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O melhor brasileiro do Século XX

domingo, 6 de dezembro de 2009

Marcos Pinheiro

A edição 97 da Revista do Cruzeiro traz matéria sobre a escolha do Cruzeiro como o melhor clube brasileiro do século XX pela Federação Internacional de História e Estatística – IFFHS.

O melhor nos torneios sul-americanos, é bom registrar.

Segundo a revista, para aferir o desempenho dos times, a IFFHS atribuiu pontos por vitória ou empate em competições internacionais, com pesos diferentes de acordo com a importância da competição:

  1. Libertadores – 8 pts por vitória, a partir das quartas-de-final, 4 por empate;
  2. Supercopa e Recopa – 6 pts por vitória, 4 por empate;
  3. Mercosul e Merconorte- 5 pts por vitória, 2,5 por empate;
  4. Copa Ricardo Aldao, Copa do Atlântico, Copa Master, Copa Ouro, Copa Master da Conmebol e Copa Conmebol- 4 pts por vitória, 2 por empate.

O Cruzeiro lidera entre os clubes brasileiros, porque foi o melhor nas competições mais importantes.

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A última peça da Máquina

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Morreu, domingo, em Buenos Aires, aos 90 anos, Juan Carlos Muñoz, um dos nomes mais importantes do maior time da história do futebol argentino.

Ele foi o ponta-direita da Máquina, o time do River, que assombrou o futebol sul-americano nos Anos 40 com esta formação:

  • Amadeo Carrizo, Norberto Yacono e Luiz Ferreira; Bruno Rodolfi ,  Ricardo Vaghi  e  José Ramos; Juan Carlos Munõz, Juan Manuel “Charro” Moreno, Adolfo Pedernera , Angel Labruna e Felix Lostau. Tec: Renato Cesarini e Carlos Peucelle.

Peucelle dizia que em seu time

  • “Uns entram, outros saem, muitos sobem, todos voltam; não jogamos no 1-2-3-5, mas no 1-10”.

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River no vermelho

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Após oito exercícios com superávit, o River Plate, fechará o ano com déficit  de US$10 milhões.

Nem o dinheiro público com o qual o Casal Kirchner irrigou os cofres dos clubes argentinos  dará jeito nas contas dos Milionários no curto prazo.

O presidente José Maria Aguillar se justificou:

  • “A situação é frustrante, mas explicável. Cerca de 50% das receitas dos clubes argentinos decorrem da venda de jogadores. O segredo do déficit está em que o River não conseguiu vender. Em 2001, o clube arrecadou US$50,475,997.00 com transferências e, neste exercício, apenas US$6,657,837.00. São números que explicam o déficit, que é bem menor do que o encontrado quando assumimos o clube.”

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