Posts com a Tag ‘negociação’

Os sócios do Cruzeiro

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Olá, Jorge.
 
Acompanho o PHD há pouco mais de 5 meses e, certamente, é o melhor blog/sítio para discutir sobre o Cruzeiro. Por isso, lhe envio esse e-mail para apresentar uma discussão que poderia esclarecer muitas dúvidas minhas e, acredito, de muitos cruzeirenses. (mais…)

A. Kfouri: “Esta é uma das mais belas histórias…”

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Comentários de blogueiros e jornalistas sobre a festa de despedida de Sorin –Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, no Mineirão-, em 04nov09:

  1. Leandro Mattos, em seu blog : Em setembro do ano passado, mais precisamente no dia 05, falei sobre Sorín aqui no ‘Girando a Bola’. O argentino desembarcava em Belo Horizonte, carregado pela torcida celeste no aeroporto de Confins. Veio para se recuperar de uma lesão no joelho direito, com a esperança de voltar a defender a camisa estrelada, como já tinha feito antes, com raça e identificação com o clube azul. Quis o destino que o reencontro durasse pouco, pelo menos dentro de campo. No final de julho deste ano, cansado das lesões e da falta de oportunidades que elas significaram com Adílson Batista, o ídolo disse tchau para o mundo da bola. Foi um adeus sentido pela torcida. O argentino era um dos raros exemplos no futebol atual de jogadores que experimentam ligação mais estreita com as cores que defendem. Era diferente da maioria que não vê problemas em beijar um escudo à cada seis meses. Gente que troca de clube e de juras como se trocasse de roupa. Sorín se despede oficialmente dos gramados nesta quarta-feira, num esporte cada vez mais permeado por ídolos descartáveis.
  2. André Kfouri, em seu blog : Juan Pablo Sorín se despediu do futebol ontem, num amistoso entre Cruzeiro e Argentinos Juniors (2×1: Bernardo, Guerrón e Santibáñesz – 42.216 ingressos trocados por 90 toneladas de alimentos), no Mineirão. É uma das mais belas histórias de idolatria entre uma torcida brasileira e um jogador estrangeiro, o que deveria bastar para descrever sua última noite nos gramados. Mas não basta. Porque histórias como essa são cada vez mais raras. Foi bonito, mas é uma pena que tenha sido o fim. Imagino que seja esse o sentimento do cruzeirense, ao ver Juampi pela última vez vestido de azul.
  3. Mauro Beting, em seu blog : Sorín já havia conseguido a proeza de receber elogios –ou o silêncio elogioso– de atleticanos por tudo de lindo que fez pelo Cruzeiro. Para os mais de 40 mil que foram à despedida dele do fútbol, assim mesmo, na língua-mãe de Juampi, conseguiu mais uma vez se superar: fez brasileiros e argentinos falarem a mesma língua. Honrarem dos raros que vestiram camisas rivais com o mesmo amor. Como se fosse só uma. Como se ele realmente fosse só um. Grande Sorín. Como não tenho mais palavras, repito as que escrevi quando você anunciou a aposentadoria: Em campo, começava o jogo na lateral esquerda. Se a bola fosse do Cruzeiro de 2000 a 2002, ou da grande Argentina de Marcelo Bielsa no mesmo período, em segundos já estava na área rival, como se fosse centroavante, para subir de cabeça como um Yao-Ming de 1m73. Como mágica, no contragolpe rival, lá irrompria Juampi na área celeste para aliviar o perigo, para assumir a bucha, para ganhar as bolas que para ele não eram perdidas. Prefiro dizer que Sorín atacava e Juampi defendia. Porque, por vezes, tive a impressão de ver no Mineirão ou pela TV uma mesma camisa fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando não fez muito mais. E não só pelo Cruzeiro. Pergunte a algum atleticano se ele respeita e admira alguém pintado de azul. A resposta é “sim”. É Sorín. Vá além de Minas e pergunte nas gerais do Brasil: tem algum gringo que você gostaria ver não apenas jogando, mas suando por sua camisa? “Sim”. Sorín! Jogador Mercosul. Integração entre brasileiros e argentinos, cruzeirenses e atleticanos. Tão bom dentro quanto fora de campo. Daqueles que só fazem bem ao esporte e à vida. Tanto que, sabedor das más condições clínicas que não o fizeram ainda maior do que foi por estes trópicos, preferiu pendurar as imortais chuteiras a eventualmente prejudicar o Cruzeiro que tão bem defendeu – e atacou, e marcou, e correu. Não vá embora, Sorín. Ou vá como você ia ao ataque: vá e volte ao mesmo tempo.
  4. Mário Marra, em seu blog: A despedida do argentino Sorín foi mais um belo gol dele. Noventa toneladas de alimentos foram arrecadadas. Muitos vão se alimentar com isso. Construir uma imagem de craque pode até ser fácil, mas ser uma pessoa que quer e pratica o bem de forma natural e espontânea é mais complicado. Ao mestre Sorín o meu agradecimento por mais uma lição.
  5. Jaeci Carvalho, em sua coluna da edição online do Estado de Minas: O ídolo eterno – Hoje se encerra a carreira de um dos jogadores mais brilhantes do futebol argentino e um dos maiores ídolos cruzeirenses, mesmo tendo defendido o clube pouco tempo em relação a outros monstros sagrados que estão nas mentes e corações dos torcedores. Juan Pablo Sorín, argentino de nascimento, mas mineiro de coração, tem uma relação de amor com o torcedor, muito fácil de explicar: garra, vontade, determinação, suor e sangue foram os ingredientes usados por ele com o uniforme azul, que deixaram a galera enlouquecida, a ponto de lotar o aeroporto para recebê-lo de volta, ano passado. É verdade que, na última passagem, pouco jogou, por causa das contusões, mas nem essa ausência forçada o separou de sua gente, de seu amor. Acho essa aposentadoria prematura. Aos 33 anos, Sorín ainda poderia jogar muita bola, pois tem técnica e habilidade, qualidades em falta nos dias atuais. Não o considero o maior lateral-esquerdo da história do Cruzeiro, pois jamais o vi como lateral. Sempre o achei um jogador moderno, que ocupava todos os setores do campo e volta e meia aparecia na frente para fazer gols. Foi com esse espírito guerreiro que conquistou a massa, que esta noite lotará o Mineirão, para gritar pela última vez: “Rei, rei, rei, Sorín é nosso rei”. Poucas vezes, nos meus quase 50 anos, vi jogador tão amado por uma torcida em tão pouco tempo. Há atletas que passam uma década no clube e saem sem deixar saudade. Outros passam dois, três, quatro anos e deixam uma saudade eterna. Como Juampi, que fez da camisa azul sua segunda pele e logo se identificou com a marca Cruzeiro. Do primeiro ao último jogo, o desta noite, mostrou que ele e a equipe nasceram um para o outro. E a gente sabe que esse tipo de amor à primeira vista, verdadeiro e sincero, jamais termina. Sorín vai pisar o gramado do Mineirão, levando no colo sua maior riqueza, seu maior título, seu maior troféu: a filha, Elisabetta, que nasceu e vive em BH e, como Sorín e Sol, também vai amar nossa cidade. Com certeza, a emoção será indescritível. Ele sonhou pisar esse mesmo gramado contra o Estudiantes, na finalíssima da Libertadores. Mas acabou preterido. Desprezo que não lhe tirou o amor pelo Cruzeiro. As pessoas passam e a instituição fica. Sorín é grande o suficiente para assimilar esses golpes que a vida lhe prega. Esta será a sua grande noite. Pelo Mineirão, desfilarão craques de hoje e de ontem, como o chileno Marcelo Salas, Raí e Sócrates, entre outros. Sorín terá a honra de receber seu primeiro treinador, Ramón Yiyo, que o viu dar os primeiros toques na bola, no Societé Parque, em Buenos Aires; e também quem o levou à Primeira Divisão, no Argentinos Juniors, Luis Soler; além do brilhante José Pekerman, que o levou para a Seleção Sub-17, para a Sub-20 (campeã mundial) e lhe deu a braçadeira de capitão da Argentina na Copa da Alemanha’2006. Vários amigos estarão em BH e outros não puderam vir, devido a compromissos assumidos anteriormente.  Sorín, Sol e Elisabetta, anfitriões de primeira, esperam deixar a torcida feliz e emocionada. Na preliminar de Cruzeiro x Argentinos Juniors, haverá um jogo de artistas e, logo depois, show do grupo mineiro Skank. Um jantar encerrará a festividade. Noite inesquecível para quem pisou tantos gramados do mundo e honrou os torcedores com um futebol de técnica, garra e vontade de vencer. Quando o árbitro apitar o fim do jogo, Sorín dará sua última volta olímpica, saudará a plateia e agradecerá o apoio, carinho e amor que os torcedores sempre lhe dedicaram. Para ele, não será só o fim de uma carreira, mas também o começo de uma vida longe dos campos, que, com certeza, se estenderá a outros caminhos no futebol e no próprio Cruzeiro. Afinal, a vida do ídolo se confunde com a história do clube e de sua apaixonada torcida. Parabéns, Sorín, que Deus e São Judas Tadeu o iluminem sempre. A torcida do Cruzeiro lhe agradece por tudo. Até breve.
  6. Victor Pimentel, blogueiro do Blablagol: Estamos nos tempos de negociação no futebol. Se a coroada não vai se acostumar a isso e se lamentar, a turma mais nova não sabe o que é um jogador ficar 15 anos em um clube. Ora, use-se isso, não? Valorizar, criar e cultivar os ídolos do presente ajuda a criar uma identificação, e é dever do clube (qualquer que seja) forçar a barra para isso. Nós usualmente somos chatos quanto a ídolos de uma temporada, mas os mais novos são sedentos por ele. É bonito que alguém fale dos jogadores que não viu jogar, mas é impossível que tenham admiração sem um ícone de seu tempo. Parabéns ao Cruzeiro pela iniciativa.
  7. Evandro Oliveira, webmaster do Cruzeiro.Org:  Se alguns podem falar mal do técnico num jogo festivo, posso falar sobre outras coisas que ninguém fala. Devemos ressaltar que, a festa foi como foi e do porte que foi, com repercussão internacional, muito em função do desejo e da capacidade de um cara chamado Sorín. Muito, mas muito mesmo, do que foi feito, o foi por que o jogador determinou algumas coisas. Algumas negociações foram feitas porque “o Sorin quer assim”. Ele era o dono da festa em todos os sentidos e duvido que algumas pessoas no Cruzeiro tenham aprendido a fazer um evento como este ou queriam fazer como este. O Cruzeiro descobriu, a fórceps, o que a torcida (alguns rabugentos) vem dizendo há algum tempo. marketing esportivo como o feito com o evento do Sorín não é marketing de prateleira. Uma pena que a torcida do Cruzeiro ou ao menos garnde parte dela e a própria mídia, não consegue ver algumas coisas. Sorín vinha para Belo Horizonte para se tratar, o Movimento Volta Sorín conseguiu coisas que poucos acreditavam. O Sorin voltou! é isso que a torcida cantava ontem na despedida do jogador. A patuléia só tem que aplaudir. O Sorín foi dono da festa em toda a sua concepção e acepção. Só para não dizer que tudo são flores, não acredito que muita gente tenha aprendido alguma coisa. Alguns não aprenderam nada com as várias lições dadas Pelo Sorín. Gracias, Juanpi!

Champions League 2009: grupos E, F, G, H

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Mauro França

Grupo E

Pela tradição de sempre fazer boas campanhas na LC, o Liverpool abre ligeira vantagem sobre os oponentes, mas não terá vida fácil. Tanto o Lyon quanto a Fiorentina merecem respeito. Curiosamente, o único campeão nacional do grupo, o húngaro Debreceni, é o que tem menos chance, mas pode ser o fiel da balança.

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Cruzeiro 4×2 Náutico: Artilheiro estava iluminado

domingo, 23 de agosto de 2009

Se vencer, o Cruzeiro chega a 27 pontos e pode ultrapassar o Flamengo e ficar perto da 1ª página da lista de classificação.

O lateral-direito Jonathan, machucado, e o atacante Kleber, machucado em negociação, sabe-se-lá, desfalcam o Cruzeiro.

O Náutico não conta com Aílton suspenso pelo 3º cartão amarelo. Se vencer, o Timbu deixa a zona de rebaixamento.

A previsão é de jogo duro. Já há equilíbrio na história dos confrontos entre os rivais desta noite no Mineirão. E, no momento, as equipes se equivalem.

Cabe ao torcedor, esquecer ídolos, de barro ou não, e incentivar o time. Ou melhor, o clube. Este, sim, um amor para sempre.

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Cada fatia da pizza

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Bruno Furtado, do Superesportes, publicou excelente pesquisa sobre as vendas de jogadores do Cruzeiro em 2009. Aqui, vai uma síntese. Vale a pena conferir a íntegra da matéria.

“A diretoria cruzeirense vendeu cinco jogadores em definitivo para o exterior nesta temporada e essas negociações geraram uma receita bruta de R$60,6 milhões. Depois de repassar percentuais para grupos investidores, outros clubes com participações nos direitos, empresários e atletas, o Cruzeiro faturou R$32,28 milhões brutos, valor correspondente a 53,27% do total.

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Sorín, ídolo para sempre…

terça-feira, 28 de julho de 2009

Buenos Aires, Argentina; 05mai76

A festa

A decisão da Sul-Minas 2002 foi um capítulo especial na história do Cruzeiro. Não apenas pela conquista do bicampeonato mas, principalmente, pela despedida do argentino Juan Pablo Sorín, maior ídolo da torcida nos primeiros dois anos do terceiro milênio, que estava se transferindo para a Lazio.

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Pelo twitter

sábado, 27 de junho de 2009

Luxemburgo sempre foi um cara tecnologicamente à frente de seus pares.

Enquanto outros emitem sinais de fumaça e batem tambor, ele se comunica por meio de blog e twitter.

E foi por este meio que ele avisou, no início da madrugada:

  • “Não sou mais técnico do Palmeiras. Fui demitido por descordar (sic) das atitudes do Keirrison.”

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Tem base?

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Parece que o Flamengo está mesmo decidido a desinflar sua milionária folha de pagamentos. Aos poucos, vai se livrar dos “cracaços” que contratou a peso de ouro e trata a leite de pato.

Neste desmanche, Ibson iria para o CSKA. E caberia ao Cruzeiro receber o meia-atacante Zé Roberto.

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Olha o Zé aí, de novo, gente!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Wellington Paulista por Zé Roberto? Quem lucra? Com quem ZR disputará uma vaga?

  1. “Segundo a assessoria de comunicação do Cruzeiro, o presidente Zezé Perrella entendeu que a vinda de Zé Roberto poderá compensar de alguma forma a perda por três meses de Soares, atacante que sofreu fratura no tornozelo direito. Já a saída de Wellington Paulista poderá abrir espaço para Wanderley e Zé Carlos, este último vindo do Corinthians de Alagoas.” (Superesportes)
  2. “Zé Roberto nunca foi bem quisto pela torcida rubro-negra. Mesmo sendo dirigido pelo técnico Cuca, com quem viveu seus melhores momentos na carreira, quando atuava pelo Botafogo, o meia-atacante era bastante questionado em sua passagem pela Gávea.” (Terra Esportes)
  3. “Os dirigentes não revelam as cifras exatas, mas Wellington Paulista teria remuneração inferior à de Zé Roberto, o que, alegam, encaixaria o negócio dentro da política de redução de custos dos rubro-negros. O clube carioca, a priori, não demonstra interesse em Anderson, ex-zagueiro de Corinthians, Benfica e São Paulo, atualmente na reserva do Cruzeiro.” (Mauro Cesar Pereira, em seu blog)
  4. “Será a 2ª passagem de Zé Roberto pelo Cruzeiro. Ele chegou ao clube em 2000, vindo do Juventus de São Paulo, e foi dispensado por indisciplina na mesma temporada por Luiz Felipe Scolari. Aos 28 anos, o meia-atacante chegou ao Flamengo em janeiro emprestado pelo Schalke 04 da Alemanha até dezembro, ao custo de R$450 mil, com passe fixado em €2 mi. Zé Roberto foi titular até a decisão do Estadual. Sem apresentar bom futebol barrado pelo técnico Cuca na final contra o Botafogo, quando também não tinha mais a aceitação da torcida. Ele disputou 17 jogos oficiais pelo Flamengo e fez 5 gols. Ele marcou 3 gols no Carioca, em 14 apresentações, e 2 na Copa do Brasil, em 3 partidas.” (Superesportes)
  5. “Conversei com Zezé Perrella rapidamente sábado. No começo do ano ele tinha tentando, mas não deu certo. Da minha parte não terá problema algum. Gosto muito de Belo Horizonte. Sempre me dei bem aí. Depois que estive no Cruzeiro o Zezé tentou me levar umas três ou quatro vezes. Ele tem um carinho muito grande por mim e estou torcendo pra que tudo dê certo. Estou mais amadurecido, rodado e quero ajudar o Cruzeiro na Libertadores. O time é muito bom. Rendo mais no meio-de-campo e todo mundo sabe disso. Mas se o treinador quiser que eu jogue de atacante vou tentar fazer o melhor.” (Zé Roberto, meia-atacante, ao Lance!)
  6. “A troca de jogadores entre Cruzeiro e Flamengo, acertada entre as diretorias nesta segunda-feira, não vai mais ocorrer. O negócio foi cancelado por falta de acordo entre Zé Roberto e a diretoria celeste. E também pelo fato de Wellington Paulista, que iria para o Rio de Janeiro, não ter concordado em deixar a capital mineira. O cancelamento do negócio foi informado na noite desta segunda-feira pelo presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella. O dirigente disse que Wellington Paulista se recusou a trocar o clube celeste pelo Flamengo. ‘Ele não quis sair de Belo Horizonte, pois disse que a família está bem adaptada e feliz aqui. O Wellington fica aqui, e o Zé Roberto continua no Rio’, explicou o mandatário, em entrevista ao programa Só Esporte, da Rádio Alvorada. Além disso, outro impasse criado foi em relação ao salário pago a Zé Roberto pelo Flamengo. O diretor de comunicação do Cruzeiro, Guilherme Mendes, informou que o valor era equiparado ao futebol europeu. Com isso, a diretoria celeste recuou no acerto. A única forma de haver uma reviravolta e a negociação ocorrer seria o acordo entre clubes e jogadores.” (Vicente Ribeiro, Superesportes)

Seis mais meia dúzia

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Há treinadores que trocam seis por meia dúzia. E há dirigentes que compram seis mais meia dúzia.

Agoa, além dos baleados Fernandinho e Sorín, o Toca II receberá mais dois camisas seis.

Qual deles, caro leitor, você emprestaria ao Ipatinga? Ou você é um iconoclasta e ficaria com os dois promovendo Sorín a dirigente do clube?

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