Posts com a Tag ‘Nacional-URU’

O post definitivo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Caros amigos:

Eu havia decidido parar de escrever qualquer coisa que fizesse menção ao Adilson Batista, no PHD, em respeito ao Cuca e ao ideal de sempre apoiar o Cruzeiro e de não torcer contra, como muitos o fazem para afirmarem suas verdades pessoais.

Mas, como fiquei aborrecido com a falta de respeito de alguns pelo Adilson, que é um grande ídolo do clube, stou sugerindo dois posts derradeiros sobre o tema. Um, como forma de agradecimento ao trabalho do Adilson, realizado por todos aqueles que admiraram seu trabalho no clube, outro bolado pelos que não gostavam do treinador. Seria, acima de tudo, democrático.

Para o post em homenagem ao Adilson, pensei em desmascararmos alguns mitos e citarmos alguns feitos, todos com citações de fontes. Para isto, gostaria da ajuda de vocês com recordações e sugestões.

Seria uma forma de demonstrarmos, por meio de fatos, os motivos pelos quais o trabalho do treinador pode ser considerado bom. E também um incentivo para o outro lado fazer o mesmo justificando seus argumentos contrários.

Com isto, encerraríamos de vez o assunto. O que vocês acham? Topam contribuir?

Cada um ficaria com uma parte sem, contudo, ficar proibido de contribuir com outra. O Elias que, por exemplo, é um crítico da rádia ficaria com a nálise do trabalho dela durante o período em que o treinador esteve à frebnte do time celeste. 

Se o post ficar muito grande, poderá ser dividido em partes. Aí vai um esboço. Contribuam:

O Cruzeiro não tinha jogadas ensaiadas – Cruzeiro 3x0Grêmio – Brasileiro de 2008 A jogada do 1º gol foi comentada pelo treinador e jogadores após a partida. Eles analisaram alguns jogos do Grêmio que, sempre na saída de bola, tocava a bola para trás até que os homens de frente tivessem tempo de se posicionar pra receberem o lançamento. Cruzeiro 3×1 Grêmio – Libertadores 2009 – A jogada do 2º gol foi praticada algumas vezes. Ao invés de cruzar direto para a área, a bola era ajeitada para o Wagner arrematar de canhota.

Os “volantes” não criavam  – Cruzeiro 3×1 Grêmio – Libertadores 2009 – O 3º gol teve assistência de Marquinhos Paraná.  – Cruzeiro 3×1 Nacional-URU – Libertadores 2010 – O 2º gol teve assistência do Fabrício. O 3º teve assistência do Henrique. Tupi 2x7Cruzeiro – Mineiro 2009 – Os 4 “volantes” – O 1º gol surgiu de um pênalti sofrido por Marquinhos Paraná. No 2º, houve teve assistência do Marquinhos Paraná. O 3º foi do Ramires. O 4º do Fabrício. O 5º com assistência do Ramires. O 6º com assistência do Paraná. O 7º foi do Marquinhos Paraná.

 Ramires:, o “volantão”  Seleção de gols do Queniano Azul. Em 2007, quando dirigido por Dorival Junior,ele  marcou 3 no Brasileiro. Entre 2008 e o final da Libertadores 2009, marcou 24 gols sob o comando de Adílson Batista.

Jadílson, Adopi, Jajá e Leandro Domingues foram injustiçados. Onde estão eles, hoje em dia?

A rádia – Podemos citar alguns fatos ligados à recepção que o treinador teve quando chegou, sua relação com a imprensa cacarejante e as consequências dos 5×0.

Duplo 5×0 – As duas maiores goleadas sobre o rival, uma delas, no ano do centenário

Abs,
Vinícius Cabral

N.B.: Proposta acatada. Cruzeirenses, anticruzeirenses, atleticanos, hienas, termocéfalos, tropeiritas, palpiteiros, curiosos, estão todos convidados a parir o post definitivo sobre o Fenômeno Adílson Baptista. Catrtas e mails ao Vinícius.

Inútil remoagem

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Os 3×0 aplicados pelo Paraná Clube no Ipatinga reabriram uma chaga. Os peneristas voltaram com tudo cobrando a afirmação do blogueiro de que o time do Vale do Aço foi o melhor do Mineiro.

Pois eu reafirmo: foi! Ao menos até disputar a final quando não conseguiu manter o nível e foi batido pela Cocota.

Agora, com relação ao Cruzeiro, não há chororô que dê jeito. Foram duas goleadas inapeláveis. Irrevogáveis. Intragáveis, eu sei, mas insofismáveis.

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Los empresarios son dueños de nuestro fútbol…

domingo, 9 de maio de 2010

Bolsoquark, torcedor do Nacional, responde aos comentaristas do PHD:

Quiero agradecer a todos por sus comentarios y su hospitalidad, y hasta levantar la copa no paren… Buena suerte cruceirenses…

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ZZP: “Cruzeiro é time de Libertadores!”

sábado, 8 de maio de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Nacional (Uruguai) 0×3 Cruzeiro, no Gran Parque Central, em Montevidéu, jogo de volta das oitavas de final da Libertadores 2010, em 05mai10:

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Soy hincha de Nacional y quiero felicitarlos

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mensagem do nosso leitor Bolsoquark, torcedor do Nacional:

Estimados “torcedores” del Cruzeiro.

Como no hablo portugués, voy a tratar de escribir simple en español.

Soy hincha de Nacional y quiero felicitarlos por la clasificación y por el excelente equipo que tienen. Da gusto verlos jugar.

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Impertinência

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pergunta impertinente:

  • O que teria acontecido se dupla RapoCota tivesse trocado os adversários da quarta-feira?

Destrinchando:

  1. O Cruzeiro tem time pra encarar o Santos?
  2. O Atlético-MG teria um estrategista pra neutralizar o Nacional e sua brava gente?

Velho Damas e Ex-Dylan estão dispensados de responder.

Gil estava possuído pelo Espírito da Libertadores

sexta-feira, 7 de maio de 2010

jogo de volta das oitavas de final da Libertadores 2010, em 05mai10:

  • Fábio – Pouco exigido, principalmente, no 1º tempo. O que faltou e chutes a gol, sobrou de chutes nas costelas pra ele defender. Como o do grandalhão Coates. Fábio transmite muita tranquilidade à zaga e aos volantes e armadores. (Elias Guimarães) Menos exigido do que sugeria a ocasião, quando acionado mostrou a segurança de sempre e também não se deixou intimidar pelas chegadas “menos carinhosas” dos atacantes orientais. (Matheus Penido)
  • Jonathan – Joga como se fosse uma sanfona, indo e voltando, com velocidade e senso de recuperação. Apronta uma correria maluca pela direita e arma jogadas como a que resultou no 3º gol, oferecido na bandeja pro Gilberto. A diretoria continua alisando a mão esquerda com a direita, esperando propostas por ele. (Elias Guimarães) Apoiou o tempo inteiro e praticou uma feroz marcação na saída de bola do Bolso. (Renato-SP)
  • Gil – Finalmente, o Cruzeiro descobriu o Espírito da Libertadores, que incorpora em quem não se deixa intimidar e não está nem aí pra tamanho de estádio e gritaria. Gil encarou os valentões uruguaios na bola e no peito. Não deixou nenhuma provocação sem resposta e ainda limpou a área por via área e terrestre. Tudo isto sem ter nascido na Argentina. Não é um espanto? (Síndico) Discordo do Síndico em relação ao “espírito de Libertadores” do Gil. Ele agiu mal ao peitar o jogador do Nacional no fim do 1º tempo. Ganhou cartão amarelo infantilmente. Dar uma de valentão custou caro ao Leo Silva e poderia ter custado um cartão vermelho pra elçe também. Na Libertadores, inteligente é quem não entra em provocação e ainda consegue tirar o adversário do jogo, não quem peita o adversário a cada provocação. Já cansei de ver equipes brasileiras terminarem com um a menos por seus jogadores acharem que têm de ser mais machos que os outros. Adílson Baptista precisa orientar alguns jogadores quanto a isto,  pois uma expulsão pode ser fatal em Libertadores. (Flávio Carneiro)
  • Leonardo Silva – Sofre marcação homem-a-homem do comentarista mais ouvido da Rádio Itatiaia, Lélio Gustavo. Ele sempre descasca o Obama Azul. Resquício daquela tirada de bola sobre a linha no último clássico? O comentarista ficou magoado? Quem nunca jogou bola é incapáz de sentir o efeito da adrenalina em decisões. Leo foi expulso injustamente numa jogada em quedeveria, no máximo, receber um amarelo. No mais, ele rebateu bem, não afinou nas chegadas dos violentos adversários e esteve bem como o restante do time. (Elias Guimarães)
  • Thiago Heleno Recompôs a defesa após a expulsão de Leonardo Silva jogando com sobriedade. (Síndico) Não comprometeu. Talvez pelo fato de o Nacional já estar no desespero e querendo bater mais do que jogar. De qualquer forma, TH manteve o bom nível defensivo e o Cruzeiro terminou sem levar gols. Bom sinal para o próximo jogo quando Lenardo Silva estará fora. Deveria formar a dupla de zaga com Gil contra o Inter pra ambos ganharem entrosamento.(Agnaldo Morato)
  • Diego Renan – Revitalizado com a volta do Fabricio. Com o Stallone, o meio de campo marca mais e Diego faz o que mais sabe: atacar. O 2º gol foi uma pintura, uma marca desse time que deixa o adversário tonto com suas ultrapassagens. (Elias Guimarães)
  • Henrique – Operário padrão, joga com simplicidade. Marca, ocupa espaços e ainda sai pro jogo. E, mais importante, não afina! (Elias Guimarães) Discreto, mas eficientíssimo e de grande utilidade para o time. Junto com seus colegas de meio de campo, não deixou o Bolso construir jogadas mais elaboradas e ainda pôs o time uruguaio na roda. (Matheus Penido)
  • Fabrício – Foi um gigante! Cobriu muito bem o lado esquerdo e ainda atacou com muita agressividade. A bola na trave no 1º tempo mostra bem isso. (Anderson Olivieri) O mais impressionante é sua disposição, sua entrega ao time. E tudo com muita consciência tática. Sua presença faz crescer os futebol dos colegas e, principalmente, do lateral-esquerdo Diego Renan. (Gustavo Martins)
  • Pedro Ken – Entrou bem na partida. Explorou o meio de campo aberto com movimentação e passes inteligentes. E não se descuidou das tarefas defensivas. Tem futuro o garoto. (André)
  • Marquinhos Paraná – Um dos responsáveis pelo domínio celeste na partida. Fechou bem o lado esquerdo liberando Renan pra atacar e ajudou a por o Nacional na roda com seu toque de bola refinado. (Matheus Penido) O descanso foi bom pra ele. Contra o Nacional, fez outra boa partida com viradas, desarmes e saídas de bola. Joga acima da média. Torna o complicado fácil e até óbvio. Simples e bonito, pois o simples é que é bonito. Paraná voltou a promover alguns churrascos com a língua dos que não gostam de dar o braço a torcer. (Elias Guimarães)
  • Gilberto – Outra grande exibição, ora cadenciando, ora acelerando, criando e virando bolas. Seu gol teve a marca da tranquilidade que norteia o futebol dos jogadores clássicos, dos caras que sabem jogar. (Elias Guimarães)
  • Thiago Ribeiro – Fez outro golaço. E correu muito, marcaou de forma insana os volantes e zagueiros. E quabdio deixam ele tocar a bola na frente, um abraço… De quebra, está marcando gols de falta, coisa que não viamos há muito no Cruzeiro. (Elias Guimarães) Thiago Ribeiro está “estraçalhando” esse ano. É como se fosse um novo jogador que o Cruzeiro tivesse acabado de contratar, e prova que o jogador, quando se cuida, e põe o objetivo do clube também como seu, tem o reconhecimento da torcida, dos comentaristas, e, infelizmente, de outros times. (Simone Castro)
  • Wellington Paulista Entrou quando time estava ensebando a bola e gastando tempo sem grandes proeocupações ofensivas, por isto recebeu poucas bolas e não pôde exercer seu ofício de artilheiro. (Síndico)
  • Kleber Discordando da maioria, gostei da sua exibição. Preocupa os zagueiros, não dá folga na marcação da saída de bola, trava o jogo, alogo imprescindível em jogos como este. Os gols que faltaram (ele sempre afirmou que faz poucos) são substituídos pela função tática de perturbar e preocupar os adversários. (Elias Guimarães) Ele atrapalha e defesa adversária e tá soltando a bola mais rápido do que antes. (Hugo Serelo) Embora não tenha produzido tanto com a bola nos pés, prendeu os beques do Nacional. Lutou o tempo todo sem jamais se intimidar. (Matheus Penido)
  • Adílson Baptista Depois do fiasco no Mineiro, quando confiou nos bancários, provou ter time pra qualquer competição. É a conta do chá, mas descansado e focado ele não escolhe cancha nem adversário. Contra o Nacional, sua equipe fez tudo tão certo, que jamais saberemos se o Bolso é só isto que se viu ou se não podia mesmo fazer nada melhor. O Cruzeiro nunca ficou plantado na defesa levando sufoco. Ao contrário,  mostrou ao adversário que a localia não lhe daria vantagem. Também fez pouco de ameaças e provocações. No Pé Vermelho, quando um time usava o expediente de trocar passes e rodar a bola de um lado pra outro pra amansar valentões, diziamos que ele estava “botando os cabeças-de-bagre na roda”. Foi o que aconteceu no Gran Parque Central. (Síndico) Adilson anda tão concentrado na Libertadores, que foi surpreendido pelo Ipatinga no Mineiro. Fico agradecido por esta obsessão. (Agnaldo Morato)
  • Torcida – Em meio a 20 mil malucos tricolores, que cantaram tanto mais alto quanto maior se tornava o desafio, 200 brasileiros levaram bandeiras e faixas do Cruzeiro. O que fizerm pra se fazer ouvir em meio àquele desvario coletivo só saberemos quando os turistas ludopédicos estiverem de volta. (Síndico) A torcida do Cruzeiro ontem arrebentou com o buzinaço e os fogos!!! Parece que estão me ouvindo! (Cláudio Ianni)
  • Juiz & Bandeiras – Os bandeiras tiveram um trabalhão pra marcar os muitos impedimentos dos uruguaios. E quase sempre acertaram. O Juíz cometeu um vacilo ao exibir cartão vernelho quando bastava um amarelo para Leonardo Silva. O beque celeste, embora imprudente, não merecia punição tão radical. Mas foi vítima da tal Lei da Compensação. (Síndico)
  • Nacional – Os tricolores apostaram na intimidação, que começaram a praticar antes de a bola rolar. Mas não resisitrma a força física de Gil e Leonardo e ainda acabaram postos na roda por Fabrício, Paraná e Henrique. Levaram um passeio desses que não se esquece tão cedo. Regueiro e Vera, dois atacantes voluntariosos foram os destaques de uma equipe sem recursos técnicos e imaginação tática. (Síndico) Muñoz fez duas gdes defesas e evitou um placar ainda mais dilatado. Os demais lutaram mas arrumaram pouca coisa, pois os perdererm o meio de campo, limitaram-se a levantar bolas sobre a área. O vexame ficou por conta dos beques Lembo, que caçou confusão do inicio ao fim, e Coates, que se mostrou mais um vez sofrivel no jogo terrestres. (Matheus Penido)

Nacional 0x3 Cruzeiro: Impecável

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Mauro França

Para buscar a classificação em Montevidéu, Adilson manda a campo a mesma formação que começou jogando no Mineirão. Força máxima pra cima do Nacional. Mesmo com a boa vantagem, a previsão é de um jogo difícil, disputado.

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Nacional 0x3 Cruzeiro: Melhor do que a encomenda

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Para avançar às quartas-de-final da Libertadores, o Cruzeiro só não pode perder por 2×0 ou diferenças de 3 ou mais gols. Caso perca por 3×1, a decisão vai pros pênaltis.

Adílson Baptista não tem problemas para escalar seu time. Eduardo Acevedo ainda não sabe quem será o companheiro de Regueiro no ataque. Tanto pode ser o meia Varela quanto o atacante Vera.

Certo é que o Nacional deve atacar em massa, cruzar bolas sobre a área, marcar pesado e ter apoio incondicional de sua hinchada que não vai parar de cantar um só minuto.

Nada que o Cruzeiro já não tenha enfrentado antes em suas peregrinações pelo interior de Minas e pelos cafundós das Américas disputando copas continentais.

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Noite de Gala

terça-feira, 4 de maio de 2010

Futebol não tem mistério. O melhor sempre ganha. Zebra é animal raro no mundo da bola.

Amanhã, o Cruzeiro fará valer sua experiência de frequentador assíduo de alçapões, mamudões e azulões e sentir-se-á em casa no estadinho do Bolso.

Anotem aí: 3×0 pra nós, sem sofrimento.

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