Posts com a Tag ‘Rapocota’

Emerson, Adílson, Wanderley

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Paulo Autuori perdeu de 4×0 e caiu fora antes da segunda final de 2007.

Emerson Ávila embarcou na canoa furada e lavou a honra celeste batendo o Atlético-MG por 2×0.

Eu estava lá e vi a torcida emplumada passar 85 minutos em profundo silêncio antes de poder comemorar aquele título mineiro.

Respeito Emerson Ávila. Em uma semana, ele costruiu um time épico.

Adílson Batista levou pancada desde o anúncio de sua contratação até o momento em que deixou o clube.

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A grande chance de Andrade

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Andrade deve receber a difícil missão de evitar o rebaixamento do Ipatinga. Parece pouco para o treinador campeão brasileiro de 2009.

Normalmente, após um título tão pomposo, era de se esperar que ele estivesse dirigindo algum time da Série A.

Mas Andrade acabou não sendo contratado pelos times que trocaram de treinador até aqui na principal divisão do futebol brasileiro.

Os brancos bonzinhos apontam o dedo: “Andrade é vítima do racismo brasileiro!”

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RapoCota passado a limpo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Trocando uns emails com um amigo conseguimos um texto que analisa a rivalidade Cruzeiro x Atlético-MG e a situação de ambos, neste Brasileirão.

Abraços, Walfrido Júnior

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Falta vender ingresso numerado

domingo, 1 de agosto de 2010

Os estádios andam encolhendo.

Os torcedores engordam. Estão mal educados como nunca. As cadeiras engolem parte do cimento. E as autoridades ficaram espertas.

O Pacaembu, que já recebeu 72 mil torcedores, hoje, mesmo com o tobogã no lugar da concha acústica, suporta a metade.

O Maracanã já recebeu 183 mil torcedores num jogo da Seleção, hoje em dia, agora fica entupido com 90 mil.

O Mineirão dos 133 mil daquele histórico Cruzeiro 1×0 Villa, de 1997, depois de reformado, oferecerá 70 mil lugares.

E o Independência, cujo recorde foram os 33 mil do Brasileiro de Seleções de 1963, apesar de ampliado, ficará com 20 mil cadeiras.

A Arena do Jacaré, que já recebeu mais de 20 mil, só poderá abrigar 13.600 atleticanos no RapoCota de hoje à tarde.

Quando as obras estiverem concluídas, será um estádio pra 18 mil.

Corpo de Bombeiros, Ministério Público e Polícia Militar estão marcando os cartolas e administradores de estádios em cima do lance. 

Não permitem mais as superlotações e os poucos e inseguros acessos dos estádios.

Agora, falta impor -isto mesmo, impor- o lugar numerado. Com monitores pra conduzir o torcedor e passar uma flanelinha no assento antes de liberá-lo.

Se isto já estivesse em vigor, seria possível receber as duas torcidas num jogo como o de hoje.

Equilíbrio no RapoCota paraibano

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Marcos Pinheiro

Entre 20 e 23nov2009, o Instituto Datavox ouviu 1.117 pessoas entre 16 e 60 anos, em 40 municípios paraibanos das regiões da Mata, Agreste, Borborema e Sertão.

A margem de erro é de 3%.  Datavox fez duas perguntas:

  1. O(a) Sr.(a) torce por algum time da Paraíba?
  2. Qual time da Paraíba o(a) Sr.(a) torce? (apenas para os que responderam sim na 1ª pergunta) 

Dos entrevistados, 51,1% não torcem para nenhum time local, contra 45,1% que afirmaram torcer para algum time paraibano.

A região da Mata, onde está a capital, João Pessoa, é a que tem o menor percentual de torcedores locais: 62,5% não torcem para time paraibano e apenas 34,7% disseram torcer para um time local.

A região com maior percentual de torcedores de times da Paraíba foi o Agreste, onde está Campina Grande: 60,3% torcem para uma equipe local, contra 38% que não torcem. 

Não foi à toa que os dois time de Campina Grande são os de maior torcida na Paraíba. Entre os que torcem para um time paraibano, os mais populares são:

  1. Treze – 32,2%
  2. Campinense – 27,2%
  3. Botafogo (João Pessoa) – 18,8%
  4. Nacional (Patos) – 6,5%
  5. Sousa – 6,2%
  6. Atlético (Cajazeiras) – 3,2%
  7. Esporte (Patos) – 2,0%
  8. Auto Esporte (João Pessoa) – 2,0%
  9. Guarabira – 1,0%
  10. Cruzeiro (Itaporanga) – 0,4%
  11. Queimadense (Queimadas) – 0,2%
  12. Perilima (Campina Grande) – 0,2%

Só pra registrar: o rubronegro Campinense é Raposa e o alvinegro, Treze, é galo. Ao menos na Paraíba, um time riscado leva vantagem no RapoCota.

Marcos Pinheiro, 37, cruzeirense, engenheiro, advogado, nasceu no Rio de Janeiro, mora em Belo Horizonte.

Impertinência

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pergunta impertinente:

  • O que teria acontecido se dupla RapoCota tivesse trocado os adversários da quarta-feira?

Destrinchando:

  1. O Cruzeiro tem time pra encarar o Santos?
  2. O Atlético-MG teria um estrategista pra neutralizar o Nacional e sua brava gente?

Velho Damas e Ex-Dylan estão dispensados de responder.

Já para o chuveiro, Jurandy!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Blogs e jornais, país afora, discutem a última lambança do futebol mineiro, revelada pelo jornalista Jaeci Carvalho em sua coluna do Estado de Minas, da qual reproduzo uma parte:

  • “Não sou obrigado a revelar minhas fontes, mas estou autorizado pelo presidente do América, Marcus Salum, cidadão sério e probo, a dizer que foi ele quem me ligou sexta-feira para dizer: “O árbitro escalado para o jogo Atlético e América, quarta-feira, era o André (Luiz Dias Lopes), mas o Luxemburgo pediu à Federação para que outro árbitro fosse escalado, porque o André é muito enérgico”. (…) A propósito, sábado, o chefe da arbitragem mineira, Jurandy Gama Filho, me ligou, por ter lido a coluna, e disse que só não incluiu André Luiz Dias Lopes no sorteio, apesar de seu preferido, porque ele estava contundido. Afirmou também que ficou surpreso com a recuperação dele, que passou no teste da CBF, terça-feira. E confirmou que poria no sorteio outro árbitro, que pediu, porém, para ficar de fora por estar envolvido com a formatura na faculdade. Sobrou então o péssimo Renato Cardoso Conceição, de quem gosta e elogia. Escalado, fez a lambança que ajudou a tirar o América da semifinal.  Saiba também, Vanderlei, que o Cruzeiro não aceitará árbitro daqui caso decida o título com o Atlético. O mesmo Jurandy já me adiantou que, se isso se confirmar, não terá opção a não ser pedir demissão. Curioso que você desceu o cacete no árbitro que apitou Cruzeiro 3×1 Galo pela primeira fase: o mesmo Renato Cardoso Conceição. Mas agora diz que, numa eventual final, o juiz tem de ser daqui. Naquela partida eles não serviam. Agora servem?”

Este vexame sucede ao que a FMF já havia passado quando o presidente do Clube de Lourdes anunciou a suspensão e o monitoramento da punição, a que ele mesmo procederia, do juiz do último RapoCota.

Naquela ocasião, o Diretor da Comissão de Arbitragem da Federação concordou com o cartola dizendo ter estudado, detidamente, imagens de mais de um canal de TV para apurar os erros de arbitragem.

Ao invés de defender seu subordinado, buscou motivos pra justificar o cartola. Mais ridículo, impossível.

Agora, acusado de aceitar indicação de um treinador pra composição do sorteio dos árbitros do clássico CoCo, Jurandy Gama Filho alega razões implausíveis pr escolha que fez.

Não há mais clima para um professor tão vacilante coordenar a arbitragem em Minas. Quem vai levá-lo a sério?

Não há mais o que discutir. Resta ao professor Jurandy “pegar seu banquinho e sair de fininho”. Caso contrário, terá dificuldade até para encarar seus alunos na UFMG e desgastará seu bom currículo acadêmico.