Posts com a Tag ‘Sudáfrica’

Querido Líder distribuiu voadoras

sábado, 31 de julho de 2010

A TV governamental da Coréia Comunista -não é só no Brasil que temos uma- só mostrava jogos da seleção um dia depois.

Era pra dar tempo aos censores de avaliarem o resultado e a manifestação do público.

Mas o entusiasmo foi tamanho com a bela partida do escrete contra o Brasil, que abriram uma exceção e mostraram, ao vivo, o jogo contra Portugal, na África do Sul. E aí foi aquele sapeca-iaiá de 7×0!

O ditador nanico se aborreceu. Ficou um pote até aqui de mágoas, como canta o bardo de voz de taquara. Na volta dos atletas, ele passou uma descompostura pública na rapaziada.

E pensar que tem brasileiro – e como tem!- sonhando com um regime deste tipo na patriamada…

Leiam a matéria do saite peruano 100 Goles e decidam se é pra rir ou pra chorar.

Los jugadores y el comando técnico de la selección de fútbol de Corea del Norte fueron duramente castigados por el Gobierno de su país debido al pobre desempeño que mostraron en el Mundial de Sudáfrica 2010, así lo informó Radio Free Asia. 

Según el referido medio de comunicación, el pasado 2 de julio los integrantes del combinado norcoreano estuvieron seis horas en posición de firmes delante del Palacio de la Cultura Popular de Pyongyang (capital de Corea del Norte) y durante todo ese tiempo recibieron fuertes críticas.

La peor parte la llevó el seleccionador norcoreano Kim Jong Hun, quien fue forzado a dejar su cargo para realizar trabajos forzados. Se informó que el castigo se debió al ‘delito’ de haber traicionado la confianza del ‘Querido Líder’, Kim Jong il. 

Los únicos jugadores que se salvaron fueron Jong Tae-se, quien es la figura del equipo y es recordado por llorar en debut mundialista al escuchar su himno nacional, y An Yong-hak, quien viajó directamente a Japón.

Cabe señalar que Corea del Norte jugó en el Grupo G y dejó el mundial sin ganar algún punto.

Espanha 1×0 Alemanha: Uma estranha na final

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Estádio Moses Mabhida, em Durban, as badaladas Espanha e Alemanha decidem quem enfrentará a Holanda, a seleção mais eficiente, na decisão da Copa 2010.

O jogo será arbitrado pelo húngaro Vikto Kassai.

Vicente Del Bosque lança a Espanha com Casillas; Rsmos, Puyol, Piqué, Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Villa y Pedro.

Joachim Löw escala a Alemanha com Neuer, Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng; Khedira, Schweinsteigerz, Trochowski e Özil, Podolski e Klose.

Os alemães tentarão disputar sua 8ª final de Copa. Os espanhóis lutarão por sua 1ª.

***** (mais…)

Craques incompreendidos

terça-feira, 6 de julho de 2010

Roger Galera não gostava do ex-treinador. Mas, só agora, depois que Adílson Baptista saiu, ele resolveu desfiar suas mágoas pra todos nós.

Antes, ele guardava o segredo pra turma que frequentava as boates. Ou dizia que a permanente má forma foi adquirida nas areias do deserto onde passou dois anos jogando.

Agora, sim, ficamos sabendo que ele estava jogando o fino, mas era boicotado pelo treinador. Que belo caráter!

Olha, acho que a concorrência é boa. Infelizmente, a concorrência era pouca, anteriormente. Jogavam dez e eram somente os dez que jogavam.

Esperamos que agora a concorrência esteja aberta e que as oportunidades sejam dadas e que jogue o melhor, aquele que se apresentar melhor. Ou que joguem todos.

Acho que tem espaço para todo mundo. Isso cabe ao treinador definir. É bom para ele, para que ele tenha várias opções com qualidade e ruim também, porque tem que deixar de fora algumas vezes.

Começa tudo do zero. Ele vai dar oportunidade a todo mundo, principalmente aqueles que não vinham jogando: eu, Wellington Paulista, Caçapa, que poucas vezes tínhamos oportunidades.

É uma chance para esses mostrarem que o outro treinador estava errado.

 

Uma pena que Adílson Baptista tenha sido tão malvado com esses gênios da bola.

Se não ficassem na geladeira, certamente iriam à Copa e o Brasil não teria voltado tão cedo da Sudáfrica.

Didi e Churchill

domingo, 4 de julho de 2010
  • “Até o Felipe Melo, que foi Gerson no primeiro tempo, virou Kleber no segundo…” (Ernesto Araújo)

O Brasil perdeu porque enfrentou um time forte. Não é à toa que a Holanda se mantém invicta há 23 partidas. Ponto.

Perdeu também porque nossos jogadores não têm a exuberante qualidade que imaginamos. São bons, mas nenhum é extraordinário. Ponto sem vírgula.

Perdeu porque seu craque nunca esteve em condições ideais pra uma competição contra os jogadores mais fortes, mais velozes, mais saudáveis e de técnica mais apurada que disputam uma Copa.

Quem chegou à Sudáfrica meia-boca não teve tempo de se recuperar e jogar no limite. Rooney, Torres, Verón, Deco, Pirlo, Gattuso estão na mesma enfermaria do Kaká.

Perdeu porque seu esquema tático não deu conta de responder às exigências específicas de cada partida.

Mas isto é uma longa conversa, principalmente, num território de torcedores que trucidaram o último treinador do Cruzeiro por insistir em privilegiar funções ao invés de posições.

Agora, um fator é possível discutir, embora também não possa ser dado como absoluto: a personalidade dos atletas.

Gilberto Silva disse, na Itatiaia, que a decisão de proibir entrevistas exclusivas não foi do treinador, mas do grupo.

Nesta linha, provavelmente, o claustro a que se submeteram os atletas também deve ter sido aprovado pelo coletivo.

E com claustro ou sem claustro, a seleção voltou pra casa nas quartas de final. Tal qual em 2006.

Tínhamos um time bem montado, mas que não suportou o gol e empate da Holanda. Ele teve efeito devastador para o coletivo e para seus indivíduos.

Quando vi a bola nas redes, lembrei-me da imagem do Príncipe Etíope de Rancho, o Mestre Didi, buscando a bola no filó e, sem a menor pressa, dirigindo-se com ela ao meio de campo enquanto pedia calma aos companheiros assutados pelo gol sueco na final de 58.

Pois é, meus amigos (e também inimigos), não havia um mestre no escrete de 2010. E se houve alguma chance de existir um, ela foi limada pelo grupo.

O coletivo é importante, nem se discute. Mas o herói tem seu lugar na história. Seja ele um salvador da civilização como Churchill -que fez a América se mexer na II Guerra- ou um salvador da pátria enchuteirada como Didi.

Pra que 52 dias de clausura? Por que não conceder entrevistas? Por que se abster de sexo? Qual a vantagem de não receber o carinho dos pais, esposas, filhos e amigos nas horas vagas? Aliás, por que não se conceder o direito a um passeio ao zoo ou ao shopping center?

Se ao tomar o gol, o coletivo pudesse se reunir e deliberar sobre o que fazer, talvez a seleção canarinha tivesse se recomposto e voltado a jogar bem como no 1º tempo.

Como não houve, o que se viu foram closes de um Juan apavorado. Kaká e Lúcio tentando resolver individualmente, Felipe retroagindo às cavernas, Robinho, Daniel e o Fabuloso desconectados do resto do time, a locomotiva Maicon perdendo energia e cousa e lousa.

A Argentina reagiu melhor ao gol germânico. Reagrupou-se e tentou jogar sua bolinha, mesmo que dentro de um esquema suicida. Levou uma tunda até maior, mas aí são outros quinhentos.

Importante é que, para o gol devastador, faltou aos brasileiros ao menos uma referência, alguém pra reagrupar a equipe e tentar uma retomada do bom futebol do 1º tempo.

Repito, o líder não pode tudo, mas seu papel não pode pode ser desconsiderado. Um grupo pode funcionar, mesmo que disputas internas sejam inevitáveis. Como a que opunha Rivaldo e Ronaldo em 2002.

Até isto pode ser canalizado pra aumentar a competitivade do time.

O que não pode acontecer no futebol é a mansidão de uma turma que não se arrisca nem a conceder uma entrevestazinha por medo de pisar na bola.

Dois fracassos, só um vexame

domingo, 4 de julho de 2010

Quase toda a imprensa esportiva brasileira se derrete por Maradona. Revolucionário pra uns, ousado pra outros, ultramoderno pra quem analisa futebol com o intestino, ele deixou, como legado, três páginas humilhantes na história de sua seleção: 6×1 pra Bolívia, 3×0 pro Brasil (quando tentou ganhar na marra usando o Gigante de Arroyito) e 4×0 pra Alemanha.

Contra os alemães, que vinham assombrando nesta Copa, ele escalou o ponteiro esquerdo Di Maria e meia atacante Rodriguez como volantes. Restou ao brucutuzinho Mascherano, sozinho na contenção, capinar canelas germânicas e esburacar o gramado do Green Point com carrinhos desgovernados.

Enquanto isso, no ataque maradônico, Tévez corria feito vaca louca, Higuaín padecia de cruel isolamento e o melhor do mundo, Lionel Messi, carregava a bola do nada pra lugar algum.

E o couro comendo a cada contra-ataque do time treinado pelo nada famoso Joachim Löw.

A Argentina teve 54% de posse de bola. Pra quê? Se não tem o que fazer com a Jabulani pouca diferença faz ter sua posse. De que adianta ter tantos talentos, todos em boa fase em seus clubes, inteiros fisicamente, se o sistema de jogo atrapalha?

Dunga também caiu. Ironicamente, mais pelos acertos do que pelos erros de seu ortodoxo 4-3-1-2. Ou não foi justamente a defesa, tida e havida como a melhor do mundo, quem entregou o jogo contra a Holanda?

Os críticos dizem que o treinador brasileiro não levou boas opções para o banco. Quando saiu a convocação, eu mesmo cornetei os nomes de Ganso, Neymar e Fabrício.

Mas será que eles teriam feito melhor? Ganso, que já havia fracassado na Sub20, viu-se depois, estava baleado. Tão logo, encerraram-se as inscrições pra Copa, ele foi submetido a uma cirurgia no joelho.

Neymar, que tanto espetáculo deu contra Naviraiense e quejandos, sumiu na decisão paulista contra o Santo André. Anda até sendo substituído no decorrer dos jogos do Morrinhão. Teria sido opção melhor do que Nilmar?

O Imperador Adriano, bem, esse merece sossego, não uma discussão a sério.

Resta o pranteado Ronaldinho Gaúcho. Mas o que ele fez desde 2006 quando foi um dos piores da Copa? Demitido do Barça por incompetência, arranjou uma boquinha no combalido Milan onde também nada fez.

Por que diabos, após 4 anos e vários vexames vestindo a amarelinha, a blaugrana e a rossonera, R10 teria sido o salvador da pátria na Sudáfrica? Só mesmo os mesa-redondistas e seus teleguiados pra defenderem esta causa.

Os cronistas profissionais falam pelos cotovelos, pois são obrigados a encher linguiça em seus intermináveis bate-papos televisivos.

Já os teleguiados, só mesmo por preguiça mental, continuam entoando a ladainha de que o precocemente aposentado R10 teria sido boa opção no banco.

No fim das contas, fracassaram tanto o amado Maradona quanto o odiado Dunga. Um com o peso de goleadas desmoralizantes, outro castigado por um erro do melhor goleiro do mundo.

Dá na mesma? Vamos aguardar os próximos capítulos pra saber quem vai adotar o revolucionário sistema de cinco atacantes de Don Diego. E que treinador bancará o glorioso retorno de R10 à Seleção Brasileira.

Um penta, três tetras, um tri

sexta-feira, 2 de julho de 2010

É muito mal contada a história dos títulos mundiais de futebol. Quem acredita na lenga-lenga da mídia, deve achar que não houve torneio mundial antes de 1930.

E houve. O torneio de futebol dos jogos olímpicos era o mundial dos primórdios do futebol. Por isto, a contabilidade dos títulos mundiais deve incluir os torneios olímpicos de 1900, 04, 08, 12, 20, 24 e 28.

A verdadeira lista de campeões mundiais de futebol é esta:

  • 5 – Brasil ( 58, 62, 70, 94 e 02)
  • 4 – Inglaterra (00, 08, 12, 66), Uruguai (24, 28, 30, 50) e Itália (34, 38, 82, 06)
  • 3 – Alemanha (54, 74, 90)
  • 2 – Argentina (78, 86)
  • 1 – Canadá (04), Bélgica (20) e França (98)

Os títulos olímpicos pós-1930, evidentemente, não têm o mesmo peso dos anteriores, pois os jogadores profissionais foram excluídos deles. E quando retornaram, os torneios passaram a ser disputados por seleções de jovens.

Posto isto, é bom observar que o minúsculo Uruguai pode se igualar ao gigantesco Brasil tornando-se se pentacampeão na Sudáfrica.

N.B.: Cliquem aqui pra ver como Michael Dunga pretende levar o Brasil ao Hexa.

Intrigas da Copa

sábado, 26 de junho de 2010

Intrigas da Copa disputada na Sudáfrica:

  1. Evandrão está furioso com a qualidade técnica desta Copa. A de 1930, que ele acompanhou in loco, continua sendo sua predileta.
  2. A Coréia Comunista só marcou um gol na Copa. E foi contra o Brasil. Parece coisa do Itamarati. Se Venezuela, Bolívia e Irã estivessem no Grupo G, o Brasil teria saído precocemente do torneio.
  3. Depois do jogo, Cristiano Ronaldo justificou o empate dizendo que o Brasil não é nenhuma Estrela de Amadora. Concordo. E também limpo a barra do  escrete canarinho, afinal, Portugal não é nenhum Atlético de Vespasiano.
  4. Kaká não está 100% na Copa, porque deixou 10% na igreja.
  5. “Vesti azul, minha sorte então mudou…”, diz uma canção dos tempos da Jovem Guarda, que virou melô da Espanha. A Fúria, chamada por sua imprensa de La Roja, ontem se classificou jogando de azul.
  6. Maradona aderiu à vuvuzela. Só que, todo atrapalhado, usa o instrumento pra aspirar ao invés de soprar.
  7. Mariana e a Simone, comentaristas do PHD, elegeram o eslovaco Hamsyk o cara mais bonito da Copa. O cidadão é uma espécie de Cicinho piorado. Com cabelo de quem acabou de sair de um filme de terror.
  8. Contra Portugal, Lúcio “foi um monstro!”, avaliaram os comentaristas. Certíssimo. Ele tem phisique de rôle pra Família Adams.
  9. Até o final da Copa, Maradona ou Dunga tomarão o posto de Rei do Pulinho, que Luxemburgo conquistou na pista do Mineirão.
  10. Muitos cruzeirenses estão fazendo campanha pra Dunga trabalhar na Toca dqa Raposa. Sonham com o Anão distribuindo caneladas na rádia e em seu setorista mala numa coletiva na Arena do Jacaré.

Uruguai 2×1 México: Celeste de volta ao Olimpo

terça-feira, 22 de junho de 2010

Às 11h (Brasília), no Royal Bafokeng, em Rustemburgo, México e Uruguai decidem o Grupo A com arbitragem de Viktor Kassai, da Hungria.

O vencedor fica em 1º lugar, o perdedor fica dependendo do resultado de França x Sudáfrica. Em caso de empate, passam os dois com o Uruguai em 1º.

Vitor Birner, no UOL Esportes: “Se a partida acabar do mesmo jeito que ela começa, ambos estarão classificados para as oitavas de final, mas mexicanos e uruguaios – com quatro pontos cada – abrem a última rodada do grupo A para fugir da desconfiança de que podem fazer um ‘jogo de compadres’. A própria Fifa já se manifestou que acredita no ‘Fair Play’ das equipes. Além disso, uma vitória para qualquer um dos lados afastaria um provável duelo precoce contra a Argentina, que deve passar em primeiro no grupo B.” (mais…)

Sudáfrica 2×1 França: Com chave de ouro

terça-feira, 22 de junho de 2010

Às 11h (Brasília), no Free State, em Bloemfontein, Sudáfrica e França jogam em busca de uma improvável classificação no Grupo A.

Quem vencer, fará contas pra ver se ultrapassa, no saldo de gols, o derrotado no México x Uruguai. Em caso de empate, os dois times assistirão no sofá o restante do torneio.

Lucas Reis no UOL Esportes: “Temperatura de 15ºC no Free State Stadium, em Bloemfontein. Domenech escala Clichy, Cissé e Squillaci como titulares; Henry está fora. Capitão Evra foi barrado após discutir com o preparador físico da seleção francesa. Diarra assumiu a braçadeira. Após tomar as manchetes com seguidas polêmicas, a França lembra que precisa jogar bola. Os Bleus correm risco de repetir o fiasco de 2002, quando se despediram do Mundial ainda na 1ª fase e sem fazer gols. Embora os problemas sul-africanos sejam bem menores, Parreira sente a pressão pelo desempenho abaixo do esperado da equipe, que pode entrar para a história como a primeira anfitriã eliminada na fase inicial.”

Público: 39.415. (mais…)

Sudáfrica 0x3 Uruguai: Pretoriazo

quarta-feira, 16 de junho de 2010

No Loftus Versfeld, em Pretória, Sudáfrica x Uruguai abrem a 2ª rodada da fase de grupos da Copa duelando por uma vaga no Grupo A.

Carlos Alberto Parreira escalará os anfitriões num 4-2-3-1 em que os destaques são os meias Modise, Pienaar e Tshabalala. Se estes caras derem o máximo de si, o Pé de Uva pode conquistar sua 1ª vitória em mundiais dirigindo seleções estrangeiras. 

Oscar Tabárez mandará os orientais num 4-4-2 elementar e torcerá pra Suárez (Ajax) e Forlán (Atlético Madrid), no ataque, e Muslera (Napoli), no gol garantirem seu emprego.

O suíço Massimo Busacca é quem comandará a fuzarca, que os uruguaios aprontarão se a vaca deles estiver indo pro brejo.

Deu no diário esportivo digital uruguaio Ovación:

Uruguay goleó a Sudáfrica y sueña con la clasificación

Gonzalo Larrea

De la mano de Diego Forlán, que metió un golazo y fue la gran figura de la cancha, Uruguay goleó 3 a 0 a Sudáfrica y tras 20 años volvió a festejar en los mundiales. Con el triunfo, la celeste lidera el Grupo A y sueña con la clasificación.

Con autoridad, y una superioridad total en cancha, Uruguay se llevó hoy un triunfo trascendente y vital ante el dueño de casa que lo deja a un paso de los octavos de final.

Tras un buen comienzo, en el que el equipo de Tabárez salió mejor en ataque pero con fallas en la mitad de la cancha, un zapatazo de Forlán desde afuera del área le dio la apertura a Uruguay y abrió el camino para la victoria y la posterior goleada.

 El delantero del Atlético de Madrid controló el balón y tras dar una media vuelta sorprendió con un disparo que se clavó contra el travesaño, desatando la locura celeste en Pretoria.

El golazo de Forlán “agrandó” a Uruguay, que comenzó a generar oportunidades de gol, una tras otra.

Suárez, Cavani y el propio Forlán contaron con buenas y claras chances en el primer tiempo, pero siempre perdonaron.

Sin embargo, la tónica del encuentro no cambió y siguió siendo la celeste, hoy de blanco, el mejor equipo en cancha, que siguió generando y desperdiciando oportunidades de gol, ante una Sudáfrica sin reacción, que casi no inquietó.

De todos modos, la cantidad de goles errados hizo temer lo peor: Uruguay perdonaba y de a poco los bafana-bafana comenzaron a arrimarse. Como si fuera poco, el suizo Massimo Busacca tuvo un pésimo segundo tiempo, inclinando la cancha a favor del local.

Así, en el mejor momento del equipo de Parreira en el partido, una clara falta dentro el área sobre Suárez de Khune, arquero sudafricano, terminó con un penal a favor de Uruguay.

Una vez más, Diego Forlán demostró su clase al rematar fuerte y arriba, imposible para Josephs, quien debió ingresar ante la expulsión de Khune.

El gol liquidó el partido y vació las tribunas del Loftus Versfeld Stadium de Pretoria, que aún tenía por delante la estocada final. El “Palito” Pereira apareció solo por el segundo palo tras una falla de Josephs y remató, con el arco vacío y abajo del travesaño, para decretar la goleada.

Con el triunfo, el primero de Uruguay en los últimos 20 años, la selección se coloca en la cima del Grupo A a la espera de lo que ocurra mañana entre Francia y México.

Ficha del partido Sudáfrica 0x3 Uruguay: Sudáfrica: Itumeleng Khune – Siboniso Gaxa, Aaron Mokoena (cap), Bongani Khumalo, Tsepo Masilela – Siphiwe Tshabalala, Kagisho Dikgacoi, Reneilwe Letsholonyane (Surprise Moriri 57), Teko Modise – Steven Pienaar (Moneeb Josephs 79) – Katlego Mphela. DT: Carlos Alberto Parreira. / Uruguay: Fernando Muslera – Maxi Pereira, Diego Lugano (cap), Diego Godín, Jorge Ciro Fucile (Álvaro Fernández 71) – Egidio Arévalo Ríos, Diego Pérez (Walter Gargano 90+1), Álvaro Pereira – Diego Forlán – Luis Suárez, Edison Cavani (Sebastián Fernández 89). DT: Oscar Washington Tabarez. / Estadio: Loftus Versfeld (Pretoria) / Arbitro: M. Busacca (SUI) / Amonestaciones: Sudáfrica: Pienaar (6), Dikgacoi (43) / Expulsiones: Sudáfrica: Khune (76)