacaré mesmo. Não é da Raposa e nem do Galo.
  2. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Em Sete Lagoas, interior mineiro, o Grêmio ficou tão frustrado com o empate em 2 a 2, em um jogo em que foi melhor, que o vestiário entrou em crise no fim. Segundo relato do repórter André Silva, Jonas e o zagueiro Rodrigo brigaram no vestiário, chegaram a partir para a troca de tapas e tiveram de ser contidos pelo técnico Silas. Silas negou. Para ele, foi apenas uma discussão normal de vestiário, típica de um grupo que luta até o fim pelas vitórias. Em campo, jogando com três zagueiros, o Grêmio dominou o Cruzeiro, esteve sempre em vantagem (Borges e Douglas marcaram), mas cedeu o empate em duas falhas da defesa (Henrique fez os dois de cabeça). No segundo tempo, o Grêmio seguiu melhor. Jonas fez um gol de falta, mas surpreendentemente foi substituído pelo técnico logo depois, deixando o time sem seu melhor atacante. A maior frustração do torcedor do Grêmio certamente foi ver a equipe desperdiçar uma vitória que seria fundamental nesta altura do campeonato. Terá de partir para a recuperação.
  3. Vitor Birner, em seu blog: O 1° tempo em Minas Gerais se desenrolou em ritmo lento. No minuto final, Borges fez 1×0 para os visitantes e ajudou a mudar a história da segunda etapa. O Cruzeiro voltou do vestiário com Sebá, atacante, no lugar do lateral Rômulo. Mostrou mais pegada, empatou antes dos 2 minutos com Henrique, e foi ao ataque tentar a virada. A partida ficou imprevisível. Ambas as equipes criaram oportunidades suficientes para chegarem ao gol. Quem o fez primeiro foi Jonas, pelo Grêmio, aos 34. Henrique igualou o jogo aos 40, premiando a luta da Raposa na etapa final. O Grêmio segue na zona de rebaixamento.
  4. Wianey Carlet, em seu blog: O Grêmio não para de errar: Se não tivesse falhado no final do jogo, o Grêmio teria derrotado o Cruzeiro, voltaria para casa fora da zona da morte e não teria havido a lamentável briga no vestiário, após a partida. Este reprovável acontecimento não deveria ser maquiado por Silas e pelos dirigentes. Nessas ocasiões, melhor é assumir o erro e tomar as providências cabíveis. Victor, mais uma vez, falhou. Tem sido uma rotina. E Silas cometeu a proeza de substituir Jonas quando este acabara de marcar o segundo gol e se constituía em figura de destaque do time. O Grêmio anda mal porque muitos erros estão sendo cometidos. Em todos os níveis. Está na hora de Silas acertar e manter uma escalação e um esquema tático. Nem que seja preciso afastar medalhões que jogam como se estivesse fazendo um favor ao Grêmio.
  5. Valdir Barbosa, gerente de futebol do Cruzeiro: Tivemos uma rápida reunião agora por telefone, o presidente Zezé Perrella, o Dimas Fonseca e eu, e rapidamente o presidente definiu que os nossos dois próximos jogos marcados aqui para a Arena do Jacaré, contra o Prudente e o Vitória-BA, serão disputados em Ipatinga. Já tínhamos confirmado para o Parque do Sabiá Corinthians, Flamengo e Internacional. E a sequência seguinte a gente vai avaliar nesta semana para sabermos onde jogaremos e não estamos descartando definitivamente a Arena do Jacaré. Hoje (domingo), ao meio dia e meia, estávamos acabando de almoçar, e veio a notícia de um acidente na BR-040. Procuramos nos informar, ligamos para a Polícia Rodoviária Federal e para as pessoas do Cruzeiro que estavam transitando para saber como estava a estrada. Os jogadores já estavam no quarto descansando para a palestra e tivemos um corre-corre, chamamos todo mundo para descer e anteciparmos a vinda para Sete Lagoas. Tivemos que buscar uma alternativa, passamos por Pedro Leopoldo, uma estrada que não dá nenhuma segurança para circulação de ônibus, ainda mais em uma velocidade um pouco maior. Duas pistas simples sem acostamento. Você coloca em risco os jogadores do Cruzeiro e as pessoas que transitam nessa estrada. Não se pode praticar futebol profissional sem saber que horas vai ser a preleção, que horas vai sair da Toca da Raposa, se vai chegar a tempo. O pessoal do doping ficou preso. A sorte é que o doping é depois do jogo. E se o trio de arbitragem não estivesse informado e fica preso na BR-040? O Cruzeiro avisou ao Grêmio e eles sairiam pela 040. A coisa está meio complicada.
  6. Cuca, treinador do Cruzeiro: Para um time grande, de estatura competitiva como o Grêmio, o campo irregular torna as coisas mais difíceis para a gente. Acho que o placar foi justo, até pelo que as duas equipes fizeram em campo. O Grêmio por uma parte e nós pela busca do resultado até o final. Não sou de chorar, mas nos fizeram muita falta alguns jogadores. Nós tentamos uma estratégia no primeiro tempo com o Jonathan no meio e não deu. Antes do intervalo passamos ele para o lado do campo e o Rômulo por dentro, e também não surtiu efeito. Quando tomamos o gol e fomos para o vestiário, tínhamos que voltar e empatar em cinco, dez minutos, senão não empataríamos mais. Pusemos um atacante na direita, o Sebá, um na esquerda, o Thiago, e fizemos um 4-3-3. O Grêmio não conseguiu encaixar a marcação e nós fizemos o gol. Estávamos melhor, até tomar o gol. Aí tivemos que nos superar e buscar o empate na base da raça, com a cabeçada do Henrique. Pelo que foi o jogo, o empate não foi um mau resultado. No segundo tempo nós tivemos uma atitude diferenciada. Temos ter essa atitude desde o começo. Nós buscamos o resultado com os meninos jogando, o Reina, o Sebá, o Fabinho improvisado na zaga e muito bem por sinal. A gente tem que analisar o jogo, ver o que pode melhorar para o futuro. Tudo está em aberto, podemos melhorar muitas coisas.
  7. Henrique, volante do Cruzeiro: Nunca tinha marcado dois gols em uma mesma partida como profissional, só na base. E também faltava um gol de cabeça na minha carreira. Felizmente acabei marcando dois desta vez. Isso é trabalho, o Cuca me posicionou bem. É trabalho, dedicação e fico muito feliz por conquistar isso, por ajudar a equipe. Fico chateado em ficar de fora do clássico, que é muito importante para as duas equipes. A gente vem há três anos jogando contra o Atlético-MG, tendo vitórias contra eles. Mas, por outro lado, fico tranqüilo porque nosso elenco está bem servido e quem entrar, com certeza vai dar conta do recado e vai ajudar o Cruzeiro a buscar a vitória, que é o mais importante.
  8. Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro: Aqui já deu. Isso vai beneficiar os outros times. Foi assim contra o Goiás, foi assim hoje. A nossa equipe é muito técnica, precisa de espaço para jogar. Todas as vezes que o Cruzeiro joga num campo menor, nós temos dificuldades, porque são jogadores leves e rápidos e, às vezes, não temos tempo de fazer isso. Ainda mais com o gramado do jeito que está, a bola quica muito. A minha é a (camisa) 2. O Cuca percebeu isso logo no início do 1º tempo, eu estava meio perdido. Não posso dizer nunca, já joguei por essa função, mas fiquei um pouco perdido. Não estou acostumado com o Rômulo, a gente tem de ter entrosamento melhor, mas a minha preferência é a lateral direita, sem dúvida nenhuma.
  9. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: É o que nós temos. A gente queria jogar no Mineirão. Mas não dá para culpar o campo. Nós não fizemos um bom jogo. Nosso time é de toque de bola. Nós não conseguimos trocar passes.
  10. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: Sem dúvida, no 2º tempo, se a gente não fez aquele jogo tecnicamente bom, a gente voltou com mais pegada, mais vibração, encurtando os espaços do Grêmio, na base da garra, da determinação. Quando não dá na técnica, tem que ir na raça. As duas vezes em que a gente buscou o empate, foi na base da raça, corremos atrás e conseguimos ao menos o empate. A gente esperava vencer, não importa o placar. Na medida do possível, a gente procurou se superar. Conseguimos o empate, que não foi o resultado que a gente gostaria, mas melhor somar um ponto do que nada. No todo, acho que nossa equipe não foi bem. Coincidência ou não, nos dois jogos (Goiás e Grêmio) nesse campo, a apresentação nossa não foi tão boa. Não é porque empatou. Contra o Goiás, a gente já tinha alertado. Não podemos usar como desculpa, porque o campo é ruim para os dois lados. Os jogadores do Grêmio a todo momento reclamaram do campo. Nesse estádio, não tem condição de acontecer esse tipo de jogo.
  11. Jonas, atacante do Grêmio: Gente, eu e o Rodrigo somos amigos, eu nunca tinha trabalhado com ele, é a primeira vez. Não tem nem o que falar dele porque a gente brinca muito. Não houve nada, só houve discussão e não só eu e ele, mas todo o elenco. Não queríamos tomar um gol no final do jogo e também houve discussão sobre a arbitragem. Não podemos brigar entre nós, mas sim com os adversários.
  12. Rodrigo, beque do Grêmio: Não aconteceu nada, eu não sei nem o que colocaram. Estão falando que discutimos, mas isso é uma coisa de jogo. A gente está vendo que todos os jogos estamos sendo prejudicados e ninguém faz nada. Se houvesse agressão não se chegaria a lugar nenhum. Se tiver brigando e nessa situação estaríamos acabados. Não houve nada, discutimos situações de jogo e a questão da arbitragem.
  13. Borges, atacante do Grêmio: O gol saiu em um momento importante e espero que a gente saia dessa situação. O campo está muito ruim, com o gramado ondulado e está difícil ficar tabelando. A gente tem que jogar sério para sair com o resultado. Não teve nada de agressão. O que aconteceu é que nós jogadores saímos muito chateados com a arbitragem. E fica complicado para nós jogadores falarmos sobre isso, tem que deixar para a diretoria. E quando se trabalha igual estamos fazendo e os resultados não saem, a gente fica muito irritado. Estávamos conversando entre a gente, e essas cobranças tem que existir. Nós corremos, conseguimos fazer dois gols e merecíamos sair com a vitória. Mas tem também o detalhe do campo, que é horrível e fica difícil tocar a bola. Acho que o Grêmio encontrou uma forma boa de jogar fora de casa e vamos evoluir.
  14. Silas, treinador do Grêmio: É normal os jogadores discutirem após o jogo. Não aconteceu nada demais, todos estavam de cabeça quente, mas é natural devido ao resultado do jogo. Não teve nada disso. Foi uma discussão normal no vestiário e vocês (da imprensa) estão querendo criar uma notícia que não existe. O que aconteceu foi uma cobrança mútua entre os jogadores, que já aconteceu outras vezes. A diferença é que essa vocês (da imprensa) viram. – Nunca tive problemas com arbitragem. Fui expulso porque estava conversando com o trio de arbitragem, como sempre faço. Mas desta vez ele me expulsou. O Grêmio é muito grande, e não pode haver isso que aconteceu aqui hoje. O jogo foi muito difícil, contra um adversário qualificado. E acho que a questão do gramado não tem nada a ver. Os jogadores dos dois times brigaram pela bola, e dentro de campo a partida foi muito boa e disputada.
  15. Luiz Onofre Meira, assessor de futebol do Grêmio: Considero absolutamente normal. Os jogadores estão juntos e todos mostram que houve somente um desentendimento sem nenhum agravante. Eu já vi muitas vezes isso acontecer, não só aqui no Grêmio. É normal, o que prevalece é que há indignação pelo resultado e a situação que vivemos.
  16. Duda Kroeff, presidente do Grêmio: Não tem nada de anormal, vi isso acontecer umas 300 vezes no futebol. É bom e positivo. Há uma indignação muito grande por tomar um gol no final. É o que achamos que estava faltando, mas ficou provado que não está.
  17. Arísio França, no PHD: Eram previsíveis as dificuldades que o Cruzeiro teria na armação de jogadas com a ausência do Gilberto e a falta de um substituto. Acho que o Cuca até acertou ao apostar no Jonathan. Como não funcionou, além da atuação ridícula do Robert mais a jornada pouco inspirada do Thiago Ribeiro o time fui uma nulidade no campo ofensivo. Os gols premiaram toda a vontade e raça do Henrique. Fará muita falta no clássico.
  18. Edenílson Marra, no PHD: Fui de novo à Arena do Jacaré. O 10 do Grêmio, Douglas, joga muito. Foi o melhor gremista em campo. Entre os cruzeirenses, o melhor foi Henrique disparado. Robert tem muita disposição e pouca técnica. Reina me surpreendeu. Pode ser trabalhado pra se tornar uma opção para o time. Everton começou bem, depois, sumiu. Rômulo e Jonathan bateram cabeça no 1º tempo. Depois que voltou para lateral, o Jonathan melhorou.
  19. Naldo Morato, no PHD: Ótimo resultado este empate com Grêmio, principamente, porque estivemos por duas vezes atrás no placar. Não podemos esperar muito de um time que tem carências na zaga, na armação e no ataque. Fabinho na zaga, Everton de armador, Jonathan no meio campo e Robert no ataque. Robert consegue ser pior que o WP, mas é injusto cobrar muito dele com um time sem armação, em que a bola pouco chega ao ataque. O time ressente muito dos jogadores ausentes. E os reforços ainda não estão a disposição. No curto prazo, a coisa vai ser muito complicada. E o Reina parece que tem habilidade, mas está sendo improdutivo. Vamos ver se com o tempo, melhora.
  20. Bruno Barros, no PHD: Henrique jogou por ele e mais dez. Fez uma de suas melhores atuações com a camisa do Cruzeiro. Marcou, passou, chegou e fez gol. Sem dúvida, vai receber nota dez na Bola de Prata. Mas tomara que ele não seja convocado, pelo menos agora enquanto a janela tá aberta. Depois, não só pode como deve. Nesses 3 últimos jogos ele arrebentou. Jogou demais. Faz tempo que eu não via uma situação assim: todo mundo jogando mal desde o início e o Henrique muito bem o tempo todo. Eles carregou o time nas costas. Bateu escanteio e correu pra cabecear. Impressionante.

Pacote ou embrulho?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Vamos botar ordem na bagunça em que se transformou o pacote de reforços do Cruzeiro:

  1. Juan Román Riquelme não jogará pelo Cruzeiro. Foi apenas uma anestesia. Com o pacote de contratações concluído hoje, o meia xeneize já não tem mais nenhum papel a cumprir.
  2. Ernesto Farias, El Tecla, centroavante argentino do Porto está cada vez mais distante da Toca da Raposa. Cobra alto e ZZP acha que já tem atacante demais no elenco.

Certos estão:

  1. Walter  Damián Montillo, meia argentino de 26 anos da Universidad de Chile já assinou contrato e estará à disposição de Cuca  após o encerramento da Libertadores para a La U. Ele custou 3,5 milhões de euros e assinou por cinco anos. Falta só arrnjar um parceiro pra rachar a conta.
  2. Wallyson Ricardo Maciel Monteiro, 21 anos, nasceu em Natal, Rio Grande do Norte. O atacante velocista jogou pelo São Gonçalo do Rio de Janeiro em 2003 e 2004, ABC, em 2007 e Atlético-PR em 2008.
  3. Rafael Marques Pinto, beque carioca de 26 anos atuou pelo Brasiliense, em 2003, Botafogo, entre 2004 e 2007, Goiás em 2008 e Grêmio, onde jamis foi titular, em 2009.
  4. Francisco Everton de Almeida Andrade, 26 anos, nascido em Maranguape, no Ceará, é meia e jogou no Ferroviário, Grêmio Barueri, em 2008 e 2009, e no Fluminense, em 2010, sob o comando de Cuca.

Quase certo está:

  1. Rômulo Souza Orestes Caldeira, 23 anos, 1,78m, 72 KG, lateral direito, nascido em Pelotas, jogou pelo  Caxias e Juventude, em 2007, Metropolitano, em 2008, Chapecoense, em 2009, Santo André, 2009 e 2010.

Trocamos seis por meia dúzia? Alguém vai ao aeroporto? Seguinte: vamos torcer e enxotar as hienas. Mais do que isto, é impossível.

Por pouco, teria passado batido

sábado, 19 de junho de 2010

Com todo o tempo tomado pela Copa, o torcedor pode nem ter reparado que:

  1. Enquanto todos pedíamos a convocação de Paulo Henrique Ganso, o Santos escondia uma contusão do meia. Encerrada a fase de troca de convocados, o clube praiano mandou o jogador poperar o joelho. Isto é administração moderna? Passando a conversa em todo mundo? Bah…
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Birner: “Desse jeito, Cruzeiro não briga pelo título”

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético Goianiense 2×1 Cruzeiro, no Serra Dourada, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 06jun10:

  1. Emerson Ávila, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro não foi bem, fez um 1º tempo até equilibrado. Nos primeiros 20 minutos tivemos até uma boa participação, criamos algumas oportunidades de gol, mas futebol é momento, nós não soubemos aproveitar o bom momento que tivemos na 1ª etapa, o Atlético cresceu, ganhou força, fez o primeiro gol. Nós ainda conseguimos empatar. Depois, foi inegável a superioridade do adversário na 2ª etapa. Agora é pensar pra frente. Este jogo já é uma página virada. O tempo foi curto, nós não perdemos o jogo apenas na partida de hoje, a gente já vem de uma situação desgastante. Tudo isso vem somando negativamente contra nossa equipe. Nitidamente a gente percebe a queda de rendimento de alguns. Foram muitos jogos. Isso não é uma desculpa, mas é um peso. O desgaste emocional também. A gente esperava ter uma participação melhor na Libertadores, infelizmente fomos eliminados prematuramente e tudo isso junto vem fazendo com que a equipe não vem atuando bem e por isso os resultados negativos vêm acontecendo.
  2. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Tentamos atacar da melhor maneira possível e até tivemos chances gol. Não conseguimos e acabamos sendo pressionados por eles. Levamos o gol da derrota enquanto estávamos com a posse de bola, fato que gerou o contra-ataque e, em conseqüência, o gol da derrota.
  3. Sérgio Freire, médico do Cruzeiro: Não foi possível fazer um exame, pois Leonardo Silva está com muita dor. Preferimos tirar, pois não tinha jeito dele continuar. Depois vamos reavaliar com mais calma no vestiário. Não, ainda não dá para afirmar quando Leonardo estará recuperado. Vamos avaliar melhor para podermos dar esse retorno.
  4. Fábio, goleiro do Cruzeiro: É uma derrota que, de maneira alguma, a gente esperava. Precisávamos dos três pontos, lógico que com todo o respeito ao adversário e tínhamos que consegui a vitória, em Goiânia. Mas parabéns para o Atlético-GO que nos venceu.
  5. Fabrício, volante do Cruzeiro: São os vacilos que a gente vem dando, contra-ataques e bobeiras. Vamos aproveitar este tempo de folga para melhorar, acertar o time. O Cruzeiro tem que estar voando para o 2º semestre.
  6. Fabinho, volante do Cruzeiro: A derrota nunca está nos planos de ninguém. Tomamos o gol num lance bobo. Nos precavemos o jogo todo para não levarmos o contra-ataque. No futebol, se você perder a concentração por um instante acaba sendo surpreendido e foi o que aconteceu. Agora é caprichar e trabalhar para corrigirmos nossos erros.
  7. Pituca, volante do Atlético Goianiense: Jogamos contra o Cruzeiro como o torcedor queria. Marcamos bem e soubemos administrar a partida. Estreamos hoje na Série A.
  8. Ramalho, volante do Atlético Goianiense: O time mostrou dedicação. O Cruzeiro é um adversário muito difícil, um dos melhores times do Brasil, porém hoje tivemos um pouco mais de sorte. Fomos coroados com a vitória, mas sabemos que teremos de trabalhar muito.
  9. Geninho, treinadro do Atlético Goianiense: Foi uma boa temporada. Conquistamos o título estadual, e o clube chegou pela primeira vez à semifinal da Copa do Brasil. Não começamos bem o Campeonato Brasileiro devido a vários desfalques no grupo, ao longo dos jogos. Ganhamos nossa primeira partida ontem, diante do Cruzeiro, com uma equipe bem montada. Com a parada da Copa do Mundo, o clube vai poder trazer outro profissional que terá tempo para trabalhar o elenco. O Atlético-GO merece retomar posições pela estrutura e pela seriedade.
  10. Roberto Toledo, no blog do torcedor do Atlético Goianiense: A primeira vez a gente nunca esquece. Para alguns dói um pouco, mas ao mesmo tempo tira aquele peso que parece ser insuportável. Foi assim a primeira vez do Dragão na série A neste domingo. Mesmo com muitos jogadores considerados “titulares” de fora, o time não se amedrontou frente ao estrelado Cruzeiro e conseguiu uma vitória na base da vontade e superação. Não é coincidência o Atlético ter vencido um jogo somente com a volta do Rodrigo Tiuí. O último jogo que o Dragão havia vencido foi diante do Vitória, na Copa do Brasil, em Goiânia, por 1 a 0, gol de Tiuí. Novamente o jogador voltou após se recuperar de contusão e foi um dos grandes destaques do jogo. Fez um gol e deu muito trabalho à defesa adversária. Pedro Paulo, recém contratado, também apareceu bem e começou a dar uma nova cara à equipe. Aqueles mais pessimistas vão falar que o Atlético venceu um time que está em crise e bla, bla, bla. Não importa, podia ser qualquer time, o que importa é que venceu e fez  uma boa partida, principalmente no segundo tempo. Como tudo para nós atleticanos é mais difícil, ainda contamos com um gol irregular do adversário, para aumentar ainda mais o sofrimento. Agora o time descansa, recupera os jogadores e se prepara para o pós Copa. Teremos tempo para finalmente voltarmos com equipe completa, algo que ainda não foi possível fazer no Brasileiro. Estamos em uma situação difícil, lanterna no Campeonato, mas sabemos que vamos superar esses momentos ruins e buscar o caminho da vitória. Temos uma equipe de qualidade e vamos demonstrar isso em campo. Parabéns Dragão, rumo à reação. Dragão, eu te amo!!!! 
  11. Vitor Birner, em seu blog: Cruzeiro ganha com a paralisação do brasileirão. Três nomes cruzeirenses eram acima da média. Fábio, Kléber e Adilson Batista. Só o goleiro permanece na Toca da Raposa. A direção tentou contratar Ney Franco. Gosto do treinador, contudo Adilson é melhor. Em suma, não conseguiu fechar o negócio, entretanto se obtivesse sucesso, perderia qualidade. A reposição de Kléber também é complicada. A diretoria dispensou alguns atletas. Do jeito que caminha, o Cruzeiro não chegará entre os classificados para a Libertadores. E não briga pelo título. Precisa contratar bastante. A paralisação ajudará a reorganizar a casa.
  12. Rogério, mp PHD: O Cruzeiro, que já tinha ido mal no 1º tempo, conseguiu piorar consideravelmente no s2º. Te só uma chance nesse tempo inteiro. O próximo treinador tem que chegar urgente. Até ele conhecer o elenco e vai gastar algum tempo. Pela primeira vez na vida, estou temendo pelo pior.
  13. Elias Guimarães, no PHD:  Vi um time com cara de segundona. Perder pra time que tem Welton Felipe e Pedro Paulo, refugos de frangas. desanima qualquer um. O jogo foi do que muita pelada entre casados e solteiros. Acorda Zezé, enquanto é tempo!
  14. Cuné, no PHD: Ávila mexeu mal justamente por não ter colocado a base pra jogar. Mas ele pode ter pensado “vai que eu coloco um menino desse e eles faz o gol da vitória, vou ser efetivado e estarei lascado com esse elenco”. Acho que o Ávila não tem interesse em ser técnico do time principal, principalmente após dizer com todas as letras que isso não tinha nem passado pela sua cabeça.
  15. Matheus Penido, no PHD: O meio de campo, que sempre foi o ponto forte do time está sucateado. Sem o Paraná ontem foi de dá dó. Pouco talento, pouco vigor e quase nenhuma movimentação. Henrique devia ir pro banco pelo desinteresse que tem mostrado. Fabinho nunca devia ter entrado e Roger só num elenco raquítico como esse atual do Cruzeiro começa uma partida como titular. Pra piorar o Fabrício ainda fez ontem uma das piores partidas dele no Cruzeiro.
  16. Palmeira, no PHD: Eu que resido em Goiânia, tenho poucas oportunidades de ver o Cruzeiro por aqui, seria melhor não ter o desgosto de ver o jogo. Como o ACG tem poucos torcedores, o número de Cruzeirenses rivalizava de igual para igual, até abafava a torcida rubronegra. Pena que a torcida desanimou quando o atlético fez 1×0 e o Cruzeiro desandou de vez até o final da partida. Foi triste ouvir a torcida pedindo a entrada do Guerron e o pior é que não havia muito o que escolher. O fato é que o time está desnorteado e sem nenhuma motivação. Roger cobrou uns tres escanteios e a boa mal mal chegou na área. Jonathan foi, disparado, o pior em campo. No final do jogo, um grupinho de uns 10 torcedores foram pra frente das cabines de impresa para elogiar os cartolas  com um “Perrelas vai tomate cru!”

Taça BH: Juniores avançam aos trancos e barrancos

sábado, 5 de junho de 2010

Enquanto se discute a crise plantada pelos microfonistas e seus teleguiados na Toca da Raposa, o time de juniores do Cruzeiro avança, aos trancos e barrancos na Taça BH de Juniores.

Confiram a campanha do time treinado por Alexandre Grasseli:

  1. 24mai10, Seleção de Betim 0x3 Cruzeiro. Gols: Elber (2) e Alan Júnior.
  2. 26mai10, Fluminense 1×2 Cruzeiro. Gols: Elber e Eber.
  3. 28mai10, Guarani (Pará de Minas) 0x1 Cruzeiro. Gol: Deivisson.
  4. 30mai10, Cruzeiro 1×2 Atlético. Gol: Sebá.
  5. 01jun10, Cruzeiro 2×2 Juventude. Gols: Thiaguinho (2)
  6. 03jun10, Cruzeiro 0x0 Portuguesa. Pênaltis: Cruzeiro 4×3.
  7. 06jun19, Cruzeiro x Uberlândia.

Este foi o time que desclassificou a Lusa: Ruan; Fabrício, Deivisson, Murilo e Hyago (Gabriel Araújo); Marquinhos, Uchoa, Eber e Elber; Sebá e Thiaguinho.

Se passar pelo Uberlândia, no Estádio Capelão, em Betim, o Cruzeiro enfrentará o vencedor de Atlético-MG x Atlético, nas semifinais.

Adílson Baptista: “Eu sou um cruzeirense”

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 Santos, no Mineirão, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 02jun10:

  1. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Vou fazer meu último jogo lá em Goiânia, contra o Atlético-GO, e um abraço. É isso aí. É meu último jogo. Pra felicidade geral da nação, de alguns, eu faço meu último jogo lá. Já conversei com o Zezé, ele até nem queria que eu falasse isso aqui hoje, mas estou chateado com algumas coisas. Só cego que não vê o que é trabalhar uma equipe, o que é ter dificuldade, o que é organizar. Mas isso aí, tem muita gente do outro lado aí expert em futebol. A gente vai com calma, aprendendo todo dia. Quando o adversário joga contra o Santos é o jogo do ano. Quando somos nós, é jogo sob pressão. É assim que funciona aqui em Minas Gerais. Fico chateado com algumas pessoas vaiando o presidente, lamento, pela contribuição do presidente, pela história, pelos títulos, pelas conquistas, isso machuca a gente. Eu tenho só a agradecer, eu sou um cruzeirense, tenho carinho muito grande pelo clube, vou continuar torcendo pelo clube, mas a gente tem que pensar profissionalmente e chegou o momento de sair. Vida que segue. Vou rezar pra que um bom profissional entre e tenha sucesso. Vejo um Cruzeiro forte, competitivo, com grandes jogadores. Na parada da Copa, tem condições de reverter. Gosto muito do Maluf, é um grande profissional, muito correto, não deixava vazar muita coisa, porque vocês gostam muito de uma fonte segura, sempre têm fontes de informação, e o Maluf é firme, sério, cobrando, lutando, agindo com responsabilidade. Mas ele é um profissional capacitado, que daqui a pouco está no meio. A gente lamenta, mas é uma decisão do presidente, precisamos respeitar. Faz parte no futebol. Daqui a pouco volta. Não é em função do Maluf. Eu já estava conversando com o Maluf, em Atibaia eu coloquei que o meu intuito não era prejudicar. Mas já estava dentro dos planos. Grande motivo da saída e futuro destino: o coração, o meu coração. O coração é que está deixando. Não falo nada sobre futuro. Vou fazer o jogo, cheio de jogadores com dor, e tenho um compromisso em São Paulo na segunda-feira. Só isso. Tenho respeito pela imprensa, sempre tive. A gente tem que conviver de maneira saudável, honesta, procurando ser imparcial, ser profissional. Respeito muitos de vocês, pelo trabalho, sei o grau de dificuldade. Precisamos é conversar mais, esclarecer mais, ter um pouquinho mais de cuidado, porque hoje é blog, é twitter, é facebook, todo mundo fala. Esses dias a Miriam Leitão estava criticando o Júlio Baptista, o Gilberto, disse que ia tomar um remédio tarja preta. Quer dizer, todo mundo fala de futebol. Esses dias, o Cerezo encontrou o Maluf no aeroporto e elogiou o Cruzeiro. Esse está na minha seleção. Isso me dá satisfação, não quem escuto dizendo que tem que jogar esse daqui, esse aqui precisa pegar ritmo. Até esse pegar ritmo, eu caí, porque o futebol é muito dinâmico. Eu respeito, nós precisamos melhorar, eu tenho a minha linha de raciocínio, mas não fico fazendo média com ninguém, não dou informação para ninguém, trato todo mundo igual. Acho que ninguém deve ter privilégio de informação e alguns ficam bravos. Mas eu durmo tranquilo, um grande abraço para vocês. Voltar um dia? Volta tem. Isso daí… No futebol acontece muita coisa e a gente espera um dia voltar, mas a cabeça é só fazer esse jogo contra o Atlético-GO e não tem jeito, a gente gosta de trabalhar e vamos pensar o que fazer com calma. O Cruzeiro tem o meu respeito, a própria torcida. A minoria fica vaiando presidente, este, aquele, isso faz parte. Mas sempre tive o carinho, a admiração. Vejo o torcedor inteligente me apoiando, sabendo, tendo noção, discernimento de perceber algumas coisas. O clima está tranqüilo no grupo. Eles estão chateados, porque gostariam de estar numa situação melhor. Mas .enfrentamos um grande adversário. No Cruzeiro, cria-se crise. O Ceará está ganhando de todo mundo. Na Vila o Ceará jogou contra o Santos, que só não tinha o Robinho, e o Santos teve dificuldade. Teve um pênalti no Misael, que dá trabalho pra todo mundo. Pelo carinho, pelo respeito que tenho pelo Cruzeiro, eu procuro cobrar dos atletas pra que se entreguem naquilo que estão fazendo. Por algumas razões, não coloquei A, B ou C e é assim que vou agir em qualquer clube. Um atleta tem que ter esse comprometimento, tem que se dedicar, pois ele é bem remunerado. É evidente que uma hora vai perder. Mas tem de vender a derrota caro. O torcedor gosta de ver o jogador lutando. (mais…)