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Um novo Maicon?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O jornal italiano Gazzetta dello Sport informa que Jonathan é um dos quatro jovens atletas sul-americanos selecionados pelo Milan para incorporação em 2011.

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Os melhores da Copa 2010

domingo, 11 de julho de 2010

Minha seleção da Copa 2010:

  • Iker Casillas
  • Maicon Douglas, Lúcio Ferreira, Per Mertesacker, Carlos Salcido;
  • Bstien Schweinsteiger e Sergio Busquets
  • Thomas Müller, Diego Forlán, Wesley Sneijder
  • Asamoah Gyan
  • Craque: Diego Forlán
  • Revelação: Thomas Müller
  • Treinador: Oscar Tabárez
  • Juiz: Viktor Kassai
  • Melhores jogos: Alemanha 4×1 Inglaterra, Alemanha 4xo Argentina, Alemanha 3×2 Uruguai, Holanda 3×2 Uruguai, Brasil 3×1 Costa do Marfim, Gana 1×1 Uruguai.
  • Pior jogo: Espanha 1×0 Holanda.

Ficou meio capenga pela esquerda, mas não por culpa minha.

Dia T

terça-feira, 6 de julho de 2010

Esta segunda foi o Dia T, o Dia do Teixeirão. Após dissolver a comissão técnica por telefone, o presidente da CBF foi aos microfones fazer populismo.

Falou na Itatiaia, explanou no SporTV. Disse que começará, já, o projeto 2014. Tinha de ter um projeto no meio do balablablá. É moda.

E o tal arranjo vai começar logo. Parece que, em agosto, contra os USA , o Brasil já deve ser representado pela nova geração. Assim, a CBF já estaria pensando em 2014.

O chefão da CBF está impressionado. Ele descobriu, num Boletim da Fifa, que a Argentina tem 8 atletas  Sub23 em seu escrete, a Alemanha tem 9, Gana, 11, e o Brasil, só um.

Pra Sua Majestadade, taí a fórmula do sucesso. Falta explicar o que argentinos e ganeses conseguiram fazer melhor do que os velhinhos brasileiros.

Mas isto não vem ao caso. Importante é ter algo pra enganar os otários que o levam a sério.

O problema do novo projeto é que ele pode sucumbir, como o atual, num lance fatídico de uma etapa eliminatória da Copa.

Nenhuma seleção em tempo algum, boa ou ruim, esteve a salvo do imprevisto, da falha e do acaso. Em caso de dúvida, consultem os húngaros sobre 54, os holandeses sobre 74 e os brasileiros sobre 98.

Eu prefiro a fórmula do João Saldanha, que não tinha frescuras como esse trololó de projeto. Pra ele, seleção era lugar para os melhores do momento.

Ora, se Lúcio, Maicon, Juan, Gomes, Luisão, Robinho e Júlio César (apesar da falha absolutamente humana), Kaká (apesar da má condição física) são os melhores, por que não convocá-los?

Está certo que o momento é de se aproveitar Ramires, Hernanes, Ganso, Neymar, Pato, Fábio, André, Jonathan, Wesley e outros novos ou seminovos.

Agora, montar uma seleção de novatos pra levar surras e mais surras desnecessárias é jogar -muito mal, diga-se- pra platéia.

Teixeira com essa conversa aparentemente radical aquer apenas reforçar a idéia de que a Copa não foi perdida por ele, mas pelos componentes da comissão dissolvida. E só.

Esse filme já passou em 91. A estrela da época foi Paulo Roberto Falcão, que, depois, após várias derrotas, foi defenestrado.

Ricardo Teixeira continua tão arrogante quanto incompetente. Melhor seria entregar a Seleção para um diretor profissional conduzir e sair de fininho.

O discurso dele é exatamente o das hienas caçadoras de técnicos. O final todos já sabem. Se der errado, lá vem outro papo furado e mais uma dissolução de comissão técnica. Só ele jamais se demite.

O quarto final da partida

domingo, 4 de julho de 2010

Pra passar a régua na desclassificação brasileira, revi o quarto final da partida contra a Holanda com olhar mais atento. Resumindo:

  • Andre Ooijler cometeu pênalti em Kaká ao empurrar e desequilibrar o meia brasileiro dentro da área. O Juiz não viu. Se visse, seria o segundo amarelo e o vermelho.
  • Andre Ooijler deu um chega-pra-lá, que atirou Kaká fora de campo. O Juiz viu e economizou o amarelo.
  • Aarjen Robben cortou uma bola com o braço e agarrou Gilberto pela cintura, logo depois. Qualquer árbitro brasileiro teria expulsado o catimbeiro holandês pelo conjunto da obra. O japonês relevou as faltas.
  • Kaká, ao contrário da impressão incial, chamou o jogo. Mas com a Holanda toda na defesa, o passe não saia corretamente e ele só pôde fazer duas jogadas perigosas.
  • Nos últimos 8 minutos, Júlio César ficou praticamente sozinho contra os holandeses que apareciam no contra-ataque. Por sorte num lance e competência noutro, não levou mais dois gols.
  • Daniel Alves e não Luís Fabiano deveria sido substituído por Nilmar. O barcelonista conseguiu realizar nada de produtivo no quarto final da partida. Não deu conta sequer de passar uma bola por cima da barreira na cobrança de falta.
  • Maicon, ao contrário, saiu pro jogo. Mas não encontrou espaço pra arrancadas e jogadas pessoais decisivas.
  • Faltou calma, mas, sobretudo, faltou espaço para o time brasileiro criar jogadas de gol.

E, pra fechar a cortina, tão logo a delegação chegou ao Brasil, Ricardo Teixeira demitiu a Comissão Técnica. Tal qual havia feito em 2006.

O presidente da CBF jogou pra torcida. Melhor teria sido ele se demitir e não se eximir de responsabilidade imolando bodes no altar tolice brasileira.

Didi e Churchill

domingo, 4 de julho de 2010
  • “Até o Felipe Melo, que foi Gerson no primeiro tempo, virou Kleber no segundo…” (Ernesto Araújo)

O Brasil perdeu porque enfrentou um time forte. Não é à toa que a Holanda se mantém invicta há 23 partidas. Ponto.

Perdeu também porque nossos jogadores não têm a exuberante qualidade que imaginamos. São bons, mas nenhum é extraordinário. Ponto sem vírgula.

Perdeu porque seu craque nunca esteve em condições ideais pra uma competição contra os jogadores mais fortes, mais velozes, mais saudáveis e de técnica mais apurada que disputam uma Copa.

Quem chegou à Sudáfrica meia-boca não teve tempo de se recuperar e jogar no limite. Rooney, Torres, Verón, Deco, Pirlo, Gattuso estão na mesma enfermaria do Kaká.

Perdeu porque seu esquema tático não deu conta de responder às exigências específicas de cada partida.

Mas isto é uma longa conversa, principalmente, num território de torcedores que trucidaram o último treinador do Cruzeiro por insistir em privilegiar funções ao invés de posições.

Agora, um fator é possível discutir, embora também não possa ser dado como absoluto: a personalidade dos atletas.

Gilberto Silva disse, na Itatiaia, que a decisão de proibir entrevistas exclusivas não foi do treinador, mas do grupo.

Nesta linha, provavelmente, o claustro a que se submeteram os atletas também deve ter sido aprovado pelo coletivo.

E com claustro ou sem claustro, a seleção voltou pra casa nas quartas de final. Tal qual em 2006.

Tínhamos um time bem montado, mas que não suportou o gol e empate da Holanda. Ele teve efeito devastador para o coletivo e para seus indivíduos.

Quando vi a bola nas redes, lembrei-me da imagem do Príncipe Etíope de Rancho, o Mestre Didi, buscando a bola no filó e, sem a menor pressa, dirigindo-se com ela ao meio de campo enquanto pedia calma aos companheiros assutados pelo gol sueco na final de 58.

Pois é, meus amigos (e também inimigos), não havia um mestre no escrete de 2010. E se houve alguma chance de existir um, ela foi limada pelo grupo.

O coletivo é importante, nem se discute. Mas o herói tem seu lugar na história. Seja ele um salvador da civilização como Churchill -que fez a América se mexer na II Guerra- ou um salvador da pátria enchuteirada como Didi.

Pra que 52 dias de clausura? Por que não conceder entrevistas? Por que se abster de sexo? Qual a vantagem de não receber o carinho dos pais, esposas, filhos e amigos nas horas vagas? Aliás, por que não se conceder o direito a um passeio ao zoo ou ao shopping center?

Se ao tomar o gol, o coletivo pudesse se reunir e deliberar sobre o que fazer, talvez a seleção canarinha tivesse se recomposto e voltado a jogar bem como no 1º tempo.

Como não houve, o que se viu foram closes de um Juan apavorado. Kaká e Lúcio tentando resolver individualmente, Felipe retroagindo às cavernas, Robinho, Daniel e o Fabuloso desconectados do resto do time, a locomotiva Maicon perdendo energia e cousa e lousa.

A Argentina reagiu melhor ao gol germânico. Reagrupou-se e tentou jogar sua bolinha, mesmo que dentro de um esquema suicida. Levou uma tunda até maior, mas aí são outros quinhentos.

Importante é que, para o gol devastador, faltou aos brasileiros ao menos uma referência, alguém pra reagrupar a equipe e tentar uma retomada do bom futebol do 1º tempo.

Repito, o líder não pode tudo, mas seu papel não pode pode ser desconsiderado. Um grupo pode funcionar, mesmo que disputas internas sejam inevitáveis. Como a que opunha Rivaldo e Ronaldo em 2002.

Até isto pode ser canalizado pra aumentar a competitivade do time.

O que não pode acontecer no futebol é a mansidão de uma turma que não se arrisca nem a conceder uma entrevestazinha por medo de pisar na bola.

Cobras & Minhocas (II)

sábado, 3 de julho de 2010

Esta é a minha seleção da Copa 2010 até aqui (quartas de final):

  • Stekelemburg;
  • Maicon Douglas, Lúcio Ferreira, Per Mertesacker, Carlos Salcido;
  • Bastien Schweinsteiger;
  • Mesut Özil, Wesley Snejder;
  • Diego Forlán;
  • Thomas Müller, David Villa.
  • Tec: Joachim Löw
  • Craque: Bastien Schweinsteiger
  • Revelação: Thomas Müller

E esta a contra-seleção:

  • Robert Green;
  • Nicolás Otamendi, Christian Poulsen, Martin Demichelis, Patrice Evra;
  • An Yong Hak, Kim Kum Il, Achille Emana;
  • Roque Santa Cruz, Jon Tomasson, Nicolas Anelka.
  • Tecs: Domenech e Maradona.
  • Cabeça de bagre absoluto: Patrice Evra

Holanda 2×1 Brasil: Tamancada

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Às 11h (Brasília), no Estádio Nelson Mandela Bay, Brasil e Holanda abrem as quartas de final da Copa de 2010 em jogo que será apitado pelo japonês Yuichi Nishimura.

Dunga manterá seu ortodoxo 4-3-1-2 sem contar com Elano, contundido, e Ramires, suspenso. Com estas ausências, Daniel Alves ganha um lugar na linha de volantes.

Van Marwijk escalará a Holanda num 4-2-3-1, em tese, mais ofensivo. E terá nos meias atacantes Robben e Snejder suas chaves para abrir a defesa brasileira.

Pela campanha e pelos comentários deslumbrados dos mesa-redondistas brasileiros, a Holanda é favorita. Mas pode haver surpresas. Ah, se pode! (mais…)

Cobras e bagres

terça-feira, 29 de junho de 2010

Esta é a minha seleção da Copa até as oitavas de final:

  • Eduardo Carvalho;
  • Maicon Douglas, Lúcio Ferreira, Juan Santos, Carlos Salcido;
  • Bastien Schweinsteiger;
  • Mesut Özil, Wesley Snejder;
  • Pablo Forlán;
  • David Villa, Asamoah Gyan.
  • Tec: Dunga

E esta a contra-seleção:

  • Robert Green;
  • Jonas Gutierrez, Christian Poulsen, Martin Demichelis, Patrice Evra;
  • An Yong Hak, Kim Kum Il, Achille Emana;
  • Fernando Torres, Jon Tomasson, Nicolas Anelka.
  • Tec: Domenech

N.B.: Minha mãe está precisando de 08 doadores de qualquer tipo de sangue. Pra quem puder ajudar, o nome dela é Terezinha Caldeira Nunes e o hospital é a Santa Casa de Belo Horizonte. Muito obrigado, Marcos Alexandre Soy Loco Por Tri 2010.

Brasil 3×0 Chile: Botes certeiros

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ás 15h30 (Brasília), no Estádio Ellis Park, em Jonesburgo, Brasil e Chile disputam uma vaga nas quartas de final da Copa 2010.

O Chile não vence o Brasil desde agosto de 2000. Na Era Dunga, foram 5 partidas, todas com vitória brasileira.

Apesar disto, considerando-se as três exibições de cada time nesta Copa, não há favorito neste jogo de oitavas de final.

O Brasil jogará com Julio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Felipe Melo Josué), Gilberto Silva e Elano (Daniel Alves); Kaká; Robinho e Luís Fabiano. 

Marcelo Bielsa escalará o Chile com Bravo; Isla, Contreras, Jara e Vidal; Millar, Carmona, Matias Fernández e Valdivia; Sánchez e Beausejour. 

Howard Webb, da Inglaterra,será o juiz.  E ele anda nervoso nesta Copa. Tá amarelando geral, por isto, quem quiser chegar completo ao final da partida deve tomar cuidado. (mais…)

Brasil 0x0 Portugal: Um tempo esportivo, outro administrativo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Às 11h, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, Brasil e Portugal disputam a liderança do Grupo G da Copa 2010.

Dunga, que escalará o time no 4-3-1-2, não contará com Elano, contundido, e Kaká, suspenso. Daniel Alves e Júlio Baptista substituirão os titulares.

Carlos Queiroz, que manterá o 4-3-3, só não poderá contar com o meia-atacante Deco, contundido.

Se vencer, o Brasil escapará de seleções como Argentina, Alemanha, México e Inglaterra nas quartas e nas semifianias. Mas poderá jogar contra a Espanha nas oitavas.

A Copa é assim. Pra ter vida mansa só fazendo como França e Itália que mandaram parar o torneio, desceram e voltaram pra casa mais cedo.

No apito estará o mexicano Benito Archundia, velho conhecido de quem frequenta a Copa Libertadores. (mais…)