Posts com a Tag ‘reforços’

RapoCota passado a limpo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Trocando uns emails com um amigo conseguimos um texto que analisa a rivalidade Cruzeiro x Atlético-MG e a situação de ambos, neste Brasileirão.

Abraços, Walfrido Júnior

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Uma dúzia de reforços!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Montillo, Farias, Everton, Jones, Wallyson, Leo, Rômulo, Pablo, Edcarlos, Wellington, Prediger e Robert: uma dúzia de reforços!

O Cruzeiro tá podendo e a gente não sabia. O Danilo_XIV anda espantado. Confiram o comentário dele, aqui no PHD:

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Não tem cara de guerreiro dos gramados

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Quando o torcedor pensa que já viu tudo em matéria de cabelos bizarros no futebol, aparece uma novidade.

Não bastassem os exóticos penteados de Guiñazu, Leo Moura, Máxi López, Tinga, Renato, Neymar e outros, eis que desembarca, em Confins, não um atleta com cara de guerreiro dos gramados, mas um argentino com jeitão emo pra vestir a 9 do Cruzeiro.

Não vai dar certo. Impossível jogar futebol com um tapa-olho capilar daqueles. Ernesto Farias começa mal. Será alvo das piadas e provocações de torcedores e jogadores rivais.

Pra calar a boca dos detratores, só marcando gols às pencas. Mas será que ele dá conta de tamanha exigência? Até aqui, sua média é de 0,5 por partida. É pouco pra desviar o foco.

Jonas: “Gente, eu e o Rodrigo somos amigos…”

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Grêmio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 25jul10:

  1. André Kfouri, em seu blog: Henrique impediu, duas vezes, a vitória que tiraria o Grêmio da zona do espanto. Como diz o PVC: a Arena, por enquanto, é do Jacaré mesmo. Não é da Raposa e nem do Galo.
  2. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Em Sete Lagoas, interior mineiro, o Grêmio ficou tão frustrado com o empate em 2 a 2, em um jogo em que foi melhor, que o vestiário entrou em crise no fim. Segundo relato do repórter André Silva, Jonas e o zagueiro Rodrigo brigaram no vestiário, chegaram a partir para a troca de tapas e tiveram de ser contidos pelo técnico Silas. Silas negou. Para ele, foi apenas uma discussão normal de vestiário, típica de um grupo que luta até o fim pelas vitórias. Em campo, jogando com três zagueiros, o Grêmio dominou o Cruzeiro, esteve sempre em vantagem (Borges e Douglas marcaram), mas cedeu o empate em duas falhas da defesa (Henrique fez os dois de cabeça). No segundo tempo, o Grêmio seguiu melhor. Jonas fez um gol de falta, mas surpreendentemente foi substituído pelo técnico logo depois, deixando o time sem seu melhor atacante. A maior frustração do torcedor do Grêmio certamente foi ver a equipe desperdiçar uma vitória que seria fundamental nesta altura do campeonato. Terá de partir para a recuperação.
  3. Vitor Birner, em seu blog: O 1° tempo em Minas Gerais se desenrolou em ritmo lento. No minuto final, Borges fez 1×0 para os visitantes e ajudou a mudar a história da segunda etapa. O Cruzeiro voltou do vestiário com Sebá, atacante, no lugar do lateral Rômulo. Mostrou mais pegada, empatou antes dos 2 minutos com Henrique, e foi ao ataque tentar a virada. A partida ficou imprevisível. Ambas as equipes criaram oportunidades suficientes para chegarem ao gol. Quem o fez primeiro foi Jonas, pelo Grêmio, aos 34. Henrique igualou o jogo aos 40, premiando a luta da Raposa na etapa final. O Grêmio segue na zona de rebaixamento.
  4. Wianey Carlet, em seu blog: O Grêmio não para de errar: Se não tivesse falhado no final do jogo, o Grêmio teria derrotado o Cruzeiro, voltaria para casa fora da zona da morte e não teria havido a lamentável briga no vestiário, após a partida. Este reprovável acontecimento não deveria ser maquiado por Silas e pelos dirigentes. Nessas ocasiões, melhor é assumir o erro e tomar as providências cabíveis. Victor, mais uma vez, falhou. Tem sido uma rotina. E Silas cometeu a proeza de substituir Jonas quando este acabara de marcar o segundo gol e se constituía em figura de destaque do time. O Grêmio anda mal porque muitos erros estão sendo cometidos. Em todos os níveis. Está na hora de Silas acertar e manter uma escalação e um esquema tático. Nem que seja preciso afastar medalhões que jogam como se estivesse fazendo um favor ao Grêmio.
  5. Valdir Barbosa, gerente de futebol do Cruzeiro: Tivemos uma rápida reunião agora por telefone, o presidente Zezé Perrella, o Dimas Fonseca e eu, e rapidamente o presidente definiu que os nossos dois próximos jogos marcados aqui para a Arena do Jacaré, contra o Prudente e o Vitória-BA, serão disputados em Ipatinga. Já tínhamos confirmado para o Parque do Sabiá Corinthians, Flamengo e Internacional. E a sequência seguinte a gente vai avaliar nesta semana para sabermos onde jogaremos e não estamos descartando definitivamente a Arena do Jacaré. Hoje (domingo), ao meio dia e meia, estávamos acabando de almoçar, e veio a notícia de um acidente na BR-040. Procuramos nos informar, ligamos para a Polícia Rodoviária Federal e para as pessoas do Cruzeiro que estavam transitando para saber como estava a estrada. Os jogadores já estavam no quarto descansando para a palestra e tivemos um corre-corre, chamamos todo mundo para descer e anteciparmos a vinda para Sete Lagoas. Tivemos que buscar uma alternativa, passamos por Pedro Leopoldo, uma estrada que não dá nenhuma segurança para circulação de ônibus, ainda mais em uma velocidade um pouco maior. Duas pistas simples sem acostamento. Você coloca em risco os jogadores do Cruzeiro e as pessoas que transitam nessa estrada. Não se pode praticar futebol profissional sem saber que horas vai ser a preleção, que horas vai sair da Toca da Raposa, se vai chegar a tempo. O pessoal do doping ficou preso. A sorte é que o doping é depois do jogo. E se o trio de arbitragem não estivesse informado e fica preso na BR-040? O Cruzeiro avisou ao Grêmio e eles sairiam pela 040. A coisa está meio complicada.
  6. Cuca, treinador do Cruzeiro: Para um time grande, de estatura competitiva como o Grêmio, o campo irregular torna as coisas mais difíceis para a gente. Acho que o placar foi justo, até pelo que as duas equipes fizeram em campo. O Grêmio por uma parte e nós pela busca do resultado até o final. Não sou de chorar, mas nos fizeram muita falta alguns jogadores. Nós tentamos uma estratégia no primeiro tempo com o Jonathan no meio e não deu. Antes do intervalo passamos ele para o lado do campo e o Rômulo por dentro, e também não surtiu efeito. Quando tomamos o gol e fomos para o vestiário, tínhamos que voltar e empatar em cinco, dez minutos, senão não empataríamos mais. Pusemos um atacante na direita, o Sebá, um na esquerda, o Thiago, e fizemos um 4-3-3. O Grêmio não conseguiu encaixar a marcação e nós fizemos o gol. Estávamos melhor, até tomar o gol. Aí tivemos que nos superar e buscar o empate na base da raça, com a cabeçada do Henrique. Pelo que foi o jogo, o empate não foi um mau resultado. No segundo tempo nós tivemos uma atitude diferenciada. Temos ter essa atitude desde o começo. Nós buscamos o resultado com os meninos jogando, o Reina, o Sebá, o Fabinho improvisado na zaga e muito bem por sinal. A gente tem que analisar o jogo, ver o que pode melhorar para o futuro. Tudo está em aberto, podemos melhorar muitas coisas.
  7. Henrique, volante do Cruzeiro: Nunca tinha marcado dois gols em uma mesma partida como profissional, só na base. E também faltava um gol de cabeça na minha carreira. Felizmente acabei marcando dois desta vez. Isso é trabalho, o Cuca me posicionou bem. É trabalho, dedicação e fico muito feliz por conquistar isso, por ajudar a equipe. Fico chateado em ficar de fora do clássico, que é muito importante para as duas equipes. A gente vem há três anos jogando contra o Atlético-MG, tendo vitórias contra eles. Mas, por outro lado, fico tranqüilo porque nosso elenco está bem servido e quem entrar, com certeza vai dar conta do recado e vai ajudar o Cruzeiro a buscar a vitória, que é o mais importante.
  8. Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro: Aqui já deu. Isso vai beneficiar os outros times. Foi assim contra o Goiás, foi assim hoje. A nossa equipe é muito técnica, precisa de espaço para jogar. Todas as vezes que o Cruzeiro joga num campo menor, nós temos dificuldades, porque são jogadores leves e rápidos e, às vezes, não temos tempo de fazer isso. Ainda mais com o gramado do jeito que está, a bola quica muito. A minha é a (camisa) 2. O Cuca percebeu isso logo no início do 1º tempo, eu estava meio perdido. Não posso dizer nunca, já joguei por essa função, mas fiquei um pouco perdido. Não estou acostumado com o Rômulo, a gente tem de ter entrosamento melhor, mas a minha preferência é a lateral direita, sem dúvida nenhuma.
  9. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: É o que nós temos. A gente queria jogar no Mineirão. Mas não dá para culpar o campo. Nós não fizemos um bom jogo. Nosso time é de toque de bola. Nós não conseguimos trocar passes.
  10. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: Sem dúvida, no 2º tempo, se a gente não fez aquele jogo tecnicamente bom, a gente voltou com mais pegada, mais vibração, encurtando os espaços do Grêmio, na base da garra, da determinação. Quando não dá na técnica, tem que ir na raça. As duas vezes em que a gente buscou o empate, foi na base da raça, corremos atrás e conseguimos ao menos o empate. A gente esperava vencer, não importa o placar. Na medida do possível, a gente procurou se superar. Conseguimos o empate, que não foi o resultado que a gente gostaria, mas melhor somar um ponto do que nada. No todo, acho que nossa equipe não foi bem. Coincidência ou não, nos dois jogos (Goiás e Grêmio) nesse campo, a apresentação nossa não foi tão boa. Não é porque empatou. Contra o Goiás, a gente já tinha alertado. Não podemos usar como desculpa, porque o campo é ruim para os dois lados. Os jogadores do Grêmio a todo momento reclamaram do campo. Nesse estádio, não tem condição de acontecer esse tipo de jogo.
  11. Jonas, atacante do Grêmio: Gente, eu e o Rodrigo somos amigos, eu nunca tinha trabalhado com ele, é a primeira vez. Não tem nem o que falar dele porque a gente brinca muito. Não houve nada, só houve discussão e não só eu e ele, mas todo o elenco. Não queríamos tomar um gol no final do jogo e também houve discussão sobre a arbitragem. Não podemos brigar entre nós, mas sim com os adversários.
  12. Rodrigo, beque do Grêmio: Não aconteceu nada, eu não sei nem o que colocaram. Estão falando que discutimos, mas isso é uma coisa de jogo. A gente está vendo que todos os jogos estamos sendo prejudicados e ninguém faz nada. Se houvesse agressão não se chegaria a lugar nenhum. Se tiver brigando e nessa situação estaríamos acabados. Não houve nada, discutimos situações de jogo e a questão da arbitragem.
  13. Borges, atacante do Grêmio: O gol saiu em um momento importante e espero que a gente saia dessa situação. O campo está muito ruim, com o gramado ondulado e está difícil ficar tabelando. A gente tem que jogar sério para sair com o resultado. Não teve nada de agressão. O que aconteceu é que nós jogadores saímos muito chateados com a arbitragem. E fica complicado para nós jogadores falarmos sobre isso, tem que deixar para a diretoria. E quando se trabalha igual estamos fazendo e os resultados não saem, a gente fica muito irritado. Estávamos conversando entre a gente, e essas cobranças tem que existir. Nós corremos, conseguimos fazer dois gols e merecíamos sair com a vitória. Mas tem também o detalhe do campo, que é horrível e fica difícil tocar a bola. Acho que o Grêmio encontrou uma forma boa de jogar fora de casa e vamos evoluir.
  14. Silas, treinador do Grêmio: É normal os jogadores discutirem após o jogo. Não aconteceu nada demais, todos estavam de cabeça quente, mas é natural devido ao resultado do jogo. Não teve nada disso. Foi uma discussão normal no vestiário e vocês (da imprensa) estão querendo criar uma notícia que não existe. O que aconteceu foi uma cobrança mútua entre os jogadores, que já aconteceu outras vezes. A diferença é que essa vocês (da imprensa) viram. – Nunca tive problemas com arbitragem. Fui expulso porque estava conversando com o trio de arbitragem, como sempre faço. Mas desta vez ele me expulsou. O Grêmio é muito grande, e não pode haver isso que aconteceu aqui hoje. O jogo foi muito difícil, contra um adversário qualificado. E acho que a questão do gramado não tem nada a ver. Os jogadores dos dois times brigaram pela bola, e dentro de campo a partida foi muito boa e disputada.
  15. Luiz Onofre Meira, assessor de futebol do Grêmio: Considero absolutamente normal. Os jogadores estão juntos e todos mostram que houve somente um desentendimento sem nenhum agravante. Eu já vi muitas vezes isso acontecer, não só aqui no Grêmio. É normal, o que prevalece é que há indignação pelo resultado e a situação que vivemos.
  16. Duda Kroeff, presidente do Grêmio: Não tem nada de anormal, vi isso acontecer umas 300 vezes no futebol. É bom e positivo. Há uma indignação muito grande por tomar um gol no final. É o que achamos que estava faltando, mas ficou provado que não está.
  17. Arísio França, no PHD: Eram previsíveis as dificuldades que o Cruzeiro teria na armação de jogadas com a ausência do Gilberto e a falta de um substituto. Acho que o Cuca até acertou ao apostar no Jonathan. Como não funcionou, além da atuação ridícula do Robert mais a jornada pouco inspirada do Thiago Ribeiro o time fui uma nulidade no campo ofensivo. Os gols premiaram toda a vontade e raça do Henrique. Fará muita falta no clássico.
  18. Edenílson Marra, no PHD: Fui de novo à Arena do Jacaré. O 10 do Grêmio, Douglas, joga muito. Foi o melhor gremista em campo. Entre os cruzeirenses, o melhor foi Henrique disparado. Robert tem muita disposição e pouca técnica. Reina me surpreendeu. Pode ser trabalhado pra se tornar uma opção para o time. Everton começou bem, depois, sumiu. Rômulo e Jonathan bateram cabeça no 1º tempo. Depois que voltou para lateral, o Jonathan melhorou.
  19. Naldo Morato, no PHD: Ótimo resultado este empate com Grêmio, principamente, porque estivemos por duas vezes atrás no placar. Não podemos esperar muito de um time que tem carências na zaga, na armação e no ataque. Fabinho na zaga, Everton de armador, Jonathan no meio campo e Robert no ataque. Robert consegue ser pior que o WP, mas é injusto cobrar muito dele com um time sem armação, em que a bola pouco chega ao ataque. O time ressente muito dos jogadores ausentes. E os reforços ainda não estão a disposição. No curto prazo, a coisa vai ser muito complicada. E o Reina parece que tem habilidade, mas está sendo improdutivo. Vamos ver se com o tempo, melhora.
  20. Bruno Barros, no PHD: Henrique jogou por ele e mais dez. Fez uma de suas melhores atuações com a camisa do Cruzeiro. Marcou, passou, chegou e fez gol. Sem dúvida, vai receber nota dez na Bola de Prata. Mas tomara que ele não seja convocado, pelo menos agora enquanto a janela tá aberta. Depois, não só pode como deve. Nesses 3 últimos jogos ele arrebentou. Jogou demais. Faz tempo que eu não via uma situação assim: todo mundo jogando mal desde o início e o Henrique muito bem o tempo todo. Eles carregou o time nas costas. Bateu escanteio e correu pra cabecear. Impressionante.

Você também é uma hiena?

terça-feira, 20 de julho de 2010

O que fazem as hienas:

  1. Torcem contra o time pra derrubar o treinador do Cruzeiro. Nas vitórias postam 3 ou 4 comentários. Nas derrotas são dezenas exigindo a cabeça do técnico.
  2. Sentem orgasmos múltiplos elogiando o treinador do rival citadino.
  3. Elegem bodes expiatórios -Marquinhos Paraná foi vítima de primaira hora- pera carregar os pecados do clube.
  4. Enchem a bola de qualquer contratado pela Cocota mesmo que,  em três semanas, a peça entre em parafuso.
  5. Dizem que o Santos de 2010 é superior ao Cruzeiro de 2003.
  6. Arranjam desculpas esfarrapadas pra não pagarem o SF, mas ainda assim, na maior cara de pau, exigem reforços galáticos.
  7. Dizem que Adílson Baptista perdeu o controle do grupo, mas garantem que o DJ continua dando as cartas na Vila Belmiro.
  8. Já fizeram de Renato Gaúcho um muso enquanto tranformavam Adílson Baptista num ogro futebolístico.
  9. Tecem loas ao Bokirroto por quem sentem imensa ternura enquanto descem a lenha na direção do Cruzeiro.
  10. Elogiam a defesa mais vazada do Morrinhão ao mesmo tempo em que criticam acidamente a bequeira celeste.

E, aí, você também é uma hiena?

Torcendo para o Chiabi estar certo

sábado, 10 de julho de 2010

Tão logo começou a Copa, 19 times deram férias aos jogadores. O Cruzeiro foi passear nos USA. Quando  retornou, o elenco entrou em recesso.

Na mesma época, os demais times recomeçaram os treinos. De lá pra cá, alguns já fizeram 3 ou 4 amistosos.

O Cruzeiro só conseguiu um sparring, que viajou 6 horas de ônibus, entrou em campo apressado e tomou 3 gols em 11 minutos.

Ao invés de levar a sério o restante da partida, Cuca a transformou num circo botando 22 jogadores em campo.

O torcedor acabou não sabendo em que pé está o time pra reestréia no Morrinhão contra o Atlético, na Arena da Baixada.

Terá os 3 atacantes prometidos? Ora, se não os teve nem contra o Tupi… Terá 2 meias? Com média de 34 anos? Bah…

Os dois volantes agora não vão mais sair da frente da bequeira? Não seria melhor, então, repatriar o Daniel Tijolo?

E os reforços? Quem os conhece? O mais famoso só aparecerá em Belzonte no fim de agosto.

Até lá, parece que Thiago Ribeiro já terá sido doado pra algum time alemão e Marquinhos Paraná dispensado.

A tarefa de decidir os jogos será do autoescalado WP? Do Robert? Wallyson? Mas será que Walliyson vai mesmo aparecer na Toca?

Começo a ficar preocupado. Desesperado a cada entrevista do Diretor de Futebol. E agoniado quando ouço uma coletiva do Presidente.

Paro por aqui. Vou reler os comentários do Chiabi com aquela lista de talentos que ele apresentou. Tomara que ele esteja certo.

Barret a la mà

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Financeiramente, o Cruzeiro anda mal das pernas. O pacote de reforços é frágil. E será necessário vender jogadores.

Pois é, mas de onde menos se espera é que vem o consolo.

Embora em outro patamar, ou melhor, noutra dimensão, o Barcelona também está encalacrado.

Sandro Rossel, presidente do clube blaugrana (grana que é apenas grená, esclareça-se), esclarece que:

  1. Vendeu Dmitro Chygrynsky ao Shakhtar Donetsk por €15 milhões pra oxigenar o caixa.
  2. Vendeu Yayá Touré ao Manchester City por £24 milhões.
  3. Ibrahimovic está à disposição de quem queira fazer um negocinho (olho nele, Bokirroto!).
  4. O contrato de Pep Guardiola ainda não foi renovado, mas havendo acordo poderá se extendido por mais dois anos.
  5. Está procurando quem queira contratar ou tomar por empréstimo Hleb, Cáceres, Keirrison y Henrique.
  6. Quer contratar Cesc Fábregas, mas nunca pelos  €50 milhões pretendidos pelo Arsenal.
  7. Está tentando reatar relações com o ídolo Johan Cruyff que, aborrecido com os dirigentes,  devolveu a comenda de membro de honra, oferecida pelo clube catalão.
  8. Ainda não acertou a verba que receberá da televisão, mas já vai pedir “algum” adiantado à Mediapro.
  9.  Robinho, Robben e Mata não estão nos planos do clube, embora a imprensa tenha divulgado o interesse do Barça por eles.
  10. Está suspenso o aumento de 15% projetado para os carnês do clube nos próximos 5 anos.
  11. “O clube não está quebrado, gera receitas e dispõe de recuros adicionais para cumprir compormissos bancários, mas como se encontra num momento de importante tensão na tesouraria, vai pedir empréstimo de €150 milhões aoas bancos pra quitar a folha salarial.”

Torcendo pra dois clubes quebrados, no próximo encontro do PHD, Mauro França aparecerá completamente careca.

Saúde financeira quem tem hoje em dia é só o time do Velho Damas.

Por conta disto, ele pita um cigarrinho de palha enquanto pesca sossegado no riachinho de Fazenda Nova.

Pacote ou embrulho?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Vamos botar ordem na bagunça em que se transformou o pacote de reforços do Cruzeiro:

  1. Juan Román Riquelme não jogará pelo Cruzeiro. Foi apenas uma anestesia. Com o pacote de contratações concluído hoje, o meia xeneize já não tem mais nenhum papel a cumprir.
  2. Ernesto Farias, El Tecla, centroavante argentino do Porto está cada vez mais distante da Toca da Raposa. Cobra alto e ZZP acha que já tem atacante demais no elenco.

Certos estão:

  1. Walter  Damián Montillo, meia argentino de 26 anos da Universidad de Chile já assinou contrato e estará à disposição de Cuca  após o encerramento da Libertadores para a La U. Ele custou 3,5 milhões de euros e assinou por cinco anos. Falta só arrnjar um parceiro pra rachar a conta.
  2. Wallyson Ricardo Maciel Monteiro, 21 anos, nasceu em Natal, Rio Grande do Norte. O atacante velocista jogou pelo São Gonçalo do Rio de Janeiro em 2003 e 2004, ABC, em 2007 e Atlético-PR em 2008.
  3. Rafael Marques Pinto, beque carioca de 26 anos atuou pelo Brasiliense, em 2003, Botafogo, entre 2004 e 2007, Goiás em 2008 e Grêmio, onde jamis foi titular, em 2009.
  4. Francisco Everton de Almeida Andrade, 26 anos, nascido em Maranguape, no Ceará, é meia e jogou no Ferroviário, Grêmio Barueri, em 2008 e 2009, e no Fluminense, em 2010, sob o comando de Cuca.

Quase certo está:

  1. Rômulo Souza Orestes Caldeira, 23 anos, 1,78m, 72 KG, lateral direito, nascido em Pelotas, jogou pelo  Caxias e Juventude, em 2007, Metropolitano, em 2008, Chapecoense, em 2009, Santo André, 2009 e 2010.

Trocamos seis por meia dúzia? Alguém vai ao aeroporto? Seguinte: vamos torcer e enxotar as hienas. Mais do que isto, é impossível.

Um chega, dois saem

terça-feira, 8 de junho de 2010

Chegou o centroavante Robert, 30 anos / 30 clubes. Se não são tantos no currículo, muito menos também não são.

Em seu último clube, o Palmeiras, o centroavante produziu pouco, irritou muito a torcida e saiu, literalmente, no braço com o treinador.

Como o Cruzeiro não tem técnico, ela terá, aqui, um problema a menos. Agora, da torcida não escapa. A menos que o repórter Artur Morais o tenha como fã.

Guerrón, 24 anos e 29 jogos com a azul-estrelada, provavelmente, nenhum completo, 5 gols, é outro que está de saída.

A torcida gostava dele, menos por suas qualidades do que por seus defeitos.

Ele é um jogador a quem se deve dar ampla liberdade, não funções. E isto, no atual momento do futebol brasileiro, é quase impossível.

Fernando Santa Clara, 30 anos, tido como “jogador de grupo”, após 77 jogos e 8 gols marcados é outro demitido. A um mês do encerramento do contrato.

Fernandinho destacou-se mais pelas seguidas contusões do que pelo futebol eficiente.

Tem categoria, bate bem na bola, mas quase nunca está à disposição do treinador e demora muito a pegar o ritmo após as lesões.

Resumo da ópera: entre idas e vindas, quase nada muda no elenco. O melhor é aguardar os reforços pra valer. Se o clube tiver como buscá-los.

Com o coração partido

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Beth Makennel

Conseguiram! Os teleguiados e a mídia pateticana perseguiram, perseguiram até derrrubar o Adilson. Agora, quero ver estes experts resolverem a situação de técnico para o time.

Vão lá seus espertinhos encontrar um bom técnico, um que seja melhor do que o Adilson e queira trabalhar no Cruzeiro e que o Cruzeiro tenha condições de pagar. (mais…)