Posts com a Tag ‘Lima’

37ª da A: Heroísmo avaiano

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Eis a 37ª rodada do Brasileiro 2010, disputada às 17h de 281nov10. Cruzeiro, Fluminense e Corintiãs venceram e o topo da tabela ficou inalterado. A decisão do título fica pra última rodada. O grande jogo da rodada, contudo, aconteceu em Floripa onde um heróico Avaí venceu o Santos, de virada, por 3×2 e escapou o rebaixamento.

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Cruzeiro 2×0 Ceará: No grito da galera e no apito

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Em 3º lugar com 41 pontos, o Cruzeiro pode chegar à vice-liderança se vencer. Perdendo, pode sair do G4.

Wellington Paulista, Marquinhos Paraná, contundidos, são os desfalques do time celeste.

Em 9º lugar com 30 pontos, o Ceará pode subir uma posição. Perdendo pode cair para o 14º lugar.

Dimas Filgueiras contará com todos os titulares e ainda terá o driblador Mizael no banco pra atormentar a defesa celeste em caso de necessidade.

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O Alixandre: “Quem botou vai ter de tirar!”

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Tudo começou com o Expresso da Paixão, nome dado pelo marqueteiro-mor do Atlético-MG  ao busum que transporta atletas do Clube de Lourdes.

Depois, veio camisa rosa, que só atleticanos usam em todo o terriório nacional.

Os jogadores entraram no clima e resolveram ficar 15 dias juntos. O presidente elogiou a decisão e até liberou o cacete na madrugada.

Houve quem protestasse na torcida: “Tá parecendo BBB esse monte de homem dormindo junto!”

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23ª da A: Cepada 14 foi tomada em 7 Lagoas

domingo, 19 de setembro de 2010

A 23ª rodada do Brasileiro 2010, em 18 e 19set10…

  1. Engenhão, Bota 2×2 Cruzeiro. Público: 14.128. Gols: Alessandro, 4 do 1º; Montillo, 12 (p) e 27, Loco Abreu, 31 (p) do 2º. Pênalti inexistente deu empate ao time carioca num jogo equilibrado.

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Henrique e Ribeiro, quase perfeitos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 4×2 Guarani, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 15set10:

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RapoCota passado a limpo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Trocando uns emails com um amigo conseguimos um texto que analisa a rivalidade Cruzeiro x Atlético-MG e a situação de ambos, neste Brasileirão.

Abraços, Walfrido Júnior

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Um dia de sorte e glória

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Nesta sexta-feira, 13ago10, comemora-se os 13 anos da segunda conquista da Copa Libertadores pelo Cruzeiro.

Por e-mail, Davson Bruno Peixoto enviou o texto abaixo pra lembrar a efeméride.

Amigos cruzeirenses:

Hoje é sexta-feira, 13 de agosto. Para os superticiosos um dia temível, no qual se deve evitar passar debaixo de escadas, cruzar com gato preto, deixar os chinelos virados e outras tantas superstições. Segundo os historiadores não existe um fato exato que explique a origem da “sexta feira 13, dia de azar”, apesar das muitas estórias que tentam explicar a origem do tal mito.

O futebol também tem supertições que envolvem o 13. É impossível, por exemplo, esquecer Mário Jorge Lobo Zagallo, que tem fixação neste número. Vai saber se funciona ou não, mas o certo é que ele ganhou 4 Copas do Mundo.

Seja lá como for, a torcida cruzeirense tem motivos de sobra para comemorar este 13 de agosto de 2010, pois foi numa noite fria de 13 de agosto de 1997 que ela viu seu time entrar no gramado do Mineirão para conquistar mais um valioso troféu, o segundo de seu clube na Taça Libertadores da América.

A decisão era contra os peruanos do Sporting Cristal, um time mediano no cenário sul-americano, mas que chegava a decisão com propriedade, deixando no caminho gigantes do porte de Vélez Sarsfield (0x0 e 1×0), e Racing (2×3 e 4×1), além de, indiretamente, Peñarol e Racing, que estavam em seu emparceiramento a partir das oitavas-de-final e foram eliminados pelo Racing.

A primeira partida da decisão ocorreu uma semana antes, em Lima, e terminou 0x0.

O Cruzeiro não tinha um time de estrelas como o São Paulo, Palmeiras e Flamengo, mas era competitivo e com atletas acostumados a grandes decisões, casos de Palhinha II, Dida, Marcelo Ramos e outros.

O jogo de volta foi truncado. Os peruanos vieram com a proposta de se defenderem e tentarem a sorte em contra-ataques. Já o Cruzeiro partiu pra cima desde o começo querendo decidir logo.

Nas arquibancadas, mais de 100 mil cruzeirenes gritavam e cantavam empurrando o time. A torcida só se calou quando, aos 13 do 2º tempo, num lance rápido de contra-ataque do Cristal, o brasileiro Julinho sofreu falta na entrada da área.

Bonnet cobrou com força, rasteiro, no canto do goleiro Dida, que mergulhou praticando incrível defesa. Julinho ainda apanhou o rebote, mas Dida, mesmo caído, defendeu o chute à queima-roupa, com as pernas.

Quem estava naquele 13 de agosto de 1997 no Mineirão conhece bem a emoção que tento passar nesta minha narrativa do lance que ficou marcado como se fosse um gol. Eu me lembro bem, pois estava bem atrás do gol onde ele aconteceu.

Dois comentários chamaram a atenção em relação ao lance milagroso. Primeiro, o do saudoso radialista da Rádio Itatiaia, Carlos Cesar Pinguim, após a defesa do Dida. Ele animou os mais de 100 mil torcedores presentes dizendo: “O Cruzeiro nao perde mais a libertadores, o Cruzeiro não perde mais a Libertadores, depois dessa defesa do Dida…”

O segundo comentário foi do narrador da TV Globo, Galvão Bueno, que no momento da defesa afirmou: “Se o titulo vier, metade dele já tem dono!” Referia-se a Dida.

A defesa foi um aditivo para o entusiasmo das arquibancadas e para o time em campo. Depois dela, aos 30 minutos, veio o tão esperado gol, após cobrança de escanteio por Nonato.

O lateral cruzou da esquerda, a bola resvalou na defesa e sobrou para o canhoto Elivelton que, do lado direito, chutou meio mascado. Balerio falhou na tentativa de defesa e a bola beijou a rede. Gooooolll!!!

O grito ecoou pelas arquibancadas. A partir daí, o estádio ficou em festa até o final da partida. Fois uma das maiores emoções já vividas pelo Gigante da Pampulha. Era o Cruzeiro, de novo, no topo das Américas repetindo o feito de 1976.

Recordar é viver. Parabéns, torcida do Cruzeiro!!!

Abraços
Davson Bruno Peixoto

Notas do Blogueiro:

Sporting Cristal 0x0 Cruzeiro, quarta-feira, 06ago97, 21h50, Estádio Nacional, Lima, Peru, jogo de ida das finais da Copa Libertadores 1997 – Juiz: Byron Moreno (equatoriano) – Cartão Vermelho: Cleison (Cru, 44 do 2º) – Sporting Cristal: Júlio César Balério; Manuel Marengo, Marcelo Asteggiano, Miguel Rebossio (Erick Torres, 8 do 2º); Vasquez (Alex Magallanes, 17 do 2º), Jorge Soto, Manuel Marengo, Pedro Garay, Nolberto Solano e Alfredo Carmona (Andrés Mendoza, 17 do 2º); Julinho e Luiz Alberto Bonet. Tec: Sérgio Markarián / Cruzeiro: Dida; Vítor, Gelson Baresi, Wilson Gottardo e Nonato; Fabinho, Ricardinho e Donizete Oliveira; Palhinha II (Tico); Cleison e Marcelo Ramos (Da Silva). Tec: Paulo Autuori

Notas
1. Sporting Cristal era tricampeão peruano (94 / 95 / 96)
2. Não puderam ser escalados o meia Prince Amoako e o lateral-direito Jílio Rivera, suspensos.
3. Terceiro clube mais popular o Peru, o Sporting Cristal era patrocinado pela cerveja Cristal. Universitário e Alianza Lima, os mais populares, pelas concorrentes, Cuzqueña e Pilsen, respectivamente.
4. Clubes brasileiros não podiam ser patrocinados por marcas de cigarro e de bebidas alcoólicas. O Cruzeiro estampava a marca Energil C, uma vitamina do Laboratório EMS, em sua camisa.

Cruzeiro 1×0 Sporting Cristal, quarta-feira, 13ago97, 21h50, Estádio Magalhães Pinto (Mineirão), Belo Horizonte, jogo de volta das finais da Copa Libertadores 1997 – Público: 95.472 pagantes; 105.853 pagantes – Renda: R$888.072,50 – Juiz: Javier Castrilli (argentino) – Bandeiras: Luíz Olivetto e Gerado Bertoni (argentinos) – Gol: Elivélton, 30 do 2º tempo – Cruzeiro: Dida; Vítor, Gelson Baresi, Wilson Gottardo e Nonato; Fabinho, Ricardinho (Da Silva, 26 do 2º), Donizete Oliveira; Palhinha II; Marcelo Ramos e Elivélton. Tec: Paulo Autuori / Sporting Cristal: Julio César Balério; Júlio Rivera, Marcelo Asteggiano, Manuel Marengo e Nolberto Solano; Jorge Soto, Pedro Garay Erick Torres (Roger Serrano, 28 do 2º) e Prince Amoako (Alfredo Carmona, 11 do 2º); Julinho e Luiz Alberto Bonnet Bonnet (Ismael Abrahamson, 40 do 2º). Tec: Sérgio Markarián

Notas
1. Garay (paraguaio), Balerio (uruguaio), Asteggiano (argentino), Amoako (ganês) e Julinho (brasileiro) eram os estrangeiros do Cristal.
2. O Presidente do clube, Francisco Lombardi, era o cineasta mais famoso do Peru.
3. O técnico Sérgio Markarián era uruguaio.
4. Na véspera da decisão, Paulo Autuori informou que sairia do Cruzeiro, mesmo com uma vitória.
5. A Libertadores teve 21 participantes, 90 jogos, 242 gols. Os artilheiros foram Acosta (Universidad Catolica, 11 gols), González (Bolívar, 9) e Basay (Colo Colo, 8).
6. Vídeo com gols do Cruzeiro.

Cruzeiro na Libertadores V: 1976, Mundial em BH

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mauro França e Jorge Santana

Mundial

Com a conquista da Libertadores 1976, o Cruzeiro se credenciou à disputa da Copa Intercontinental, nome oficial do Mundial Interclubes, naquela época disputado em dois jogos entre os campeões da América do Sul e da Europa.

O Bayern Munich, tri-campeão europeu, que se recusara a enfrentar o Independiente nos dois anos anteriores, aceitou jogar contra o Cruzeiro. As partidas foram marcadas para 21nov76 em Munique e 21dez76 em Belo Horizonte.

Excursão

Os jogadores celestes mal puderam comemorar o título da Libertadores. A delegação nem retornou para Beagá, onde certamente teria uma recepção triunfal. De Santiago, o time seguiu diretamente para Paris, escala inicial de uma excursão que se prolongou por todo o mês de agosto.

Nem houve tempo para descanso. Apenas quatro dias depois do histórico 3×2 sobre o River, em 03ago76, o Cruzeiro empatou por 1×1 com o Saint-Étienne, tri-campeão francês e vice-campeão europeu. Em 08ago176, o time celeste venceu o Nice por 4×3, com uma grande exibição.

A excursão continuou na Espanha, onde se realizavam vários torneios de verão, que os clubes brasileiros aproveitavam pra reforçar o caixa. Em La Coruña, no Estádio Riazor, o Cruzeiro disputou o Torneio Tereza Herrera, pela segunda vez consecutiva. Venceu o PSV Eindhoven por 2×0 e perdeu para o Real Madri pelo mesmo placar, com dois gols de pênalti.

No torneio seguinte, no Estádio Vicente Calderón, em Madri, o Cruzeiro perdeu para o Athletic Bilbao por 3×1 e venceu o Racing White, da Bélgica,  por 2×0.

No Ramon Sanchez Pizjuan, em 24ago76, o Cruzeiro empatou com o Sevilla por 1×1, mas foi eliminado nos pênaltis, por 5×3. Raul Plassmann defendeu uma penalidade, mas o juiz mandou repeti-la. Dois dias depois, o campeão sul-americano bateu o Hajduk Split, da Croácia, por 4×2, terminado em 3º lugar no Torneio de Sevilla.  

A excursão encerrou-se em 29ago76, no Estádio Municipal de Almeria com uma vitória por 3×2 sobre o time local. Foram 9 jogos, 5 vitórias, 2 empates, 2 derrotas, 18 gols a favor, 14 contra.

Financeiramente, o saldo da viagem foi ótimo, mas o custo técnico foi alto. Jairzinho, Vanderlei Lázaro, Nelinho e Wilson Piazza voltaram contundidos. Os dois últimos com mais gravidade, ficaram três semanas afastados do Campeonato Brasileiro, na época, chamado Copa Brasil.

Copa Brasil

Em 04set76, menos de uma semana depois do último amistoso na Europa, com cinco desfalques, o Cruzeiro estreou na Copa Brasil empatando com o Botafogo por 0x0 perante 10.294 torcedores, no Mineirão.  

Os desfalques constantes afetaram o rendimento do time. Zezé Moreira jamais conseguiu escalar o time completo no campeonato. Para complicar, Joãozinho também se contundiu com gravidade e ficou de fora da maior parte dos jogos.

Em um grupo de 9 equipes, o Cruzeiro ficou em 2º lugar ao lado de Coritiba, Atlético e São Paulo. Pelos critérios de desempate, ficou na 5ª posição (3 vitórias, uma por mais de dois gols de diferença, que valia 3 pontos; 4 empates e uma derrota). Como somente os quatro primeiros se classificavam, o time celeste teve que disputar a repescagem, que valia uma vaga para a 3ª fase do torneio.

Na repescagem, o Cruzeiro enfrentou Portuguesa, Londrina, Uberaba e Confiança. Somou 8 pontos (3 vitórias, uma de 3 pontos, e 1 empate) e ficou em 2º, um ponto a menos do que a Portuguesa. No último jogo, precisava derrotar o Londrina por dois gols de diferença pra ficar em 1º. Em 27out76, no Mineirão, diante de um público de quase 40 mil torcedores, Palhinha fez 1×0 no início do 2º tempo e foi só. Para surpresa de muitos, a menos de um mês do duelo contra o Bayern, o campeão sul-americano foi eliminado do Brasileiro.  

Racha

A eliminação precoce conturbou o ambiente na Toca. Carmine Furletti, vice-presidente de futebol, e Elias Barburi, o Tóia, diretor de futebol, criticaram Zezé Moreira, cujo esquema de jogo consideravam ultrapassado. Barburi queria a demissão do treinador. Mesmo afastado por doença, Felício Brandi bancou o treinador e responsabilizou os dirigentes, que teriam reforçado mal a equipe, pela desclassificação.

Em meados de outubro, o clube contratou o uruguaio Pablo Forlan, que aos 31 anos estava aposentado em Montevidéu. Zezé Moreira contava com a experiência e a garra do lateral, que disputara duas copas do mundo e havia sido campeão intercontinental com o Peñarol em 1966.  

Inverno

O Cruzeiro embarcou para a Alemanha com problemas. Nelinho, Piazza e Joãozinho vinham de longa inatividade. Dirceu Lopes, há mais de um ano parado, também estava fora de forma. O time estava sem ritmo, pois só jogou duas vezes após a eliminação no Brasileiro. Com equipes mistas, empatou em Maringá, com o Grêmio local, e no Mineirão, com o América carioca, por 0x0.

Além de tricampeão europeu, o Bayern era a base da Seleção Alemã campeã do Mundo em 74. Tinha celebridades como Sepp Maier, Franz Beckenbauer, Gerd Muller e Paul Breitner entre outros. No campeonato alemão, estava em 3º, a 4 pontos do líder.

Os alemães até foram corteses. De acordo com Raul, forneceram agasalhos e material de treino aos cruzeirenses. O próprio goleiro foi presenteado por Maier com luvas apropriadas para jogos com neve.

O jogo foi disputado sob uma nevasca. Em tais condições, o Cruzeiro foi cauteloso. Queria ao menos empatar e trazer a decisão para o Mineirão. Nelinho e Joãozinho, que foi substituído por Dirceu Lopes no 2º tempo, não estiveram bem. Mesmo assim, o time resistiu até os 35 o 2º tempo, quando Ulli Hoeness cruzou da direita, Morais não alcançou e Gerd Muller, na entrada da pequena área, dominou e chutou no canto direito de Raul Plassmann.

Dois minutos depois, Rummenigge começou a jogada pela esquerda, Muller fez corta-luz e Kapellmann, da entrada da área, bateu rasteiro no canto direito de Raul pra definir o placar e colocar os alemães em vantagem na decisão.

  • Cruzeiro 0×2 Bayern München, terça-feira, 23nov76, 1º jogo da decisão do Mundial Interclubes 1976, Olympiastadion, Munique, Alemanha – Público: 22.000 pagantes – Juiz: Luis Pestarino (Argentina) – Gols: Muller, 35, Kapellmann, 37 do 2º tempo – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Ozires e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza e Zé Carlos; Eduardo Amorim, Palhinha, Jairzinho e Joãozinho (Dirceu Lopes). Tec: Zezé Moreira / Bayern: Sepp Maier, Bjorn Andersson, Franz Beckenbauer, Hans-Georg Schwarzenbeck e Udo Horsmann; Bernd Dürnberger, Conny Torstensson e Jupp Kapellmann; Uli Hoenes, Gerd Müller e Karl-Heinz Rummenigge. Téc: Dettmar Cramer. 1: Maier, Schwarzenbeck, Beckenbauer, Hoenes, Kapellmann e Muller conquistaram a Copa do Mundo 74 pela Alemanha. 2. Torstensson e Andersson disputaram as Copas de 74 e 78 pela Suécia. 3: Maier jogou as Copas de 66, 70, 74 e 78. Beckenbauer jogou as de 66, 70 e 74 e foi técnico da Alemanha em 86 e 90, quando conquistou o título. 4. Rummenigge tinha 21 anos à época. Era um talento em ascensão. Jogou as Copas de 78, 82 e 86.  

Mesmo apontando a neve como vilã, Nelinho não deixou de observar que muitos jogadores –os principais– estavam fora das suas melhores condições físicas e técnicas, em entrevista à Placar:

  • “A neve deixou o nosso time muito inseguro. Logo no início, perdi umas três bolas bobas porque ia dar o drible e ela corria ao invés de ficar no meu pé. Além disso, eu –como o Jair, o Joãozinho, o Piazza, o Palhinha e o Dirceu– estava em péssimas condições. Tanto que joguei plantado. Só desci umas duas vezes.”

Revanche

Sem compromissos oficiais, os jogadores voltaram à rotina de treinamentos. Palhinha, com dores musculares, e Jairzinho, gripado, não participaram da primeira semana de treinamentos. Zezé Moreira, que pretendia apurar a condição física e técnica do elenco, era só preocupação.

O Cruzeiro disputou apenas um amistoso entre os dois jogos. Em 11dez76, venceu o Uberaba por 3×0, no Mineirão, perante 4 mil torcedores. Raul e Jairzinho ficaram de fora, enquanto Dirceu Lopes e Joãozinho atuaram o tempo todo.

Mesmo reconhecendo a força do adversário, o clima entre os jogadores era de confiança. Todos achavam possível reverter o resultado e conquistar o título. Acreditavam no pouco tempo de adaptação dos alemães ao calor fizessem a diferença, como o frio e a neve tinha feito na Alemanha. Zezé Moreira analisou o adversário e deu a receita para vencê-lo, em entrevista à Placar:

  • “Eles praticamente não têm posição fixa em campo. Há sempre um jogador a mais na marcação dos atacantes adversários e a recuperação deles é impressionante. Temos que partir para um jogo coletivo, rápido e objetivo, como naquelas partidas contra o Internacional, pela Libertadores.”

Zezé Moreira ficou aborrecido com o desfecho do jogo de ida:

  • Nós nunca poderíamos ter nos apavorado com o primeiro gol e partido pra cima deles que nem loucos. Deveríamos ter ficado quietinhos, no nosso esquema, porque a derrota de 1×0 era um excelente resultado para o Cruzeiro. Agora, eles entram aqui com 2×0 no placar. Isso lhes dá muita segurança e apóia qualquer sistema defensivo.

Mas não havia perdido a esperança:

  • Chegaremos lá. Precisamos entrar com os onze jogadores em perfeitas condições técnicas e físicas, caso contrário, será difícil vencer. Estamos treinando duro porque não adianta apenas marcar os gols necessários. É preciso, também, não tomar.

Verão

Enfim, na quinta-feira, 21dez76, o Mineirão recebeu pela primeira e única vez na sua história uma decisão de título mundial. O público oficial foi de 113.715 pagantes.

Saí da Fafich, no Bairro Santo Antônio, por volta de 13h e parei pra tomar cerveja e fazer a resenha do futebol com os colegas no Jorobó, um boteco na Contorno, quase na esquina de Carangola.

Por volta de 15h, saímos para o Mineirão em vários táxis. Eu e o Nílton Figueiredo, colega de Sociologia, tomamos um fusca amarelo sem banco dianteiro.

Na Catalão, sobre o viaduto do Anel Rodoviário, o motorista puxou o freio de mão e recomendou: “Se vocês querem ver o jogo, melhor irem a pé.”

Travou tudo. As pessoas largavam os carros no meio da pista e saiam correndo em direção ao estádio. No estacionamento, saquei o lance: havia dezenas de ônibus de todas as partes do país: Bahia, Rio, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e inúmeras cidades do interior de Minas.

Quando consegui entrar, não havia mais divisão de setores. Tentei furar os bloqueios de cada um dos acessos às arquibancadas, cadeiras e geral, sem sucesso. O Mineirão estava entupido.

O jeito foi assistir à decisão no corredor. Escolhi o Bar 22, cuja televisão, uma Philco com Bombril –aquela palha de aço que dizia ter mil e uma utilidades- nas pontas antenas, atendia a uma multidão incalculável. Havia superlotação até nas áreas de circulação.

No dia seguinte, o Estado de Minas estampava a manchete “Trânsito infernal na ida e na volta. A decisão mudou a vida da cidade”.  Os jornais informaram também sobre a invasão de mais de 20 mil torcedores vindos em caravanas, que não encontrando ingressos à venda, arrombaram os portões do estádio. Esse foi, sem dúvida, o maior público da história do Gigante da Pampulha. (Jorge Santana)

O Bayern chegou à BH no dia do jogo. Os jogadores foram para o hotel, descansaram poucas horas e foram para o Mineirão. Reconheceram o gramado e se aqueceram sob estrepitosas vaias da torcida.

Zezé Moreira escalou uma formação mais ofensiva, com um ataque com Jairzinho pela direita, Palhinha, Dirceu Lopes e Joãozinho. Eduardo ficou no banco.

O calouro de Engenharia, João Chiabi Duarte, relata suas impressões:

“Eu me lembro de ter chegado ao estádio por volta das 16 h. Os portões se abriram por volta das 18 h. Lá dentro, não dava pra levantar e sair, porque se perdia o lugar. O time deles era uma verdadeira seleção campeã do mundo. Fiquei no hall de entrada para vê-los passar. Sepp Mayer o goleiro tinha mãos imensas. Beckenbauer carregava os sacos como qualquer outro jogador. Não tinha essa de roupeiro, cada um fazia a sua parte. Lembro até hoje da cena. O Bayern entrou para aquecer com os seus agasalhos vermelhos da Adidas (sonho de consumo de todos nós naquela época), um calor infernal. Foi a maior vaia que eu já tinha visto em um estádio de futebol…

O Cruzeiro precisava de uma vitória por dois gols no tempo normal para forçar a prorrogação e pênaltis. A gente acreditava demais nos nossos craques. O jogo começou depois das 21h. O Cruzeiro fez uma ótima partida e parou sempre nas mãos de Maier ou nos desarmes fantásticos de Beckenbauer ou do Schwarzenbeck (jogava duro e não perdeu uma antecipação naquele dia). Houve lances incríveis durante o jogo. Uma cabeçada do Jairzinho, de costas, que o Sepp Maier só defendeu porque tinha mãos enormes. Ou a grande defesa do Raul no chute rasteiro e forte do Rumenigge, que ele tirou com a ponta do pé.  

No Cruzeiro, Dirceu Lopes parecia se ressentir da longa inatividade e não conseguia ter vantagem sobre a marcação implacável de Kapellmann. No 2º tempo, Zezé Moreira trocou-o por Forlan, que entrou na lateral direita, e adiantou Nelinho para a meia, para aproveitar o chute do lateral. E ele mandou três ou quatro varadas em direção ao gol alemão. Todas espalmadas ou socadas por Maier.

Rumenigge dava trabalho nos contra-ataques, mas sentiu uma contusão e deu lugar a Arbinger, que entrou para marcar as boas combinações que Nelinho e Forlan faziam pela direita. Palhinha, Joãozinho e Jairzinho brigaram com valentia contra os gigantes do time alemão e criaram as oportunidades. Embora não tivessem feito os gols, lutaram muito, como de resto, todo o time celeste.”

Mesmo sem o título, os jogadores celestes deixaram sob os aplausos da torcida, em reconhecimento pelo que fizeram. Foi um belo espetáculo proporcionado por dois grandes times. Um show de técnica e tática

  • Cruzeiro 0×0 Bayern München, terça-feira, 21dez76, 2º jogo da decisão do Mundial Interclubes-76, Mineirão, Belo Horizonte. Público: 113.715 pagantes – Juiz: Patrick Partridge (Inglaterra) – Cruzeiro: Raul Plassmann, Nelinho, Morais, Ozires e Vanderlei Lázaro; Wilson Piazza (Eduardo Amorim) e Zé Carlos; Jairzinho, Palhinha, Dirceu Lopes (Pablo Forlan) e Joãozinho. Tec: Zezé Moreira / Bayern: Sepp Maier, Bjorn Andersson, Franz Beckenbauer, Hans-Georg Schwarzenbeck e Udo Horsmann, Weiss, Conny Torstensson e Jupp Kapellmann, Uli Hoeness, Gerd Müller e Karl Heinz Rummenigge (Alfred Arbinger). Tec: Dettmar Cramer.  

Alguns lances ficaram da decisão mundial ficaram eternizados: duas incríveis defesas de Raul Plassmann, um drible de Joãozinho deixando o Kaiser Beckenbauer de bunda no chão e uma cabeçada de Jairzinho que, com o arco escancarado, mandou a bola no travessão.

João Saldanha culpou a cabeleira Black Power do atacante pelo desperdício. Segundo ele, a bola amorteceu naquela touceira ornamental. Para provar sua tese, o cronista saiu pelas ruas do Rio de Janeiro com uma bola e uma câmera filmando cabeçadas de outros cabeludos. Todas sairam chochas. 

Links:

  1. Vídeo de uma emissora alemã, com os gols da partida, com uma impagável participação do repórter Paulo Roberto escalando o time do Bayern.
  2. Trecho de um documentário do Sportv sobre Jairzinho, com imagens rápidas do jogo do Mineirão.
  3. Fernando Sasso narra alguns momentos ada decisão.

13ª da A: Flu e Timão disparam

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Começa a 13ª rodada da Série A.

  1. Brinco de Ouro, Guarani 4×1 Avaí. Público: 3.776. Gols: Renan, 9, Ricardo Xavier, 11, Robinho (Ava), (p), 13, Mazola, 34 do 1º; Fabão, 25 do 2º. Programa de índio esse que o Avaí foi fazer em Campinas…
  2. Engenhão, Botafogo 3×0 Atlético-MG. Público: 24.154. Gols: Maicosuel, 32, Somália, 41 do 1º; Herrera (p), 25 do 2º. Com a experiência que tem, Luxa sabe que sua vaquinha já foi pro brejo.
  3. Pacaembu, Corintiãs 1×0 Fla. Público: 29.222. Gol: Elias, 38 do 1º. Ficou barato para o auriazul carioca.
  4. Olímpico, Grêmio 1×2 Flu. Público: 12.001. Gols: Mariano (f), 16, Emerson, 18 do 1º; André Lima, 43 do 2º. Flu na liderança, Grêmio no rebolo.
  5. Castelão, Ceará 0x0 Atlético-GO. Público: 14.524. Vozão continua sem vencer no pós-Copa. Dragão somou um pontinho e está fungando no cangote do experiente Luxerxes.
  6. Baixada, Atlético 1×1 São Paulo. Público: 23.146 presentes. Gols: Cleber Santana, 23, Maikon Leite (Atl), 27 do 2º. O São Paulo nunca venceu na Arena. Deve ser castigo pela Libertadores que roubou do Atlético no tapetão da Conmebol.
  7. Serra Dourada, Goiás 1×1 Palmeiras. Público: 13.178. Gols: Ewerthon, 12 do 1º, Amaral, 45 do 2º. Após 5 partidas no comando da SEP, Felipão não sabe o que é vencer. O Goiás está pior: não vence há 6 rodadas.
  8. Ipatingão, Cruzeiro 0x0 Prudente. Público: 10.109. Um time sem coragem, outro sem idéias e, no fim, uma torcida sem paciência vaiando o joguinho mixuruca.
  9. São Januário, Vasco 1×0 Vitória. Público: 14.062. Gols: Ze Roberto, 23 do 1º. PC Gusmão quer o Vasco jogando com a Espanha. O placar mínimo já deve ser reflexo deste desejo.
  10. Vila Belmiro, Santos 1×0 Inter – Público: 10.036. Gol: Neymar, 36 do 1º. Jogado em 14out10. Peixe expulsou Saci do Morrinhão.

Gols: 18. Público: 155.209. Média: 15.521. G4: Flu, 29, Corintiãs, 28, Ceará, 21, Inter, 20. Z4: Goiás, 13, Grêmio, 12, Atlético-MG, 10, Atlético-GO, 9. / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 – WP, André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 – Robinho (Avaí), Ewerthon, Mazola, Caio, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Alan, Bruno Mineiro, Fernandão, Emerson (Avaí).

Cruzeiro 2×2 Grêmio: Faltou imaginação

domingo, 25 de julho de 2010

Em 7º lugar com 15 pontos, se vencer, o Cruzeiro pode subir de duas a quatro posições. Se perder, pode cair até quatro posições.

Cuca não contará com Roger Galera e Gilberto, machucados. Suspensos, Gil e Wellington Paulista serão substituídos por Wellington e Robert.

Em 18º lugar com 10 pontos, o Grêmio pode subir até seis posições se vencer. Perdendo continua onde está.

Sem poder contar com Fábio Santos e Neuton, Paulo Silas deve escolher entre Hugo e Dener, o ala-esquerdo de seu 3-5-2 emergencial.

Cruzeiro 2×2 Grêmio, domingo, 25jul10, 16h, Arena do Jacaré, Sete Lagoas, 11ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC (paque-pra-ver) – Público: 9.672 pagantes, 9.845 presentes – Renda: R$208.796,25 – Juiz: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ) – Bandeiras: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Rodrigo Pereira Jóia (RJ) – Amarelos: Rafael Marques, Douglas (Gre); Sebá, Fabinho, Henrique – Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º – Cruzeiro: Fábio; Rômulo (Sebá, intervalo), Fabinho, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Jonathan, Fabrício (Marquinhos Paraná, 20, 2º), Henrique, Jonathan e Francisco Everton; Thiago Ribeiro e Robert (Javier Reina, 29 2º). Técnico: Cuca / Grêmio: Victor; Ozeia, Rodrigo e Rafael Marques (William Magrão, 15, 2º); Maylson, Adilson, Rochemback (Ferdinando, 25, 1º), Douglas e Hugo; Jonas (Fernando, 36, 2º) e Borges. Técnico: Silas – Histórico – Foi 0 54º Cruzeiro x Grêmio. O Cruzeiro venceu 25, empatou 16, perdeu 13, marcou 74 gols, levou 51. Pelo Campeonato Brasileiro (desde que o torneio recebeu esta denominação em 1971), foram 32 jogos. O Cruzeiro venceu 15, empatou 10, perdeu 7, marcou 47 e sofreu 31 gols. Pela Libertadores, se enfrentaram 6 vezes. O Cruzeiro venceu 3, empatou 2 e perdeu 1. Cruzeiro e Grêmio já decidiram um título nacional, a Copa do Brasil 1993. No Olímpico, 0×0; no Mineirão, Cruzeiro 2×1.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 16h – Começa o jogo. Com uniforme tradicional, Cruzeiro fica à esquerda das tribunas. Grêmio joga com camisas brancas, calções e meias pretas.
  • 01 –  Fabrício avança pelo meio e tenta o passe para Rômulo, Rafael Marques corta.
  • 01 –  Jonas conduz a bola pela ponta esquerda e cruza. No meio da área, Caçapa afasta.
  • 02 –  Robert recebe o passe na intermediária e tenta lançar Rômulo, mas a defesa do Grêmio tira.
  • 03 –  Jonas arrisca da intermediária e Fábio faz a defesa .
  • 04 – Thiago Ribeiro vai à linha de fundo e cruza. Victor sai do gol para fazer a defesa.
  • 05 –  Rômulo enfia a bola para Thiago Ribeiro, mas ele está impedido.
  • 06 –  Jonas recebe lançamento na área, mas Henrique chega para tirar para escanteio.
  • 07 –  Adilson tenta abrir o jogo com Maylson, mas passa errado e a bola sai pela lateral.
  • 08 –  Diego Renan cruza, Thiago Ribeiro domina, mas é desramado por Rodrigo.
  • 09 –  Maylson tenta cruzar da direita, mas Everton desvia para escanteio.
  • 10 –  Fábio Rochemback cobra escanteio e Robert afasta de cabeça.
  • 10 –  Jonas tenta passar no meio de dois e recebe falta de Henrique.
  • 11 –  Jonas cobra a falta direto na barreira.
  • 13 –  Jonas tenta girar, mas Fabrício faz o desarme.
  • 14 –  Robert cruza da direita e a defesa afasta.
  • 15 –  Jonas tenta girar na ponta direita, mas sofre falta de Fabrício.
  • 15 –  Thiago Ribeiro tenta sair jogando, mas é desarmado por Adilson.
  • 16 –  Thiago Ribeiron recebe o passe no meio e, em seguida, a falta de Rafael Marques.
  • 17 –  Thiago Ribeiro tenta driblar Ozéia e sofre falta na ponta esquerda. Ele mesmo cobra jogando a bola na área. Defesa tricolor espana.
  • 18 – Máfia Azul estende seu bandeirão na arquibancada vazia (interditada) atrás do gol de Victor, à esquerda das tribunas.
  • 19 –  Rômulo cruza, a bola passa por todo mundo e sobra com Maylson, que sai jogando.
  • 20 –  Robert passa a Jonathan na área. O lateral chuta, bola bate na defesa e fica com Victor.
  • 21 –  Borges domina com a mão. Falta.
  • 22 –  Everton toca para Robert na área e ele chuta para fora.
  • 23 –  Rômulo passa a Jonathan na direita, mas a devolução é mal feita e a bola sai pra lateral.
  • 25 –  Thiago Ribeiro recebe o passe na direita, mas cruza mal. Bola escapa pela linha de fundo.
  • 26 –  Ferdinando substitui Rochemback.
  • 26 –  Hugo cruza da esquerda, Maylson arremata dentro da pequena área, bola passa por cima do travessão, com muito perigo.
  • 28 –  Thiago Ribeiro cruza da esquerda e Victor sobe para fazer a defesa.
  • 29 –  Jonathan tenta conduzir a bola no meio, mas Hugo comete falta.
  • 29 –  Hugo comete falta em Henrique no meio do campo.
  • 30 –  Robert tenta recuperar a bola e comete falta em Rodrigo.
  • 31 –  Robert toca para Jonathan na entrada da área e ele chuta por cima do gol de Victor.
  • 33 –  Adilson tenta o passe para Jonas, mas Henrique faz o corte.
  • 34 –  Rafael Marques comete falta em Thiago Ribeiro e recebe o cartão amarelo.
  • 34 –  Diego Renan tenta sair jogando pela esquerda, mas sofre falta de Maylson.
  • 35 –  Douglas tenta lançar Maylson na direita, mas a bola sai pela linha de fundo.
  • 36 –  Jonas recebe passe na esquerda, leva pro meio e chuta rasteiro. Bola sai à direita de Fábio.
  • 37 –  Rômulo tenta conduzir a bola no meio, mas sofre falta de Hugo.
  • 37 –  Jonathan cruza da direita e Maylson tira de cabeça e cede o escanteio.
  • 38 –  Thiago Ribeiro cobra escanteio e Victor espalma.
  • 39 –  Ferdinando arrisca de fora da área, bola desvia e sai para escanteio.
  • 40 –  Jonas tenta cruzar da esquerda e Henrique afasta para novo escanteio.
  • 41 –  Douglas cobra escanteio e Hugo cabeceia por cima do gol.
  • 42 –  Rômulo erra passe, bola sai pela lateral.
  • 43 –  Jonas faz jogada individual e chuta pra fora.
  • 44 –  Maylson vai à linha de fundo, cruza e Caçapa afasta.
  • 44 –  Borges arrisca de fora da área, mas a bola sai sem perigo.
  • 44 –  Jonathan cruza da direita e Maylson afasta de cabeça.
  • 45 –  Jonas recebe passe na direita e cruza. Borges se antecipa a Fabinho e cabeceia para abrir o placar. Grêmio 1×0.
  • 46 –  Termina o 1º tempo 

Lances + importantes do 2º tempo

  • 17h03 – Começa o 2º tempo.
  • 00 – Sebá substitui Rômulo.
  • 01 –  Thiago Ribeiro cruza da esquerda, de chapa, Henrique cabeceia pras redes. Cruzeiro 1×1.
  • 02 –  Francisco Everton cobra escanteio e Hugo afasta de cabeça.
  • 03 –  Maylson cruza da direita, Cláudio Caçapa corta.
  • 04 –  Jonas é lançado na direita, mas Diego Renan chega para tirar para a lateral.
  • 05 –  Sebá tenta tocar para Henrique, mas Adilson se adianta e toma a bola.
  • 06 –  Hugo tabela com Borges e chuta, bola desvia na defesa, Fábio defende.
  • 07 –  Everton dribla Maylson na esquerda e sofre a falta.
  • 08 –  Thiago Ribeiro cobra a falta na área e Victor tira de soco.
  • 09 –  Jonas desvia de cabeça para Borges, mas ele está impedido.
  • 09 –  Hugo sofre falta de Sebá no meio do campo.
  • 10 –  Douglas toca para Borges, ele gira e bate por cima do gol.
  • 11 –  Jonas abre o jogo com Borges, mas o árbitro marca impedimento.
  • 12 –  Fabrício conduz a bola na intermediária e chuta de fora da área. Victor defende.
  • 14 –  Adilson lança Jonas nas costas da defesa, mas o árbitro marca impedimento.
  • 15 –  Maylson chega forte em Fabrício e o o árbitro marca falta.
  • 15 –  Substituição no Grêmio: sai Rafael Marques, entra Willian Magrão.
  • 16 –  Hugo tabela com Jonas, mas ao entrar na área é desarmado por Jonathan.
  • 17 –  Borges tenta passar por Fabinho, mas recebe a falta.
  • 17 –  Hugo avança pela esquerda, Fabrício desvia pra escanteio.
  • 18 –  Douglas cobra escanteio e Rodrigo desvia de cabeça para fora.
  • 19 –  Sebá tenta girar na entrda da área, mas é desarmado.
  • 20 –  Jonas tenta driblar Henrique, mas sofre falta.
  • 20 –  Marquinhos Paraná substitui Fabrício.
  • 21 –  Douglas cobra a falta na área e Fábio faz a defesa.
  • 22 –  Silas é expulso pelo árbitro por reclamar demais à beira do campo.
  • 22 –  Thiago Ribeiro cobra falta e Hugo afasta de cabeça.
  • 23 –  Sebá comete falta em Douglas no meio do campo e recebe o cartão amarelo.
  • 24 –  Henrique tenta sair jogando e Douglas comete falta. Cartão amarelo.
  • 25 –  Jonathan cruza da direita e Maylson tira para escanteio.
  • 26 –  Thiago Ribeiro cobra o escanteio e a defesa afasta.
  • 27 –  Jonas dribla Diego Renan duas vezes e chuta tirando de Fábio. Bola passa rente ao poste direito.
  • 28 –  Sebá lança Everton, mas Willian Magrão faz a proteção e a bola sai pela linha de fundo.
  • 28 –  Substituição no Cruzeiro: sai Sebá, entra Reina.
  • 29 –  Jonathan cruza rasteiro e Rodrigo afasta.
  • 30 –  Thiago Ribeiro arrisca de fora da área, a bola desvia e Victor faz a defesa.
  • 32 –  Fabinho chuta a bola para atrasar cobrança de lateral e recebe cartão amarelo.
  • 33 –  Caçapa chega mostrando a sola na entrada da área e o árbitro marca falta.
  • 34 –  Em cobrança de falta ensaiada, Jonas chuta, bola passa pela barreira e entra no canto direito de Fábio, que voa, mas não conse=gue fazer a defesa. Grêmio 2×1.
  • 35 –  Maylson cruza da direita, mas direto para fora.
  • 36 –  Fernando substitui Jonas.
  • 37 –  Douglas é lançado nas costas da zaga, Caçapa se recupera e desvia a bola pra escanteio.
  • 38 –  Douglas cobra escanteio e Fábio sobe para fazer a defesa.
  • 39 –  Douglas tenta enfiar a bola para Borges, mas Caçapa faz o corte e sai jogando.
  • 39 –  Jonathan domina na direita, tenta levar a bola para o meio, mas sofre falta de Adilson.
  • 40 –  Thiago Ribeiro cobra a falta, a bola desvia na barreira e sai para escanteio.
  • 41 –  Javier Reina cobra escanteio pela direita, Henrique escora Victor, impedindo que o goleiro corte a trajetória da bola, e testa pras redes. Cruzeiro 2×2.
  • 42 –  Douglas tenta enfiar a bola no meio da área do Cruzeiro, mas a defesa faz o corte.
  • 43 –  Adilson cruza da direita e Fábio sobe para fazer a defesa.
  • 44 –  Juiz acrescenta 4 minutos ao jogo. Francisco Everton cruza da esquerda, Victor defende.
  • 45 –  Henrique comete falta em Ferdinando e recebe o cartão amarelo.
  • 45 –  Ozéia cobra a falta direto para fora.
  • 47 –  Caçapa se antecipa e Douglas comete falta no meio do campo.
  • 48 –  Thiago Ribeiro cobra falta na área e Victor faz a defesa.
  • 49 –  Termina o jogo. No corredor, antes de entrar no vestiário, Jonas agride Rodrigo. Paulo Silas diz que não houve nada, que foi apenas um bate-boca.
  • Jonathan: “Não é possível jogar neste gramado. Ele é irregular, prejudica o time mais técnico. É uma pena para a torcida da cidade, mas o Cruzeiro deve procurar outro estádio pra jogar.”