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Tempero do Mestre Cuca fez mal aos doidivanas

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Roberto Carlos espantou-se: “Nunca tinha visto o Cruzeiro jogar tão defensivamente…”

Ninguém tinha visto ainda. Ao menos, desde os tempos de Marco Aurélio, o inventor das duas linhas de quatro na frente do agol.

Ontem, Cuca escalou 3 beques, 2 laterais (laterais e não alas), 4 volantes e 1 atacante. Até uncentroavante virou latera. Chose de loque!

O Bom Montillo fez um gol, Fábio defendeu um pênalti, o juiz deixou de marcar outro e o arranjo se mostrou vitorioso com a ajuda de todos os santos e deuses.

(mais…)

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.

11ª da A: Cruzeiro patina, rival desatina

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eis a 11ª rodada do Brasileiro 2010, disputada em 24 e 25jul10. O público melhorou. Já está se aproximando da média do campeonato americano. O Corintiãs voltou à liderança. O Botafogo entrou na zona. A Cocota  ameaça tomar a lanterna do Atlético-GO. E o Cruzeiro patina na 6ª posição.

  1. São Januário, Vasco 2×0 Atlético-GO. Público: 13.157. Gols: Nílton, 33 do 1º; Fumagalli, 10 do 2º. Deu tudo certo pro Almirante. Quando chutou de longe, fez. Quando o Dragão chutou, duas bolas bateram na baliza. E o goleiro vascaíno ainda defendeu um pênalti.
  2. Farazão, Prudente 0x0 Vitória. Público: 4.922. Vitória, mesmo poupando alguns titulares, dominou. Mas quem esteve mais perto de vencer foi o Prudente.
  3. Ressacada, Avaí 0x0 Atlético-MG. Público: 5.733. Com dois a menos no 2º tempo, a Cocota rebolou pra segurar o empate. Valeu. Agora, o time do Luxa (um dos três melhores treinadores do mundo!) é o líder do Z4.
  4. Vila Belmiro, Santos 1×0 São Paulo. Público: 9.367. Gol: Renato Silva, contra, 15 do 2º. Misto por misto, o do Santos foi mais quente.
  5. Arena do Jacaré, Cruzeiro 2×2 Grêmio. Público: 9.672. Gols: Borges, 45 do 1º; Henrique, 1, Jonas, 34, Henrique, 41 do 2º. Jogando mal, Cruzeiro salvou um ponto com duas cabeçadas de Henrique e saiu falando cobras e lagartos do estádio. Aliou incompetência técnica e burrice administrativa.
  6. Beira Rio, Inter 1×0 Fla. Público: 21.079. Gol: Taison, 2 do 1º. Time reserva do Colorado foi demais para o titular do Mengo.
  7. Serra Dourada, Goiás 0x2 Atlético. Público: 4.023. Gols: Manoel, 27 do 1º; Maikon Leite, 35 do 2º.  Dessa vez, Leão não deu piti. O CAP não deu chance pro chororô e o treinador teve de engolir a derrota sem reclamações.   
  8. Castelão, Ceará 0x0 Palmeiras. Público: 24.935. Vozão se mantém no G4, Palmeiras continua devendo.
  9. Pacaembu, Corintiãs 3×1 Guarani. Público: 24.601. Gols: Jorge Henrique, 1 do 1º; Mazola, 18, Bruno César, 32 e 39 do 2º. Antes de assumir a Seleção, Mano Menezes entrega o Corintião na liderança a Adílson Batista.
  10. Engenhão, Bota 1×1 Flu. Público: 23.218. Gols: Emerson Sheick, 16, Renato Cajá, 30 do 2º. Jogo disputado na bola e no braço fez o Bota entrar na zona. 

Gols: 16. Público: 140.707.  Média: 14.071. G4: Corintiãs, 24, Flu, 23, Ceará, 20, Inter, 19. Z4: Botafogo, 12, Grêmio, 11, Atlético-MG, 9, Atlético-GO, 7 / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 – André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 – WP, Caio, Bruno César, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Allan.

Birner: “Desse jeito, Cruzeiro não briga pelo título”

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético Goianiense 2×1 Cruzeiro, no Serra Dourada, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 06jun10:

  1. Emerson Ávila, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro não foi bem, fez um 1º tempo até equilibrado. Nos primeiros 20 minutos tivemos até uma boa participação, criamos algumas oportunidades de gol, mas futebol é momento, nós não soubemos aproveitar o bom momento que tivemos na 1ª etapa, o Atlético cresceu, ganhou força, fez o primeiro gol. Nós ainda conseguimos empatar. Depois, foi inegável a superioridade do adversário na 2ª etapa. Agora é pensar pra frente. Este jogo já é uma página virada. O tempo foi curto, nós não perdemos o jogo apenas na partida de hoje, a gente já vem de uma situação desgastante. Tudo isso vem somando negativamente contra nossa equipe. Nitidamente a gente percebe a queda de rendimento de alguns. Foram muitos jogos. Isso não é uma desculpa, mas é um peso. O desgaste emocional também. A gente esperava ter uma participação melhor na Libertadores, infelizmente fomos eliminados prematuramente e tudo isso junto vem fazendo com que a equipe não vem atuando bem e por isso os resultados negativos vêm acontecendo.
  2. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Tentamos atacar da melhor maneira possível e até tivemos chances gol. Não conseguimos e acabamos sendo pressionados por eles. Levamos o gol da derrota enquanto estávamos com a posse de bola, fato que gerou o contra-ataque e, em conseqüência, o gol da derrota.
  3. Sérgio Freire, médico do Cruzeiro: Não foi possível fazer um exame, pois Leonardo Silva está com muita dor. Preferimos tirar, pois não tinha jeito dele continuar. Depois vamos reavaliar com mais calma no vestiário. Não, ainda não dá para afirmar quando Leonardo estará recuperado. Vamos avaliar melhor para podermos dar esse retorno.
  4. Fábio, goleiro do Cruzeiro: É uma derrota que, de maneira alguma, a gente esperava. Precisávamos dos três pontos, lógico que com todo o respeito ao adversário e tínhamos que consegui a vitória, em Goiânia. Mas parabéns para o Atlético-GO que nos venceu.
  5. Fabrício, volante do Cruzeiro: São os vacilos que a gente vem dando, contra-ataques e bobeiras. Vamos aproveitar este tempo de folga para melhorar, acertar o time. O Cruzeiro tem que estar voando para o 2º semestre.
  6. Fabinho, volante do Cruzeiro: A derrota nunca está nos planos de ninguém. Tomamos o gol num lance bobo. Nos precavemos o jogo todo para não levarmos o contra-ataque. No futebol, se você perder a concentração por um instante acaba sendo surpreendido e foi o que aconteceu. Agora é caprichar e trabalhar para corrigirmos nossos erros.
  7. Pituca, volante do Atlético Goianiense: Jogamos contra o Cruzeiro como o torcedor queria. Marcamos bem e soubemos administrar a partida. Estreamos hoje na Série A.
  8. Ramalho, volante do Atlético Goianiense: O time mostrou dedicação. O Cruzeiro é um adversário muito difícil, um dos melhores times do Brasil, porém hoje tivemos um pouco mais de sorte. Fomos coroados com a vitória, mas sabemos que teremos de trabalhar muito.
  9. Geninho, treinadro do Atlético Goianiense: Foi uma boa temporada. Conquistamos o título estadual, e o clube chegou pela primeira vez à semifinal da Copa do Brasil. Não começamos bem o Campeonato Brasileiro devido a vários desfalques no grupo, ao longo dos jogos. Ganhamos nossa primeira partida ontem, diante do Cruzeiro, com uma equipe bem montada. Com a parada da Copa do Mundo, o clube vai poder trazer outro profissional que terá tempo para trabalhar o elenco. O Atlético-GO merece retomar posições pela estrutura e pela seriedade.
  10. Roberto Toledo, no blog do torcedor do Atlético Goianiense: A primeira vez a gente nunca esquece. Para alguns dói um pouco, mas ao mesmo tempo tira aquele peso que parece ser insuportável. Foi assim a primeira vez do Dragão na série A neste domingo. Mesmo com muitos jogadores considerados “titulares” de fora, o time não se amedrontou frente ao estrelado Cruzeiro e conseguiu uma vitória na base da vontade e superação. Não é coincidência o Atlético ter vencido um jogo somente com a volta do Rodrigo Tiuí. O último jogo que o Dragão havia vencido foi diante do Vitória, na Copa do Brasil, em Goiânia, por 1 a 0, gol de Tiuí. Novamente o jogador voltou após se recuperar de contusão e foi um dos grandes destaques do jogo. Fez um gol e deu muito trabalho à defesa adversária. Pedro Paulo, recém contratado, também apareceu bem e começou a dar uma nova cara à equipe. Aqueles mais pessimistas vão falar que o Atlético venceu um time que está em crise e bla, bla, bla. Não importa, podia ser qualquer time, o que importa é que venceu e fez  uma boa partida, principalmente no segundo tempo. Como tudo para nós atleticanos é mais difícil, ainda contamos com um gol irregular do adversário, para aumentar ainda mais o sofrimento. Agora o time descansa, recupera os jogadores e se prepara para o pós Copa. Teremos tempo para finalmente voltarmos com equipe completa, algo que ainda não foi possível fazer no Brasileiro. Estamos em uma situação difícil, lanterna no Campeonato, mas sabemos que vamos superar esses momentos ruins e buscar o caminho da vitória. Temos uma equipe de qualidade e vamos demonstrar isso em campo. Parabéns Dragão, rumo à reação. Dragão, eu te amo!!!! 
  11. Vitor Birner, em seu blog: Cruzeiro ganha com a paralisação do brasileirão. Três nomes cruzeirenses eram acima da média. Fábio, Kléber e Adilson Batista. Só o goleiro permanece na Toca da Raposa. A direção tentou contratar Ney Franco. Gosto do treinador, contudo Adilson é melhor. Em suma, não conseguiu fechar o negócio, entretanto se obtivesse sucesso, perderia qualidade. A reposição de Kléber também é complicada. A diretoria dispensou alguns atletas. Do jeito que caminha, o Cruzeiro não chegará entre os classificados para a Libertadores. E não briga pelo título. Precisa contratar bastante. A paralisação ajudará a reorganizar a casa.
  12. Rogério, mp PHD: O Cruzeiro, que já tinha ido mal no 1º tempo, conseguiu piorar consideravelmente no s2º. Te só uma chance nesse tempo inteiro. O próximo treinador tem que chegar urgente. Até ele conhecer o elenco e vai gastar algum tempo. Pela primeira vez na vida, estou temendo pelo pior.
  13. Elias Guimarães, no PHD:  Vi um time com cara de segundona. Perder pra time que tem Welton Felipe e Pedro Paulo, refugos de frangas. desanima qualquer um. O jogo foi do que muita pelada entre casados e solteiros. Acorda Zezé, enquanto é tempo!
  14. Cuné, no PHD: Ávila mexeu mal justamente por não ter colocado a base pra jogar. Mas ele pode ter pensado “vai que eu coloco um menino desse e eles faz o gol da vitória, vou ser efetivado e estarei lascado com esse elenco”. Acho que o Ávila não tem interesse em ser técnico do time principal, principalmente após dizer com todas as letras que isso não tinha nem passado pela sua cabeça.
  15. Matheus Penido, no PHD: O meio de campo, que sempre foi o ponto forte do time está sucateado. Sem o Paraná ontem foi de dá dó. Pouco talento, pouco vigor e quase nenhuma movimentação. Henrique devia ir pro banco pelo desinteresse que tem mostrado. Fabinho nunca devia ter entrado e Roger só num elenco raquítico como esse atual do Cruzeiro começa uma partida como titular. Pra piorar o Fabrício ainda fez ontem uma das piores partidas dele no Cruzeiro.
  16. Palmeira, no PHD: Eu que resido em Goiânia, tenho poucas oportunidades de ver o Cruzeiro por aqui, seria melhor não ter o desgosto de ver o jogo. Como o ACG tem poucos torcedores, o número de Cruzeirenses rivalizava de igual para igual, até abafava a torcida rubronegra. Pena que a torcida desanimou quando o atlético fez 1×0 e o Cruzeiro desandou de vez até o final da partida. Foi triste ouvir a torcida pedindo a entrada do Guerron e o pior é que não havia muito o que escolher. O fato é que o time está desnorteado e sem nenhuma motivação. Roger cobrou uns tres escanteios e a boa mal mal chegou na área. Jonathan foi, disparado, o pior em campo. No final do jogo, um grupinho de uns 10 torcedores foram pra frente das cabines de impresa para elogiar os cartolas  com um “Perrelas vai tomate cru!”

Atlético-GO 2×1 Cruzeiro: A malemolência voltou

domingo, 6 de junho de 2010

Em 9º lugar com 9 pontos, o Cruzeiro vive uma crise violenta após perder, em uma semana, o Diretor de Futebol, Eduardo Maluf, o treinador, Adílson Baptista, e a etiqueta da equipe, Kleber Gladiador.

Marquinhos Paraná será o desfalque do time que, se vencer com 5 gols de diferença, chega ao G4.

O Atlético Goianiense, 20º colocado com apenas 1 ponto, tem vários desfalques: Gilson, Thiago Feltri, Thiago Almeida, Juninho (lesionados), Robston, Chiquinho e Márcio Gabriel (suspensos) não poderão enfrentar o Cruzeiro.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 18h27 – Execução do Hino Nacional. O repórter da Itatiaia, Artur Morais, fã do Fabinho, entrevista seu protegido e critica Adílson Baptista.
  • 18h31 – Começa o jogo. Cruzeiro, todo de azul, defende arco à direita das tribunas. Dragão com uniforme tradicional.
  • 01 – Lançamento longo de Fabrício, Márcio defende.
  • 02 – Fabinho chuta de fora da área. Bola no placar.
  • 03 – Fabinho derruba Keninha e recebe cartão amarelo. Márcio cobra a falta. Bola na barreira. No rebote goleiro chuta pra fora.
  • 07 – Welton Felipe perde bola pra Diego Renan, que passa a Wellington Paulista. Bola perdida.
  • 08 – Roger Galera cobra escanteio rasteiro, zaga rebate.
  • 09 – Keninha puxa contra-ataque pela esquerda, cruza, Rodrigo Tiuí chega atrasado.
  • 10 – Jonathan avança, mas é desarmado na entrada da área.
  • 11 – Thiago Ribeiro vai à linha de fundo, pela direita, e cruza. WP cabeceia, Márcio defende.
  • 12 – Henrique avança pela direita, Erandir cede escanteio. Roger cobra, defesa espana. Keninha puxa contra-ataque e lança Rodrigo Tiuí, que está impedido.
  • 13 – Roger toma bola de Airton e cruza da esquerda. Defesa afasta o perigo.
  • 14 – Fabinho cruza da direita, WP cabeceia, bola acerta o poste direito do arco de Márcio.
  • 15 – Thiago Ribeiro entra na área, mas é desarmado pelo goleiro Márcio.
  • 16 – Pedro Paulo cruza da direita, Gil corta de cabeça.
  • 18 – Pedro Paulo cisca na frente de Leonardo Silva e chuta forte, alto, por cima do travessão.
  • 19 – Agenor derruba Roger no meio de campo e recebe cartão amarelo.
  • 20 – Agenor lança Tiuí, Fábio sai do arco e defende.
  • 22 – Airton deixa Leonardo pra trás e invade a área. Fábio sai do arco e defende.
  • 23 – Welton Felipe levanta bola na área, Rodrigo Tiui cabeceia, Fábio defende.
  • 24 – Airton cruza da direita, Fabinho cede escanteio. Keninha cruza, Fabrício corta de cabeça.
  • 25 – Torcida local se anima e grita o nome de Atlético, que retoma bola e cria salseiro na área celeste. Fabrício fica com a bola e sai jogando.
  • 26 – Keninha derruba Jonathan e recebe cartão amarelo.
  • 27 – Cruzeiro prende bola na defesa pra esfriar o jogo.
  • 28 – Ramalho derruba Leonardo Silva, no meio de campo, e recebe cartão amarelo.
  • 29 – Aírton levanta bola na área, Keninha passa a Pedro Paulo, que cruza da esquerda. Rodrigo Tiuí, entre quatro cruzeirenses, na pequena área, toca pras redes. Atlético Goianiense 1×0.
  • 31 – Ramalho lança Pedro Paulo, Fábio sai do arco e defende.
  • 33 – Leonardo Silva derruba Tiuí no meio de campo e recebe cartão amarelo.
  • 34 – Atlético marca saída de bola, Cruzeiro se enrola.
  • 35 – Atlético troca passes. Estático, o novo meio de campo do Cruzeiro não apóia o ataque.
  • 38 – Thiago Ribeiro cobra falta sobre a área, Gil cabeceia, defesa rebate.
  • 40 – Após erro de passe de Fabrício, Atlético contra-ataca, Keninha lança Rodrigo Tiuí, que está impedido.
  • 41 – Wellington Paulista recebe lançamento de Fabrício, dribla Márcio na meia lua e toca pras redes. Cruzeiro 1×1.
  • 44 – Welton Felipe desarma Thiago Ribeiro na entrada da área.
  • 47 – Fim de 1º tempo.
  • Wellington Paulista: “Mandei uma bola na trave mas, graças a Deus, consegui empatar, depois.”
  • Rodrigo Tiuí: “A gente estava bem e não podíamos deixar empatar numa bobeira. Agora, é voltar pra decidir no 2º tempo.”

Lances + importantes do 2º tempo

  • 19h34 – Começa o 2º tempo.
  • 02 – Airton chuta longe, bola passa rente ao travessão.
  • 05 – Aírton cobra escanteio pela esquerda, Rodrigo Tiuí arremata de puxeta, bola passa por cima do travessão.
  • 06 – Rodrigo Tiuí passa por Gil, mas é desarmado por Leonardo Silva.
  • 07 – Roger cruza da esquerda, bola fica com Pituca, que sai jogando.
  • 08 – Henrique lança Jonathan, que puxa contra-ataque. Erandir corta com o braço e recebe cartão amarelo.
  • 09 – Thiago Ribeiro cobra falta com chute rasteiro, defesa corta, Fabinho fica com o rebote e chuta. Defesa corta de novo.
  • 10 – Agenor desarma Roger e lança Tiuí. Gil desarma o atacante.
  • 11 – Ramalho tenta cruzar, Fabrício toca pra escanteio. Na cobrança, Fábio tira bola de soco.
  • 12 – Welton Felipe tenta sair jogando, Roger fica com a bola e chuta, por cima do travessão.
  • 13 – Passes errados: Atlético 21×20. Torcida do Atlético pede Elias, a do Cruzeiro grita o nome de Guerrón.
  • 14 – Roger entra na área, Márcio sai do arco e fica com a bola.
  • 15 – Keninha joga bola na área, Fábio fica com ela.
  • 16 – Elias substitui Keninha.
  • 17 – Airton recebe lançamento, LS cede escanteio. Airton cobra, Tiuí cabeceia, Fábio cede novo escanteio.
  • 18 – Rodrigo Tiuí cruza da esquerda, Diego Renan não consegue cortar, Airton cruza da direita, bola sai do lado oposto.
  • 19 – Rodrigo Tiuí recebe lançamento longo, Gil se antecipa e recua para Fábio.
  • 20 – Atlético avança a marcação, Cruzeiro fica preso na defesa.
  • 22 – Airton puxa contra-ataque pela direita e passa a Pedro Paulo, que cruza da direita, bola sai do lado oposto.
  • 23 – Guerrón substitui Roger Galera.
  • 24 – Guerrón recebe passe de Henrique, mas é desarmado por Agenor.
  • 25 – Elias recebe lançamento, invade a área, cava pênalti, Fábio fica com a bola.
  • 26 – Airton cruza, Rodrigo Tiuí não controla bola dentro da área, Fábio fica com ela.
  • 27 – Confusão na área, WP chuta, Márcio salva gol certo, Fabrício apanha o rebote e chuta, pra fora.
  • 28 – Fábio dá rebote, Elias chuta, bola explode em Gil.
  • 29 – Gil comete falta em Pedro Paulo na entrada área.
  • 30 – Airton cobra falta por cima da barreira, Fábio defende.
  • 31 – Jogando mal, de forma burocrática, com meio de campo estático, Cruzeiro está pedindo pra perder, pois cede campo ao rubronegro.
  • 32 – Elias chuta de longe, Fábio defende. Thiago Ribeiro cruza da direita, Guerrón tenta armar jogada com Fabrício, mas a bola caba ficando com a defesa do Dragão.
  • 33 – Pedro Ken substitui Thiago Ribeiro. Marcão substitui Rodrigo Tiuí.
  • 34 – Agenor derruba Pedro Ken na ponta direita. Jonathan cruza mal, Ramalho corta.
  • 35 – Airton cruza da direita, pra fora. Elias chuta, bola sai pela linha de funda. Elias pede escanteio e recebe cartão amarelo.
  • 36 – Kieza substitui Wellington Paulista.
  • 37 – Marcão parte pra cima da defesa, Leonardo Silva o desarma.
  • 38 – Jonathan derruba Pedro Paulo e recebe cartão amarelo.
  • 39 – Guerrón passa a Fabrício, que joga bola na área, Jairo cede escanteio. Guerrón cobra, Ramalho corta de cabeça.
  • 40 – O tanque Marcão puxa contra-ataque pela direita e cruza para Pedro Paulo arrematar com chute rasteiro, pras redes. Atlético Goianiense 2×1.
  • 41 – A malemolência voltou. Deve ser esta a primeira grande idéia da nova direção do futebol celeste.
  • 43 – Guerrón cruza da direita, não há ninguém do ataque celeste na área.
  • 44 – Fabinho perde bola na intermediária, Pedro Paulo avança, entra na área e chuta. Fábio defende.
  • 45 – Leonardo Silva se contunde e sai de campo. Malemolente, Cruzeiro já entregou o jogo.
  • 47 – Marcão puxa Gil pela camisa e recebe cartão amarelo.
  • 49 – Fim de jogo. Primeira vitória do Atlético Goianiense que, mesmo assim, permanece na lanterna. Cruzeiro cai para 11º lugar e flerta com a zona de rebaixamento.
  • Fábio: “A gente precisava dos três pontos, mas fomos surpreendidos.”
  • Pedro Paulo: “A gente precisava desta vitória e eu pude ajudar os companheiros. A vitória demorou a sair mas Deus sabe a hora certa de tudo acontecer.”
  • Jairo: “Precisávamos da vitória pra trabalhar com mais alegria, mais focados.”
  • Gil: “Foi difícil esta semana em que perdemos o Kleber e o professor Adílson. Agora, é esquecer o campeonato e voltar com força depois da Copa.”
  • Pituca: “A gente brincou no vestiário dizendo que íamos estrear no campeonato e deu certo.”
  • Ramalho: “Jogo difícil, mas nossa vitória foi merecida, Tivemos sorte de marcar um gol no finalzinho.”

Atlético-GO 2×1 Cruzeiro, domingo, 06jun10, 18h30, Serra Dourada, Goiânia, 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010. Transmissão: PFC (pague-pra-ver) – Público: 3.419 – Renda: R$52.160,00 – Juiz: Guilherme Cereta de Lima (SP) – Bandeiras: Emerson Augusto de Carvalho e Anderson José de Moraes Coelho (SP) – Amarelos: Agenor, Keninha, Ramalho, Erandir, Elias, Marcão (Atl); Leonardo Silva, Jonathan (Cru) – Gols: Rodrigo Tiuí, 29, Wellington Paulista, 41 do 1º tempo; Pedro Paulo, 40 do 2º – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício, Fabinho e Henrique; Roger Galera (Guerrón); Thiago Ribeiro (Pedro Ken) e Wellington Paulista (Kieza). Tec: Emerson Ávila / Atlético-GO: Márcio; Ayrton, Jairo, Welton Felipe e Erandir; Ramalho, Pituca, Keninha (Elias) e Agenor; Rodrigo Tiuí (Marcão) e Pedro Paulo. Tec: GeninhoHistórico – Foi o 4º Cruzeiro x Atlético Goianiense, todos por campeoantos brasileiros (2 pela Taça Brasil, 1 pela Copa Brasil, 1 pelo Campeoanto Brasileiro). O Cruzeiro venceu 3, perdeu 1, marcou 11 gols, sofreu 4. Os dois clubes jamais decidiram um torneio entre si.

Compareçam: teremos jogo, eu agarantchio!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Os emplumados prometem pintar de rosa o Mineirão, no ChapeCota de amanhã.

Cabe à torcida celeste pintar o estádio de azul, hoje, contra o Vélez Sarsfield.

Pra galera que só conhece o Boca e o River, ou seja, quase todos os torcedores brasileiros, informo que o catadão do Vélez está em 4º lugar no Campeonato Argentino, enquanto os dois manjados gigantes estão na prateleira de baixo, quase de lanterna em punho.

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