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A grana não vai a Abu Dhabi

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

No Morumbi, perante 57.113 torcedores, o São Paulo venceu o Internacional por 2×1, pelas semifinais da Libertadores.

Alex Silva, aos 30 do 1º tempo, marcou o 1º do tricolor após falha do goleiro colorado, Renan. Alecsandro empatou, sem querer, após cobrança de falta por D’Alesssandro, aos 6 da etapa final. Ricardo Oliveira fez o gol da inútil vitória dos paulistas, aos 8.

Tinga, dono de vasta cabeleira e escasso bom senso, levou dois amarelos bestas e deixou o time gaúcho no sufoco, na metade do 2º tempo.

Apesar da ajuda unesperada, o clube mais rico do país matou de desgosto seu arrogante presidente, Juvenal Juvêncio, com pouco futebol -Fernandão foi simplesmente ridículo- e foi eliminado.

Independentemente do que ocorrer na decisão contra o Chivas Guadalajara, o Inter vai ao Mundial Interclubes, em Abu Dhabi, no final da temporada.

Toda a grana aplicada pelo São Paulo em seu fabuloso elenco foi desperdiçada. Os caraminguás dos sócios do Inter falaram mais alto.

Paralelos e analogias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.

Holanda 3×2 Uruguai: Pragmatismo vai à final

terça-feira, 6 de julho de 2010

Às 15h30, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, Holanda e Uruguai abrem as semifinais da Copa 2010 em partida que será apitada pelo usbeque Ravshan Irmatov.

A Holanda manterá o 4-3-3 e não contará com De Jong e Van der Wiel, suspensos, o que não faz muita diferença. Eles serão substituídos por Van der Zeeuw e Affellay, respectivamente.

O Uruguai jogará no 4-4-2 e não contará com Lodeiro e Lugano, contundidos, nem Suarez e Fucile, suspensos. Para um elenco de qualidade inferior, são ausências sugnificativas.

Diego Forlán deve atuar mais adiantado, ao lado de Edinson Cavani, na Celeste Olímpica.

Com o meio de campo mais reforçado, Oscar Tabárez tem a intenção de parar Aarjen Robben, o chutador da Laranja.

Resta saber quem vai segurar Wesley Sneijder, um dos destaques da Copa.

*****

Ovacion, de Montevidéu:

Terminó la odisea celeste

Uruguay empezó jugando mejor el partido, teniendo la pelota y yendo al ataque. Pero no logró generar ninguna situación de peligro para el arco holandés, apenas un pase en profundidad de Forlán para Cavani, que el árbitro detuvo por una posición adelantada que no existió.

A los pocos minutos Holanda tomó el control de la pelota y comenzó a hacer correr la pelota alrededor del área uruguaya, aunque sin ser muy incisivo. Parecía que Uruguay tenía controlado al ataque holandés, pero un error en la marca permitiría a los europeos abrir el marcador.

Van Bronckhorst recibió la pelota a 30 metros del arco. Nadie se le acercó a marcarlo. La acomodó. Pateó y la pelota entró en el ángulo superior izquierdo de Muslera, que se tiró muy bien y alcanzó a rozarla.

En los minutos siguientes Holanda mantuvo el control del partido y de la pelota. Un gol abajo, parecía que el planteo de Uruguay, con tres volantes de marca, ya no le servía. Los minutos pasaban y los celestes seguían sin causar peligro en el arco holandés. Pero a los 41 minutos Forlán recibió la pelota, enganchó con la pierna derecha, hizo una diagonal y de afuera del área, con pierna izquierda remató al arco. Gol de Uruguay.

 El primer tiempo terminó 1 a 1. En el segundo ingresó Van Der Vaart, un volante de creación, por De Zeeuz, uno de marca, que sobraba en el partido dado el poco fútbol que creaba Uruguay.

Y con Van Der Vaart en la cancha el equipo holandés fue aún más superior. Mucho más incisivo que en el primer tiempo, Holanda hizo correr la pelota alrededor del área uruguaya. Esta vez resistirá el asedio.

Primero Sneijder remató desde el borde del área, y con la ayuda de un rebote y del palo. Luego Robben de cabeza. Uruguay estaba dos goles abajo pero salió a buscar la hazaña. Consiguió el descuento y terminó metiendo a Holanda en su arco.

No alanzó. Pero la derrota está lejos de ser un fracaso. Uruguay, con la frente bien alta, perdió contra Holanda 3 a 2 y el sábado jugará por el tercer puesto.

Holanda 3×2 Uruguai, terça-feira, 06jul10, 15h30 (Brasília), Estádio: Green Point, Cidade do Cabo, Público: 62.479 – Juiz: Ravshan Irmatov (Uzbequistão) – Bandeiras: Rafael Ilyasov (Uzbequistão) e Bakhadyr Kochkarov (Cazaquistão) – Amarelos: Maxi Pereira, Caceres (Uru), Sneijder, Boulahrouz (Hol) -Gols: Van Bronckhorst, 18, Forlán, 41 do 1º tempo; Sneijder, 25, Robben, 28, Maxi Pereira, 47 do 2º – Holanda: Stekelenburg, Boulahrouz, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Zeeuw (Van der Vaart), Robben, Sneijder e Kuyt; Van Persie. Tec: Oscar Tabárez / Uruguai: Muslera, Maxi Pereira, Godín, Victorino e Cáceres; Perez, Arévalo Rios, Gargano e Álvaro Pereira (Loco Abreu); Forlán (Fernández) e Cavani. Tec: Bert Van Marwijk.

Espanha 1×0 Paraguai: Até breve, Larissa

sábado, 3 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, Espanha e Paraguai decicem a última vaga para as semifinais da Copa. Quem vencer terá de enfrentar o pesadelo alemão.

A Espanha de Vicente Del Bosque manterá o 4-4-2 com Xavi, Busquets, Xabi Alonso e Iniesta compondo a linha de volantes mais cultuada do futebol atual.

O Paraguai, do argentino Gerardo Martino, jogará no 4-4-2 com Cardoso e Benítez mais avançados. Os guaranis ainda não encontraram o ataque ideal, por isto dependem muito de sua defesa.

O guatemalteco Carlos Batres será o juiz. E nenhum protagonista da partida se sentirá excluído pelo idioma. Nem a exuberante Larissa Riquelme, torcedora paraguaia que conseguiu ofuscar sua própria seleção nesta Copa.    (mais…)

Alemanha 4×0 Argentina: Maradona ficou de quatro

sábado, 3 de julho de 2010

Às 11h (Brasília), no Cape Town Stadium, na Cidade do Cabo, Alemanha e Argentina decidem uma vaga para as semifinais da Copa 2010, em partida que será arbitrada pelo usbeque Ravshan Irmatov.

Diego Maradona e Joachim Löw manterão suas equipes jogando no 4-2-3-1 tendo em Messi e Özil os principais criadores de jogadas ofensivas dos times.

Para a maior parte a imprensa esportiva, está é uma espécie de decisão antecipada do Mundial. Com o uqe holandeses e espanhóis, evidentemente, não concordam. (mais…)

O Bom Montillo

sábado, 3 de julho de 2010

O Cruzeiro contratou o meia argentino Walter Damián Montillo, da Universidad de Chile, por R$6,2 milhões.

O atleta de 1,71m e 71Kg, nasceu em Lanús, Buenos Aires, e formou-se na base do San Lorenzo, clube no qual se profissionalizou em 2002.

Em 2006, ele foi contrado pelo Monarcas Morelia do México. No ano seguinte, voltou ao San Lorenzo, mas quase não foi escalado pelo treinador Ramon Diaz.

Desde 2008, ele defende a La U, que ajudou a levar às semifinais da Libertadores 2010.

Montillo conquistou a Sulamericana de 2002, com o San Lorenzo, e o Apertura chileno de 2009, com a La U. E foi titular a Sub20 argentina no Mundial dos Emirados Àrabes, em 2003, deixando Javier Saviola no banco.

Ao longo da carreira, o camisa dez fez 23 gols em 217 partidas. Sua fama no Brasil deve-se ao gol marcado contra o Flamengo na atual Libertadores, que levou seu time às semifinais.

O torcedor não receberá um aeroportuário, mas também não deverá sofrer com um jogador tosco. Montillo sabe conduzir a bola e servir os atacantes.

E o melhor a fazer é apoiar e não vaiar o novato ao primeiro passe errado como fazem os cretinos teleguiados.

Quem sonha com jogadores mais famosos, tem duas alternativas: associar-se e colocar dinheiro no clube ou escolher um time rico pra torcer. Ou existe uma terceira via?

Uruguai 1(4)x1(2) Gana: Eterna Celeste Olímpica

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, Uruguai e Gana decidem quem vai às semifinais com arbitragem do português Olegário Benquerença.

Milovan Rajevac escalará Gana no 4-1-4-1 com o artilheiro Asamoah Gyan exercendo a centroavância e Annan a volância.

Oscar Tabárez escala o time charrua no 4-3-1-2 e sua chave da vitória está no trio avançado, Cavani, Suarez e Forlán. (mais…)

O Camisa 10 pode já estar na Toca

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Riquelme deve assinar por três anos com o Boca Juniors. A proposta do Cruzeiro era de um contrato por dois, mas o meia quer se garantir até completar 35 de idade.

Diego Souza, da Traffic, tampouco deve asinar com o Cruzeiro. A empresa não pode mais empatar capital deixando o atleta em vitrine brasileira. Tem que vendê-lo, com urgência, pra algum time estrangeiro.

O argentino Walter Montillo, atualmente, na Universidad de Chile, tem as semifinais da Libertadores pela frente. É pouco provável que troque a possibilidade de conquistar um título continental pelo arrastado campeonato brasileiro.

Restam, ao que parece, duas opções pra camisa dez celeste: Gilberto, ora na servindo à Seleção Brasileira, e Roger Galera que, nos amistosos na América, voltou a jogar bem.

O problema é que nenhum dos dois costuma ter fôlego pra 90 minutos. Nem preparo físico pra sequência de jogos do Morrinhão.

Será que o Cruzeiro não demorou demais pra buscar o milagreiro da camisa dez?

Se demorou, o treinador Cuca terá de se virar pra fazer o jogo coletivo ser o camisa dez dos sonhos da torcida.

Taça BH: Juniores avançam aos trancos e barrancos

sábado, 5 de junho de 2010

Enquanto se discute a crise plantada pelos microfonistas e seus teleguiados na Toca da Raposa, o time de juniores do Cruzeiro avança, aos trancos e barrancos na Taça BH de Juniores.

Confiram a campanha do time treinado por Alexandre Grasseli:

  1. 24mai10, Seleção de Betim 0x3 Cruzeiro. Gols: Elber (2) e Alan Júnior.
  2. 26mai10, Fluminense 1×2 Cruzeiro. Gols: Elber e Eber.
  3. 28mai10, Guarani (Pará de Minas) 0x1 Cruzeiro. Gol: Deivisson.
  4. 30mai10, Cruzeiro 1×2 Atlético. Gol: Sebá.
  5. 01jun10, Cruzeiro 2×2 Juventude. Gols: Thiaguinho (2)
  6. 03jun10, Cruzeiro 0x0 Portuguesa. Pênaltis: Cruzeiro 4×3.
  7. 06jun19, Cruzeiro x Uberlândia.

Este foi o time que desclassificou a Lusa: Ruan; Fabrício, Deivisson, Murilo e Hyago (Gabriel Araújo); Marquinhos, Uchoa, Eber e Elber; Sebá e Thiaguinho.

Se passar pelo Uberlândia, no Estádio Capelão, em Betim, o Cruzeiro enfrentará o vencedor de Atlético-MG x Atlético, nas semifinais.

Gilberto estreou em 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Uberaba 0x3 Cruzeiro, em 07abr10, no Engenheiro João Guido, Uberaba, jogo de volta das quartas de final do Campeonato Mineiro de 2010.

  • Adílson Batista – Só não gosto do ritmo sempre ansioso que ele põe às partidas. Ele póe os jogadores ansiosos pra matar a partida a qualquer hora. Parece querer sempre golear. Quando o time não goleia a torcida até vaia, mal acostumada que tem ficado. E outra, este ritmo que ele sempre impõe à partida faz os jogadores errarem muitos passes, se colocarem sempre em risco de lesões e de cartões. E isto está claro no Cruzeiro deste ano, toda partida uma chuva de cartões. Mas, como sempre, confio no trabalho dele. Aposto, e o reconheço como um grande técnico em outros quesitos (Cohen). Discordo companheiro. Essa ânsia é que deixa o time ligado. Ontem, deu pra ouvir ele gritando: “Uchoa! Vem pro meio! Leo! Olha as costas!” Toda hora ele dá uma chamada na turma. Tem que ser assim, não dá pra deixar solto. E acho que o excesso de cartões não tem absolutamente nada a ver com isso. (Renato SP).
  • Torcida – Compareceu em bom número, ocupando cerca de 80% do espaço reservado. A Mafia Azul da região, acho que de Patrocínio, cantou o jogo todo e puxou as músicas. O resto dos torcedores fez festa na hora dos gols (Charles Libertadores).

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