Posts com a Tag ‘mídia esportiva’

Edenílson Marra: “Vesti a 7 de 92 e o jogo virou”

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Palmeiras 2×3 Cruzeiro, no Pacaembu, São Paulo, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 05set10:

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O que são 11 cepadas se comparadas a 5 títulos?

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Adílson Baptista fez excelente trabalho no Cruzeiro, mas foi derrubado. Não resistiu à campanha sistemática de parte da mídia e da torcida contra ele.

Dunga reconstruiu a imagem da Seleção após a desclassificação em 2006, mas foi chutado por causa de uma derrota decorrente de falhas de jogadores numa partida decisiva. Algo mais antigo que a Sé de Braga.

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Um peso, duas medidas

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Recebi este e-mail do Dr. Silvério Cândido, advogado e cruzeirense incondicional.

Vai dar briga, pois os empedernidos defensores do Atlético-MG, que pululam neste blog, vão chiar.

Prometo não entrar na confusão. Vou apreciar a o rebolation dos adversários mal disfarçados à distância.

Prezado blogueiro:

Sócrates, principal referência da tradição filosófica ocidental, dizia que “não pode haver para um peso, duas medidas”.

Embora compreenda que este espaço azul é democrático e aberto a todas as opiniões e manifestações de torcedores, não gostaria de usá-lo para falar da situação do nosso maior rival (se é que existe, de fato, rivalidade em razão da disparidade de títulos conquistados por nós).

Mas é impossível acompanhar a cobertura da mídia mineira sem ao menos tecer alguns comentários sobre sua inc0erência.

Após a 7ª derrota no Brasileiro, Vanderlei Luxemburgo, considerado um dos melhores técnicos do país, disse que a derrota para o Internacional serviu pra “encaixar o jogador Serginho como volante” e  que isso foi positivo.

Nessas horas, é que percebo como a imprensa mineira está prenhe de hienas.

Grande parte da midia local bate no peito pra dizer que o time do lado de lá da lagoa tem um elenco “fantástico”, um presidente “profissional” e o “melhor treinador do país”.

E considera normal o time preto e branco estar na zona de rebaixzamento acumulando sete derrotas em onze jogos.

A cada rodada, o presidente e o treinador do rival citadino inventam novas balelas pra justificar o fracasso do projeto alvinegro.

Pra justificar a derrota frente ao Inter, o técnico disse que prepara um time para o ano que vem. E isto foi absorvido com naturalidade pela imprensa local.

Com menos de um terço do torneio disputado, um treinador joga a toalha e nenhum cronista esportivo mineiro (excluo aqui Tostão, talvez o único comentarista sensato e imparcial de Minas Gerais) discute a sério a situação do rival.

Não derramam sobre o técnico emplumado as mesmas críticas que despejavam sobre o ex-treinador cruzeirense, Adilson Batista.

Quantas pedras os entendidos da mídia estariam atirando em Zezé Perrella e Adílson Baptista se o Cruzeiro estivesse na posição em que se encontra seu rival?

Quais seriam as manchetes se o Cruzeiro, que tem a maior torcida de Minas, superioridade em títulos, nacionais e internacionais, estivesse na Zona do Rebaixamento, treinado por um técnico sem grandes títulos no currículo e dirigido por um presidente que não dá papo para intrigas da imprensa?

A resposta, todos nós já sabemos: crise total!  Entretanto, para as hienas, está tudo normal do outro lado da lagoa.

Um peso e duas medidas, este é o critério da mídia esportiva mineira.

Saudações cruzeirenses,

Silvério Cândido

Paralelos e analogias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.

Negros contra louros no imaginário dos pecês

sábado, 17 de abril de 2010

Palmeiras e Atlético faziam um jogo catimbado no Parque Antártica quando o lateral Manoel e o beque Danilo se desentenderam.

Danilo chamou Manoel de macaco, o lateral respondeu com uma cabeçada, levou uma cusparada e, mais adiante, aproveitou-se de uma queda do palmeirense pra lhe pisar na canela.

Sequência de lances praticados por toscos, que se valem de quaisquer artifícios pra se dar bem numa partida. Mas coisa de futebol, goste-se ou não.

Desse futebol, no qual cartolas, torcedores e jornalistas põem pilha a semana inteira e, depois, exigem que seja disputado cavalheirescamente, por lordes.

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Ele tá de olho é na butique dela

quinta-feira, 11 de março de 2010

Por terem as maiores torcidas do Brasil, Fla e Corintiãs deveriam protagonizar a maior rivalidade nacional.

Qual o quê? São velhos camaradas. A ponto de o Timão presentear o Mengão com uma barra de marmelada na reta final do Morrinhão 2009.

Grêmio, por ser um papão de titulos como o Fla, também deveria competir a vera com o rubronegro. O que não aocnteceu na última rodada do Morrinhão passado.

Ao invés de tentar derrubá-lo, o  tricolor presenteou o bambambã da mídia com outra barra de marmelada.

Grêmio e Corintiãs estavam de olho é na butique delas. Ou melhor na sala de troféus do Inter, do St. Pauli e do Palmeiras. Estas são as rivalidades que contam pros dois marmeleiros.

Aqui nas Gerais, o Cruzeiro teve um entrevero de alguns meses, lá pelos idos de 75 e 76, com o Inter. Passou. Viraram bons amigos.

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Por que escamoteiam?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O Walfrido passou bom tempo de sua vida, contando o número de matérias que o Superesportes publicava sobre os rivais belo-horizontinos.

Invariavelmente, a Cocota vencia. Mala que sou, tão logo nosso confrade apresentava os dados da pesquisa, eu os comparava com os do Site Oficial do Cruzeiro.

E descobria que o Superesportes era sempre mais pródigo do que o site oficial com o campeão da Tríplice Coroa.

Volto ao tema, pois vários confrades estão reclamando que a vantagem da torcida celeste na venda antecipada de ingressos para o RapoCota deste sábado não tem sido divulgada pela mídia mineira.

Pois na quarta-feira, à noite, ouvi o Milton Naves, da Itatiaia, destrinchando os números e mostrando a vantagem celeste.

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Cuidado, você também pode virar um mala!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Belo Horizonte, 13 de janeiro de 2009.

Amigo leitor do PHD:
 
Antes de ler o que escrevo abaixo, clique aqui e veja este vídeo.

Quem é assinante desta empresa de TV a Cabo, sabe que ela já deu várias provas de ser uma idiota. Outras tantas quem deu foi o assinante dela…
 
Acontece algo parecido com o Kleber. Ele joga muito, mas é um mala. Consequentemente, seu empresário que, por ofício, representa um mala, é outro mala.

Me lembra um pouco da época do nosso centroavante,  O Predestinado.

 Todo mundo dizia que o irmão e empresário dele era um mala. Não tinha como não ser se ele representava outro mala.
 
Pois bem, o empresário do Kleber é tido como mala e até merece o rótulo, pois já deu inúmeras provas disso.

Mas vejamos o que aconteceu, ontem, no Redação SporTV. O André Rizek ligou, ao vivo, pro Giuseppe Dioguardi pra saber se o Kleber fica em Minas.

Dioguardi respondeu que seu representado deve ficar no Cruzeiro, mas que não podia garantir isso, pois qualquer jogador do mundo pode se transferir de clube.

Resposta normal.
 
À tarde, no Arena SporTV, fizeram a mesma pergunta ao Adílson Baptista. O treinador disse temer a perda do Gladiador, assim como a de qualquer outro atleta do elenco.

Explicou que não existe jogador inegociável. Mas que o Kleber está treinando e deve ficar no clube.

Outra resposta normal.
 
Mas que, ainda assim, deflagrou uma onda de chororô em blogs, sites, fóruns, listas etc.

Repercussão fora do comum pra duas respostas mais do que normais.

Por isto, acho que chegou a hora de o torcedor parar de ir na onda da mídia esportiva.

Chega de falar em venda de Kleber.

Quando, finalmente, ela for anunciada, a gente volta ao chororô.

Por enquanto, Kleber está treinando na Toca II. E desde o dia da reapresentação do elenco.
 
No mais, recomendo, de coração: amigo torcedor, tome muito cuidado, pois, às vezes, você também pode estar sendo um mala…

Saudações cruzeirenses,

Charles Libertadores

André Kfouri: “Cruzeiro, o time mais quente”

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Comentários de protagonistas e jornalistas sobre o Cruzeiro 3×2 Santo André, pela 32ª rodada do Campeoanto Brasileiro, no Mineirão, em 28out09:

  1. Neneca, goleiro do Santo André: Quando começou o lance do gol, o jogador que recebe a bola está impedido. Não o que cruzou ou o que fez o gol, mas quem toca para o cruzamento”. 
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