Posts com a Tag ‘liderança’

Cruzeiro 2×0 Ceará: No grito da galera e no apito

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Em 3º lugar com 41 pontos, o Cruzeiro pode chegar à vice-liderança se vencer. Perdendo, pode sair do G4.

Wellington Paulista, Marquinhos Paraná, contundidos, são os desfalques do time celeste.

Em 9º lugar com 30 pontos, o Ceará pode subir uma posição. Perdendo pode cair para o 14º lugar.

Dimas Filgueiras contará com todos os titulares e ainda terá o driblador Mizael no banco pra atormentar a defesa celeste em caso de necessidade.

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Botafogo 2×2 Cruzeiro: Noite dos artilheiros Montillo e Montinho

sábado, 18 de setembro de 2010

Em 3º lugar com 40 pontos, se vencer, o Cruzeiro pode até chegar à liderança. Se perder, fica em 4º lugar.

Marquinhos Paraná e Wellington Paulista, contundidos, desfalcam o time celeste.

Em 4º lugar com 37 pontos, o Botafogo pode chegar à vice-liderança, se vencer. Perdendo, pode cair uma ou duas posições.

Jobson, Marcelo Cordeiro e Marcelo Matos, contundidos, desfalcam o alvinegro carioca.

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Chaves: “Roger disse que a bola não queima nos pés dos caras”

sábado, 18 de setembro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros, recolhidos pelo Romarol,  acerca do Cruzeiro 4×2 Guarani, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 15set10:

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Henrique e Ribeiro, quase perfeitos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 4×2 Guarani, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 15set10:

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Retranca providencial: lição estratégica, tática e operacional

domingo, 29 de agosto de 2010

Marcel Fleming

Fosse Cuca um Executivo e teria feito jus a um bônus em ações pelo jogo contra o Corinthians.

Começando a sentir a pressão pelos resultados anteriores, Cuca traçou a meta de vencer o jogo. Ponto. Não havia muita opção. Não só para agradar a quem fica de fora, mas também para que a cabeça dos jogadores ficasse mais tranqüila.

Sabendo que a missão era dura, dado o passeio de domingo do adversário sobre o SPFC, Cuca traçou a Estratégia: defender primeiro.

Definida a estratégia, Cuca armou taticamente o time de maneira a fazer uma marcação que raramente se vê no futebol brasileiro. Não vou perder tempo, descrevendo-a, até porque já o fizeram aqui no PHD, e de maneira bem competente.

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16ª da A: Fracasso de público e gols

sábado, 28 de agosto de 2010

A 16ª rodada da Série A, disputada em 25 e 26ago10, teve poucos gols e público reduzido. O Flu disparou na liderança após a derrota do Timão para o retrancado Cruzeiro. Cocota e Fla empataram sem gols. Deu pro Rogério Lourenço, mas não pro Luxa, que continua forme em seu projeto emplumado. O Grêmio continua perdendo e o Santos perdeu Paulo Henrique Ganso, o craque do torneio, que estourou os meniscos. O resto pouco acrescentou.

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Marcelo Bechler: “Adílson não contava com o organizador Montillo”

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Corintiãs, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, em 25ago10:

  1. Marcelo Bechler, no blog do Lédio Carmona: Adilson não conhecia Montillo: Antes do jogo, o que mais se falava era do confronto particular entre Adilson Batista e seus ex-comandados. O time de Cuca, no entanto, tinha quatro jogadores pós-Adilson: Edcarlos, Éverton, Montillo e Robert. O treinador do Corinthians conhecia quase todas as armas do rival. Quase. Não contava com o camisa 10 argentino, organizador do time mineiro, destaque dos três jogos que participou. Montillo fez aos dois minutos o único gol do jogo, em chute com efeito e praticamente sem ângulo. A partir daí, o que se viu em campo foi o Corinthians com a bola e o Cruzeiro não deixando o adversário jogar. Durante toda a partida, a equipe paulista teve mais posse de bola. Aliás, muito mais. A porcentagem nunca baixou da casa dos 60% e terminou o jogo em 63%. O recuo do Cruzeiro era estratégico para tirar a velocidade do jogo e o antídoto era o contragolpe com Montillo tentando acionar os atacantes. Apesar de ter a bola, o Corinthians praticamente não levou perigo ao gol de Fábio. Teve a chance do empate no pênalti defendido pelo goleiro e uma cabeçada de Paulo André na trave. Foram seis finalizações para cada lado – cinco do Cruzeiro no alvo contra três do adversário. O Corinthians estéril como foi causa preocupação no seu torcedor. Desde o clássico contra o Palmeiras, quando Jorge Henrique marcou, um atacante não faz gol. Ronaldo pode voltar contra o Vitória e passa a ser esperança de um ataque mais efetivo. Do outro lado, Cuca chegou a sua quarta vitória a frente do Cruzeiro: Atlético-PR, Goiás, Atlético-MG e Corinthians. Em todas, sua equipe teve pouca posse de bola e venceu o jogo nas raras chances que criou. Para brigar na parte de cima, o Cruzeiro vai precisar aprender a jogar também com a bola, o que não aconteceu depois da Copa do Mundo. (mais…)

13ª da A: Flu e Timão disparam

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Começa a 13ª rodada da Série A.

  1. Brinco de Ouro, Guarani 4×1 Avaí. Público: 3.776. Gols: Renan, 9, Ricardo Xavier, 11, Robinho (Ava), (p), 13, Mazola, 34 do 1º; Fabão, 25 do 2º. Programa de índio esse que o Avaí foi fazer em Campinas…
  2. Engenhão, Botafogo 3×0 Atlético-MG. Público: 24.154. Gols: Maicosuel, 32, Somália, 41 do 1º; Herrera (p), 25 do 2º. Com a experiência que tem, Luxa sabe que sua vaquinha já foi pro brejo.
  3. Pacaembu, Corintiãs 1×0 Fla. Público: 29.222. Gol: Elias, 38 do 1º. Ficou barato para o auriazul carioca.
  4. Olímpico, Grêmio 1×2 Flu. Público: 12.001. Gols: Mariano (f), 16, Emerson, 18 do 1º; André Lima, 43 do 2º. Flu na liderança, Grêmio no rebolo.
  5. Castelão, Ceará 0x0 Atlético-GO. Público: 14.524. Vozão continua sem vencer no pós-Copa. Dragão somou um pontinho e está fungando no cangote do experiente Luxerxes.
  6. Baixada, Atlético 1×1 São Paulo. Público: 23.146 presentes. Gols: Cleber Santana, 23, Maikon Leite (Atl), 27 do 2º. O São Paulo nunca venceu na Arena. Deve ser castigo pela Libertadores que roubou do Atlético no tapetão da Conmebol.
  7. Serra Dourada, Goiás 1×1 Palmeiras. Público: 13.178. Gols: Ewerthon, 12 do 1º, Amaral, 45 do 2º. Após 5 partidas no comando da SEP, Felipão não sabe o que é vencer. O Goiás está pior: não vence há 6 rodadas.
  8. Ipatingão, Cruzeiro 0x0 Prudente. Público: 10.109. Um time sem coragem, outro sem idéias e, no fim, uma torcida sem paciência vaiando o joguinho mixuruca.
  9. São Januário, Vasco 1×0 Vitória. Público: 14.062. Gols: Ze Roberto, 23 do 1º. PC Gusmão quer o Vasco jogando com a Espanha. O placar mínimo já deve ser reflexo deste desejo.
  10. Vila Belmiro, Santos 1×0 Inter – Público: 10.036. Gol: Neymar, 36 do 1º. Jogado em 14out10. Peixe expulsou Saci do Morrinhão.

Gols: 18. Público: 155.209. Média: 15.521. G4: Flu, 29, Corintiãs, 28, Ceará, 21, Inter, 20. Z4: Goiás, 13, Grêmio, 12, Atlético-MG, 10, Atlético-GO, 9. / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 – WP, André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 – Robinho (Avaí), Ewerthon, Mazola, Caio, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Alan, Bruno Mineiro, Fernandão, Emerson (Avaí).

Adílson agradece ao Cruzeiro

terça-feira, 27 de julho de 2010

Marco Soalheiro, jornalista e comentarista do PHD, acertou em cheio:

Adilson Batista mostrou mais uma vez o seu caráter ao ser apresentado no Corinthians e agradecer ao Cruzeiro e à parte da torcida que sempre o apoiou pelo crescimento profissional que alcançou na passagem pelo clube.

Retribuo o agradecimento.

O Cruzeiro dele, sem um mega elenco, voltou durante três anos a ser respeitado e temido por adversários no Brasil e na América do Sul.

Os melhores comentaristas e e treinadores do futebol brasileiro sempre reconheceram isso.

Do contrário, não assumiria um time de ponta na liderança do Brasileiro.

Que ele tenha sorte lá e perca para nós no dia 25. E que o desempenho dele nos clássicos inspire o Cuca no domingo.

Paralelos e analogias

terça-feira, 27 de julho de 2010

Este último final de semana ficará gravado em nossa memória. Ou pelo menos, deveria, não só pelas emoções esportivas, mas também pelas decisões antidesportivas.

Ele nos mostrou, claramente, as voltas que o mundo dá e as peças que a vida prega em todos nós.

Após a frustração da Copa, o brasileiro pôde comemorar mais um título daquele que é tido como o segundo esporte nacional em público, mas que talvez seja o primeiro em competência.

O mais interessante foi que o título foi conquistado com uma série de ingredientes: competência técnica, liderança, espírito de equipe, equilíbrio emocional, doação etc.

Muitos adjetivos podem ser adicionados para explicar a vitória brasileira.

Se análisassemos friamente as performances de Brasil e Rússia nas semifinais, haveria motivo de sobra para nos contentarmos com o vice.

Só que, parodiando a famosa piada futebolística: “os russos esqueceram de combinar com os brasileiros”.

Os adversários nunca devem esquecer: do outro lado está um técnico finalista de quase todos os campeonatos que disputou à frente dessa seleção.

Se existia alguma dúvida sobre a competência e a idoneidade de Bernardinho, esse título de ontem elimina qualquer um deles.

Competência por que, nodecorrer do torneio, ele nunca se furtou a mudar o time, buscar alternativas em todas as situações difíceis, num esporte em que o nível dos competidores do topo tem beirado o absurdo (no sentido positivo).

Demonstrou coragem e acerto na maioria das decisões: ao deixar fora o fantástico Giba, por exemplo.

Sua idoneidade passa ao largo de qualquer dúvida quando percebemos que, em vários momentos, Marlon seria melhor opção para o time que seu filho Bruno (que também merece nossos cumprimentos pela dignidade mostrada nas substituições).

Não deixa de ser interessante vermos como o mundo dá voltas (e a opinião pública teleguiada também).

Lembro-me claramente de críticas ao Bernardinho no episódio com o Ricardinho. Não faltaram os críticos (que claramente não acompanhavam o vôlei) dizendo que era manobra para colocar o filho Bruno como levantador titular.

Pois bem, o treinador calou a boca de todos esses críticos.

Fico imaginando se não seria o caso de o Bernardinho começar a ajudar nossos técnicos de futebol, e ensiná-los como montar um time e uma comissão técnica vencedores. Mas deixa pra lá.

E por falar em opinião pública, é ainda mais fresco em nossa memória o achincalhe (teleguiado ou não) a que foi exposto Nelsinho Piquet pela pataquada da Renault em Cingapura 2008 (pra favorecer quem mesmo?).

Entre seus críticos mais ferrenhos estava o próprio Felipe Massa, que parece ter virado as costas para Nelsinho num evento de kart em Santa Catarina.

À época, a mídia -brasileira inclusive (ou seria, principalmente?)– detonou Nelsinho, penso eu, como forma de se vingar de seu pai, Nelson Piquet, que sempre deu de ombros para bairrismos, ufanismos e “galvo-buenismos” da mídia esportiva.

E a tal “opinião pública” foi na onda.

Engraçado como esqueceram que o tão idolatrado Ayrton Senna provocou um acidente no GP do Japão, em condições muito mais arriscadas do que o fez Nelsinho. Mas deixa pra lá de novo.

Pois é, vejam como são as coisas:  Massa protagonizou ontem (junto com quem mesmo? Ah, bom, Ferrari e Alonso) mais um capítulo vergonhoso da Fórmula 1.

Acho que nem merece mais comentários.

Apenas pra fechar: a escolha do treinador da seleção nacional de futebol.

Novamente, não faltaram os críticas para decisão de Muricy. Na minha opinião, ele está certo. E Mano é corajoso. A Seleção Brasileira (a de futebol) é um mico. Mico preto, daqueles de baralho.

Quem quer que assuma o cargo terá de conviver com a fúria (não a espanhola), mas a da imprensa esportiva nacional e dos 200 milhões de técnicos bairristas e “clubistas” que darão palpite.

O novo treinador sofrerá com pressões e interesses escusos (à semelhança do que se vê na Fórmula 1). E, se fracassar, será massacrado.

Mano nem assumiu e já chovem referências na mídia a Felipão, comentários atribuídos a ele.

Por fim, nosso Cruzeiro.

Não tenho muito o que comentar. A não ser, de novo, a doação em campo de um time desfigurado (pelos desfalques e pela novidade do técnico), mas que perdeu 2 pontos preciosos em casa.

Casa essa que, na minha ignorância das demais variáveis, parece-me mal escolhida. E por isso temo que vamos perder mais pontos preciosos nela. Nessa casa. Paciência.

Tudo por um bem maior, a reforma do Mineirão, não é verdade?! Mas, até aí, nada diferente dos últimos 7 anos.

Não sei se as raízes históricas e nacionais de Cruzeiro e Ferrari nos permitem um paralelo, mas vejo semelhança na maneira como essas duas instituições lidam com a sua comunicação e como justificam, para o público, as suas decisões.

Como se vê, o fim de semana esportivo nos permite uma série de paralelos e analogias, sobre atitudes, ética e tantos outros aspectos do comportamento humano. E sobre a influência da mídia e do poder econômico sobre a Massa.

Mas vamos terminar com o lado bom. Parabéns mesmo, Brasil do Vôlei.

Marcel Fleming, 43, cruzeirense, analista de sistemas, nasceu em Lambari-MG, mora em São José dos Campos-SP.