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Cruzeiro 1×0 Corintiãs: Marcou, trancou, faturou

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Em 8º lugar com 21 pontos, o Cruzeiro poderá chegar ao 5º se vencer. Cuca não contará com Leonardo Silva, contundido e Fabrício e Thiago Ribeiro, suspensos.

Em 2º lugar com 31 pontos, o Corintiãs precisa vencer pra não permitir que o Fluminense abra 5 pontos de vantagem.

Adílson Baptista não terá o zagueiro William e ainda não pode escalar o centroavante Ronaldo, fora de forma.

Será a primeira partida do Brasileiro de 2010 no Parque do Sabiá, que receberá público superior a 30 mil pessoas, certamente, com predomínio de corintianos.

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São Paulo 2×2 Cruzeiro: Ainda não foi desta vez

domingo, 15 de agosto de 2010

Em 6º lugar com 20 pontos, o Cruzeiro pode chegar ao G4 com uma vitória.

E pode quebrar um jejum de vitórias sobre o tricolor juveno-juvêncio em campeonatos brasileiros, que já dura seis anos (7 derrotas e 4 empates).

Cuca não poderá contar com Jonathan, Leonardo Silva e Gilberto, contundidos. Mas terá a estréia de Walter Montillo, meia argentino, buscado no Universidad de Chile.

Em 13º lugar, com 16 pontos, o São Paulo poderá chegar ao 8º em caso de vitória.

Sérgio Baresi, técnico promovido do time de juniores, não terá o volante Rodrigo Souto e os beques Xandão e Alex Silva, contundidos, e Miranda, suspenso. 

Dagoberto, em má fase, vai comer banco e o volante Hernanes picou a mula. Foi jogar na Lazio logo após a desclassificação na Libertadores frente ao Internacional.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h – Jogadores perfilados para o Hino Nacional. Cruzeiro todo de azul. São Paulo com uniforme tradicional. Os dois times com camisas de mangas compridas. Venta muito e faz frio em Sampa.
  • 16h04 – Começa o jogo. Cruzeiro à esquerda das tribunas.
  • 01 – Bola recuada, Fábio dá um chutão para o campo adversário.
  • 02 – Montillo faz boa jogada e passa WP, que é desarmado, próximo à área são-paulina.
  • 03 – Montillo passa a TR, defesa cede lateral.
  • 04 – Montilo lança TR, bola fica com Samuel. Marlos puxa contra-ataque, mas é desarmado na entrada da área celeste.
  • 05 – TR chuta cruzado, Ceni defende.
  • 06 – Rômulo recua, Fábio despacha.
  • 07 – Bob Faria, comentarista da Globo, diz que, atualmente, Fábio é melhor do que Rogério Ceni.
  • 08 – Fabrício lança WP, que é desarmado por Renato Silva quando tentava invadir a área tricolor.
  • 09 – Ricardo Oliveira recebe lançamento longo. Impedido.
  • 10 – TR passa a Montillo, que toca de calcanhar pra Henrique. O volante chuta forte, bola sai à esquerda de Ceni.
  • 11 – São Paulo ataca mais pela esquerda. Cruzeiro recua todo quando atacado.
  • 12 – Ricardo Oliveira tenta entrar na área, mas é desarmado por Gil.
  • 13 – Rômulo avança pelo meio e passa a TR, que chuta. Bola desvia na zaga e sai a escanteio.
  • 14 – TR cruza, Renato Silva corta de cabeça.
  • 15 – Oliveira coloca Cleber Santana na cara do gol. O meia solta uma bomba, que Fábio desvia para escanteio. Milagre.
  • 16 – Bola sobre a área tricolor. Renato rebate de cabeça.
  • 17 – Falta no meio de campo para o SPFC. É 3ª da partida. Bola na área, Oliveira cabeceia pra fora.
  • 18 – Edcarlos dá um chutão para o alto. Fernandão fica com ela, mas erra o passe.
  • 19 – TR escapa pela direita e cruza. Defesa cede escanteio. Na sequência, Diego Renan cruza, Renato Silva corta de cabeça.
  • 20 – Montillo lança Francisco Everton, que é derrubado na meia lua por Renato Silva.
  • 21 – Montillo cobra falta, bola cobre a barreia e sai à esquerda de Ceni, que faz golpe de vista.
  • 22 – Oliveira ataca pela esquerda e cruza. Rômulo cede escanteio.
  • 23 – Jean chuta de fora da área, Fábio acompanha saída da bola à sua esquerda.
  • 24 – Ricardo Oliveira recebe livre nas costas da zaga, invade a área e chuta forte. Fábio fecha o ângulo, bola passa por cima do travessão. Milagre.
  • 25 – Marlos cruza da esquerda, Fernandão cabeceia à queima-roupa, Fábio defende milagrosamente com a mão esquerdas.
  • 26 – Everton chuta forte de canhota, de fora da área, Ceni espalma pra escanteio.
  • 27 – Escanteio cobrado, defesa corta. Na sequência, novo escanteio. Carlinhos corta de cabeça o cruzamento.
  • 28 – Rômulo recebe cartão amarelo por trocar de camisa dentro do campo.
  • 29 – Oliveira recebe lançamento, bandeira marca impedimento equivocadamente.
  • 30 – Cleber rola para Marlos que chuta de fora da área. Fábio defende.
  • 31 – Lançamento para TR, Ceni sai da área e corta de cabeça.
  • 32 – Cruzeiro toca bola na defesa, sem chance de sair devido à marcação do tricolor.
  • 33 – Diego Renan faz lançamento longo pra WP, que não consegue dominar a bola e chuta mal, por cima do travessão.
  • 34 – Rômulo derruba Ricardo Olveira na entrada da área. Oliveira bate, Montillo rebate.
  • 35 – Casemiro derruba Henrique no meio de campo e recebe cartão amarelo.
  • 36 – TR, recuado, desarma Júnior César e cede lateral.
  • 37 – Marlos lança na área, Gil corta de cabeça antes da chegada de Fernandão.
  • 38 – Cobrança de escanteio na área do São Paulo. Renato Silva corta de cabeça.
  • 39 – Jean chuta de fora da área, por cima do travessão.
  • 40 – WP derruba Casemiro no meio de campo. Falta.
  • 41 – Rômulo derruba Júnior César na lateral da área. Marlos cruza, Casemiro cabeceia pras redes. São Paulo 1×0.
  • 43 – Samuel lança Marlos na esquerda. Meia passa por Gil, Fabrício cede escanteio.
  • 44 – Renato Silva marca de cabeça após cruzamento de escanteio. Vuaden marca falta do beque tricolor sobre Henrique, No mesmo lance, Wellington Paulista puxou o tricolor pela camisa.
  • 45 – Fim de 1º tempo. SPFC merecia placar mais folgado. Após 20 minutos de equilíbrio, dominou completamente a partida e teve 58% de posse de bola.
  • Henrique: “Temos que corrigir. Tomamos gol de bola parada em erro de posicionamento nosso.”
  • Casemiro: “Baresi me mandou pra área, pois na base eu fazia muitos gols de cabeça.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 17h06 – São Paulo volta a campo sem modificações.
  • 17h08 – Cruzeiro volta a campo.
  • 00 – Cláudio Caçapa substitui Diego Renan. Cruzeiro jogará no 3-5-2.
  • 01 – Carlinhos Paraíba bate falta sobre a área. Casemiro aparece livre e chuta por cima do travessão.
  • 02 – Montillo cruza da esquerda, bola bate em Jean, resvala no argentino e sai pela linha de fundo.
  • 03 – Marlos cruza da direita, Oliveira tenta e erra bicicleta.
  • 06 – Montillo cobra falta pela direita. Ceni desvia pra escanteio.
  • 07 – Henrique lança Edcarlos, que é desarmado por Casemiro dentro da área.
  • 08 – Tricolor toca bola na intermediária celeste.
  • 09 – TR cruza da direita, Júnior cede escanteio.
  • 10 – Samuel comete falta em TR. 14ª falta da partida.
  • 11 – TR cruza da direita, Samuel corta de cabeça.
  • 12 – Fabrício passa a TR, que rola pra chute forte de Montillo. Bola sai à esquerda de Ceni.
  • 13 – Gil reclama de falta cometida em Fernandão e recebe cartão amarelo.
  • 14 – Baresi reclama dos lançamentos longos. Quer mais toque de bola. Cobrança de falta ensaiada do São Paulo. Bola para Marlos, que cruza fechado. Fábio defende.
  • 15 – TR se atrapalha com a bola. Tiro de meta.
  • 17 – Marlos faz lançamento de 50 m. Fábio sai da área e dá um chutão.
  • 18 – Everton chuta, Ceni defende sem dificuldade.
  • 19 – Roger Galera substitui Francisco Everton. Em sua primeira intervenção, o meia comete falta em Marlos.
  • 20 – Edcarlos lança TR, que cruza da esquerda. Bola sai do lado oposto sem que apareça um atacante pra concluir.
  • 21 – Jorge Wagner substitui Carlinhos Paraíba. Fernandinho substitui Marlos.
  • 22 – Rômulo cruza da direita, Roger disputa com Jean pelo alto, bola fica com Thiago Ribeiro na entrada da pequena área, pela esquerda. Ele chuta forte. Ceni defende com os pés, TR fica com o rebote e cabeceia cruzado. No 2º poste, em cima da risca, Wellington Paulista cabeceia pra rede. Cruzeiro 1×1
  • 23 – Montillo lança TR, que cruza. Samuel cede escanteio.
  • 24 – Montillo cobra escanteio, WP comte dalta em Ceni.
  • 25 – Fernandinho entra na área, Caçapa corta pra escanteio. Cleber cobra escanteio, Fábio defende.
  • 26 – Cleber Santan chuta, bola sai à direita de Fábio.
  • 27 – Montillo recebe de Roger e passa a Wellington Paulista.. Samuel corta.
  • 28 – Ricardo Oliveira agride Fabrício com uma dedada no olho e recbe cartão amarelo.
  • 29 – Ricardo Oliveira lança Jorge Wagner e corre para a área. Recebe cruzamento e perde u gol por não conseguir chegar a tempo na bola.
  • 30 – Roger cruza da esquerda, Samuel corta de cabeça.
  • 31 – Montillo cruza, WP cabeceia para fora.
  • 32 – Casemiro lança Fernandinho, Gil corta de cabeça.
  • 33 – Gil avança, passa a TR, que lança Montillo. O argentino passa por Júnior César e tenta cruza, mas deixa bola escapar pela linha de fundo.
  • 34 – Rômulo cruza, Ceni defende.
  • 35 – Cruzeiro joga melhor que o São paulo, mas não consegue concluir bem.
  • 36 – Fernandão tenta lançamento, bolas sai pela linha de fundo.
  • 37 – Jorge Wagner derruba Roger Galera a 15 passos da entrada da área. WP cobra falta, bola certa barreira e volta. Ele chuta, de novo, pra fora.
  • 38 – Montillo recupera bola na entrad da grande área celeste, passa a WP, recebe na frente e e lança Thiago Ribeiro, que dribla Rogério Ceni e toca pra rede. Golaço! Cruzeiro 2×1.
  • 39 – Fernandinho tenta jogada pela esquerda, Caçapa corta pra escanteio.
  • 40 – Torcida do Cruzeiro canta: “O Morumbi calou!”
  • 41 – Robert substitui Wellington Paulista.
  • 42 – TR disputa bola com defesa paulista, Robert aparece pra ceder lateral. Marcelinho substitui Casemiro.
  • 43 – Fernandinho tenta jogada pela direita, Robert isola a bola.
  • 44 – Robert cruza da esquerda, Samuel corta de cabeça. Todo o time celeste volta pra se defender e fica na frente da área.
  • 45 – Henrique cede lateral, que Jean cobra pra Fernandinho. Atacante recebe tranco de Edcarlos, deixa o beque pra trás, entra na área e cruza rasteiro. Caçapa fura, Ricardo Oliveira se antecipa a Rômulo e toca pra rede. São Paulo 2×2.
  • 46 – Jorge Wagner cruza da esquerda, Edcarlos antecipa-se a Fernandão e toca pra escanteio.
  • 47 – Cleber recebe na entrada da área e solta bomba, bola passa por cima do travessão.
  • 48 – Ricardo Oliveira recebe lançamento nas costas da zaga e chuta forte. Bola fica na rede, pelo lado de fora. Fim de jogo. SPFC teve 54% de posse de bola. Cruzeiro foi melhor na etapa final, mas deixou escapar a vitória por uma desatenção no final. Ainda não foi desta vez que desfez a escrita que já dura seis anos.
  • Ricardo Oliveira: “O time não conseguiu repetir o bom 1º tempo. Foi um péssimo resultado, pois não podemos perder pontos em casa”

São Paulo 2×2 Cruzeiro, domingo, 15ago10, 16h, Morumbi, São Paulo, 14 rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: Globo Minas e PFC – Público: 12.338 pagantes – Renda: R$261.086,59 – Juiz: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS) – Bandeiras: Júlio César Rodrigues Santos (RS) e Fábio Pereira (TO) – Amarelos: Casemiro, Ricardo Oliveira (Sao); Rômulo, Gil (Cru) – Gols: Casemiro, 41 do 1º; Wellington Paulista, 22, Thiago Ribeiro, 38 e Ricardo Oliveira, 45 do 2º – Cruzeiro: FÁBIO, Rômulo, Gil, Edcarlos e Diego Renan (Cláudio Caçapa); Henrique, Fabrício e Francisco Everton (Roger Galera) e MONTILLO; THIAGO RIBEIRO e Wellington Paulista (Robert). Tec: Cuca / São Paulo: Rogério Ceni; Jean, Renato Silva, Samuel e Junior Cesar; CASEMIRO (Marcelinho), Carlinhos Paraíba (Jorge Wagner), Cléber Santana e Marlos (Fernandinho); Fernandão e Ricardo Oliveira. Tec: Sérgio BaresiHistórico – Foi 0 63º Cruzeiro x São Paulo. O Cruzeiro já venceu 16, empatou 19, perdeu 28; marcou 62 gols, levou 86. Pelo Brasileiro, foram 41 partidas. O Cruzeiro venceu 7, empatou 13, perdeu 21; marcou 37 gols, sofreu 63. Pela Libertadores, 4 partidas, 2 vitórias do Cruzeiro e 2 do SPFC. O Cruzeiro marcou 4 gols e levou 5. Nas três vezes em que decidiram títulos, o Cruzeiro venceu duas (Copa Ouro, em 1995, e Copa do Brasil, em 2000) e perdeu uma (Recopa Sul-americana, em 1993).

Adílson Baptista: “Eu sou um cruzeirense”

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 Santos, no Mineirão, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 02jun10:

  1. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Vou fazer meu último jogo lá em Goiânia, contra o Atlético-GO, e um abraço. É isso aí. É meu último jogo. Pra felicidade geral da nação, de alguns, eu faço meu último jogo lá. Já conversei com o Zezé, ele até nem queria que eu falasse isso aqui hoje, mas estou chateado com algumas coisas. Só cego que não vê o que é trabalhar uma equipe, o que é ter dificuldade, o que é organizar. Mas isso aí, tem muita gente do outro lado aí expert em futebol. A gente vai com calma, aprendendo todo dia. Quando o adversário joga contra o Santos é o jogo do ano. Quando somos nós, é jogo sob pressão. É assim que funciona aqui em Minas Gerais. Fico chateado com algumas pessoas vaiando o presidente, lamento, pela contribuição do presidente, pela história, pelos títulos, pelas conquistas, isso machuca a gente. Eu tenho só a agradecer, eu sou um cruzeirense, tenho carinho muito grande pelo clube, vou continuar torcendo pelo clube, mas a gente tem que pensar profissionalmente e chegou o momento de sair. Vida que segue. Vou rezar pra que um bom profissional entre e tenha sucesso. Vejo um Cruzeiro forte, competitivo, com grandes jogadores. Na parada da Copa, tem condições de reverter. Gosto muito do Maluf, é um grande profissional, muito correto, não deixava vazar muita coisa, porque vocês gostam muito de uma fonte segura, sempre têm fontes de informação, e o Maluf é firme, sério, cobrando, lutando, agindo com responsabilidade. Mas ele é um profissional capacitado, que daqui a pouco está no meio. A gente lamenta, mas é uma decisão do presidente, precisamos respeitar. Faz parte no futebol. Daqui a pouco volta. Não é em função do Maluf. Eu já estava conversando com o Maluf, em Atibaia eu coloquei que o meu intuito não era prejudicar. Mas já estava dentro dos planos. Grande motivo da saída e futuro destino: o coração, o meu coração. O coração é que está deixando. Não falo nada sobre futuro. Vou fazer o jogo, cheio de jogadores com dor, e tenho um compromisso em São Paulo na segunda-feira. Só isso. Tenho respeito pela imprensa, sempre tive. A gente tem que conviver de maneira saudável, honesta, procurando ser imparcial, ser profissional. Respeito muitos de vocês, pelo trabalho, sei o grau de dificuldade. Precisamos é conversar mais, esclarecer mais, ter um pouquinho mais de cuidado, porque hoje é blog, é twitter, é facebook, todo mundo fala. Esses dias a Miriam Leitão estava criticando o Júlio Baptista, o Gilberto, disse que ia tomar um remédio tarja preta. Quer dizer, todo mundo fala de futebol. Esses dias, o Cerezo encontrou o Maluf no aeroporto e elogiou o Cruzeiro. Esse está na minha seleção. Isso me dá satisfação, não quem escuto dizendo que tem que jogar esse daqui, esse aqui precisa pegar ritmo. Até esse pegar ritmo, eu caí, porque o futebol é muito dinâmico. Eu respeito, nós precisamos melhorar, eu tenho a minha linha de raciocínio, mas não fico fazendo média com ninguém, não dou informação para ninguém, trato todo mundo igual. Acho que ninguém deve ter privilégio de informação e alguns ficam bravos. Mas eu durmo tranquilo, um grande abraço para vocês. Voltar um dia? Volta tem. Isso daí… No futebol acontece muita coisa e a gente espera um dia voltar, mas a cabeça é só fazer esse jogo contra o Atlético-GO e não tem jeito, a gente gosta de trabalhar e vamos pensar o que fazer com calma. O Cruzeiro tem o meu respeito, a própria torcida. A minoria fica vaiando presidente, este, aquele, isso faz parte. Mas sempre tive o carinho, a admiração. Vejo o torcedor inteligente me apoiando, sabendo, tendo noção, discernimento de perceber algumas coisas. O clima está tranqüilo no grupo. Eles estão chateados, porque gostariam de estar numa situação melhor. Mas .enfrentamos um grande adversário. No Cruzeiro, cria-se crise. O Ceará está ganhando de todo mundo. Na Vila o Ceará jogou contra o Santos, que só não tinha o Robinho, e o Santos teve dificuldade. Teve um pênalti no Misael, que dá trabalho pra todo mundo. Pelo carinho, pelo respeito que tenho pelo Cruzeiro, eu procuro cobrar dos atletas pra que se entreguem naquilo que estão fazendo. Por algumas razões, não coloquei A, B ou C e é assim que vou agir em qualquer clube. Um atleta tem que ter esse comprometimento, tem que se dedicar, pois ele é bem remunerado. É evidente que uma hora vai perder. Mas tem de vender a derrota caro. O torcedor gosta de ver o jogador lutando. (mais…)

Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (III)

sábado, 20 de março de 2010

Mauro França e Jorge Santana

Com a classificação confirmada, Felício Brandi articulou e trouxe para Belo Horizonte a reunião da Confederação Sul-Americana que definiria a composição dos grupos e a tabela das semifinais.

O evento, realizado no final de abril, contou com a presença dos presidentes da CBD, Heleno Nunes, e da CSA, o peruano Teófilo Salinas. Ao final do encontro, Felício havia conseguido todos os seus objetivos.

O principal deles, evitar o confronto com os times argentinos nessa fase, como havia acontecido em 1975. Dessa vez, os adversários seriam a LDU, do Equador, e o Alianza Lima, do Peru. No outro grupo, Peñarol, River Plate e Independiente.

A tabela também foi favorável ao Cruzeiro, que jogaria primeiro fora de casa, decidindo a vaga no Mineirão. O diretor de futebol Carmine Furletti resumiu a expectativa geral, em entrevista à revista Placar:

  • “Se a gente não ganhar agora, nunca mais”.

À exceção de um amistoso disputado em Brasília logo após os 2×0 sobre o Inter, o Cruzeiro vinha se dedicando exclusivamente à Libertadores.

Isto porque o regulamento da Taça Minas Gerais, então em disputa com 22 times divididos em 2 grupos, previa que o último campeão mineiro estava automaticamente classificado para a semifinal. Dessa forma, o time ficou desobrigado de fazer 10 jogos pelo torneio estadual.

Atlético e Uberaba se classificaram para as finais. Um sorteio com cheiro de cartas marcadas definiu o time do Triângulo como adversário do Cruzeiro na semifinal. O Cruzeiro venceu por 4×2 em 18abr76, no João Guido, em Uberaba, perante 27 mil espectadores.

Uma semana depois, Cruzeiro perdeu por 2×1 para o Atlético perante 101 mil torcedores, no Mineirão.

Neste jogo, Cafuringa, que jamais marcava gols, abriu o placar para o Clube de Lourdes, aos 14 do 1º tempo. Palhinha empatou para o Cruzeiro, aos 30 do 2º, levando a decisão para a prorrogação.

Pela primeira vez, desde que chegara ao Cruzeiro, 11 anos antes, Raul Plassmann sofreu um gol de pênalti –Piazza sobre Reinaldo- do rival citadino. O autor foi Toninho Cerezo, indicado a força pelo treinador Barbatana, após os atacantes riscados terem se recusado a encarar a maldição.

No bate-boca, seguido e empurra-empurra, Palhinha, Jairzinho e Reinaldo foram expulsos. No final, Felício Brandi não se fez de rogado, segundo a revista Placar:

  • “Tudo bem. Nós queremos é a Libertadores”.

O Cruzeiro ainda fez uma partida pela 1ª fase do Campeonato Mineiro antes de embarcar para Quito.

 A LDU, campeã equatoriana, vencera o Alianza Lima por 2×1, em casa, no jogo de abertura do grupo.

A altitude foi um problema considerável. O treino recreativo na véspera da partida foi paralisado na metade. Osíres, com tonteiras e vômitos, foi vetado. Outros jogadores também passaram mal.

No domingo, 09mai76, a LDU começou pressionando na base da correria e mandou duas bolas no travessão nos primeiros 25 minutos. Mas o time celeste se impôs e abriu o marcador aos 33. Palhinha recebeu de Joãozinho, dentro da área, ajeitou e acertou o ângulo de Maesso.

Aos 5 do 2º tempo, Palhinha recebeu de Jairzinho, driblou seu marcador e chutou no canto abrindo 2×0. Aos 13, Palhinha foi ao fundo, cruzou e Jairzinho ajeitou com o peito pra Joãozinho soltar uma bomba: 3×0.

Daí em diante o time administrou o resultado e a LDU diminuiu aos 30, com um pênalti duvidoso convertido por Polo Carrera, o melhor dos equatorianos. No final da partida, o exigente Zezé Moreira, resmungou:

  • “Não creio que o Cruzeiro possa jogar pior do que aqui”.

Cruzeiro 3×1 LDU, domingo, 09mai76, estádio Atahualpa, Quito, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 50.000 pagantes – Juiz: Angel Coerezza (Argentina) – Gols: Palhinha, 33 do 1º tempo; Palhinha, 5, Joãozinho, 13, e Carrera, 30 do 2º.  – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza e Eduardo Amorim (Zé Carlos); Roberto Batata (Isidoro), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / LDU: Walter Maesso, Moreno (Ramiro), Luis De Carlos, Villena, Ramiro Tobar; Juan Carlos Gomez, Jorge Tapia; Oscar Zubia (Aguirre), Ruben Jose Scalise, Polo Carrera e Gustavo Tapia. Tec: Leonel Montoya. – Notas – 1. A LDU foi rebaixada à 2ª divisão equatoriana em 72. Na volta à 1ª, em 75, foi campeã nacional. 2. Maesso, Zubia, Gomez e De Carlos eram uruguaios; Leyes, que jogou apenas a 2ª partida, e Scalise, argentinos. O técnico Montoya era colombiano. 3. Jorge e Gustavo Tapia, Tobar e Polo Carrera defenderam a Seleção equatoriana na Copa América de 75. 

De Quito o Cruzeiro seguiu pra Lima. Na quarta-feira, 12mai76, o Alianza armou um forte bloqueio defensivo e parou o ataque celeste no 1º tempo e nem a expulsão de Velasquez, aos 38, abriu uma brecha em sua retranca.

O 0x0 persistiu até os 17 minutos do 2º tempo, quando Roberto Batata, deslocado pelo meio do ataque, recebeu de Palhinha, ajeitou e, da entrada da área, bateu no ângulo do goleiro peruano. Porteira aberta, os gols saíram naturalmente.

Aos 26, Joãozinho recebeu passe de Jairzinho nas costas do lateral, fechou para a área e, na saída do goleiro, deu um lindo toque de cobertura para marcar o segundo. Aos 31, Vanderlei foi expulso depois de cometer falta dura no centroavante Suarez.

A expulsão não abalou o time que marcou o 3º, dois minutos depois. Foi uma obra-prima, registrad a no livro Páginas Heróicas:

  •  “O que ele marcou em Lima, contra o Alianza, até os adversários aplaudiram. Num escanteio, quase todo o time peruano foi para a área do Cruzeiro. Raul saiu bem, defendeu e entregou a bola a Joãozinho, no bico da área. O ponteiro disparou. Os adversários foram todos atrás dele. “Ganhei a corrida, passei pelo goleiro e toquei para o gol vazio. Pra minha surpresa, a torcida aplaudiu de pé”. Joãozinho jamais tocava a bola para os lados ou para trás. “Atacante tem que partir pra cima da defesa; é isso que ensino ao meu filho.”

Cruzeiro 4×0 Alianza Lima, quarta-feira, 12mai76, Lima, Peru, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 35.000 – Juiz: Ramon Barreto (Uruguai) – Expulões: Velasquez, 38 do 1º tempo e Vanderlei, 31 do 2º – Gols: Roberto Batata, 17, Joãozinho, 26 e 33, Jairzinho, 42 do 2º – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Osires (Darci Menezes) e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza e Eduardo Amorim; Roberto Batata (Isidoro), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Alianza: Jose Manuel Gonzalez Ganoza, Moises Palacios, Javier Castillo, Salvador Salguero, Julio Ramirez; Santiago Ojeda e José Velasquez; Manuel Lobaton, Suarez, Cesar Cueto e Freddy Ravello (Carlos Gomez). Tec: Marcos Calderon. – Notas – 1. Com esta base, o Alianza foi campeão peruano em 75, 77 e 78. 2. Velasquez, Cueto, Ganoza, Ojeda e o técnico Marcos Calderon foram campeões da Copa América-75. Os dois primeiros jogaram as Copas de 78 e 82. 3. Cueto e Ganoza foram ídolos históricos do clube. O goleiro é o recordista de jogos (475). 4. Teófilo Cubillas, considerado o maior jogador da história do futebol peruano, foi revelado pelo Alianza. Jogou as Copas do Mundo de 70, 78 e 82.

A viagem de volta foi cansativa. A delegação desembarcou na Pampulha no final da manhã de quinta-feira, 13mai76. Na bagagem, veio a classificação para a final muito bem encaminhada.

Roberto Batata foi para casa, almoçou e, com saudades da esposa e do filho, resolveu buscá-los em Três Corações, a 300 km de Belo Horizonte, no Sul de Minas. Sérgio Carvalho, da Placar, conta o que ocorreu em seguida:

  • Às 11h do dia 13, quinta- feira, o Cruzeiro chegava enfim, festivo, a Belo Horizonte. Roberto Batata foi para casa. A mulher e o filho estavam em Três Corações. Almoçou, telefonou para o pai, Geraldo Monteiro: – Vou buscar Denise em Três Corações. Ouviu uma advertência, quase um pedido: – Por que não telefona e pede a ela que venha de ônibus? Você está cansado, meu filho. Mas Roberto já fizera coisa parecida, muitas vezes. No fim de um jogo, de volta de uma viagem, pegava o carro e ia para Juiz de Fora – quando Denise , morava lá – ou Três Corações, onde está sua família. Ligou o Chevette verde, entrou na Fernão Dias. No quilômetro 182, perto de Santo Antônio do Amparo, a 111 quilômetros de Três Corações, Roberto saiu de sua pista. Vinham dois caminhões. Bateu no primeiro. Perdeu o controle. E bateu de frente no segundo. E foi o fim. Instantâneo. Explicação? Foi driblado pelo sono diziam.

Roberto Monteiro tinha 27 anos, 281 jogos e 110 gols com a camisa do Cruzeiro.

Milhares de torcedores foram às ruas prestar-lhe homenagem. Torcedores e companheiros de equipe ficaram abalados. Além da técnica, velocidade e do chute forte e certeiro, Batata era brincalhão,  amigo de todos, sempre pronto a ajudar os amigos.

Ainda sob o impacto da tragédia, o time retornou ao Mineirão seis dias depois para enfrentar o mesmo Alianza, justamente o adversário do último jogo de Batata. Na vaga do atacante, Zezé Moreira escalou Zé Carlos, que era reserva, e deslocou Eduardo Amorim, o Rabo-de-vaca, para a ponta-direita.

João Chiabi Duarte, cronista do Cruzeiro.Org, relata o clima dos minutos que antecederam o início partida:

  • Com Piazza à frente, calados e cabisbaixos, os jogadores celestes perfilaram na linha lateral, onde estava estendida uma camisa  azul-estrelada número 7, e fizeram o sinal da cruz. Depois, foram até o meio de campo, saudaram a torcida e começaram a bater bola. Só que aí aconteceu algo sensacional. O capitão do Alianza, Castillo, entregou a Piazza uma placa em homenagem a Roberto Batata e cada jogador peruano abraçou os colegas brasileiros. O estádio foi às lágrimas com a execução de O Silêncio pelo pistonista da Polícia Militar, Antônio Samuel de Oliveira, que, em 1978, seria meu colega no curso básico de Engenharia na UFMG. Durante a execução do Hino Nacional, todos os jogadores do Cruzeiro, a começar pelo capitão Wilson Piazza, choravam. Ele teve que ser amparado por Raul, tal era sua emoção. Eduardo Rabo de Vaca, mal conseguia levantar a cabeça, Nelinho e Joãozinho estavam abalados. Mas, os gritos de “Cruzeiro, Cruzeiro!” vindos das arquibancadas fizeram o time despertar.

Mesmo apático no 1º tempo, o Cruzeiro não teve trabalho para sair na frente. Jairzinho, de cabeça, fez o primeiro aos 14. Cueto, também de cabeça, empatou aos 21. Aos 36, Joãozinho cruzou da esquerda, Jair ajeitou de cabeça e Palhinha, livre na entrada da pequena área, só empurrou para o gol.

No 2º tempo, aos 9, Jair recebeu lançamento longo de Zé Carlos, ganhou do marcador na força, entrou na área e com um corte seco tirou o goleiro da jogada e  bateu rasteiro para o gol vazio. Aos 14, Nelinho, deslocado pela esquerda, recebeu de Eduardo e levantou na área para Jair, entre dois zagueiros, dominar no peito e bater na caída da bola.

Aos 18, Nelinho recebeu lançamento longo de Eduardo, driblou seu marcador, foi ao fundo e cruzou para trás. Palhinha pegou de primeira e acertou o ângulo. Aos 27, Eduardo recebeu de Jair na entrada da área e bateu para o gol. O goleiro fez a defesa parcial e Palhinha apareceu livre para empurrar para o fundo das redes.

Aos 32, Mariano, que substituíra o suspenso Vanderlei, passou para Jairzinho, que arrancou em velocidade da intermediária até a entrada da área e bateu rasteiro no canto direito do goleiro. Nelinho ainda acertou o travessão no último lance, mas o placar ficou mesmo 7×1. Coincidentemente, o número da camisa de Roberto Batata (ainda que na Libertadores ele jogasse com a 14).

O placar deu margem ao surgimento de várias histórias. Os 7 gols teriam sido feitos intencionalmente, como uma última homenagem. Ou que a combinação teria sido feita no intervalo. Enfim, cada jogador e cada torcedor presente ao estádio têm a sua própria versão. O jogo virou lenda.

Cruzeiro 7×1 Alianza Lima, quinta-feira, 20mai76, Mineirão, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 28.235 pagantes Renda: Cr$512.060,00 – Juiz: Luis Pestarino (Argentina) – Gols: Jairzinho, 14, Cueto, 21 e Palhinha, 36 do 1º tempo; Jairzinho, 9, 14, Palhinha, 18, 27 e Jairzinho, 32 do 2º. – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Mariano Schimitz; Wilson Piazza e Zé Carlos (Isidoro); Eduardo Amorim (Ronaldo Drummond), Palhinha, Jairzinho e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Alianza: Jose Manuel Gonzalez Ganosa (Oscar Candia), Moisés Palacios, Javier Castillo, Salvador Salguero, Julio Ramirez; Jaime Duarte, Augusto Palacios; Manuel Lobaton, Suarez, Cesar Cueto e Freddy Ravello. Tec: Marcos Calderon. – NotaMariano Noé Schimitz, nasceu em Cerro Largo-RS e passou, diretamente dos campinhos de pelada, para o time profissional do Internacional de Santa Maria, pelo qual se destacou no Campeonato Gaúcho antes de ser contratado pelo Cruzeiro no início dos Anos 70. Reserva dos laterais Nelinho e Vanderlei, além do clube de origem e do Cruzeiro, ele só atuou pelo Sertãozinho, então na 2ª divisão paulista. Ao encerrar a carreira, ele trabalhou no Ministério do Trabalho, pela manhã, no Projeto Dente-de-leite, criado pelo ex-goleiro João leite, à tarde e na gerência do bar de um cunhado, em Venda Nova, região norte de Beagá, à noite. Esta trabalheira toda teve fim quando, aos 44 anos, devido a uma osteoporose, o lateral campeão da Libertadores 76 submeteu-se a uma cirurgia e passou por longo processo de recuperação até voltar a andar. Embora magoado por não ter conseguido uma oportunidade no clube para seu filho Rafael, que ele diz ser bom de bola, o “alemão” Mariano se manteve cruzeirense de coração e mineiro por adoção.

Com a 3ª vitória, 6ª consecutiva na competição, a classificação para a final estava praticamente sacramentada. A LDU também poderia fazer 6 pontos caso vencesse suas duas partidas restantes, ambas fora de casa, a última delas no Mineirão. Isto pra forçar um jogo extra. 

No dia 26mai76, a LDU foi derrotada pelo Alianza, em Lima, por 2×0. O resultado garantiu a classificação matemática do Cruzeiro à final pela primeira vez, na sua 3ª participação no torneio.

Dessa forma, o jogo com a LDU virou amistoso. No domingo, 30mai76, o Mineirão recebeu 26 mil pagantes e o time manteve o pique com outra goleada.

Nelinho fez o primeiro cobrando pênalti, aos 4 minutos de jogo. Gustavo Tapia empatou aos 11. No 2º tempo, Jairzinho marcou aos 2, Palhinha aos 27 e Ronaldo fechou o placar aos 29.

Cruzeiro 4×1 LDU, domingo, 30mai76, Mineirão, semifinais da Libertadores 1976 – Público: 26.078 pagantes – Cr$484.415,00 – Juiz: Angel Coerezza (Argentina) – Gols: Nelinho, de pênalti, 4, Gustavo Tapia, 11 do 1º tempo; Jairzinho, 2, Palhinha, 27 e Ronaldo, 29 do 2º.  – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Osires (Darci Menezes) e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza (Valdo) e Eduardo Amorim; Silva, Palhinha, Jairzinho e Ronaldo. Tec: Zezé Moreira / LDU: Miguel Angel Leyes, Moreno, Luis De Carlos, Villena, Ramiro Tobar; Juan Carlos Gomez (Rivadeneira), Aguirre; Roberto Sussman, Ruben Jose Scalise (Jorge Tapia), Polo Carrera e Gustavo Tapia. Tec: Leonel Montoya.

A campanha na semifinal foi irretocável. 4 jogos, 4 vitórias, 18 gols marcados (média de 4,5 por partida!) e 3 sofridos.

Àquela altura, o ataque celeste tinha feito 38 gols em 10 jogos e era disparado o melhor da competição. Restava apenas aguardar pelo adversário na final.

Haroldo Elias, rapozaço ao pé da letra

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Este é o Haroldo Elias, o Rapozaço II, cruzeirense de primeira, que a Primaz de Minas mandou pro mundo.

Mesmo de frente pro mar, na Praia da Costa, ele não se esquece jamais do multicampeão destas Minas Gerais.

  1. Seu Nome, Sua Cidade: Haroldo Magalhães Elias. Nasci em Acaiaca-MG, em 03nov62. Moro na Praia da Costa, Vila Velha-ES.
  2. (mais…)