Posts com a Tag ‘Pelé’

Cinquentenário do terceiro melhor argentino

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Eduarcam pediu um post pra comemorar o cinquentenário de Maradona -30out10-, o melhor jogador da história do Argentinos Juniors e um dos melhores da história do Napoli.

Pesquisei durante vários dias e não descobri nada na trajetória do pibe argentino que pudesse ser comparado a Pelé, Garrincha, Tostão, Férenc Puskas, Franz Beckembauer, José Manuel Moreno e outros gênios da bola.

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Edcarlos: “Trabalhamos bem durante a semana”

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros e protagonistas acerca do Cruzeiro 0x1 Vitória, em Ipatinga, pela 15ª rodada do Campeoanto Brasileiro, em 22ago10:

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Os caras e seus gols inesquecíveis

domingo, 8 de agosto de 2010

Ao todo, 55 caras fizeram gols em finais de Copa do Mundo. E viraram tema de um filme que a Iespien está exibindo agora.

Vale a pena ver os gols e ouvir depoimentos acerca das emoções de cada um, antes e depois dos feitos.

Pelé, Gighia, Ronaldo, Rossi, Petit, Masopust, Peters, Amarildo, Valdano, Zagallo, Zito, Brown, Müller, Kempes, Boninsegna, Nanninga, Bertoni, Weber, Breitner, Hurst, Altobelli, Burruchaga, Gerson, Torres, Neeskens, Rummenigge, Tardelli, Voeller, Brehme, Jairzinho, Materazzi e outros estão na fita.

Maradona não está.

N.B.: Ainda na Iespien, Luiz Mendes, 86 anos, decano dos comentaristas brasileiros, concede entrevista ao Juca Kfouri. Vale a pena ver.

Diego no se va…

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dez mil hinchas se dividiram entre o Aeroporto de Ezeiza e a sede da AFA pra recepcionar a seleção argentina, que retornava da aventura sul-africana.

Eufóricos eles entoaram dois refrões básicos:

  • “El Diego no se va y todos juntos vamos a revanchar” e
  • “Brasilero, brasilero, que amargado se te ve, Maradona es más grande, es más grande que Pelé”. 

Só mesmo você, Claudio Gentile, pra entender essa gente.

Faça o seguinte: tire o xará Schulman e o neto do Velho Damas e pode generalizar aquilo que você havia dito só pro Dieguito:

  • ” Sono tutti buffoni!”

Quem tem boca vai a Joanesburgo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Copa se joga um pouco com os pés e muito com a boca. Confiram um pouco do que se disse:

  1. Johann Crujiff, ex-jogador da Holanda, vice-campeão de 1974: “Este Brasil é uma vergonha para o torneio e para os torcedores. Eu não pagaria ingresso pra vê-lo. O time tem talentos, mas joga de maneira defensiva e pouco interessante.”
  2. Maradona, auxiliar técnico de Salvador Billardo na Seleção Argentina: “O erro não foi validar o gol do Tévez, mas permirtir a caçada ao Messi, algo como fez o killer Gentile em 1982.”
  3. Cláudio Gentile, ex-jogador da seleção italiama campeã do mundo em 1982: “Maradona é um palhaço; eu nunca foi expulso por jogada violenta.” [N.B.: Maradona foi expulso na Copa de 1982, após aplicar um coice na barriga do volante Batista, na derroda da Argentina para o Brasil por 3×1].
  4. Dunga, treinador do Brasil: “No Brasil, se a Seleção vence, pedem espetáculo, se vence e dá espetáculo, exigem goleada, se vence, dá espetáculo e goleia, dizem que o adversário é fraco.”
  5. Olé, diário esportivo argentino, referindo-se ao gol de Luís Fabiano contra a Costa do Marfim: “La mano del diablo!”
  6. Pelé, sobre o mesmo gol: “O gol do Luís Fabiano foi de Pelé, pelos chapéus, e de Maradona, pelas mãos”
  7. Wall Free Dow Jones, torcedor brasileiro: “O Brasil, hic!, vai, hic!, campeonar, hic, hic, hic, hurra!”
  8. Maradona sobre Pelé: “Aquele moreno que jogava com a dez, devia voltar pro museu”
  9. Pelé sobre Maradona: “Ele me ama…”
  10. Cristiano Ronaldo, após a derrota para a Espanha: “Por que fomos eliminados? Perguntem ao Carlos Queiróz…”
  11. Cristiano Ronaldo, de cabeça fria: “Estou destroçado, completamente desolado, com uma tristeza inimaginável. E quando disse pra perguntarem ao treinador foi porque, naquele momento, ele estava na conferência de imprensa e eu não me sentia em condições de explicar coisa alguma. Sou um ser humano e tenho o direito de sofrer sozinho.”
  12. Bastian Schweinsteiger, volante da Argentina: “Temos que manter a calma e não cair nas provocações dos argentinos. Todo mundo viu a conduta deles no intervalo da partida contra o México. Reparem na forma e nos gestos com que tentaram influenciar o Juiz. Foi uma vergonha. Mas esta é a mentalidade deles e temos que estar preparados pra isto.”
  13. Vicente Del Bosque, treinador da Espanha: “Nosso estilo é o de nos manternmos fiéis a nosso estilo”
  14. Renato Maurício Prado, comentarista do SporTV: “A Espanha já é semifinalista da Copa.”
  15. Larissa Riquelme, modelo e torcedora paraguaia: “Desque pequena, sempre gostei de de futebol, já fui até atacante, e sou fanática pelo Cerro Porteño…”

Estrelas Negras: organização e sucesso

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mauro França

A expectativa que havia quanto a um bom desempenho das principais Seleções africanas nesta Copa não se concretizou. Camarões, Costa do Marfim e Nigéria não passaram da fase de grupos. Apenas Gana correspondeu e salvou o continente de um fracasso total.

Ao vencer os Estados Unidos e se classificar para as quartas de final, Gana já igualou as melhores campanhas africanas na história das Copas (Camarões em 90, Senegal em 2002). E pode ir além, se passar pelo Uruguai na próxima sexta-feira.

Seria o sucesso das Estrelas Negras uma obra do acaso? Não é o que parece. A força de Gana se baseia em uma combinação de talento individual, força física e organização dentro e fora dos gramados.

Com efeito, Gana tem sido quase uma exceção em meio à desorganização que grassa na maioria das Federações africanas. E por isso tem colhido resultados significativos nos últimos anos. Na Copa de 2006, já havia sido a única Seleção africana a se classificar para as oitavas de final. Em seguida, foi campeã mundial Sub-20 em 2009 e vice da última Copa Africana de Nações, disputada em janeiro de 2010.

No comando técnico das Estrelas Negras desde agosto 2008, o sérvio Milovan Rajevac desfruta de estabilidade pouco comum nas demais Seleções. Apesar de pouco badalado, este ex-zagueiro conseguiu montar um time consistente, organizado e aplicado.

Gana não pratica um futebol ofensivo, irresponsável, de toques envolventes e malabarismos. No lugar do espetáculo, apresenta força e explosão. Não faz muitos gols –foram apenas quatro neste Mundial, dois de pênalti. Em compensação, se defende muito bem.

A Federação Ganesa impôs um rígido código de conduta aos jogadores, com o objetivo de manter a disciplina e evitar brigas e divisões internas comuns nas Seleções africanas. O badalado Muntari não foi convocado para a Copa Africana por conta de indisciplina. E quase foi cortado da Copa, por ter discutido com o treinador após o empate com a Austrália.

A situação é bem diferente nas outras Seleções. A Costa do Marfim teve cinco técnicos desde 2008. O último deles, o sueco Sven-Goran Eriksson foi contratado apenas três meses antes da Copa. Mesmo contando com grandes talentos individuais, os Elefantes não funcionam como time. Para complicar, brigas internas ocasionaram a divisão do elenco.

A Nigéria já teve seis treinadores desde 2006. O sueco Lars Lagerback assumiu após a Copa Africana e, sem tempo para trabalhar, não conseguiu dar um padrão à equipe. Alguns veteranos expuseram publicamente insatisfação com seus métodos e decisões. Em Camarões, os jogadores chegaram a impor um esquema e a escalação do time ao técnico Paul Le Guen. Houve também racha entre veteranos e os mais jovens.

Na contramão, Gana conseguiu mesclar experiência com juventude e fortaleceu ainda mais o grupo. Treze jogadores estiveram na Alemanha em 2006. Nove fizeram parte da Seleção Sub-20 campeã mundial em 2009.

O ótimo goleiro Richard Kingson (31 anos) e o defensor John Pantsil (29) disputaram os 8 jogos que Gana fez até aqui em Copas. Andre Ayew (20), filho de Abedi Pelé, maior ídolo do futebol ganês, Kevin-Price Boateng (23) e o artilheiro Asamoah Gyan (25), que marcou três dos quatro gols ganeses na Copa, também são destaques.

As opções disponíveis são tantas que jogadores como Sulley Ali Muntari (25), Stephen Appiah (30) e Dominic Adiyah (21), chuteira e bola de ouro do último Mundial Sub-20, são opções de banco. É relevante notar que mesmo com a ausência, por contusão, de Michael Essien (27), considerado o melhor jogador ganês, a equipe manteve um bom nível.

Gana está diante do desafio de alcançar uma inédita semifinal de Copa do Mundo. De acordo com Milovan Rajevac, as Estrelas Negras estão preparados: 

  • “Não vejo pressão alguma. Nós já provamos que podemos competir com os adversários. Não temos nenhuma obrigação de vencer e vamos aproveitar esta oportunidade para fazer o melhor. Estou orgulhoso do que estamos fazendo. É um trabalho duro, mas que está dando resultados.”

Mauro França, 57, cruzeirense, economiário, historiador, nasceu em Sete Lagoas, mora em Belo Horizonte.

O Rei e o pibe

terça-feira, 22 de junho de 2010

Pra fazer média com os sul-africanos, Maradona, um dos melhores jogadores argentinos da segunda metade do século passado, disse que Pelé duvidava da realização da Copa. E tentou exorcizar o fantasma do Rei que tanto o atormenta:

  • “Aquele moreno da camisa 10 tem é que voltar pro museu…”

A resposta veio, agora, quando o gol com o Braço do Cristo feito por Luiz Fabiano causou polêmica. Perguntado sobre o lance, Pelé, foi estraçaiou:

  • “Foi um gol de Pelé e de Maradona. De Pelé, pelos chapéus, de Maradona, pela mão.

Tóóóóóíiiiimmmmm!!!!!

Cruzeiro 0x0 Santos: Traíras quebraram a cara

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Em 9º lugar com 8 pontos, o Cruzeiro não contará com Kleber, contundido, Leonardo Silva e Wellington Paulista, suspensos, e Gilberto, servindo à Seleção Brasileira.

Com os mesmos 8 pontos, o Santos não terá Leo, suspenso, e Robinho, servindo à Seleção Brasileira. (mais…)

Faltou experiência…

quinta-feira, 20 de maio de 2010

As chances não eram grandes. Uma em cem, talvez. Se desse pé, seria pra carnaval na Praça Sete. Não deu, vida que segue.

Faltou experiência ao time do Cruzeiro nesta série de quartas de final da Libertadores contra o São Paulo.

Garotos afoitos, com pouca quilometragem no futebol, dá nisso. No primeiro jogo, imaginaram poder definir a disputa na marra e bateram com a cara na porta.

Rodaram pouco a bola, tentaram penetrar na defesa tricolor no peito e na raça. Esqueceram-se de que, jogando em casa, melhor é não tomar gol.

No segundo, bem, o segundo jogo não aconteceu. Durou um minuto, se tanto. Por motivos fúteis.

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O Bafo da Raposa está voltando

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Leitores e comentaristas do PHD:

Ja está publicada a primeira coluna que relembra os antigos textos/crônicas publicadas pelo jornalista JA Ferrari. Dentro em breve, ele nos brindará com o retorno de sua coluna, Bafo da Raposa, que fez furor e sucesso na mídia mineira da época pós-inauguração do Mineirão.

JA Ferrari foi titular de duas colunas, que antecederam o Rápido e Rasteiro, do Neuber Soares, no Diário da Tarde. E também participou de programas esportivos na extinta TV Itacolomi nos Anos 60 e 70, como o Bola na Área, precussor das bancadas de torcedores retomadas neste milênio.

O respeitado jornalista foi o criador, também, da coluna de nome Terceiro Tempo, muito antes de certo simpatizante das frangas e integrante da mídia do eixo se apropriar do nome (é possível que tenha copiado o nome à época em que se alfabetizava no interior de Minas e a coluna servido de inspiração). Tem sido dos mais tradicionais e ferrenhos defensores do Cruzeiro  e foi, ao longo de sua trajetória, um lutador contra desmandos e parcialidades, que marcaram a história do  futebol mineiro.

Numa das edições da revista Academia, publicada pelo Cruzeiro em 1968, ele escreveu crônicas que poderiam ser repetidas neste recente campeonato mineiro mudando-se tão somente os nomes das personagens.

No Cruzeiro.Org, ele continuará a manter sua postura apaixonada, crítica e firme, sempre exigindo correção e a integridade de ações das personagens que comandam o futebol mineiro para as coisas relacionadas ao Cruzeiro.

No site, publicaremos algumas colunas antigas do nosso novo colaborador de forma a apresentá-lo ao pessoal com menos de 30 anos que não acompanhou sua fase áurea no jornalismo mineiro que, agora, está sendo retomada.

Para aqueles que não conhecem este grande cruzeirense, JA Ferrari tem uma parte de sua história relatada no livro Páginas Heróicas Imortais -Onde a Imagem do Cruzeiro Resplandece, e foi citado neste blog na passagem dos 42 anos da conquista do Cruzeiro sobre o Santos de Pelé.

Saudações cruzeirenses,

Evandro Oliveira

NB: Clique aqui pra ler uma coluna do JA Ferrari, publicada na revista Academia na segunda metade dos Anos 60.