Posts com a Tag ‘Muricy’

Comendo o pão que o Muricy amassou

sexta-feira, 27 de maio de 2011
O torcedor tem uma arma poderosa: o palpite errado (Nelson Rodrigues)

Quais eram as críticas dos padeiros da Baixada Santista ao treinador Adílson Baptista:

  1. Escalava três volantes.
  2. Escalava o lateral-direito Danilo no meio de campo.
  3. Implicava com Zé Eduardo.
  4. Não escalava Maykon Leite.
  5. Preocupava-se demais com a defesa.

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Os melhores do Brasileiro 2010

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Eis os melhores do PHD, ou melhor, do Síndico do PHD.

Os melhores do blog serão apurados pelo Ernesto Araújo, depois que todos os comentaristas votarem.

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Nadando em dinheiro

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mauro França

A revista Placar publica na sua edição de setembro mais um ranking dos maiores salários do futebol brasileiro.

A matéria é assinada pelos jornalistas Bernardo Itri e Ricardo Perrone, também responsáveis pelo levantamento publicado em maio de 2009.

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14ª da A: Atléticos no Rebolo

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

14ª rodada da Série A do Morrinhão: Flu disparado na ponta, atléticos chafurdando na lama e o Cruzeiro perdendo grande chance de chutar o St. Pauli.

  1. Serra Dourada, Atlético-GO 0x2 Botafogo. Público: 9.433. Gols: Somália, 6, Jobson, 36 do 2º. Os cariocas mostraram ao Dragão goiano quem é que mais bota fogo pelas ventas.
  2. Pacaembu, Palmeiras 2×0 Atlético. Público: 10.074 presentes. Gols: Danilo, 3 do 1º, Ewerthon, 30 do 2º.  Felipão quebra o lacre.
  3. Maracanã, Fla 1×0 Ceará. Público: 20.696. Gols: Petkovic (p), 44 do 1º. Vozão não é de marcar gols, por isto, quando toma um, já era.
  4. Ipatingão, Atlético-MG 3×1 Guarani. Público: 5.748. Gols: Tardelli, 20 e 25, Obina, 32, Mazola, 48  do 2º. Na banheira Tardelli fez dois gols pra alegria da Definhante.
  5. Morumbi, São Paulo 2×2 Cruzeiro. Público: 12.338. Gols: Casemiro, 41 do 1º; Wellington Paulista, 22, Thiago Ribeiro, 38 e Ricardo Oliveira, 45 do 2º. Cruzeiro escapou de goleada no 1º tempo, virou no 2º, mas vacilou e não quebrou a escrita.
  6. Farazão, Prudente 1×2 Vasco. Público: Gols: Eder Luís, 9 do 1º; João Vítor (Pru), 13, Nílton, 34 do 2º. Prudente é time pra jogar fora; em casa, não dá no couro.
  7. Ressacada, Avaí 3×2 Corintiãs. Público: 14.721. Gols: Davi, 10, Bruno César, 40 do 1º; Chicão, contra, 1, Rafael, 8, Bruno César, 30 do 2º. Sob o olhar atento do burguês Guga, Avaí surrou o time do presidente classe média.
  8. Maracanã, Flu 3×0 Inter. Público: 49.471. Gols: Mariano, 19, Washington, 22 do 1º; Emerson,14 do 2º. Este ano, Muricy não tá economizando gol. 
  9. Barradão, Vitória 4×2 Santos. Público: 10.648. Gols: Henrique, 20, Wallace, 25, Marcel, 29, Henrique, 47 do 1º; Zé Eduardo, 22, Schwenck (p), 26 do 2º. Leão bateu de novo no Peixe. E desta vez a vitória teve gosto de vitória mesmo.
  10. Olímpico, Grêmio 2×0 Goiás. Público: 11.409. Gols: Willian Magrão, 33 do 1º e 18 do 2º.  Tricolor deixou o Goiás junto com os atléticos na zona.

Gols: 32. Público: 144.508 em 9 jogos.  Média: 16.056. G4: Flu, 32, Corintiãs, 28, Avaí, 22, Botafogo, 21. Z4: Atlético, 14, Atlético-MG, e Goiás, 13, Atlético-GO, 9. – Artilheiros: 8 – Bruno César / 6 – Alecsandro, WP, Schwenck, Tardelli, Roger / 5 – Mazola, Ewerthon, Herrera, André, Roberto, Jonas, Washington / 4 – Robinho (Avaí), Caio, Hugo, Fred, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Love, Kleber, Alan, Bruno Mineiro, Fernandão, Emerson (Avaí), Jobson, Marcel.

Aprimorando o censo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Hugo Serelo corneta o IBGE sugerindo perguntas que deveriam ser feitas no censo.

Aproveitando a ensancha oportunosa, o Síndico também resolveu enfiar algumas dúvidas no questionário.

  1. Qual é a sua religião?
  2. Qual a parte do frango você prefere?
  3. Arroz por cima do feijão ou feijão por cima do arroz? 
  4. Filme dublado ou legendado?
  5. Abotoar a camisa de cima pra baixo ou de baixo pra cima?
  6. Sete Lagoas ou Ipatinga?
  7. Iespien or Isportivi?
  8. Pato ou Ganso?
  9. Chico Buarque ou Amado Batista?
  10. Tênis ou Capoeira?
  11. Magrela ou Carnuda?
  12. Mac ou PC?
  13. Pionguiangue ou Nuiorque?
  14. Imprensa livre ou censurada?
  15. Terceiro beque na sobra ou na frente da zaga?
  16. Mano ou Muricy?
  17. Marquinhos Paraná ou Francisco Everton?
  18. Multinick ou Hiena?
  19. Telê ou Zagallo?
  20. Cleo ou Larissa?

Paralelos e analogias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.

WP: “Era pra bater no alto, bati no chão…”

sábado, 24 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Fluminense 1×0 Cruzeiro, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro 2010, em 22jul10:

  1. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Sabíamos da força da bola aérea deles. Na oportunidade que tiveram, fizeram o gol. Agora é pensar nos próximos jogos, que serão difíceis.
  2. Francisco Everton, volante do Cruzeiro: O time jogou bem, mas o resultado foi ruim, perdemos três pontos, nos distanciamos um pouco do G4, mas o objetivo é o mesmo, tentar entrar no G4 e, se Deus quiser, procurar o título também. Pecamos nas finalizações. Vamos trabalhar forte para conquistar os três pontos contra o Grêmio.
  3. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O Cuca avisou no vestiário que o único perigo de a gente levar gol seria na bola aérea e o Fluminense não criou muitas chances. Fomos avisados da jogada forte deles, mas infelizmente a gente vacilou e tomou o gol de escanteio. Tivemos várias chances e não soubemos aproveitá-las.
  4. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: A gente sabia que a jogada perigosa do Fluminense era a bola parada. Marcamos muito bem, num bate-rebate dentro da área no 1º tempo quase sofremos um gol. No 2º, tínhamos que marcar de qualquer jeito e acabamos sofrendo o gol do jeito que a gente não queria. Mas serve de consolo saber que estamos mudando esse Cruzeiro, o time está mais guerreiro, todo mundo viu como a gente lutou. Eu sabia que o Fernando Henrique ia muito bem no chão. Até comentei com o Robert antes que, se tivesse uma chance cara a cara com o Fernando Henrique, era bater no alto, porque no chão ele é muito melhor. Acabei escolhendo o chão e ele defendeu com o pé. Mas é um grande goleiro e a gente sabe que é difícil vencer aqui.
  5. Robert, atacante do Cruzeiro: Criamos no 1º tempo, tivemos mais oportunidades. No 2º tempo, eles fizeram o gol e se retrancaram
  6. Gilberto, armador do Cruzeiro: É a mesma lesão. Ela começou a incomodar muito a panturrilha e eu já estava com dificuldade pra correr. Achei melhor não atrapalhar a equipe e sair do jogo.
  7. Octacílio da Matta, médico do Cruzeiro: Gilberto está medicado e vamos avaliar novamente pra dar uma posição definitiva. É perto da região que ele tinha dor. Nós vamos definir melhor a situação na sexta-feira.
  8. Cuca, treinador do Cruzeiro: Estou muito contente com o que o Cruzeiro jogou, fez uma grande partida, e o Fluminense está de parabéns por ter vencido. A gente falou que era a bola parada do Fluminense o perigo. Eles estão reclamando de falta, não sei. Mas, mesmo assim a gente teve o comando do jogo, buscamos o ataque. Eles marcaram bem os lados do campo e aí faltou para nós o criador. Mas eu acho que o Cruzeiro fez uma grande partida e poderia ter saído com um resultado melhor. Essa não é uma derrota que tem trauma, porque você jogou muito bem, poderia ter empatado, vencido. Tem que enaltecer as coisas boas e corrigir os defeitos para no domingo vencer o Grêmio, porque o campeonato é assim. Não dá para ficar lamentando muito tempo aqui, senão ganhamos no domingo.
  9. Fernando Henrique, goleiro do Fluminense: Foi uma vitória fundamental pra nossos objetivos. Conquistamos três pontos e impedimos um concorrente direto na disputa pelo título de pontuar. É muito importante chegarmos à 1ª colocação. O grupo ganha muita confiança e tranquilidade para trabalhar. Esta liderança é fruto do nosso empenho.
  10. Muricy Ramalho, treinador do Fluminense: Não temos que mudar nada. Não temos que ficar empolgados. No futebol e na vida, se você sofre uma derrota não quer dizer que está tudo errado. Se você vence não quer dizer que está tudo certo. A vida continua. Amanhã é dia de treino. No 1º tempo, eles nos dominaram. Tivemos chances de gols, mas eles foram melhores. Erramos demais na saída de bola. Depois, acertamos o time, fizemos o gol e podíamos ter matado a partida no contra-ataque. Não foi um grande jogo nosso. Mas acontece. O bom desse time é que nunca desiste e é humilde. É um time que sabe o que quer. Há ambiente bom, disciplina, um time ligado. Tudo isso ajuda no caminho. Cada dia para mim é superimportante. Estou tentando passar isso para os jogadores e agora vou cobrar mais ainda. Vou cobrar treinamento, pensamento no adversário, disciplina, só assim vamos nos manter. E isso não é fácil, é difícil demais. Tive a oportunidade de ficar na frente em alguns campeonatos. Todo mundo persegue o Fluminense agora. O time passa a ser mais analisado, vão querer ganhar do nosso time a qualquer preço. Melhoramos pouco a pouco na tabela, tivemos humildade de conhecer as limitações, tivemos a força de lutar, o que não é de agora, esse time com o Cuca já jogava assim. Acredito em uma coisa que faz a diferença, que é o trabalho. Emerson e Belletti podem estar prontos até paa domingo. São muito bons, diferentes, vamos precisar de jogadores assim. Em um Campeonato Brasileiro é preciso qualificar o plantel. Estamos crescendo na competição, que é difícil demais, mas estamos no caminho certo.
  11. André Kfouri, em seu blog: O Fluminense não deixou o cavalo passar selado, e abraçou a liderança do campeonato. .
  12. Juca Kfouri, em seu blog: A torcida do Flu marcou, no Maracanã com 28.479 pagantes, certamente um dos belos momentos deste Brasileirão, apesar de ainda apenas no começo: cantou o nome de Cuca assim que o Cruzeiro entrou em campo. Depois, viu um 1º tempo em que o time mineiro tomou conta, criou umas cinco claras chances de gol contra apenas duas do tricolor, em noite dos goleiros Fernando Henrique e Fábio, mais do primeiro do que do segundo. Pena que o Cruzeiro tenha perdido Gilberto, que jogava bem, machucado, ainda antes do intervalo. E o Cruzeiro seguia melhor no Maracanã, com Fernando Henrique fechando o gol. Só que, em escanteio cobrado por Conca, Leandro Euzébio subiu mais e pôs o Flu na liderança: 1×0, aos 8. Em tese, o Cruzeiro não merecia, mas o Cruzeiro perdia tantos gols que, na verdade, merecia. Mas martelava, martelava, enquanto o Flu se defendia, se defendia.
  13. Leandro Mattos, em seu blog: Jogo parelho, com desperdício: O Cruzeiro foi ao Maracanã e encarou o Fluminense de Muricy Ramalho. Foi um jogo igual, com chances sortidas para ambos os lados, mas os cariocas levaram a melhor. Foram eficientes e rápidos numa jogada fatal pela linha de fundo e colheram os três pontos, com uma vitória por 1×0. Em meio a tantos jogos amarrados, modorrentos, que temos visto desde o recomeço do Brasileirão -e depois de uma Copa do Mundo pra lá de fraca- , deu gosto ver uma partida em que 22 jogadores e dois técnicos miraram o gol a todo instante, embora o placar, no fim, tenha sido magrinho. Oportunidades surgiram em pencas, para celestes e tricolores: foram 40 no total. Os quase 30 mil pagantes que estiveram no Maracanã poderiam ter visto mais gols, não fosse a ineficiência nos arremates e as boas atuações de Fábio e Fernando Henrique. A derrota acabou saindo cara para os estrelados e significou desperdício. Se tivessem vencido, os 11 de Cuca estariam isolados na quarta colocação, dentro do G4, já que a última vaga no grupo de elite do Nacional está com o Inter, que tem 16 pontos. Com 15, o Cruzeiro caiu para a sétima colocação da tabela. A principal mudança azul na ‘era Cuca’ foi de mentalidade. Criação e ataque agora têm mais peso, em comparação à – também importante – marcação. Gilberto mais uma vez foi um dos destaques, o melhor em campo, ao lado de Fábio, até deixar o gramado com dores no tendão de aquiles. Thiago Ribeiro, com sua correria e persistência pelas laterais também merece crédito. A reabilitação poderá vir contra o Grêmio, neste domingo, na Arena do Jacaré.
  14. Vitor Birner, em seu blog: Wellington Paulista perdeu um gol cara a cara com Fernando Henrique logo no início do jogo. Chance de ouro. Houve outras boas oportunidades para a Raposa ao longo da partida do Maracanã. O movimentado jogo teve um único gol, marcado aos 8 do segundo tempo, por Leandro Euzébio, de cabeça. Outra vez o Flu venceu do jeito “muricyzado”, jogando no limite, correndo riscos e ficando com 3 pontos depois de ser pressionado.
  15. Lédio Carmona, em seu blog: A última noite (será que foi mesmo?) de Muricy pré-Seleção Brasileira foi perfeita. Não só pela vitória, mas sim porque seu time mais uma vez mostrou ter a sua cara. Objetivo, simples e funcional. Competitivo. Era jogo para empate. O Cruzeiro jogou muito bem. Saiu Adílson Baptista, entrou Cuca, mas o elenco continua forte, e o padrão tático, consistente. Mas a fase tricolor é tão boa que, mesmo após ser dominado no primeiro tempo, a equipe voltou mais ligada no segundo, fez o gol com Leandro Euzébio e conseguiu segurar o resultado. Fim de jogo: Flu 1×0 e a liderança alcançada após quatro anos de abstinência (desde 2006 os tricolores não assumiam a ponta). Foi um bom jogo. Tecnicamente, não foi perfeito. Erros de passes em demasia, faltas demais (muito embora os árbitros continuem enxergando além da conta). Mas uma movimentação formidável. Muita velocidade, principalmente por parte dos mineiros. Logo aos 2 minutos, Gilberto, que jogava muito, lançou Rômulo, que, como um foguete, partiu e deu um tapa de primeira para Wellington Paulista. Mas Fernando Henrique salvou. Nota do Jogo Aberto: esse Rômulo, lateral-direito que veio do Santo André e estreou ontem, é um avião! O Cruzeiro continou melhor, mas o Fluminense também arriscava. Tanto que Wellington Paulista salvou um gol de Gum. Fábio defendeu um chute cruzado de Carlinhos. E, do outro lado, Everton e Tiago Ribeiro também tiveram suas chances. Aí veio o que, para mim, foi o toque decisivo do jogo. Gilberto saiu machucado. E o Cruzeiro não tinha reserva para a armação. Roger está machucado e Montillo ainda não se apresentou. A criação caiu. A marcação do Fluminense aumentou, Muricy mandou o time encurtar os espaços e, a partir do gol de Leandro Euzébio, soube controlar a partida. A vitória do Fluminense, a invencibilidade de sete jogos (seis vitórias e um empate) e a cumplicidade do torcedor (34.000) devem ser comemoradas. Mas, mais ainda, a vitória de ontem deve ser muito comemorada pela qualidade do adversário. O Cruzeiro tem um ótimo grupo. E, como os tricolores, é candidato ao título. E, só mais uma boa notícia para os dois lados, esses times ainda vão crescer. O Flu com Deco, Belletti e Valencia. O Cruzeiro, com Montillo, Ernesto Farias e quem mais chegar. Foi um jogo de favoritos. Duelo de gente grande. E que terminou com um novo líder do Brasileirão. O Fluminense. De Muricy Ramalho. Que pode ser da Seleção. Mas que, até segunda ordem, ainda é só tricolor.
  16. Evandro Oliveira, no PHD: Notas: Fábio (8), Rômulo (7), Gil (7), Cláudio Caçapa (8), Diego Renan (5); Fabrício (6), Robert (2), Henrique (6), Everton (6), Reina (4); Gilberto (9), Marquinhos Paraná (6), Thiago Ribeiro (4), Wellington Paulista (4). Tec: Cuca (7).
  17. Mariana, no PHD: Gostei do jogo. Apesar da derrota jogamos bem. Teve horas que achei que estivesse jogando com o outro tricolor, o paulista. Me lembrou os jogos que fazíamos com o SPFC, quando jogavamos melhor e perdíamos. Efeito Muricy? Gostei do Rômulo, parece que, enfim o Jonathan tem uma sombra. Espero que não seja um ponto fora da curva. Agora o Robert foi mto mal, pra mim é um WP piorado. Torço muito pra queimar minha língua, mas acho que sua contratação foi um erro. Talvez o próprio Cuca já se deu conta das peças que temos para o ataque, afinal ele a princípio não queria o Farias. Agora, como gosto do Gilberto se continuar jogando assim, é o Montillo que vai ter que comer grama.
  18. Victor Pimentel, no PHD: O Tricolor não estava lá grandes coisas até seu gol. Se igualava alguma coisa, vá lá, era porque jogava em casa e patati-patatá. Após sair seu gol no começo do 2º tempo porém, foi brilhante. Se a coisa para o ataque não ia bem, o gol foi o pretexto para Muricy posicinar a equipe corretamente com um exímio futebol suiço. O Flu postou-se à frente de sua zaga com 0 jogadores no ataque. Jogou 11 contra 8 e emperrou a partida sem correr maiores riscos. Perfeito. Espero que o Santos continue com seu futebol de volúpia. Posso no mesmo campeonato ver um time agradável e o meu jogando para ser campeão. Show.
  19. Elias Guimarães, no PHD: Não acredito em merecimento ou castigo. O futebol se resume em  aproveitar as chances de gol. Tivemos várias, eles mal mal umas duas e no 2º tempo. Numa delas, mataram o jogo. A saída do Gilberto detonou nossa criação. E o goleiro deles numa noite feliz também fêz a diferença. Mas deste jogo tiro um alento, pois nosso time jogou muito bem. O problema da falta de gols persiste. E as bolas alçadas na área (cantei no intervalo) tbambém. Vamos lá, Cuca. Treinar o time, levantar a cabeça e continuar nessa toada que vai dar samba. Muito boa participação do Rômulo e do Everton, boa participação do meio e até da zaga…
  20. Romarol, no PHD: Só vou usar clichê “jogou como nunca, perdeu como sempre”. Relembrando a Copa do Mundo, o Cruzeiro está parecendo o México. Prefiro jogar da forma como foi contra o Goiás, do que perder para o time do “Muricy Goleada”. Aliás, este técnico não pode faltar em Copa do Mundo. Quando joga melhor, tem que matar a partida. O Cruzeiro teve a chance no 1º tempo. A saída do Gilberto prejudicou demais o time celeste.

Pesquisa: Romarol.

Fábio, como sempre, o melhor

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Fluminense 1×0 Cruzeiro, no Maracanã, Rio de Janeiro, pela 10ª rodada do Brasileiro 2010, em 22jul10:

  • Fábio – Seguro, defendeu as bolas possíveis e outras impossíveis pra goleiros comuns. Não teve culpa no gol.
  • Rômulo – No 1º tempo,  jogou como se estivesse no Santo André. Com tranquilidade, desinibição e atrevimento. Com a saída de Gilberto, o Flu se arrumou na defesa e ele teve menos espaços. No 2º tempo, Muricy Ramalho adiantou a marcação, soltou os alas e, ao invés de preocupar, ele passou a se preocupar com os adversários. Noves fora, uma bela estréia.  
  • Gil – Sério, ligado no jogo, parou Fred, que de tanto correr pra escapar do becão mal encarado, terminou a partida trajando gravata vermelha.
  • Cláudio Caçapa – Quando simplifica, dá segurança à defesa. Foi o que aconteceu contra o Flu.
  • Diego Renan – Bom na marcação, mas com pouca liberdade pra atacar. Até porque Mariano está voando. 
  • Fabrício – Transformado em cabeça-de-área, não comprometeu. Quando teve de armar, seu jogo perdeu qualidade. Com o tempo, Cuca descobrirá que uma coisa é o volante chegar ao ataque naturalmente, num esquema de jogo flexível, outra é deixar de ser marcador pra virar um armador  quebra-galho.
  • Henrique – Outro que virou cabeça-de-área clássico. No 1º tempo, botou Conca no bolso. No 2º, perdeu o controle da situação quando o Flu avançou a marcação. Mas subiu ao ataque e fez algumas boas jogadas, quando a derrota começou a ficar evidente.  
  • Francisco Everton – Marcou pela esquerda e só. Sua boa vontade foi maior do que a qualidade.
  • Javier Reina – Errou 100% dos lances que tentou.
  • Gilberto – Com disposição de garoto, fez 30 minutos espetaculares armando e finalizando. Deixou a defesa do Flu desarvorada, apavaroda, descontrolada. Traído pelo corpo, contundiu-se e  saiu mais cedo. Foi o que selou a sorte do Cruzeiro na partida.
  • Marquinhos Paraná – Embora Lédio Carmona tenha dito que ele entrou pra armar o jogo -e os teleguiados acreditaram- MP foi mais um marcador. Quando subiu ao ataque, perdeu boa oportunidade em lance criado por Henrique. Pelo insucesso no arremate, que passou por cima do travessão, apanhou feito cão sem dono. Pra ser perdoado, terá de perder gols como um centroavante, jamais como um volante de contenção. Virou culpado pela derrota, algo que não ocorreu com os geniais Robert e WP.
  • Thiago Ribeiro – Muita luta, algumas boas jogadas, mas ninguém com quem dialogar. E muita paciência pra ouvir as demandas de WP, que exige um secretário pra servi-lo a tempo e a hora.
  • Wellington Paulista – Não marcou gol, mas foi perdoado, pois centroavante está lá é pra isto mesmo, segundo seus fãs. No mais, caiu, levantou, tornou a cair e, finalmente, levou um cartão amarelo. Gol pode até não fazer, mas terminar sem amarelo, ele jamais termina. Faz parte do show. Ou do marketing, sabe-se-lá.
  • Robert – Tropeçou numa bola, caiu de bunda no chão ao tentar dominar outra e ficou nisso.
  • Cuca – Entrou com três volantões de contenção e conseguiu anular Conca com marcação individual feita por Henrique. Com a defesa trancada,  pôde liberar Gilberto, que construiu boas jogadas. No 2º tempo, foi enrolado por Muricy quando o Flu avançou, fechou as laterais acabou com a saída de bola celeste. Nesse momento, Cuca precisou de um armador e o que havia no banco era o Javier Reina. Aí, nem com reza brava! Seu sistema privilegia a contenção e os rápidos contra-ataques, algo que os amantes do futebol ultramoderno já condenaram ao fogo eterno. Será engraçado ver esta gente se contorcer pra explicar “novidade” tão antiga. E constrangedor vê-los batendo palmas pra algo que nãos e parece com o jeitão espanhol de jogar. 
  • TorcidaJorge, eu vi de cima e de longe a torcida do Cruzeiro. Como o jogo foi tenso e os cruzeirenses não fizeram gol que os levassem a se manifestar, eu não notei se estavam empolgados ou não. Estavam em bom número, na média das torcidas dos demais grandes.(Victor Pimentel, torcedor do Fluminense)
  • Juiz & Bandeiras – Um impedimento mal marcado numa das poucas vezes em que Fred poderia ter complicado a vida da bequeira celeste, foi a única falha gritante. As demais foram de pequeno porte.
  • Fluminense – O Tricolor passou aperto no 1º tempo, mas botou 0rdem na casa no 2º e mostrou que não é líder por acaso. Muricy, tosco no trato com a mídia, deposita mais fé em si do que na cornetalha e na hienagem que, lá como cá, controlam o cérebro do torcedor genérico. Os ex-cruzeirenses Mariano, Leandro Euzébio e Carlinhos jogaram bem. Fred foi contido. Conca fez um grande 2º tempo. Gum e André Luiz seguraram o rojão nos melhores momentos do Cruzeiro.  Alan deu trabalho no 2º tempo.

Fluminense 1×0 Cruzeiro: Virou rotina

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Em 6º lugar com 15 pontos, o Cruzeiro pode subir até três posições se vencer a partida. Se perder, pode cair duas.

Cuca não contará com Jonathan, suspenso, e Roger Galera, lesionado. Recuperado de uma lesão na coxa, Marquinhos Paraná ficará no banco.

Em 2º lugar com 19 pontos, o Fluminense chega à liderança se vencer. Perdendo, pode cair uma posição.

Muricy contará com todos os titulares. Só não não terá nenhum desfalque, mas ainda não conta com os internacionais Juliano Belletti e Emerson Sheick.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 21h02 – Começa o jogo. Cruzeiro, todo de azul, à esquerda das tribunas. Flu com uniforme tradicional.
  • 03 – Gilberto lança Rômulo, que avança pelo campo de defesa do Flu e passa a WP. Fernand0 Henrique defende o chute rasteiro de atacante salvando gol certo.
  • 06 – Mariano chuta cruzado, da direita, Fábio defende.
  • 08 – Diego Renan derruba Mariano na direita. Conca cobra, Gum conclui, bola acerta WP e sai pela linha de fundo. Escanteio.
  • 09 – Juiz chama atenção de Fred e WP. Conca cobra escanteio, Gum tenta cocncluir e perde a bola.
  • 10 – Francisco Everton chuta de fora da área, bola fica na zaga.
  • 11 – Gilberto desaba após dividir bola com Leandro Eusébio. Juiz manda seguir.
  • 12 – Carlinhos lança Rodriguinho, que está impedido na ponta-esquerda.
  • 13 – Gilberto passa a WP entre os beques. O centroavante solta uma bomba, FH defende. Gilberto pega o rebote e chuta forte, pra fora.
  • 14 – Conca chuta, bola desvia em Gil. Escanteio.
  • 15 – Conca cobra escanteio, Gum cabeceia, Fábio defende em cima da risca salvando gol certo.
  • 16 – Finalizações: Flu 4×3.
  • 17 – Fabrício comete falta dura em Rodriguinho e recebe cartão amarelo.
  • 18 – Rodriguinho invade a área, mas é desarmado por Caçapa.
  • 20 – Leandro Eusébio comete falta em WP. Francisco Everton cobra, Caçapa arremata, bola desvia na zaga e fica com FH.
  • 21 – Cruzeiro não tem armador. Suas jogadas foensivass são óbvias, facilmente, desbaratadas pela defesa do Flu.
  • 22 – Rômulo comete falta em Conca.
  • 23 – Diguinho chuta, Fábio defende.
  • 24 – Gilberto passa a Francisco Everton, que dribla Diogo e chuta. FH defende com dificuldade.
  • 25 – Passes errados: Cruzeiro 13×10. Henrique marca Conca individualmente. Diogo marca Gilberto.
  • 26 – TR chuta de fora da área, FH defende.
  • 27 – TR dribla Carlinhos e cruza. Defesa cede escanteio. TR cobra, defesa espana.
  • 28 – Rodriguinho lança Fred. Bandeira marca impedimento equivocadamente.
  • 30 – Mariano lança Carlinhos, que conlui fraco de dentro da área. Fábio defende.
  • 32 – WP recuado pra armar o jogo não funciona. Ele não tem talento para criar jogadas.
  • 33 – TR cobra falta sobre a área, Gum desvia pra escanteio.
  • 34 – TR faz boa jogada pela esquerda e cruza. André Luiz corta.
  • 35 – Faltas: 7×7. Gilberto sente o calcanhar. Será substituído.
  • 36 – WP arranca, André Luiz passa o rodo no atacante. Cartão amarelo.
  • 37 – Marquinhos Paraná substitui Gilberto. TR cobra falta, pra fora.
  • 38 – Gil derruba Fred. Francisco Everton puxa contra-ataque. Rômulo chuta de fora da parea, Fernando Henrique defende.
  • 39 – MP puxa Carlinhos pela camisa e recebe cartão amarelo.
  • 40 – Rômulo avança pela direita, Carlinhos cede lateral.
  • 41 – Paraná e Everton tabelam, defesa desmancha a jogada.
  • 42 – Fabrício lança WP, que é derrubado por Diguinho e Diogo.
  • 43 – TR cruza da direita, com efeito. FH tira de soco.
  • 44 – Diego Renan tabela com WP, Gum rebate.
  • 45 – Conca lança Carlinhos, que chuta à queima roupa. Fábio faz grande defesa desviando a bola pra escanteio.
  • 46 – Fim do 1º tempo.
  • Cuca: “Grande perda a do Gilberto, que é nosso único armador. Fabrício jogará mais avançado pra armar o jogo.
  • Fred: “Tá todo mundo vendo que o time não fez nada. Fomos dominados. Temos que voltar no 2º tempo dominando pra vencer.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 21h08 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Alan substitui Rodriguinho.
  • 01 – Diguinho comete falta em Francisco Everton e recebe cartão amarelo.
  • 02 – Diego Renan cruza da esquerda, WP sobe livre no 2º poste e cabeceia pra fora.
  • 03 – Rômulo lança Thiago Ribeiro, que chuta forte, cruzado. Fernando Henrique defende.
  • 04 – Diogo chuta de longe, bola sai à direita de FH.
  • 07 – Wellington Paulista cobra falta, de longe. Bola rasteira, por pouco FH não deixa passar entre as pernas
  • 08 – Conca cobra escanteio pela esquerda, Leandro Euzébio sozinho, sem marcação, cabeceia no canto direito de Fábio. Fluminense 1×0.
  • 09 – Alan chuta forte, Fábio salva gol do Flu com uma ponte.
  • 10 – WP troca empurrões com Leandro Euzébio dentro da área. Cartão amarelo pra ambos.
  • 12 – Marquinhos Paraná recebe lançamento dentro da área, mas é desarmado.
  • 13 – TR cobra escanteio pela direita, bola passa por trás do arco tricolor.
  • 15 – Leandro Euzébio lança Fred, que tabela com Alan. Caçapa desarma o centroavante.
  • 17 – Henrique desarma Mariano e lança Marquinhos Paraná, que chuta forte, cruzado, por cima do travessão.
  • 18 – Robert substitui Fabrício.
  • 19 – Gil reclama e recebe cartão amarelo.
  • 20 – TR lança Robert, que cai de bunda no chão ao tentar dominar a bola na lteral da área.
  • 22 – Diguinho comete falta em Henrique no meio de campo.
  • 23 – Caçapa desarma Alan na meia lua e sai jogando.
  • 24 – Diego Renan passa a Robert, que chuta de qualquer jeito. Bola bate na zaga.
  • 25 – Acossado por Fred, Gil recua de cabeça pra Fábio.
  • 26 – WP aplica uma rasteira em Conca. Passes errados: Flu 31×29;
  • 27 – Conca cobra falta, bola passa por cima do travessão.
  • 28 – Robert tenta jogada individual e entrega a bola pra defesa tricolor.
  • 29 – Público: 28.479 pagantes, 34. 845 presentes.
  • 30 – Javier Reina substitui Francisco Everton. Faltas: Flu 20×16.
  • 31 – WP cobra falta da intermediária, bola sai à esquerda de Fernando Henrique.
  • 32 – Reina avança pela esquerda, mas estraga a jogada com falta sobre Alan.
  • 33 – Reina recebe passe na esquerda, mas é desarmado por Leandro Eusébio com facilidade. Na sequência, WP tenta carregar a bola, mas também é desarmado pela defesa.
  • 34 – WP desarmado por Gum. Diguinho sai jogando, mas é desarmado por Henrique.
  • 35 – TR cruza da direita, Gum se antecipa a WP e corta.
  • 39 – Alan cruza, Fred não alcança, Fábio defende.
  • 40 – Paraná lança Rômulo, que é derrubado por Carlinhos. Lateral tricolor reclama e recebe cartão amarelo.
  • 41 – TR cobra falta, Gum rebate de cabeça.
  • 43 – Robert chuta de fora da área, FH defende com facilidade.
  • 45 – Marquinho substitui Conca.
  • 47 – Cruzeiro ataca sem organização. Flu se defende sem dificuldade.
  • 49 – Fim de jogo. Flu é líder, Cruzeiro, 7º colocado.
  • Leandro Eusébio: “Eles vieram pra jogar na defesa.”
  • Cuca: “Dominamos, mas sem um armador ficou difícil, pois eles fecharam as laterais.”
  • Fred: “O Fluminense se organizou fez contratações, por isto está fazendo boa campanha.”

Fluminense 1×0 Cruzeiro, quinta-feira, 22jul10, 21h, Maracanã, Rio de Janeiro, 10ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: SporTV e PFC (pague-pra-ver) – Público: 28.479 pagantes, 34. 845 presentes – Renda: R$597.495,00 – Juiz: Wilton Pereira Sampaio (DF) – Bandeiras: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Enio Ferreira de Carvalho (DF) – Amarelos: Fabrício, Marquinhos Paraná, Wellington Paulista (Cru); André Luiz, Leandro Euzébio, Carlinhos, Diguinho (Flu) – Gol: Leandro Eusébio 8 do 2º tempo. – Cruzeiro: Fábio; Rômulo, Gil, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Fabrício (Robert), Henrique e Francisco Everton (Javier Reina); Gilberto (Marquinhos Paraná); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Fluminense: Fernando Henrique, Gum, André Luis e Leandro Euzébio; Mariano, Diogo, Diguinho, Conca (Marquinho) e Carlinhos; Rodriguinho (Alan) e Fred. Tec: Muricy RamalhoHistórico: Foi o 61º Cruzeiro x Fluminense. O Cruzeiro venceu 18 vezes, empatou 16, perdeu 27, marcou 83 gols, levou 98. Pelos brasileiros, incluindo as Taças Brasil de 1960 e de 1966, foram 42 partidas. O Cruzeiro venceu 13, empatou 14 e perdeu 15. Os dois clubes jamais decidiram uma competição entre si.

Favorito é o Flu

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O post abaixo, escrito pelo Victor Pimentel, é uma saudável provocação de um adversário inteligente.

Pela boa fase do time carioca e pelo apoio de sua torcida, que não tem faltado neste campeoanto, o tricolor realmente é favorito.

Mas o Cruzeiro tem bola pra surpreender.

E se conseguir um bom resultado no Maracanã, o time celeste afastará dúvidas sobre seu potencial e poderá sonhar, novamente, com a Libertadores.

Título, por ora, não é assunto pro bico de ninguém.

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