Posts com a Tag ‘selenike’

Dicionário do PHD. Vol. I

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Jorge:

Dando sequencia ao projeto do Dicionário do PHD estou definindo alguns termos da nova lista.

Nem todos eu lembro bem, como o caso do “ciclotímico”, mas depois você completa na revisão e aprimoramento do livrão.

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Resolução de Ano Novo

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Marcel Fleming

Eu decidi: não torcerei nunca mais para a Seleção da CBF!

E vou manter a promessa, por mais que a experiência sempre nos diga para nunca dizer nunca. Então, para facilitar as coisas, vou mudar: nunca mais torcerei para a Seleção da CBF, enquanto:

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Brasil 3×2 USA: Dungalelê!

domingo, 28 de junho de 2009

Espaço para enaltecer – taí uma palavra boleira! – ou escorraçar – esta é do tempo do Evandro – o Dunga. E vamos escrevendo o post ao sabor dos acontecimentos.

Como se sabe, os americanos jogam aquele hot dog deles bem basicão. Não inventam. E como conseguiram marcar um gol logo aos 9, com Dempsey, abriram a defesa do Brasil e meteram outro, aos 26, com Donovan.

Mas tem jogo. Se o Ramires, do Benfica, começar a jogar, ainda dá tempo de virar o o placar.

O Brasil começou o 2º tempo marcando com Luiz Fabiano a 1 minuto.

Os americanos tentaram responder, perderam a concentração e foram engolidos pelo toque de bola e velocidade dos brasileiros.

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Mal-me-quer, bem-me-quer

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

No Brasil, a Nike é odiada por 4 em cada 3 jornalisatas “conscientes”. Até CPI já fizeram pra ela. Além da gastança de dinheiro público, o circo deu em nada como era de se esperar. Da farra, restou o apodo SeleNike dado à Seleção Brasileira.

Agora, nos jogos olímpicos, a empresa americana veste a China, tão admirada pelos 4 em cada 3 “conscientes” e não se ouve um pio. Ninguém ousa chamar a potência emergente de ChiNike (os chiques devem pronunciar chainaique).

“Mal-me-quer, bem-me-quer / uma flor nos ajuntou / mal-me-quer, bem-me-quer, esta flor nos separou”, cantavam os foliões no tempo do Evandrão.

Foi a noite dos brutos

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Três jogadores poderiam ter saciado a fome de espetáculo de quem pede futebol moleque, bunitim e afins: Riquelme, Robinho e Messi, pela ordem de categoria. Mas quem jogou o fino foram Lúcio, Júlio Batista e Gutierrez. Noite de brutos, portanto. Assim, não dá! Assim, não pode! Os melhores momentos aconteceram no intervalo com o Skank. E torcida, cheia de grãs-finas de nariz de cera, recém-apresentadas à bola, se decepcionou com o placar oxo entre a SeleNike SeleAdidas. O show fica pra outra vez. Brasil e Argentina têm o direito de jogar pedrinhas, de vez em quando. Em Nuñez, haverá futebol de qualidade. Eu agarantio!