Posts com a Tag ‘teleguiado’

O grande duelo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

JS:

Taí mais um texto. Caso você queira publicar, fique à vontade. Edita pra mim, pois tem hora que não me seguro, mas num vai tirar o sentido, heim? rsrs

Abs,

Walfrido Júnior

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Os jogos dos outros

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Luxa, um dos três melhores treinadores do mundo, segundo alguns microfonistas e seus teleguiados, levou a 13ª cepada. O Goiás humilhou o time do primo Joel. Felipão voltou ao Olímpico pra tomar um banho de descarrego.

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O espírito da coisa

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A cada menção ao nome Adílson Baptista, no PHD, vozes iradas se levantam: “De novo? Este tema não tem fim?

Questionamento besta. O tema não é o treinador, sua carreira, êxitos e fracasssos. É, basicamente, a guerra movida contra ele por comentaristas, teleguiados, termocéfalos, hienas e malandrões, que estão sempre atrás de oportunidades pra desestabilizar o clube.

Os nomes de Vanderlei Luxemburgo e Paulo Autuori, outros técnicos marcantes dos últimos dez anos, também estão associados a questões mais amplas.

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Adversário, não inimigo

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Ufa! O talentoso Jonathan parou de reclamar da falta que o Mineirão faz pra dizer algo sensato.

  • Espero que seja uma recepção boa. Adílson fez excelente trabalho no Cruzeiro. Aconteceram algumas coisas que desgastaram bastante o relacionamento dele com o torcedor e com a imprensa. Mas espero que seja bacana, porque, com ele aqui, o Cruzeiro disputou três Libertadores, chegou a uma final. Ele fez bom trabalho. A torcida do Cruzeiro deve respeito ao Adilson. Quem sabe um dia ele possa voltar a ser treinador do Cruzeiro? Vou cumprimentá-lo, pedir para ele mandar um abraço para Ivair, Oscar, Zé Mário. Gosto muito deles. Mas quando começar o jogo, ele é adversário. A gente precisa emplacar, chegar ao G4, que estamos perdendo oportunidades. Vou desejar boa sorte a ele na vida, mas sempre procurando vencer.

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Cruzeiro 0x1 Vitória: Mirou no G4, acertou no G8

domingo, 22 de agosto de 2010

Em 8º lugar, com 21 pontos, o Cruzeiro pode chegar à 4ª posição se vencer.

Cuca ainda não pode contar com Jonathan, Leonardo Silva e Gilberto, contundidos. Mas lançará Jones, vindo do América carioca, na linha de volantes.

Em 15º lugar com 17 pontos, o Vitória pode chegar à 8ª posição se vencer.

Toninho Cecílio não contará com o zagueiro Wallace, contundido nem com o armador Ramon Menezes, cansado.

Para o público do Vale do Aço, a maior atração será o armador Argentino, Walter Montillo, que estreará em terras mineiras vestindo a azul-estrelada.

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O lugar do Cruzeiro no cenário do futebol

sábado, 21 de agosto de 2010

Gustavo Sobrinho

Nos últimos anos, o Cruzeiro deixou de conquistar os títulos nacionais e internacionais que sua torcida acostumou-se a comemorar entre 1991 e 2003.

Esta situação tem levado boa parte da torcida a cobrar dos dirigentes e dos profissionais do clube resultados melhores do que a real posição que o clube ocupa no cenário nacional e internacional.

Proponho analisarmos as mudanças do calendário ao longo do tempo e como o clube tem se desempenhado em cada um dos contextos pra discutirmos qual será sua posição futura no cenário do futebol.

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Paralelos e analogias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.

Fábio, como sempre, o melhor

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Fluminense 1×0 Cruzeiro, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro 2010, em 22jul10:

  • Fábio – Seguro, defendeu as bolas possíveis e outras impossíveis pra goleiros comuns. Não teve culpa no gol.
  • Rômulo – No 1º tempo,  jogou como se estivesse no Santo André. Com tranquilidade, desinibição e atrevimento. Com a saída de Gilberto, o Flu se arrumou na defesa e ele teve menos espaços. No 2º tempo, Muricy Ramalho adiantou a marcação, soltou os alas e, ao invés de preocupar, ele passou a se preocupar com os adversários. Noves fora, uma bela estréia.  
  • Gil – Sério, ligado no jogo, parou Fred, que de tanto correr pra escapar do becão mal encarado, terminou a partida trajando gravata vermelha.
  • Cláudio Caçapa – Quando simplifica, dá segurança à defesa. Foi o que aconteceu contra o Flu.
  • Diego Renan – Bom na marcação, mas com pouca liberdade pra atacar. Até porque Mariano está voando. 
  • Fabrício – Transformado em cabeça-de-área, não comprometeu. Quando teve de armar, seu jogo perdeu qualidade. Com o tempo, Cuca descobrirá que uma coisa é o volante chegar ao ataque naturalmente, num esquema de jogo flexível, outra é deixar de ser marcador pra virar um armador  quebra-galho.
  • Henrique – Outro que virou cabeça-de-área clássico. No 1º tempo, botou Conca no bolso. No 2º, perdeu o controle da situação quando o Flu avançou a marcação. Mas subiu ao ataque e fez algumas boas jogadas, quando a derrota começou a ficar evidente.  
  • Francisco Everton – Marcou pela esquerda e só. Sua boa vontade foi maior do que a qualidade.
  • Javier Reina – Errou 100% dos lances que tentou.
  • Gilberto – Com disposição de garoto, fez 30 minutos espetaculares armando e finalizando. Deixou a defesa do Flu desarvorada, apavaroda, descontrolada. Traído pelo corpo, contundiu-se e  saiu mais cedo. Foi o que selou a sorte do Cruzeiro na partida.
  • Marquinhos Paraná – Embora Lédio Carmona tenha dito que ele entrou pra armar o jogo -e os teleguiados acreditaram- MP foi mais um marcador. Quando subiu ao ataque, perdeu boa oportunidade em lance criado por Henrique. Pelo insucesso no arremate, que passou por cima do travessão, apanhou feito cão sem dono. Pra ser perdoado, terá de perder gols como um centroavante, jamais como um volante de contenção. Virou culpado pela derrota, algo que não ocorreu com os geniais Robert e WP.
  • Thiago Ribeiro – Muita luta, algumas boas jogadas, mas ninguém com quem dialogar. E muita paciência pra ouvir as demandas de WP, que exige um secretário pra servi-lo a tempo e a hora.
  • Wellington Paulista – Não marcou gol, mas foi perdoado, pois centroavante está lá é pra isto mesmo, segundo seus fãs. No mais, caiu, levantou, tornou a cair e, finalmente, levou um cartão amarelo. Gol pode até não fazer, mas terminar sem amarelo, ele jamais termina. Faz parte do show. Ou do marketing, sabe-se-lá.
  • Robert – Tropeçou numa bola, caiu de bunda no chão ao tentar dominar outra e ficou nisso.
  • Cuca – Entrou com três volantões de contenção e conseguiu anular Conca com marcação individual feita por Henrique. Com a defesa trancada,  pôde liberar Gilberto, que construiu boas jogadas. No 2º tempo, foi enrolado por Muricy quando o Flu avançou, fechou as laterais acabou com a saída de bola celeste. Nesse momento, Cuca precisou de um armador e o que havia no banco era o Javier Reina. Aí, nem com reza brava! Seu sistema privilegia a contenção e os rápidos contra-ataques, algo que os amantes do futebol ultramoderno já condenaram ao fogo eterno. Será engraçado ver esta gente se contorcer pra explicar “novidade” tão antiga. E constrangedor vê-los batendo palmas pra algo que nãos e parece com o jeitão espanhol de jogar. 
  • TorcidaJorge, eu vi de cima e de longe a torcida do Cruzeiro. Como o jogo foi tenso e os cruzeirenses não fizeram gol que os levassem a se manifestar, eu não notei se estavam empolgados ou não. Estavam em bom número, na média das torcidas dos demais grandes.(Victor Pimentel, torcedor do Fluminense)
  • Juiz & Bandeiras – Um impedimento mal marcado numa das poucas vezes em que Fred poderia ter complicado a vida da bequeira celeste, foi a única falha gritante. As demais foram de pequeno porte.
  • Fluminense – O Tricolor passou aperto no 1º tempo, mas botou 0rdem na casa no 2º e mostrou que não é líder por acaso. Muricy, tosco no trato com a mídia, deposita mais fé em si do que na cornetalha e na hienagem que, lá como cá, controlam o cérebro do torcedor genérico. Os ex-cruzeirenses Mariano, Leandro Euzébio e Carlinhos jogaram bem. Fred foi contido. Conca fez um grande 2º tempo. Gum e André Luiz seguraram o rojão nos melhores momentos do Cruzeiro.  Alan deu trabalho no 2º tempo.

Problema de hora e lugar

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vida de blogueiro não é mole. O sujeito trabalha de graça e ainda tem que ler tolices e desaforos. E receber cobranças descabidas.

Hoje, ao abrir o antispam, encontrei o protesto de um comentarista se dizendo sob sensura (sic) há mais de seis horas “só porque falo a verdade”.

Certamente (ou seria sertamente?) o cidadão imagina que o blogueiro tem de ficar à disposição dele pra evitar qualquer atraso na publicação de suas gotas diárias de sabedoria.

Dizia Billy Blanco: “O que dá pra rir dá pra chorar / Questão só de peso e medida / Problema de hora e lugar /Mas tudo são coisas da vida” 

Pra levar esta vida de blogueiro, só rindo pra não chorar. Ou definindo pesos e medidas sem medo de errar.

Lamentável é não conseguir evitar que todos os comentários do Rosan, da Beth e do Olivieri caiam no antispam.

Eles são cruzeirenses provados e comprovados. Mas, por algum motivo que desconheço, o programa os persegue. Quando estou próximo, libero.

Outro perseguido pelo Hal é o Geniba. Neste acaso, o próprio comentarista sabe, como sabia John Klute, que o “passado o condena”. Passado de comentarista radical, obviamente.

Mesmo assim, estando conectado, eu o libero seus comentários. Como libero os pitacos de atleticanos, flamenguistas, gremistas, anticruzeirenses e até de hienas, quando escritos com o mínimo de respeito.

O que o blogueiro não vai mais é se preocupar com queixas e reclamações de provocadores. Estes, ao contrário dos termocéfalos, são mansos, lânguidos, suaves, mas ainda assim deletérios.

Entulham propositalmente o blog com posts monocórdios, repetitivos, aparentemente burros, mas, na essência, maldosos, destinados a minar o ânimo dos participantes.

Pra essa galera, a blogosfera tem uma pá de links interessantes. A começar pelo Granma. Tchau e boa navegação.

Outro tipo enjoado é o sujeito que acusa, difama e ofende jornalistas, cartolas, treinadores e jogadores com o argumento de que são pessoas públicas.

Quem quiser apodar, desafiar ou brigar com as figuras públicas, que o faça pessoalmente. Aqui, não.

Cruzeirense também não servirá de pasto pra hienas neste blog.

Adílson Baptista, por exemplo, que honrou o clube como jogador, treinador e torcedor não será ofendido no PHD. Ponto.

Deixem o sujeito seguir sua vida em paz. Ontem, na Turma do Bate-bola, Emanuel Carneiro deu uma catracada pública no presidente Zezé Perrela, que ouviu a preleção anti-Adílson humildemente.

O ex-treinador fez o que achou melhor para o Cruzeiro. E, nesse melhor, está o imperdoável (pros atleticanos com ou sem microfones) duplo 5×0 sobre o rival citadino.

A rádia podia deixá-lo em paz. Ele está na história, não mais à beira do gramado. Provocadores teleguiados também deviam esquecer Adílson e gastar seu latim com o novo treiandor.

Se não for possível, podem procurar outra freguesia pra cantar.

Crítica técnica, tudo bem. Esculacho, não. Adílson Baptista, ao contrário das hienas, é Sócio do Futebol cruzeirense. E tem 4 títulos mineiros e 2 supercopas.

Por isto e por defender incondicionalmente o Cruzeiro, ele será sempre respeitado no PHD.

Quanto aos cruzeirenses que têm comentários retidos, só posso lhes pedir desculpas. E contar com a ajuda do webmaster pra solucionar o problema.

Aos provocadores, repito, aconselho navegação pelos sites e blogs de cruzeirenses, todos melhores do que o PHD, listados na coluna ao lado.

Fábio garantiu a vitória

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Atlético 0x2 Cruzeiro, na Arena da baixada, Curitiba, pela 8ª rodada do Brasileiro 2010, em 14jul10:

  • Fábio – Salvou o time com pelo menos três defess milagrosas. Foi o melhor em campo, de novo.
  • Jonathan – Recebeu ordens para marcar muito e apoiar pouco e as cumpriu à risca. Boa atuação.
  • Gil – Por sorte o juiz anulou um gol legítimo do Atlético que, se fosse validado, teria marcado sua carreira pela trapalhada cometida. Andou brincando em algumas jogadas até levar uma chamado do goleiro Fábio. Daí em diante, tomou tento e segurou a onda sem querer enfeitar.
  • Cláudio Caçapa – Ganhou e perdeu lances para os atacantes atleticanos. Passa seriedade, mas não segurança. Deve ser usado com moderação.
  • Diego Renan – Foi um lateral marcador à moda antiga. Numa das subidas esporádicas, deu um bom chute a gol.
  • Henrique – Foi um cabeça de área entusiasmado. Protegeu a defesa e largou de mão as veleidades ofensivas.
  • Fabrício – Basicamente, um cabeça de área, saiu algumas vezes para o apoio. Mas sem correr riscos.
  • Roger Galera – Acusou o efeito Montilla. Correu como jamais havia feito antes. Perseguiu os adversários até na área celeste. Na criação, faltaram idéias. Nos arremates a gol, a pontaria estava ruim. Na metade do 2º tempo, ficou sem gás e foi substituído. Valeu pelo entusiasmo.
  • Marquinhos Paraná – Entrou com a missão de fechar ainda mais o meio de campo e cumpriu a obrigação.
  • Gilberto – Criou boas jogadas, mas não descuidou da marcação e da ocupação de espaços ajudando, principalmente, Diego Renan.
  • Fabinho – Jogou pouco e com a missão exclusiva de marcar. Deus um bico e ficou nisso.
  • Thiago Ribeiro – Grande atuação, como quase sempre. Atacou pelas duas pontas, incomdou muito o sistema defensivo do Atlético e colocou uma bola na cabeça de WP no 1º gol.
  • Robert – Jogou pouco tempo, mas fez um gol de centroavante eficiente. Diante do goleiro, agiu com frieza ao escolher o canto certo e tocar a bola pras redes.
  • Wellington Paulista – Errou quase tudo o que tentou. As duas jogadas que acertou, contudo, terminaram em gol. Um seu, outro de Robert. É o que se espera de um centroavante, embora ele ache mais importante se dezer desmotivado, puxar saco de treinador recém contratado e fazer média com a torcida. O que é dispensável.
  • Cuca – Mais conservador do que Adílson Baptista, prendeu os laterais, escalou dois cabeças de área, fez os dois meias voltarem pra recompor a defesa e quando o adversário apertou não teve vergonha de trancar a defesa com quatro cabeças de área. Só o ataque, o gol e a bequeira com virtudes e defeitos permaneceram jogando como na gestão anterior. Na coletiva, sinalizou para doidivanas e hienas que, se preciso, vai trancar sempre o time. Com a boa estréia terá sossego pra trabalhar. Sossego que acabará quando se vencer a Cocota e os microfonistas resolverem derrubá-lo com apoio dos teleguiados.
  • Torcida – Pouco mais de cem cruzeirenses compareceram e, em diversos momentos, calaram os 13 mil atleticanos. Só o Dr. Ianni pode esclarecer o fenômeno.
  • Juiz & Bandeiras – Ajudaram o Cruzeiro marcando dois impedimentos inexistentes do ataque local. Num deles, Gil fez um autogol de videocassetada, que poderia ter complicado a partida. Nos demais lances, estiverm bem tanto na parte técnica quanto na disciplinar.
  • Atlético – Time remontado durante a Copa, o Atlético foi superior ao Cruzeiro no começo do 1º e, de novo, no começo do 2º tempo. Foi prejudicado pelo bandeira que lhe tirou um gol legítimo e pelas defesas milagrosas de Fábio. Foi vaiado injustamente por sua torcida que, segundo o Dr. Ianni, é fidelíssima. Mas não é. Age como qualquer outra deztepaiz. Apoia na boa, atrapalha na podre. Alex Mineiro e Paulo Baier mostraram categoria. Branquinho deu boa dinâmica ao meio de campo na etapa final. Manoel, que é excelente lateral-direito, também se mostrou um bom beque. Vagner Diniz também mostrou serviço no 1º tempo. É o melhor dos atléticos da zona de rebaixamento.