Posts com a Tag ‘Tigre’

5ª da B: Baêa irresistível, Tigre irreconhecível

domingo, 30 de maio de 2010

Esta foi a 5ª rodada da Série B do Morrinhão.

  1. No Canindé, Lusa 2×0 Braga. Público: 1.112. Gols: Maurício, 25 do 1º tempo; Marcos Paulo, 35 do 2º. Revelado pelo Cruzeiro no século passado, Marcos Paulo continua em atividade. Quem vai pendurar as chuteiras primeiro: ele ou Pet?  
  2. Nos Aflitos, Náutico 2×2 América. Público: 10.763. Gols: Zé Carlos (Nau), pênalti, 11 do 1º tempo; Zé Carlos, 23, Flávio Recife, 33, Rodrigo Dantas, 44 do 2º. O Timbu estava com o jogo na mão até que seu goleiro levou um frango e foi castigado pelo Diabo. 
  3. No Coaracy Fonseca, ASA 1×2 Coxa. Público: Gols: Rincón, 14, Rafinha, 17, Ramon, 42 do 2º tempo. Com um a menos, o Coxa cortou as asinhas do adversário.
  4. Na Vila Capanema, Paraná 1×0 Vila. Público: 8.239. Gol: João Paulo. A torcida tricolor se animou, saiu de casa e empurrou seu time que está na escolta do líder.
  5. No Anacleto Campanela, Sanca 3×1 Ponte. Público: ? Gols: Kleber, 42 do 1º tempo; Arthur, 1, Pablo Escobar (Pon), 24, Kleber, 33 do 2º. O Sanca se apruma no campeonato. A Ponte continua balançando. E os velhinhos do Azulão estão cada vez mais sumidos das arquibancadas.
  6. No Serejão, Brasiliense 1×1 Figueira. Público: 3.497. Gols: Rosembrick, 44 do 1º tempo; João Filipe (Fig), 46 do 2º. O BSB amarelou no finalzinho.
  7. Em Pituaçu, Bahia 2×0 Sport. Público: 32.157.  Gols: Rogerinho, 30 do 1º tempo, Ávine, 6 do 2º. A torcida do Bahia despertou. Nenhum time da Série A levará mais gente a campo neste fim de semana do que o Tricolor de Aço. Parece até que havia mais gente que estádio em Pituaçu.
  8. No Dario Leite, Guará 3×1 Sandré. Público: 3.017. Gols: Renato Peixe, 13, Nenê, 33, do 1º tempo; Borebi (San), 23, Kleber, 33 do 2º. Jogo de duas empresas. Venceu a de menor turnover.
  9. No Romeirão, Icasa 3×1 Duque. Público: 2.038. Gols: Júnior Xuxa, 25 do 1º tempo; Everaldo, 5, Leo Guerreiro (Duq), 30, Júnior Xuxa, 41 do 2º. Padim Ciço continua abençoando o Verdão cearense. E o Duque devia mudar de nome. Conde D’eu Mole ia mais apropriado.
  10. No Mineirão, Coelho 4×0 Ipatinga. Público: 1.257. Gols: Dudu Pitbull, 22 do 1º tempo; Luciano, 23, Thiago Silvy, 27, Rodrigo, 37 do2º. Após a 5ª derrota consecutiva, o treinador do Ipatinga se mancou e pediu o boné. Evans Drawn, capoeirista norte-americano, sacou a calculadora: Ipatinga 6×1 Cruzeiro (placar agregado), Cruzeiro 3×2 América. América 4×0 Ipatinga. Resultado: 12×4 contra nós. Cruzcredo!

Gols: 30. Público: 62.081. Média: 6.208. G4: Baêa, 13, Paraná, 12, América-MG, Guaratinguetá, 11. Z4: América-RN, 3, Sport, 1, Ipatinga e Duque, 0. Artilheiros: Heverton (Lusa), Kempes (Lusa), Marcelo Toscano (Paraná), Rodrigo Gral (Baêa), 4.

Inútil remoagem

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Os 3×0 aplicados pelo Paraná Clube no Ipatinga reabriram uma chaga. Os peneristas voltaram com tudo cobrando a afirmação do blogueiro de que o time do Vale do Aço foi o melhor do Mineiro.

Pois eu reafirmo: foi! Ao menos até disputar a final quando não conseguiu manter o nível e foi batido pela Cocota.

Agora, com relação ao Cruzeiro, não há chororô que dê jeito. Foram duas goleadas inapeláveis. Irrevogáveis. Intragáveis, eu sei, mas insofismáveis.

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Ipatinga, a medida do futebol atual

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Antes que venham com a chorumela de que o Síndico está remoendo as derrotas para o Ipatinga, esclareço: este post foi escrito pra desencanar o Sobrinho.

Assaltado por dúvidas juvenis, ele envia, diariamente, e-mails perguntando se o Tigre é melhor do que este ou aquele time.

A noitada ludopédica de ontem, dá uma boa idéia de qual é, realmente, a força do vice-campeão mineiro.

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Fábio encarou o Tigre sozinho

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×3 Ipatinga, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de volta da semifinal do Campeonato Mineiro 2010, em 18abr10:

  • Torcida – Não se entendeu. Mostrou múltiplas faces, uma verdadeira salada. Teve torcedor vaiando o jogador, xingando o técnico, xingando e vaiando o torcedor do lado. Ao final, aqueles que realmente foram para torcer e apoiar, silenciaram. (Rafa Pena)
  • Diretoria do Cruzeiro –  Nota zero pra essa diretoria omissa e comodista, que só dá as caras pra vender jogador no meio da competição. E contrata babas seguidamente. Temos até 2ª feira pra inscrever 3 jogadores. Será que em 7 dias eles conseguirão realizar o que não conseguiram nesses meses todos ? Duvido. Lá vem os refugados de outro time de novo. (Binho)

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Cruzeiro 1×3 Ipatinga: Tigre teve méritos

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mauro França

Mesmo considerando a vantagem de jogar pelo empate e o desgaste do jogo contra o Colo-Colo e da viagem de volta, Adilson resolveu escalar um time misto para enfrentar o Ipatinga no segundo jogo da semifinal do Mineiro. Decisão arriscada.

Do time que entrou contra o Colo-Colo, foram mantidos apenas Fábio, Diego Renan, desta vez na lateral direita, Gil, Henrique e Fabinho. Adilson também mudou o esquema tático. Manteve a linha de três volantes no meio com a entrada de Pedro Ken, escalou dois meias ofensivos, Roger e Bernardo, e apenas um atacante de ofício, Wellington Paulista.

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Os Semifinalistas do Tropeirão 2010

sábado, 10 de abril de 2010

Cruzeiro, Democrata, Ipatinga e Atlético-MG disputarão as semifinais do Mineiro. Alguma reclamação? Da minha parte, nenhuma.

Vamos ao jogo! E também à análise isenta do quarteto:

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Vélez Sarsfield, antiga pedra na chuteira celeste

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mauro França

HISTÓRIA

A fundação do Vélez seguiu um roteiro semelhante ao de centenas de outros clubes surgidos nas primeiras décadas do século XX.

Em um dia no final de 1909, três rapazes buscaram abrigo de uma chuva torrencial na estação de trem Vélez Sarsfield, no bairro de Floresta, região oeste de Buenos Aires. Ali, tiveram a idéia de fundar um clube.

A reunião de fundação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1910, na casa de um deles nas proximidades da estação, cujo nome homenageava um distinto jurista argentino do século XIX, Dalmácio Vélez Sarsfield, e que acabou sendo adotado pelos fundadores. Nascia assim o Club Atlético Argentinos de Vélez Sarsfield.

A primeira camisa era branca, pela maior facilidade de encontrar tecidos nessa cor. Pouco depois da fundação, passou a ser azul marinho.

Em 1914, foi alterada para listrada nas cores verde, vermelha e branca, por influência dos muitos sócios italianos que haviam ingressado no ano anterior. Nessa ocasião, o nome foi abreviado para Club Atlético Vélez Sarsfield.

Em 1919, o clube ingressou na primeira divisão do futebol argentino. Em 1923, José Almafitani, um cronista esportivo descendente de italianos, assumiu a presidência.

O clube alugou um terreno no bairro de Villa Luro e construiu ali o seu primeiro estádio, com tribunas de madeira, que na década de 30 receberia o apelido de El Fortín (O Forte). Nele se realizou o primeiro jogo noturno na Argentina, em 1928.

A origem do uniforme atual do clube é curiosa. Em 1938, os dirigentes receberam uma proposta de um comerciante, que oferecia a baixo custo um estoque de camisas brancas com um grande V em azul no peito, originalmente encomendadas por uma equipe de rugby, que não foi buscá-las. A oferta foi aceita e desde então este se tornou o uniforme oficial do clube.

O Vélez viveu um momento crítico em 1940, quando foi rebaixado para a segunda divisão, pela primeira e única em sua história. As conseqüências foram danosas. O clube foi despejado do terreno do estádio, perdeu vários jogadores e uma centena de sócios.

Em meio à crise, em 1941, José Almafitani foi novamente eleito presidente e comandou a reconstrução do clube. Conseguiu a cessão de um terreno pantanoso no bairro de Liniers e nele construiu um novo estádio, inaugurado em 1943. Nesse mesmo ano, o Vélez retornou à primeira divisão.

Posteriormente o estádio foi totalmente reformado, ganhando estrutura de cimento. O novo Fortín foi inaugurado em 1951. Em 1978, por ocasião do Mundial, passou por nova reforma, que ampliou sua capacidade para 50.000 espectadores.

Almafitani foi o maior presidente da história da história do Vélez, tendo ocupado a sua presidência por 28 anos, até 1969, quando faleceu aos 74 anos. 

TÍTULOS

O primeiro título conquistado pelo Vélez foi o Campeonato Nacional de 68. Na equipe despontava Carlos Bianchi, então juvenil, que se tornaria o maior artilheiro da história do clube.

Bianchi jogou 324 partidas e anotou 206 gols, nos períodos de 67-73 e 80-84. No intervalo entre as duas passagens, jogou na França, no Stade de Reims e no Paris St. Germain. Foi artilheiro do campeonato argentino em três temporadas e em cinco do francês.

Como técnico Bianchi dirigiu o Vélez em seu período mais glorioso. Sob seu comando, o clube conquistou três campeonatos argentinos (Clausura em 93 e 96 e Apertura em 95), uma Libertadores (94) e um Mundial Inter-Clubes (94).

Bianchi conquistou ainda quatro títulos argentinos, três Libertadores e dois Mundiais pelo Boca Juniors.

Na final da Libertadores em 94 o  Vélez bateu o São Paulo. Fez 1×0 em Liniers, perdeu pelo mesmo placar no Morumbi e venceu nos pênaltis por 5×3. Conquistou o Mundial ao derrotar o Milan por 2×0, com a seguinte formação:

  • José Luis Chilavert, Hector Almandoz, Roberto Trotta, Victor Hugo Sotomayor e Raul Cardozo; José Basualdo, Marcelo Gómez, Christian Bassedas e Roberto Pompei; Omar ‘Turco’ Asad e José Oscar ‘Turu’ Flores.

Com praticamente a mesma base, comandada por Osvaldo Piazza, ex-auxiliar técnico de Bianchi, o Vélez conquistou a Supercopa de 96, batendo o Cruzeiro. 

Nesse período, ganhou ainda uma Copa Interamericana (94) e uma Recopa (97). E mais um Clausura, em 98, já sob o comando de Marcelo Bielsa.

Passado esse período de glórias, o Vélez voltaria a conquistar o Clausura em 2005, repetindo o feito em 2009, título que lhe deu o direito de participar da Libertadores-2010, no ano do seu centenário.

CONFRONTOS COM O CRUZEIRO

Vélez e Cruzeiro já se enfrentaram 8 vezes. Foram 4 vitórias argentinas, contra três do Cruzeiro e um empate. Os dois primeiros jogos foram amistosos.

O primeiro foi no Mineirão, em 69, com vitória celeste por 2×1. Em 71, nova vitória celeste, desta vez por acachapantes 6×3, em jogo realizado em La Bombonera. O Vélez chegou a abrir 3×0 e o Cruzeiro virou o marcador.

Cruzeiro 6×3 Vélez Sarsfield, sábado, 06fev71, Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Copa Montevidéu – Gols: Zotola, 10, Bianchi, 32, Benton, 36, Zé Carlos, 44 do 1º tempo; Lima, 5, Zé Carlos, 7, Roberto Batata, 8, Dirceu Lopes, 15 e 40 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann (Jorge), Lauro, Brito (Morais), Aloísio e Vanderlei Lázaro (Neco); Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Tostão e Lima. Tec: Ilton Chaves. Vélez: Cabalero, Gallo, Romeo, Zotola e Correa; Rios e La Palma; Cotton, Benton, Carlos Bianchi e Benito – Nota – Carlos Bianchi mais tarde seria treinador do Vélez e do Boca pelos quais conquistou vários títulos internacionais.

As duas equipes voltariam a se enfrentar pela fase de grupos da Libertadores-94. No Mineirão, empate de 1×1. Em Liniers, vitória do Vélez por 2×1. O Vélez terminou em 1º e o Cruzeiro em 2º no grupo, à frente de Palmeiras e Boca Juniors.

Cruzeiro 1×1 Vélez, quarta-feira, 09mar94, 21h45, Mineirão, Belo Horizonte, fase de grupos da Libertadores 94 – Público: 21.749 – Juiz: Oscar Velázquez (Paraguai) – Gols: Ronaldo, 20seg, Asad, 43 do 1º tempo – Cruzeiro: Dida, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Luisinho e Nonato; Douglas, Toninho Cerezo e Luiz Fernando Flores; Cleison (Macalé), Ronaldo Fenômeno e Roberto Gaúcho. Tec: Enio Andrade / Vélez: José Luiz Chilavert, Almandoz, Trotta, Sotomayor e Cardozo; Basualdo, Campagnucci, Gomez, Bassedas, Asad (Pellegrini), Flores (Galeano). Tec: Carlos Bianchi.

Depois do jogo, Carlos Bianchi explicou sua estratégia para impedir que o Fenômeno liquidasse seu time:

  • “Eu tinha que escolher entre impedir que os laterais cruzassem ou que o centroavante jogasse. Optei por concentrar meus homens na marcação pelo meio da defesa e cedi espaços pelos lados. Assim, encontrando facilidades pelas laterais, eles passariam o tempo cruzando e minha defesa cortando de cabeça.”

O Cruzeiro caiu na armadilha. Cruzou dezenas de bolas, aparentou domínio absoluto da partida e a torcida foi pra casa com a sensação de que o resultado tinha sido injusto.

Em 96, Cruzeiro e Vélez fizeram a final da Supercopa. Os argentinos levaram a melhor, com duas vitórias. No Mineirão, 1×0, gol de pênalti de Chilavert, aos 43 do 2º tempo. Em Buenos Aires, 2×0. Nonato, Donizete, Fabinho e Pellegrini foram expulsos.

Velez 2×0 Cruzeiro, quarta-feira, 04dez96, 21h45, Estádio José Almafitani, Buenos Aires, 2ª partida da final da Supercopa 96 –  Juiz: Júlio Mattos (Uruguai) – Vermelhos: Nonato, Donizete, Fabinho (Cru), Pellegrini (Vel) – Gols: Camps, 3, Gelson (contra), 7 do 1º tempo. Cruzeiro: Dida, Vitor, Gelson Baresi, Gilmar, Nonato; Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palhinha (Donizete), Paulinho e Ailton (Da Silva). Tec: Levir Culpi / Vélez: Chilavert, Zandoná (Mendez), Sotomayor, Pellegrino, Cardozo; Husaín, Gomes, Bassedas, Morigi, Camps (Asad), Posse (Pandolfi). Tec: Oswaldo Piazza.

Na última vez que se enfrentaram, nova vantagem do Vélez, que eliminou o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Sul Americana de 2005. Os argentinos fizeram 2×0 em Buenos Aires e o Cruzeiro, 2×1 no Mineirão.

NA LIBERTADORES

O Vélez chega a sua 11ª participação na Libertadores (80, 94, 95, 97, 99, 01, 02, 04, 06, 07). Fora o título em 94, sua melhor participação foi em 80, quando alcançou as semifinais. Na sua última participação, em 2007, foi desclassificado nas oitavas. No total, foram 85 jogos, com 38 vitórias, 27 empates e 20 derrotas, 113 gols a favor e 78 contra.

HOJE

O técnico do Vélez é Ricardo Gareca, que completará 52 anos justamente no dia do jogo com o Cruzeiro. Apelidado de ‘Ei Tigre’, foi um atacante competente.

Revelado pelo Boca em 78, jogou também no Vélez entre 89 e 92. Fez 20 partidas e marcou 6 gols pela Seleção Argentina. Parou de jogar em 94 e no ano seguinte iniciou sua carreira de treinador. Está no Vélez de janeiro de 2009. 

Em 2009, o Vélez conquistou o Clausura e terminou em 5º lugar no Apertura. No atual Clausura ocupa provisoriamente a 1ª colocação (a 3ª rodada ainda não se completou) com 7 pontos. Empatou em casa com o Colon, 1×1; venceu o Arsenal, 3×0, fora; e no último sábado derrotou o Gymnasia La Plata em casa, 2×1, atuando com o time reserva.

Contra o Arsenal, o Vélez jogou com

  • Germán Montoya, Fábian Cubero, Sebástian ‘Sebá’ Dominguez, Nicolás Otamendi e Pablo Lima; Nicolás Cabrera, Leandro Somoza, Victor Zapata e Maximiliano Moralez; Hernán Rodrigo Lopez e Juan Manuel Martínez.

Fora uma ou outra alteração de última hora, este deve ser o time que enfrentará o Cruzeiro.

Mauro França, 46, cruzeirense, economista, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.

Ipatinga 3×0 Cruzeiro: A fôrma era pra meia dúzia

sábado, 30 de janeiro de 2010

O jogo de abertura da 2ª rodada do Mineiro já começa errado. O mando de campo, que é do Ipatinga, não será cumprido.

Devido a obras no estádio de sua cidade, o Tigre transferiu o jogo para Belo Horizonte, o que favorece ao Cruzeiro.

Bom para o bicampeão mineiro, que vem de uma viagem desgastante de Potosi a Belo Horizonte. Se bem que, apenas Gil, Diego Renan, Elicarlos e Henrique, dos que jogaram na altitude, começarão jogando hoje no Mineirão.

Desde 2008, os adversários das finais do estadual em 2005 e 2006 não se enfrentam. E este é um bom motivo pro torcedor comparecer ao Mineirão.

Ou existiram outros num torneio que, 8 entre 12 times se classificam pra 2ª fase?  Conhecer o goleiro Rafael, campeão da Copinha 2007 e rever La Dinamita, Guerrón, talvez sejam outros bons motivos.

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