Posts com a Tag ‘Mauro Beting’

Carmona: “Foi um jogo de encher os olhos”

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Botafogo 2×2 Cruzeiro, no Engenhão, Rio de Janeiro, pela 23ª rodad do Campeonato Brasileiro de 2010, em 18set10:

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Chaves: “Roger disse que a bola não queima nos pés dos caras”

sábado, 18 de setembro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros, recolhidos pelo Romarol,  acerca do Cruzeiro 4×2 Guarani, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 15set10:

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Marcelo Bechler: “Adílson não contava com o organizador Montillo”

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Corintiãs, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, em 25ago10:

  1. Marcelo Bechler, no blog do Lédio Carmona: Adilson não conhecia Montillo: Antes do jogo, o que mais se falava era do confronto particular entre Adilson Batista e seus ex-comandados. O time de Cuca, no entanto, tinha quatro jogadores pós-Adilson: Edcarlos, Éverton, Montillo e Robert. O treinador do Corinthians conhecia quase todas as armas do rival. Quase. Não contava com o camisa 10 argentino, organizador do time mineiro, destaque dos três jogos que participou. Montillo fez aos dois minutos o único gol do jogo, em chute com efeito e praticamente sem ângulo. A partir daí, o que se viu em campo foi o Corinthians com a bola e o Cruzeiro não deixando o adversário jogar. Durante toda a partida, a equipe paulista teve mais posse de bola. Aliás, muito mais. A porcentagem nunca baixou da casa dos 60% e terminou o jogo em 63%. O recuo do Cruzeiro era estratégico para tirar a velocidade do jogo e o antídoto era o contragolpe com Montillo tentando acionar os atacantes. Apesar de ter a bola, o Corinthians praticamente não levou perigo ao gol de Fábio. Teve a chance do empate no pênalti defendido pelo goleiro e uma cabeçada de Paulo André na trave. Foram seis finalizações para cada lado – cinco do Cruzeiro no alvo contra três do adversário. O Corinthians estéril como foi causa preocupação no seu torcedor. Desde o clássico contra o Palmeiras, quando Jorge Henrique marcou, um atacante não faz gol. Ronaldo pode voltar contra o Vitória e passa a ser esperança de um ataque mais efetivo. Do outro lado, Cuca chegou a sua quarta vitória a frente do Cruzeiro: Atlético-PR, Goiás, Atlético-MG e Corinthians. Em todas, sua equipe teve pouca posse de bola e venceu o jogo nas raras chances que criou. Para brigar na parte de cima, o Cruzeiro vai precisar aprender a jogar também com a bola, o que não aconteceu depois da Copa do Mundo. (mais…)

Edcarlos: “Trabalhamos bem durante a semana”

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros e protagonistas acerca do Cruzeiro 0x1 Vitória, em Ipatinga, pela 15ª rodada do Campeoanto Brasileiro, em 22ago10:

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Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!”

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10: (mais…)

Lédio Carmona: “Faltou invenção”

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros sobre o Cruzeiro 0x0 Grêmio Prudente, no Ipatingão, pela 13ª rodada do Campeoanto Brasileiro, em 08ago10:

  1. Lédio Carmona, em seu blog: Cuca foi muito prudente, poderia ter inventado mais: O Cruzeiro que entrou em campo para enfrentar o Grêmio Prudente não contava com Gilberto, Roger e Thiago Ribeiro. Três peças importantes no sistema ofensivo e sem substitutos de características parecidas. Some-se a isso o bom desempenho da equipe paulista contra as mais tradicionais: empate com Palmeiras, Fluminense, São Paulo e Corinthians, além de vitória sobre Atlético-MG e Grêmio. Pronto. Estava claro o cenário do jogo em Ipatinga: o Cruzeiro sem forças para agredir e o Prudente com cara de zebra. A rigor, o time mineiro criou uma jogada, com Marquinhos Paraná lançando Jonathan e este passando para Wellington Paulista finalizar para fora, aos 15 minutos do primeiro tempo. Muito pouco para quem poderia ter chegado à terceira colocação caso tivesse vencido a partida. O Prudente, mesmo com a dupla de zaga e o lateral-esquerdo reserva, se defendeu sem dificuldades e ainda arriscou contragolpes com Wesley e Rafael Martins no segundo tempo. O time já se mostra diferente da equipe antes comandada por Adílson. Embora estivesse sem peças, Cuca poderia ter criado alternativas: Henrique finaliza bem de longe, Fabrício tem boa arrancada, Everton aparece como elemento surpresa e Jonathan entra bem em diagonal para finalizar. Saber aproveitar as características dos jogadores que tem à  disposição ainda não passa pelo repertório do novo técnico até por não conhecer o grupo. Tivesse o treinador Gilberto, Roger, Thiago Ribeiro ou até mesmo o recém-chegado Montillo à disposição, o jogo em Ipatinga poderia ter sido totalmente diferente do remédio para insônia que se tornou. Sem os jogadores ideais para as posições, faltou para Cuca o que Adilson tanto fazia: faltou inventar.
  2. André Kfouri, em seu blog: O Cruzeiro empatou pela quarta vez como mandante. Só o Botafogo empatou mais.
  3. Mauro Beting, em seu blog: Sem Gilberto, recuperando a forma, sem Roger, ainda sem o estreante Montillo, o Cruzeiro tentou criar e atacar com o que tinha contra um Prudente que honrou o nome, também lutou como Grêmio, e jogou pelo empate enfim conquistado. Ipatinga merecia melhor jogo. As equipes não mereciam melhor sorte.
  4. Leandro Mattos, em seu blog: O Cruzeiro não conseguiu sair de um empate sem gols diante do Grêmio Prudente. A falta de armadores no time tornou ainda mais difícil o objetivo de vencer a retranca paulista e deixar marcas na rede do goleiro Giovanni. O empate foi ingrato, pois um triunfo teria colocado os estrelados entre os quatro primeiros da tabela.
  5. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Tentamos desenhar a vitória no início, mas infelizmente não conseguimos. Era uma vitória que nos colocaria no G4, mas o futebol tem dessas coisas. O time jogou bem, criou algumas oportunidades, mas não conseguiu fazer o gol. Agora é buscar os pontos contra o São Paulo. Temos que jogar com quem nós temos agora. Infelizmente o Roger e o Gilberto estão machucados e hoje não conseguimos marcar o gol que nos daria a vitória. Agora é trabalhar, não ficar dependendo só desse camisa 10, porque quando não tem um, às vezes, ficva complicado. Foi um jogo difícil, contra uma equipe bem postada atrás.
  6. Francisco Everton, volante do Cruzeiro: Conheço vários jogadores do Prudente, cheguei a falar com o Cuca, mas não conseguimos vencer. Eles vieram na retranca, tentando apenas os contra-ataques. Não foi à toa que eles conseguiram chegar às semifinais do Campeonato Paulista. E na quarta-feira, acredito que o Atlético-MG não vai ter nenhuma facilidade. Acho que o Prudente vai ganhar de 1×0 e se classificar.
  7. Diego Renan, lateral-esquerdo do Cruzeiro: A gente sente um pouco a falta de um articulador. Já ganhamos com essa formação, mas infelizmente hoje o gol não saiu. A gente tentou criar, mas infelizmente o Grêmio Prudente estava muito fechado, dificultando nossa movimentação. Campeonato Brasileiro é difícil, não tem jogo fácil.
  8. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: A gente está vivendo só de cruzamento porque não tem esse 10. Mas o Montillo está chegando e os que estão fora estão se recuperando. Tem jogos que não dá para ir na qualidade. Tentamos da melhor maneira possível, mas não conseguimos. Menos mal que empatamos.
  9. Cuca, treinador do Cruzeiro: Faltou uma armação melhor de jogadas, uma qualidade de ceder o passe para deixar alguém em condição de fazer o gol. A gente tentou uma ou outra alternativa, com três atacantes, depois com dois de novo. Com quatro no meio, com três. Enfim, não deu pra vencer. Foi como a gente imaginava. O Grêmio Pudente tem a proposta de marcação forte, passam oito, nove jogadores da linha da bola e ficam dois rápidos para o contra-ataque. Além de tudo, se você não estiver bem posicionado, acaba tomando o gol e fica pior ainda. O Prudente é um time que se supera, defende bem, é bem armado. Pra ganhar um jogo assim, tem que ter qualidade individual, bola parada e fazer o primeiro gol, que muda toda a história. Não tivemos a ocasião, a bola bateu nas duas traves e voltou na mão do goleiro. Soma-se um ponto, ainda que seja em casa, e agora é preparar bem a semana. Tem jogadores importantes pra estrear e pra voltar. A equipe ganha em qualidade técnica, sem dúvida nenhuma. Vamos buscar esses pontos perdidos contra o São Paulo.
  10. Paulo César, lateral do Prudente: Acho que temos que ter a nossa cabeça sempre com o pensamento de entrar pra vencer, mas o empate nesse caso está de bom tamanho. Até porque encontramos uma dificuldade muito grande frente ao adversário.
  11. Marco Soalheiro, no PHD: O resultado da partida e a atuação refletiram a fraca qualidade do elenco que o treinador tinha à disposição para o jogo. Não dá para esperar algo diferente de Robert, Everton ou Rômulo como armadores (são bons lateral e volante), Pedro Ken etc… Tinha cinco ou seis jogadores fora que, em condições normais, estariam na relação e pelo menos três (Gilberto, Montillo e Tiago Ribeiro) podem acrescentar muito ao que se viu em campo hoje. Mas sigo com o pensamento de que não temos time para brigar nas cabeças, sonhar com título. Vamos ver o que nos dizem as próximas rodadas.
  12. Elias Guimarães, no PHD: Jogo muito pegado, mas ruim de assistir. Pecado de bola, aquela que bateu nas duas e cismou em não entrar. Segundo tempo deletável, onde as modificações não funcionaram, o que prova que temos um bom time e um elenco ruinzinho de doer. Não existiram e não existem peças de reposição à altura. Um banco lotado de jrs e jogadores sem continuidade de atuação. Da mesma forma que nunca critiquei o AB não posso criticar o Cuca, pois está se virando com o que tem. Uma pena popis essa vitória viria pra dar moral pras próximas rodadas, onde teremos embates muito complicados. Vamos lá, ver quando os contundidos voltam e se os reforços já podem estrear nas próximas rodadas…
  13. Jorge Schulman, no PHD: Tive que conformar-me com o calo nos olhos do horror de hoje. Resultado justo, pela incompetência para finalizar do Grêmio, e pela falta de futebol do Cruzeiro, além dos inventeishion do Cuca: tirar Marquinhos Paraná e tentar “engordar” o Robert, deixar em campo Jonathan e mandar para o descanso o Everton.
  14. Walterson Almeida, no PHD: O WP é um mala e reclama pacas! Mas tem de inocentá-lo um pouco, pois o juizinho era bem fraquinho. Teve um lance em que o zagueirão segurou claramente o WP matando o contra-ataque, na frente do juiz, e nem amarelo levou. O animal que pisou no DR sem bola, também na frente do juizão, somente foi amarelado depois que o jogo foi paralisado e ele viu que tinha sido grave. Na hora da reclamação não tinha sido falta, mas os caras abusaram daquelas faltas o tempo todo, segurando, cutucando, e nada do juiz agir.
  15. Matheus Reis, no PHD: Caçapa jogou muito bem. Foi seguro em todos os lances e segurou a onda quando o Diego Renan não deu conta. Com a saída do Paraná o Cruzeiro perdeu o meio e o Grêmio Itinerante controlou a partida. Robert tá devendo, e muito! Brigou com a bola e não acertou praticamente nada. Wellington Paulista deu azar no lance da trave dupla. Mas continuou com o cai-cai e as lágrimas para a arbitragem. Levou um amarelo estúpido. Cuca tentou fazer o que podia com o que tinha em mãos. Não tiraria o Paraná, mas o Everton para entrar com Sebá. Tnha muito o que fazer… Agora é esperar os 3 meias que podem acabar com a burocracia do time.
  16. Raul Miranda Penna, no PHD: Não entendi as substituições do Cuca. Rômulo no meio? Era preferível o Jonathan. A saída para esse jogo era jogar com dois atacantes abertos (um deles seria o TR e o outro poderia ser o Sebá, que joga dessa forma no júnior, só que pela direita).
  17. Maurício Sangue Azul, no PHD: Cuca errou ao tirar o Marquinhos Paraná. Ele estava muito bem na partida, distribuindo e girando bem as bolas. Perdemos o meio com a saída dele que foi compensado em parte com a entrada do Pedro Ken. Em 20 minutos,  Sebá mostrou muito mais objetivo do que o horroroso Robert, que não deveria nem ter sido contratado. Será que o treinador não percebe isso? Jonatham esteve muito mal na partida. Fez um péssimo 1º tempo. No 2º, segundo melhorou um pouco, mas não está apresentando o mesmo futebol do ano passado.

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

Ricky: “O árbitro teve sensibilidade”

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×0 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, jogo de volta das quartas de final da Libertadores 2010, em 19mai10:

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Birner: “Foi um jogo desgastante para o Cruzeiro”

terça-feira, 18 de maio de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 2×2 Avaí, no Mineirão, pela 2ª rodada do Brasileiro, em 16mai10:

  1. Patric, lateral-direito do Avaí: O Cruzeiro ficou com um a menos no 1º tempo. Por isso, abrimos uma vantagem boa. Só que voltamos com outro espírito no 2º tempo. Vamos conversar para não acontecer isso de novo. Infelizmente, não saímos com uma vitória daqui. (mais…)

Arísio: “Fernandão ressurgiu do nada”

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros sobre o Cruzeiro 0x2 São Paulo, em 12mai10, no Mineirão, jogo de ida das quartas de final da Libertadortes 2010:

  1. Dagoberto, atacante do São Paulo: Jogamos muito bem. Superamos as expectativas. E demos uma sorte danada… O Fernandão tem uma técnica apuradíssima, uma inteligência excepcional. Sabe jogar muito bem naquela posição ali. Espero que ele ainda possa dar muitas alegrias pra gente. A equipe estava devendo uma partida consistente. Lutamos com inteligência, sabíamos das dificuldades. O Cruzeiro é muito difícil de ser batido em seus domínios. Mas jogamos com sabedoria. Não ganhamos nada, ainda temos noventa minutos lá no Morumbi.
  2. (mais…)