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37ª da A: Heroísmo avaiano

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Eis a 37ª rodada do Brasileiro 2010, disputada às 17h de 281nov10. Cruzeiro, Fluminense e Corintiãs venceram e o topo da tabela ficou inalterado. A decisão do título fica pra última rodada. O grande jogo da rodada, contudo, aconteceu em Floripa onde um heróico Avaí venceu o Santos, de virada, por 3×2 e escapou o rebaixamento.

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24ª da A: Timão e Flu garantidos no Morrinhão 2011

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A 24ª rodada do Brasileiro 2010, em 22 e 23set10 começou com o Cruzeiro passando com dificuldade pelo Ceará e com o Corintiãs atropelando o Peixe do DJ, ops, Neymar, na vila famosa. O resto foi jogo pra cumprir tabela.

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23ª da A: Cepada 14 foi tomada em 7 Lagoas

domingo, 19 de setembro de 2010

A 23ª rodada do Brasileiro 2010, em 18 e 19set10…

  1. Engenhão, Bota 2×2 Cruzeiro. Público: 14.128. Gols: Alessandro, 4 do 1º; Montillo, 12 (p) e 27, Loco Abreu, 31 (p) do 2º. Pênalti inexistente deu empate ao time carioca num jogo equilibrado.

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22ª A: Cruzeiro e Corintiãs enfiaram o pé na jaca

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A 22ª rodada do Brasileiro 2010, em 15 e 16set10, foi uma festa pra Cruzeiro e Corintiãs, que somaram 3 pontos enquanto Bota e Flu, parceiros de G4 estacionaram na tabela. Em Curitiba, o Atlético deixou pra aplicar a 13ª cepada no Luxa bem no finalzinho. Um juiz mineiro expulsou bestamente o artilheiro do Prudente e o Mengo aproveitou pra virar e sair de perto das más companhias do rebolo. De resto, registre-se a freguesia são-paulina diante do Inter e a saída do Avaí da alça de mira da Cocota. Teve bão!

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20ª da A: Cruzeiro, último do G4; Atlético-MG, primeiro da Z4

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A 20ª rodada do Brasileiro 2010, jogada em 08 e 09set10 não trouxe surpresas. e terminou com o Cruzeiro no G4.

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14ª da A: Atléticos no Rebolo

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

14ª rodada da Série A do Morrinhão: Flu disparado na ponta, atléticos chafurdando na lama e o Cruzeiro perdendo grande chance de chutar o St. Pauli.

  1. Serra Dourada, Atlético-GO 0x2 Botafogo. Público: 9.433. Gols: Somália, 6, Jobson, 36 do 2º. Os cariocas mostraram ao Dragão goiano quem é que mais bota fogo pelas ventas.
  2. Pacaembu, Palmeiras 2×0 Atlético. Público: 10.074 presentes. Gols: Danilo, 3 do 1º, Ewerthon, 30 do 2º.  Felipão quebra o lacre.
  3. Maracanã, Fla 1×0 Ceará. Público: 20.696. Gols: Petkovic (p), 44 do 1º. Vozão não é de marcar gols, por isto, quando toma um, já era.
  4. Ipatingão, Atlético-MG 3×1 Guarani. Público: 5.748. Gols: Tardelli, 20 e 25, Obina, 32, Mazola, 48  do 2º. Na banheira Tardelli fez dois gols pra alegria da Definhante.
  5. Morumbi, São Paulo 2×2 Cruzeiro. Público: 12.338. Gols: Casemiro, 41 do 1º; Wellington Paulista, 22, Thiago Ribeiro, 38 e Ricardo Oliveira, 45 do 2º. Cruzeiro escapou de goleada no 1º tempo, virou no 2º, mas vacilou e não quebrou a escrita.
  6. Farazão, Prudente 1×2 Vasco. Público: Gols: Eder Luís, 9 do 1º; João Vítor (Pru), 13, Nílton, 34 do 2º. Prudente é time pra jogar fora; em casa, não dá no couro.
  7. Ressacada, Avaí 3×2 Corintiãs. Público: 14.721. Gols: Davi, 10, Bruno César, 40 do 1º; Chicão, contra, 1, Rafael, 8, Bruno César, 30 do 2º. Sob o olhar atento do burguês Guga, Avaí surrou o time do presidente classe média.
  8. Maracanã, Flu 3×0 Inter. Público: 49.471. Gols: Mariano, 19, Washington, 22 do 1º; Emerson,14 do 2º. Este ano, Muricy não tá economizando gol. 
  9. Barradão, Vitória 4×2 Santos. Público: 10.648. Gols: Henrique, 20, Wallace, 25, Marcel, 29, Henrique, 47 do 1º; Zé Eduardo, 22, Schwenck (p), 26 do 2º. Leão bateu de novo no Peixe. E desta vez a vitória teve gosto de vitória mesmo.
  10. Olímpico, Grêmio 2×0 Goiás. Público: 11.409. Gols: Willian Magrão, 33 do 1º e 18 do 2º.  Tricolor deixou o Goiás junto com os atléticos na zona.

Gols: 32. Público: 144.508 em 9 jogos.  Média: 16.056. G4: Flu, 32, Corintiãs, 28, Avaí, 22, Botafogo, 21. Z4: Atlético, 14, Atlético-MG, e Goiás, 13, Atlético-GO, 9. – Artilheiros: 8 – Bruno César / 6 – Alecsandro, WP, Schwenck, Tardelli, Roger / 5 – Mazola, Ewerthon, Herrera, André, Roberto, Jonas, Washington / 4 – Robinho (Avaí), Caio, Hugo, Fred, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Love, Kleber, Alan, Bruno Mineiro, Fernandão, Emerson (Avaí), Jobson, Marcel.

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

Cuca: “O diferencial foi a luta”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e dirigentes acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Cuca, treinador do Cruzeiro: Jogar com uma adversidade dessa é muito difícil. O ambiente estava todo formado para uma vitória do Atlético-MG e nós tivemos que vencer com empenho, dedicação, garra e qualidade técnica. O time suportou bem, defendeu bem, o pessoal entendeu bem e a gente sai daqui feliz. O diferencial foi a luta, entrega, garra, passar um momento ruim, como no 1º tempo e ter a grandeza de jogar como no segundo tempo. No primeiro tempo, o Atlético foi bem melhor. Só tivemos a chance de gol do Wellington. No 2º tempo, a gente foi melhor, tivemos umas quatro chances e merecemos a vitória, com um jogador a menos, em uma expulsão incorreta, eu estava próximo. Tecnicamente o jogo foi bom, com jogadas bonitas. Teve todos os nuances de um clássico. Discussão no final, bola na trave do Cruzeiro, bola na trave do Atlético-MG. Quero ressaltar que vencemos um grande adversário, comandado por um grande treinador também. Temos que trabalhar bem a semana para o jogo contra o Grêmio Prudente. Se não trabalhar, não ganha. Trabalhar firme para no domingo, se Deus quiser, a gente chegar aos 22 pontos. O Fabio é o melhor goleiro do país, não um dos melhores. É o melhor goleiro do Brasil e, no devido tempo, vai ter a oportunidade dele na seleção. E o principal é que ele é feliz no Cruzeiro e a seleção vai ser uma conseqüência do trabalho dele aqui. 
  2. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: O que mais valeu foi o empenho, dedicação e raça. Nosso time foi guerreiro, vibrador. Sabíamos que ia ser difícil, ainda mais sem a nossa torcida. Mas esse gol foi para os mais de oito milhões de torcedores cruzeirenses. Venho treinando esse chute há muito tempo. Fiz assim no jogo-treino contra o Tupi e fiz novamente hoje. Foi o famoso pombo sem asa. Foi um golaço e graças a Deus conseguimos essa vitória. Conseguimos mais três pontinhos, que nos coloca mais próxima da Libertadores e do título. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro
  3. Fabinho, volante do Cruzeiro: A confiança que o treinador passa para o grupo, em acreditar em um resultado positivo, diz muito durante a semana. Nós tivemos uma comissão confiante, trabalhando em cima daquilo que nós tínhamos que fazer, e hoje deu resultado. Conseguimos três pontos importantes. Nós tivemos 90 minutos de jogo pegado, trombada, discussão. Cruzeiro e Atlético não tem jogo leve. Ainda mais em se tratando da situação do nosso adversário, que está na zona do rebaixamento. Mas eu acho que ter jogada ríspida, ter dividida, ter xingamento faz parte. O que não pode é ter agressão, tapa na cara, cusparada. Isso não pode existir no futebol, mas faz parte. A gente entende a situação do nosso adversário. Nós temos que manter a nossa postura. Conseguimos mais três pontos e agora é descansar.
  4. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Aplicação. Conseguimos dentro de campo uma vitória super importante para a gente não distanciar lá de cima. A gente conseguiu fazer o gol e suportar bem quando fomos sufocados. Vou tentar sempre fazer o melhor dentro de campo e buscar meus objetivos.
  5. Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro:  Aceito o pedido de desculpas dele [Diego  Tardelli]. Não sei por que ele fez aquilo. Aceito o pedido de desculpas, mas eu acho que o Tribunal deveria puni-lo pelo que ele fez. O Tribunal tem que analisar as imagens e ver que medidas eles devem tomar. Mas, na minha concepção, foi uma covardia. Eu estava no chão, ele passou por cima e pisou. Só que eu acho que o tribunal deveria olhar e punir. Com certeza, se eu tivesse reclamado ou feito alguma coisa, ele [juiz] teria expulsado. Na sequência, o Gil tomou as dores, ficou chateado e fez aquilo [atingiu Tardelli com o cotovelo]. Na minha concepção, houve falta e o juiz ia marcar. Foi muito rápido. Eu fiquei no chão esperando a falta e ele passou e pisou. Eu pensei: ‘tenho que correr atrás e nem pensei em reclamar’. Mas se eu tivesse feito uma cena, o juiz ia dar alguma coisa.
  6. Diego Tardelli, atacante do Atlético-MG: Foi uma discussão normal. Um bate-boca com o Jairo, e o Werley veio retrucar. Teve um lance que achei que o Jairo poderia tocar por baixo e ele mandou por cima. Não foi atitude correta. O Vanderlei pede, por ser capitão, para não fazer isso. Não poderia ter tomado a atitude diante da nossa torcida. Mas já está tudo bem com o Werley. A gente tem tudo o que o clube pode oferecer, e o clube tem jogadores com a capacidade de dar a volta por cima. É um momento ruim que ninguém quer passar. E, quando os resultados não chegam, fica complicado. A gente sabe que o Atlético-MG já esteve na segunda divisão e passa isso na cabeça. Mas quem colocou o Atlético-MG nessa situação fomos nós jogadores e temos que tirá-lo. Ainda dá tempo. O primeiro turno não acabou, e a diferença de pontuação entre os clubes não é grande. Mas tem que ser rápido. Falta de vontade não tem. Isso não vai ter aqui. Parece que a equipe se esqueceu de como se joga futebol. Falo de mim, e da equipe também. Não estou tirando o meu da reta. Não adianta iludir o torcedor e ficar falando aqui e, quando chega ao campo, não mostrar nada. Temos que falar menos e fazer mais. O Cruzeiro sempre vem montando uma boa equipe. Tem um elenco entrosado, que já vem jogando junto há um bom tempo. Sempre vai existir essa rivalidade. Futebol é assim, a gente lamenta essas derrotas, mas uma hora isso vai mudar.
  7. Jairo Campos, beque do Atlético-MG: As brigas no futebol acontecem. O mais importante é deixar ali. Isso ficou e agora temos que ficar juntos. Depois conversamos e ficou lá a briga. Peco desculpas à torcida, porque temos que resolver desentendimentos no vestiário. Mas, infelizmente aconteceu. Mas isso vai nos ajudar a dar a volta por cima e ter um futuro melhor.
  8. Fernandinho, lateral-esquerdo do Atlético-MG: Nós atletas profissionais não temos que pedir desculpas. A gente tem que fazer é dentro de campo para que o torcedor possa vir. A gente sabe da situação. Não adianta ficar lamentando, se desculpando. Mas eu acho que é isso. Só nós, atletas, podemos sair dessa situação. A gente sabe que tem um campeonato longo ainda pela frente, são muitos jogos, mas sabemos que com o elenco que a gente tem vamos conseguir sair dessa situação. Depois que a bola começar a entrar, a gente sabe que vai fazer o melhor para que o Galo esteja sempre em primeiro lugar. Nossa equipe fez um bom jogo. Tentou da melhor maneira possível fazer o gol. E, infelizmente, às vezes, a fase não está muito boa, a bola acaba não entrando. A equipe adversária foi uma vez só e acabou fazendo (o gol). É coisa de futebol, às vezes nem sempre quem faz o melhor jogo ganha a partida. Agora, vamos ter que trabalhar. Temos a Sul-Americana na quarta-feira e é bola para frente. Agora é tentar sair dessa situação em que o Atlético se encontra e tentar vencer na Sul-americana, pois é o caminho mais curto para a Libertadores.
  9. Wanderlei Luxemburgo, treinador do Atlético-MG: Já passei por situações semelhantes, mas sempre tive a tranquilidade de saber como ajeitar as coisas. O momento é triste, porque estamos tentando e não estamos conseguindo. Mas daqui a pouco tudo vai dar certo. Isso é o futebol. Jogamos melhor do que eles nos dois jogos (o outro foi pelo Campeonato Mineiro) e não ganhamos. Não tem do que reclamar. Daqui a pouco, a coisa vira. Eu entendo a torcida estar chateada. Tem mais que me hostilizar, que pedir para eu ir embora mesmo, só que com respeito, claro. Eu sei que o torcedor está indo embora com a cabeça quente. Mas temos que ter calma, tranquilidade e trabalhar muito. Quarta-feira, já tem Copa Sul-Americana, e os jogadores estão com a cabeça centrada, estão tranquilos. Eu respeito as críticas da imprensa e da torcida, mas eu sei o que estou fazendo. Importante é o que eu converso com a diretoria. O Atlético-MG tem que continuar trabalhando para equilibrar a equipe. Com jogos quarta e domingo, você tem pouco tempo para trabalhar. Mesmo na zona de rebaixamento, eu consigo ver muita coisa boa para o Galo.
  10. Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG: Eu quero dizer que vai encaixar, vai dar certo. O time é bom, tem uma comissão técnica boa e vai encaixar. Nós temos o Obina e o Diego Souza sem as melhores condições físicas, o Edison Mendez no departamento médico. Pelo menos cinco jogadores que contratamos ainda não estão no melhor da forma. Esse sentimento a torcida do Atlético está tendo pela primeira vez, que tem organização. Eu aceito (a culpa), não tem problema. Nós não contratamos jogadores velhos. Nós temos jogador em seleção do Paraguai (Cáceres), do Equador (Mendez), o que está acontecendo, e é duro para falar isso (para o torcedor), mas nós temos que esperar.

Doze motivos pra se derrubar um treinador

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Eis os doze trabalhos de Adílson Baptista. E também os doze motivos para o ódio que traíras e teleguiados sentem por ele.

  1. Cruzeiro 0x0 Atlético-MG, domingo, 09mar08, 16h, Mineirão, 7ª rodada do Campeonato Mineiro (6ª partida do Cruzeiro) – Público: 54.825 pagantes, 57.242 presentes – Renda: R$869.174,50 – Juiz: Alício Pena Jr. (MG) – Bandeiras: Márcio Eustáquio Santiago e Helbert Costa Andrade – Amarelos: Marcos, Márcio Araújo, Xaves, Danilinho (Atl) Marcinho (Cru) – Atlético-MG: Juninho; Coelho, Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri; Márcio Araújo, Xaves, Renan e Sidnei (Gérson); Danilinho e Marinho (Marcelo Nicácio). Tec: Geninho / Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Elicarlos), Thiago Heleno, Espinoza e Jadílson; Marquinhos Paraná, Ramires, Charles (Sandro) e Wagner; Marcelo Moreno e Guilherme (Marcinho). Tec: Adilson Batista.
  2. Cruzeiro 5×0 Atlético-MG, domingo, 27abr08, 16h, Mineirão, jogo de ida da final do Mineiro 2008 – Público: 48.903 pagantes e 51.063 presentes – Renda: R$1.011.000,20 – Juiz: Paulo Cesar Oliveira (SP) – Bandeiras: Maria Eliza Correia Barbosa e Emerson Augusto de Carvalho (SP) – Amarelos: Xaves (Atl); Thiago Heleno, Marquinhos Paraná e Ramires (Cru) – Gols: Moreno, 12, Marcos (contra), 19, e Ramires, 38, do 1º tempo; Guilherme, 21, e Wagner, 33 do 2º – Atlético-MG (com uniforme tradicional, no 4-3-3): Juninho; Gérson (Renan), Leandro Almeida, Marcos e Thiago Feltri (Agustin Viana); Rafael Miranda, Xaves, Márcio Araújo e Danilinho; Marques e Renan Oliveira (Marcelo Nicácio). Tec: Geninho / Cruzeiro (com uniforme tradicional, no 4-3-1-2): Fábio; Charles (Fabrício), Thiago Heleno, Espinoza e Jadílson (Jonathan); Henrique, Ramires e Marquinhos Paraná, Wagner; Guilherme e Marcelo Moreno (Leandro Domingues). Tec: Adílson Baptista
  3. Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, domingo, 04mai08, 16h, Mineirão, jogo de volta da final do Mineiro 2008 – Público: 39.187 pagantes e 41.563 presentes – Renda: R$ 732.420,00 – Juiz: Evandro Rogério Roman (PR) – Bandeiras: Roberto Braatz e Edney Guerreiro Mascarenhas (PR) – Amarelos: Thiago Heleno, Elicarlos (Cru); Coelho, Agustin Viana, R. Miranda (Atl) – Vermelhos: Renan (Atl) 23, Danilinho (Atl), 36 e Charles (Cru), 41 do 2º tempo – Gol: Marcelo Moreno, 30 do 2º tempo – Cruzeiro (com uniforme tradicional, no 4-3-1-2): Fábio; Jonathan, Thiago Heleno, Thiago Martinelli e Jadílson; (Charles); Elicarlos (Henrique), Fabrício (Guilherme) e Marquinhos Paraná; Wagner; Marcinho e Marcelo Moreno. Tec: Adílson Baptista / Atlético-MG (com uniforme tradicional, no 4-3-3): Juninho; Coelho (Xaves); Vinícius, Leandro Almeida e Agustín Viana (Renan); Rafael Miranda, Márcio Araújo e Gérson; Danilinho, Eduardo (Marinho) e Marques. Tec: Geninho.
  4. Cruzeiro 2×1 Atlético-MG, domingo, 13jul08, 16h, Mineirão, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro – Público: 37.644 pagantes e ? presentes – Renda: R$698.075,00 – Juiz: Sálvio Spinola Fagundes Filho (Fifa-SP)- Bandeiras: Helberth Costa Andrade e Jair Albano Felix (MG) – Amarelos: Wagner, Charles, Weldon, Jonathan e Ramires (Cru) – Gols: Danilinho, 33, Martinelli, 35 dp 1º tempo; Ramires, 47 do 2º – Cruzeiro: Fábio; Marquinhos Paraná, Espinoza, Thiago Martinelli e Jadílson (Jonathan); Charles, Fabrício e Ramires e Wagner; Weldon (Rômulo) e Fabinho (Gérson Magrão). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Edson; Mariano (Castillo), Marcos, Vinícius e César Prates; Serginho, Márcio Araújo, Renan e Petkovic (Marques); Danilinho e Eduardo (Almir). Tec: Alexandre Gallo.
  5. Cruzeiro 2×0 Atlético-MG, domingo, 19out08, 16h, Mineirão, 30ª rodada do Campeonato Brasileiro – Público: 52.884 pagantes – 54.000 presentes – Renda: R$1.008.651,50 – Juiz: Wagner Tardelli (RJ) – Bandeiras: Alessandro A. R. de Matos (BA) e Milton O. dos Santos (RN) – Amarelos: Márcio Araújo, Vinícius, Juninho (Atl), Guilherme (Cru) – Gols: Jonathan, 42 do 1º tempo; Guilherme, de pênalti, 48 do 2º – Cruzeiro: Fábio; JonathanLeo Fortunato, Thiago Heleno e Carlinhos; Marquinhos Paraná, Henrique (Elicarlos, 40, 2º) e Ramires; Fernandinho (Wagner, 21, 2º); Thiago Ribeiro (Camilo, 33, 2º) e Guilherme. Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Juninho; Sheslon, Vinícius, Leandro Almeida, Denílson (Rafael Aguiar, intervalo); Elton (Tchô, 31, 2º), Serginho, Márcio Araújo e Renan Oliveira; Castillo e Marques (Pedro Paulo, 16, 2º). Tec: Marcelo Oliveira.
  6. Cruzeiro 4×2 Atlético-MG, sábado, 17jan09, 16h15, Estádio Centenário, Montevidéu, Uruguai, jogo preliminar da rodada de abertura da Copa Bimbo (Torneio de Verão para a imprensa mineira) – Transmissão: Globo Minas e SporTV 2 – Público: ? – Renda: ? – Juiz: Jorge Larrionda (Uru) – Bandeiras: Walter Rial e Marcelo Gadea (Uru) – Amarelos: Sheslon (Atl); Fernandinho (Cru) – Gols: Renan, contra, aos 17, Diego Tardelli, 36, Fernandinho, pênalti, 39, Ramires, 46 min do primeiro tempo; Diego Tardelli, 22, e Soares, 44 min do segundo – Cruzeiro: Fábio; Jonathan (Jancarlos), Thiago Heleno (Leonardo Silva) e Fernandinho; Marquinhos Paraná, Henrique e Ramires; Wagner (Camilo); Thiago Ribeiro (Soares) e Wellington Paulista (Alessandro). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Juninho, Welton Felipe, Leandro Almeida e Marcos (Tchô); Carlos Alberto, Renan (Sheslon), Rafael Miranda (Márcio Araújo), Júnior (Lopes) e Thiago Feltri (Raphael Aguiar); Éder Luís e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  7. Cruzeiro 2×1 Atlético-MG, domingo, 15fev09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 5 rodada do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 47.802 pagantes, 50.874 presentes – Renda: R$972.856,50 – Juiz: Alício Pena Jr. (MG) – Bandeiras: Márcio Eustáquio Santiago e Celso Luiz da Silva (MG) – Amarelos: Welton Felipe, Leandro Almeida, Júnior (Atl), Fábio, Jancarlos, Thiago Ribeiro, Gerson Magrão, Soares, Henrique e Andrey (no banco) (Cru) – Vermelhos: Welton Felipe (Atl), Thiago Ribeiro (Cru) – Gols: Ramires, 18, Soares, 42 do primeiro tempo; Diaego Tardelli, 32 so segundo – Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Jonathan), Leo Fortunato, Thiago Heleno e Fernandinho; Henrique, Marquinhos Paraná e Ramires; Gerson Magrão (Wagner); Thiago Ribeiro e Soares (Wellington Paulista). Tec: Adilson Batista / Atlético-MG: Juninho, Marcos Rocha (Werley), Welton Felipe, Leandro Almeida e JúniorCarlos Alberto, Renan (Thiago Feltri), Márcio Araújo e Yuri (Marcos); Éder Luís e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  8. Cruzeiro 5×0 Atlético-MG, domingo, 26abr09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 47.489 pagantes, 49.380 presentes – Renda: R$1.078.742,50 – Juiz: Paulo César de Oliveira (SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (PR) e Maria Eliza Barbosa (SP) – Amarelos: Gerson Magrão, Leonardo Silva, Kléber e Wellington Paulista (Cru); Werley (Atl) – Vermelhos: Renan e Leandro Almeida (Atl); Ramires (Cru) – Gols: Kléber, 39 do 1º tempo; Leonardo Silva, 10, Leonardo Silva, 16,  Jonathan, 34, Jonathan, 41 do 2º tempo – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Leo Fortunato, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Marquinhos Paraná, Fabrício (Henrique) e Ramires; Wagner; Thiago Ribeiro (Soares) e Kleber (Wellington Paulista). Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Juninho; Werley (Marcos Rocha), Leandro Almeida, Marcos e Júnior; Renan, Rafael Miranda, Carlos Alberto e Márcio Araújo (Kleber); Lopes (Chiquinho) e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  9. Cruzeiro 1×1 Atlético-MG, domingo, 03mai09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, jogo de volta das finais do Campeonato Mineiro de 2009 – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 38.186 pagantes, 40.00 presentes (estimativa) – Renda: R$945.846,00 – Juiz: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS) – Bandeiras: Carlos Berkenbrock (SC) e Katiuscia Mendonça (ES) – Amarelos: Carlos Alberto, Rafael Miranda, Diego Tardelli (Atl), Wagner, Henrique, Jancarlos, Gérson Magrão, Kléber, Gustavo (Cru) – Vermelhos: Carlos Alberto, Welton Felipe (Atl), Wellington Paulista (Cru) – Gols: Fabiano, 16, Kleber, de pênalti, 22 do 1º tempo – Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Elicarlos), Leo Fortunato, Gustavo Schiavolin e Gerson Magrão; Henrique (Elicarlos), Fabrício (Sorín) e Marquinhos Paraná; Wagner; Soares (Wellington Paulista) e Kleber. Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Juninho; Marcos Rocha, Marcos, Welton Felipe e Júnior; Rafael Miranda, Carlos Alberto, Márcio Araújo e Fabiano (Júnior Carioca); Eder Luís e Diego Tardelli. Tec: Emerson Leão.
  10. Catadão do Cruzeiro 0×3 Atlético-MG, domingo, 12jul09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 10ª rodada do Campeonato Brasileiro – Transmissão: Globo Minas e PFC (pague-pra-ver) – Público: 22.583 pagantes – Renda: R$424.612,23 – Juiz: Paulo César de Oliveira (Fifa-SP) – Bandeiras: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Janette Mara Arcanjo (MG) – Amarelos: Marcos Rocha, Márcio Araújo, Renan (Atl);  Diego Renan, Elicarlos, Wanderley, Athirson (Cru) – Vermelhos: Zé Carlos, aos 10 segundos do 1º tempo (Cru) – Gols: Júnior, 32, Alessandro, 44 do 1º tempo;Eder Luís, 43 do 2º – Cruzeiro: Andrey; Jancalos, Neguete, Vinicius e Diego Renan; Fabinho (Anderson Beraldo), Fabricio e Elicarlos; Athirson, Tiago Ribeiro (Wanderley) e Zé Carlos. Tec: Adílson Batista/ Atlético-MG: Aranha; Marcos Rocha (Alessandro), Werley, Welton Felipe e Thiago Feltri, Jonílson, Renan, Márcio Araújo e Júnior; Eder Luís e Diego Tardelli. Tec: Celso Roth.
  11. Cruzeiro 1×0 Atlético-MG, segunda-feira, 12out09, 16h, Mineirão, Belo Horizonte, 29ª rodada do Campeonato Brasileiro – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 45.959 pagantes, 48.106 presentes – Renda: R$822.435,00 – Juiz: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP) – Bandeiras: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Vicente Romano Neto (SP) – Amarelos: Rentería e Jonilson (Atl); Gilberto, Elicarlos, Gil e Fábio (Cru) – Gols: Wellington Paulista, 11 do 1º tempo – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, GIL, Leonardo Silva e Diego Renan; Henrique, Fabrício e Marquinhos Paraná; Gilberto (Elicarlos); Thiago Ribeiro (Leandro Lima) e Wellington Paulista (Guerrón). Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Carini; Carlos Alberto, Benítez, Werley e Thiago Feltri; Jonílson, Correa, Márcio Araújo (Pedro Oldoni) e Evandro (Ricardinho); Eder Luiz e Rentería (Alessandro). Tec: Celso Roth.
  12. Cruzeiro 3×1 Atlético-MG, sábado, 20fev10, 17h, Mineirão, Belo Horizonte, 6ª rodada do Campeonato Mineiro – Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 41.591 pagantes – Renda: R$988.227,50 – Juiz: Renato Cardoso da Conceição – Bandeiras: Guilherme Dias Camilo e Jair Albano Félix – Amarelos: Kleber (Cru), Coelho, Werley, Jairo Campos (Atl) – Gols: Gil, 22, Jairo Campos, 30 do 1º tempo; Leonardo Silva 36, Roger Secco, 43 do 2º – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan (Pedro Ken); Elicarlos, Henrique, Marquinhos Paraná; Gilberto (Roger Secco); Thiago Ribeiro (Bernardo) e Kleber. Tec: Adílson Batista / Atlético-MG: Carini; Coelho, Werley, Jairo Campos e Leandro Silva;  Jonílson (Marques), Correa, Renan Oliveira (Obina) e Ricardinho (Júnior); Diego Tardelli e Muriqui. Tec: Vanderlei Luxemburgo.

N.B.: Dedico este post aos dois presidentes do Cruzeiro. O do grupinho de chegados e o da torcida. E também aos traíras teleguiados.

Atlético-MG 1×3 Cruzeiro: Vitória da competência

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mauro França

A decisão de entrar com a força máxima disponível foi acertada. Mesmo que o resultado não tenha nenhuma importância em termos de classificação no Mineiro, trata-se do clássico, e é sempre bom ganhar do rival.

Além disto, como a temporada está no início, não há desgaste que justifique poupar algum jogador. E o jogo de quarta pela Libertadores vai ser no Mineirão, sem necessidade de viagem.

Fabrício, em recuperação de contusão, e Wellington Paulista, suspenso, são os desfalques mais notáveis. Elicarlos segue no time e Thiago Ribeiro forma a dupla de ataque com Kleber. A novidade é a presença de Roger no banco.

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