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A. Kfouri: “Esta é uma das mais belas histórias…”

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Comentários de blogueiros e jornalistas sobre a festa de despedida de Sorin –Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, no Mineirão-, em 04nov09:

  1. Leandro Mattos, em seu blog : Em setembro do ano passado, mais precisamente no dia 05, falei sobre Sorín aqui no ‘Girando a Bola’. O argentino desembarcava em Belo Horizonte, carregado pela torcida celeste no aeroporto de Confins. Veio para se recuperar de uma lesão no joelho direito, com a esperança de voltar a defender a camisa estrelada, como já tinha feito antes, com raça e identificação com o clube azul. Quis o destino que o reencontro durasse pouco, pelo menos dentro de campo. No final de julho deste ano, cansado das lesões e da falta de oportunidades que elas significaram com Adílson Batista, o ídolo disse tchau para o mundo da bola. Foi um adeus sentido pela torcida. O argentino era um dos raros exemplos no futebol atual de jogadores que experimentam ligação mais estreita com as cores que defendem. Era diferente da maioria que não vê problemas em beijar um escudo à cada seis meses. Gente que troca de clube e de juras como se trocasse de roupa. Sorín se despede oficialmente dos gramados nesta quarta-feira, num esporte cada vez mais permeado por ídolos descartáveis.
  2. André Kfouri, em seu blog : Juan Pablo Sorín se despediu do futebol ontem, num amistoso entre Cruzeiro e Argentinos Juniors (2×1: Bernardo, Guerrón e Santibáñesz – 42.216 ingressos trocados por 90 toneladas de alimentos), no Mineirão. É uma das mais belas histórias de idolatria entre uma torcida brasileira e um jogador estrangeiro, o que deveria bastar para descrever sua última noite nos gramados. Mas não basta. Porque histórias como essa são cada vez mais raras. Foi bonito, mas é uma pena que tenha sido o fim. Imagino que seja esse o sentimento do cruzeirense, ao ver Juampi pela última vez vestido de azul.
  3. Mauro Beting, em seu blog : Sorín já havia conseguido a proeza de receber elogios –ou o silêncio elogioso– de atleticanos por tudo de lindo que fez pelo Cruzeiro. Para os mais de 40 mil que foram à despedida dele do fútbol, assim mesmo, na língua-mãe de Juampi, conseguiu mais uma vez se superar: fez brasileiros e argentinos falarem a mesma língua. Honrarem dos raros que vestiram camisas rivais com o mesmo amor. Como se fosse só uma. Como se ele realmente fosse só um. Grande Sorín. Como não tenho mais palavras, repito as que escrevi quando você anunciou a aposentadoria: Em campo, começava o jogo na lateral esquerda. Se a bola fosse do Cruzeiro de 2000 a 2002, ou da grande Argentina de Marcelo Bielsa no mesmo período, em segundos já estava na área rival, como se fosse centroavante, para subir de cabeça como um Yao-Ming de 1m73. Como mágica, no contragolpe rival, lá irrompria Juampi na área celeste para aliviar o perigo, para assumir a bucha, para ganhar as bolas que para ele não eram perdidas. Prefiro dizer que Sorín atacava e Juampi defendia. Porque, por vezes, tive a impressão de ver no Mineirão ou pela TV uma mesma camisa fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando não fez muito mais. E não só pelo Cruzeiro. Pergunte a algum atleticano se ele respeita e admira alguém pintado de azul. A resposta é “sim”. É Sorín. Vá além de Minas e pergunte nas gerais do Brasil: tem algum gringo que você gostaria ver não apenas jogando, mas suando por sua camisa? “Sim”. Sorín! Jogador Mercosul. Integração entre brasileiros e argentinos, cruzeirenses e atleticanos. Tão bom dentro quanto fora de campo. Daqueles que só fazem bem ao esporte e à vida. Tanto que, sabedor das más condições clínicas que não o fizeram ainda maior do que foi por estes trópicos, preferiu pendurar as imortais chuteiras a eventualmente prejudicar o Cruzeiro que tão bem defendeu – e atacou, e marcou, e correu. Não vá embora, Sorín. Ou vá como você ia ao ataque: vá e volte ao mesmo tempo.
  4. Mário Marra, em seu blog: A despedida do argentino Sorín foi mais um belo gol dele. Noventa toneladas de alimentos foram arrecadadas. Muitos vão se alimentar com isso. Construir uma imagem de craque pode até ser fácil, mas ser uma pessoa que quer e pratica o bem de forma natural e espontânea é mais complicado. Ao mestre Sorín o meu agradecimento por mais uma lição.
  5. Jaeci Carvalho, em sua coluna da edição online do Estado de Minas: O ídolo eterno – Hoje se encerra a carreira de um dos jogadores mais brilhantes do futebol argentino e um dos maiores ídolos cruzeirenses, mesmo tendo defendido o clube pouco tempo em relação a outros monstros sagrados que estão nas mentes e corações dos torcedores. Juan Pablo Sorín, argentino de nascimento, mas mineiro de coração, tem uma relação de amor com o torcedor, muito fácil de explicar: garra, vontade, determinação, suor e sangue foram os ingredientes usados por ele com o uniforme azul, que deixaram a galera enlouquecida, a ponto de lotar o aeroporto para recebê-lo de volta, ano passado. É verdade que, na última passagem, pouco jogou, por causa das contusões, mas nem essa ausência forçada o separou de sua gente, de seu amor. Acho essa aposentadoria prematura. Aos 33 anos, Sorín ainda poderia jogar muita bola, pois tem técnica e habilidade, qualidades em falta nos dias atuais. Não o considero o maior lateral-esquerdo da história do Cruzeiro, pois jamais o vi como lateral. Sempre o achei um jogador moderno, que ocupava todos os setores do campo e volta e meia aparecia na frente para fazer gols. Foi com esse espírito guerreiro que conquistou a massa, que esta noite lotará o Mineirão, para gritar pela última vez: “Rei, rei, rei, Sorín é nosso rei”. Poucas vezes, nos meus quase 50 anos, vi jogador tão amado por uma torcida em tão pouco tempo. Há atletas que passam uma década no clube e saem sem deixar saudade. Outros passam dois, três, quatro anos e deixam uma saudade eterna. Como Juampi, que fez da camisa azul sua segunda pele e logo se identificou com a marca Cruzeiro. Do primeiro ao último jogo, o desta noite, mostrou que ele e a equipe nasceram um para o outro. E a gente sabe que esse tipo de amor à primeira vista, verdadeiro e sincero, jamais termina. Sorín vai pisar o gramado do Mineirão, levando no colo sua maior riqueza, seu maior título, seu maior troféu: a filha, Elisabetta, que nasceu e vive em BH e, como Sorín e Sol, também vai amar nossa cidade. Com certeza, a emoção será indescritível. Ele sonhou pisar esse mesmo gramado contra o Estudiantes, na finalíssima da Libertadores. Mas acabou preterido. Desprezo que não lhe tirou o amor pelo Cruzeiro. As pessoas passam e a instituição fica. Sorín é grande o suficiente para assimilar esses golpes que a vida lhe prega. Esta será a sua grande noite. Pelo Mineirão, desfilarão craques de hoje e de ontem, como o chileno Marcelo Salas, Raí e Sócrates, entre outros. Sorín terá a honra de receber seu primeiro treinador, Ramón Yiyo, que o viu dar os primeiros toques na bola, no Societé Parque, em Buenos Aires; e também quem o levou à Primeira Divisão, no Argentinos Juniors, Luis Soler; além do brilhante José Pekerman, que o levou para a Seleção Sub-17, para a Sub-20 (campeã mundial) e lhe deu a braçadeira de capitão da Argentina na Copa da Alemanha’2006. Vários amigos estarão em BH e outros não puderam vir, devido a compromissos assumidos anteriormente.  Sorín, Sol e Elisabetta, anfitriões de primeira, esperam deixar a torcida feliz e emocionada. Na preliminar de Cruzeiro x Argentinos Juniors, haverá um jogo de artistas e, logo depois, show do grupo mineiro Skank. Um jantar encerrará a festividade. Noite inesquecível para quem pisou tantos gramados do mundo e honrou os torcedores com um futebol de técnica, garra e vontade de vencer. Quando o árbitro apitar o fim do jogo, Sorín dará sua última volta olímpica, saudará a plateia e agradecerá o apoio, carinho e amor que os torcedores sempre lhe dedicaram. Para ele, não será só o fim de uma carreira, mas também o começo de uma vida longe dos campos, que, com certeza, se estenderá a outros caminhos no futebol e no próprio Cruzeiro. Afinal, a vida do ídolo se confunde com a história do clube e de sua apaixonada torcida. Parabéns, Sorín, que Deus e São Judas Tadeu o iluminem sempre. A torcida do Cruzeiro lhe agradece por tudo. Até breve.
  6. Victor Pimentel, blogueiro do Blablagol: Estamos nos tempos de negociação no futebol. Se a coroada não vai se acostumar a isso e se lamentar, a turma mais nova não sabe o que é um jogador ficar 15 anos em um clube. Ora, use-se isso, não? Valorizar, criar e cultivar os ídolos do presente ajuda a criar uma identificação, e é dever do clube (qualquer que seja) forçar a barra para isso. Nós usualmente somos chatos quanto a ídolos de uma temporada, mas os mais novos são sedentos por ele. É bonito que alguém fale dos jogadores que não viu jogar, mas é impossível que tenham admiração sem um ícone de seu tempo. Parabéns ao Cruzeiro pela iniciativa.
  7. Evandro Oliveira, webmaster do Cruzeiro.Org:  Se alguns podem falar mal do técnico num jogo festivo, posso falar sobre outras coisas que ninguém fala. Devemos ressaltar que, a festa foi como foi e do porte que foi, com repercussão internacional, muito em função do desejo e da capacidade de um cara chamado Sorín. Muito, mas muito mesmo, do que foi feito, o foi por que o jogador determinou algumas coisas. Algumas negociações foram feitas porque “o Sorin quer assim”. Ele era o dono da festa em todos os sentidos e duvido que algumas pessoas no Cruzeiro tenham aprendido a fazer um evento como este ou queriam fazer como este. O Cruzeiro descobriu, a fórceps, o que a torcida (alguns rabugentos) vem dizendo há algum tempo. marketing esportivo como o feito com o evento do Sorín não é marketing de prateleira. Uma pena que a torcida do Cruzeiro ou ao menos garnde parte dela e a própria mídia, não consegue ver algumas coisas. Sorín vinha para Belo Horizonte para se tratar, o Movimento Volta Sorín conseguiu coisas que poucos acreditavam. O Sorin voltou! é isso que a torcida cantava ontem na despedida do jogador. A patuléia só tem que aplaudir. O Sorín foi dono da festa em toda a sua concepção e acepção. Só para não dizer que tudo são flores, não acredito que muita gente tenha aprendido alguma coisa. Alguns não aprenderam nada com as várias lições dadas Pelo Sorín. Gracias, Juanpi!

Sorín desfrutou cada minuto da grande festa

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors, jogo de despedida do lateral-esquerdo Sorín, no Mineirão, em 04nov09:

  • Fábio – Defendeu duas bolas difíceis na meia hora em que esteve em campo. Completou 300 partidas defendendo o arco celeste, perdendo, agora, somente para Raul Plassmann, Dida e Geraldo II entre os goleiros mais assíduos com a camisa do Mais Querido de Minas.
  • Andrey – Fez uma defesa complicada, não pela dificuldade oferecida pelo cruzamento do jogador argentino, mas porque ele mesmo se enrolou. Menos mal, que o lance resultou apenas num escanteio. Nos demais lances, esteve tranquilo.
  • Rafael – Interceptou alguns cruzamentos pelo alto e levou um gol em chute forte, indefensável, de Santibañez.
  • Diego Renan – Jogou com o freio de mão puxado, mas quase complicou ao calcular mal um recuo de bola para Gil, que resultou num contra-ataque perigoso do time argentino.
  • Patric – Deu uma cabeçada esquisita que resultou num escanteio foi seu ponto de interrogação. Nos demais lances, descomplciou.
  • Gil – Teve dificuldades para conter os atacantes argentinos. Vinícius – Atuação discreta.
  • Fabinho – O melhor da defesa pela estabilidade que deu ao setor. Foi quem mais participou do jogo depois do homenageado e não tem nenhuma história ruim pra contar.
  • Sorín – O dono da festa. Jogou livre, sem guardar posição e sem sofrer marcação ostensiva do adversário. Correu 90 minutos, tentou gol de bicicleta, recebeu faltas, desfrutou intensamente da partida, a sua partida. Sua garra contagiante ficará como referência na história celeste de tantos jogadores extraordinários. Ocupará um lugar no panteão dos guerreiros celestes ao lado de Carazo, Ninão, Souza, Azevedo, Wilson Piazza, Tostão, Dirceu Lopes, Pedro Paulo, Hilton Oliveira, Luís Antônio, Ademir Kaeffer, Douglas, Fabinho, Cris, Edu Dracena e outros deuses da raça.
  • Athirson – Interessado na partida, fez belas jogadas pelo flanco esquerdo, sofreu faltas, levou perigo ao arco argentino. Bom retorno.
  • Henrique – Contido, teve atuação protocolar.
  • Elicarlos – Entrou disposto a jogar à vera, mas ficou pouco tempo em campo.
  • Uchoa – No pouco tempo em que atuou fez tudo diretinho.
  • Marquinhos Paraná – Outro que jogou pro gasto, sem se expor a contusões. O que não o livrará do besteirol corrente de que não atravessa boa fase e lorotas afins.
  • Jancarlos – Boa atuação na volância e na armação. Jogou pra valer.
  • Fernandinho – Acertou o poste esquerdo do arco de Peric, numa cobrança de falta com muita categoria. Foi seu carimbo nesse jogo festivo. Além disto, como bem lembrou o comentarista Mauro França, ainda deu algumas assistências, uma delas verdadeira canja para Sorín marcar um gol, que acabou não acontecendo.
  • Gilberto – Uma corridinha aqui, outra ali, só pra constar. Está focado é no Sport. No que faz bem.
  • Bernardo – Ao lado de Guerrón e Peric, formou a trinca dos três melhores em campo. Entrou pra jogar mesmo e foi até fominha sonegando um passe precioso para Sorín marcar um gol. Coisas de jogador que está a fim de recuperar o tempo perdido. Fez um gol, perdeu outro, deu assistência para outro mais. Vontade e desempenho animadores.
  • Thiago Ribeiro – Deu somente uma amostra grátis de sua disposição tática e empenho.
  • Guerrón – Outro que aproveitou a ocasião pra jogar e mostrar serviço. Fez um belo gol, movimentou-se, levou perigo à defesa do Bicho.
  • Wellington Paulista – Queria fazer seu gol, mas atrapalhou-se quando teve chance. E -notável!- conseguiu levar cartão amarelo em jogo festivo.
  • Eliandro – Correu pra lá e pra cá, mas o jogo estava confuso demais pra quem ainda não tem autoridade pra pedir bolas aos companheiros e ele passou em branco.
  • Leandro Lima – Não comprometeu, nem brilhou. Ficou numa zona gris do campo e da partida.
  • Adilson Batista – Não apareceu na telinha. Limitou-se a administrar a participação de todo o elenco na festa. No que fez bem.
  • Torcida – Durante o dia, a juventude azul tomou conta das ruas de Beagá com suas camisas celestes. A festa tinha a cara da garotada, que compareceu em massa, curtiu o Skank, deu gás à festa, divertiu-se muito e sinalizou para o Departamento de Marketing do Cruzeiro que existe um público jovem, afluente e que demanda espetáculos diferentes, a seu estilo. Aspecto registrado na entrevista do vocalista do Skank, Samuel Rosa. E, aí, ZZP, como o clube pret4nde aproveitar esta usina de paixão, entusiasmo e fé nas cores do Mais Querido de Minas? Que projetos o Cruzeiro vai desenvolver para esta garotada que está mudando o jeito rabugento de ser dos velhos cruzeirenses? Olho no lance, presidente!
  • Juiz & Bandeiras – Atuação correta. E, sabiamente, discreta, mas sem deixar de cumprir o essencial dos mandamentos do jogo, inclusive com distribuição de pertinentes cartões amarelos.
  • Adversários – Peric, o goleiro-fotógrafo, foi o melhor do Bicho. Belas defesas e, certamente, boas fotos, tamanho o capricho que ele demonstrou ter com o foco e o enquadramento. Rios foi atacante perigoso, Garcia mostrou habilidade na distribuição de jogadas, Santibañez fez um gol bonito e Fernandez não quis saber de festa. Espanou tudo, de bola a canela de atacante. O que apareceu em sua frente, foi atirado pro alto.
  • Organizadores da festa – Nota dez, Com louvor para Sol, mulher do homenageado, para o Departamento de Marketing do Cruzeiro e para quem mais juntou tantas atrações, numa só noite e com tanta organização.
  • Mídia – A Globo, que comprou o jogo, “deu tudo de si” divulgando, colocando vídeos históricos em seu saite, fazendo boa cobertura jornalística do evento. A Itatiaia fez cobertura competente e narrou a partida com uma equipe que não puxou o jogo pra baixo, como tem sido costume dela ultimamente. O Hoje em Dia fez boa cobertura inclusive com uma longa entrevista com Sorín. Somente os Diários Associados boicotaram a festa. Uma burrice abissal. Coisa de jornalistas e administradores roceiros. Gente de mentalidade provinciana. Tapados, pra encurtar a conversa.

Cruzeiro 2×1 Argentinos Juniors: Adiós, Juanpi!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Jogo amistoso pra despedida do lateral-esquerdo Juan Pablo Sorín, de curta, porém marcante passagem pelo Cruzeiro.

Da extensa programação constam descerramento de placas -uma delas lembrando o feito do Cruzeiro que, segundo a IFFHS, foi o melhor clube brasileiro do Século XX-, coletiva do homenageado,  jogo de amigos do jogador e artistas populares, show do Skank etc.

Devido aos compromissos por seus campeonatos nacionais, os dois clubes não devem lançar sua força máxima. As escalações ainda não foram informadas, certamente, para não esvaziar o espetáculo.

Segundo Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro, jogador e clube arrecadaram R$700 mil de patrocinadores para organização do evento. E 90 toneladas de alimentos não perecíveis, que serão destinados a instituições de caridade, foram trocados pelos 55 mil ingressos postos à disposição do público.

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Ídolo à moda antiga

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Leopoldo Moura Jr.

Já estou concentrado para o jogo de despedida do Sorín, mais que um ídolo, uma referência, um grande jogador, justamente numa época em que isso é uma raridade.

Enquanto quarta-feira não chega, dei uma repassada na memória em busca de outros ídolos que tenho no futebol:

  • Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Zé Carlos, Raul, Felício Brandi, Carmine Furletti, Nocaute Jack, Perfumo, Fontana, Pedro Paulo, Evaldo, Joãozinho, Jairzinho, Palhinha, Roberto Batata, Nelinho, Revetria, Luís Antônio, Ênio Andrade, Elivelton, Ronaldo, Alex 10 e os volantes Douglas, Ademir Kaeffer, Fabinho (o da Libertadores de 97) e Fabrício.

Dida, Nelinho e Ronaldo, que andaram pisando na bola, só entram na lista por força de liminar e poorque, com o tempo, estão se firmando na minha galeria de heróis.

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Uma festa e tanto pra Juan Pablo Sorín

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Mauro França

Vamos deixar o Campeonato Brasileiro de lado por um momento. As atenções da torcida celeste se voltam para o jogo de despedida de Juan Pablo Sorín, nesta quarta-feira, contra o Argentinos Juniors, time que o revelou para o futebol.

A festa para Juampi, O Pássaro Azul, promete ser bonita e contará com a presença de convidados ilustres, entre ex-jogadores e técnicos, como Enzo Francescoli, Juan Román Riquelme, Gabriel Batistuta, Marcelo Salas, José Pekerman e Marcelo Bielsa, entre outros.

Os portões serão abertos às 18 horas. Às 19 horas será disputada uma partida entre ex-jogadores e artistas. Na sequência rola um show com o Skank e depois a partida de fundo, marcada para 21h45.

Foram disponibilizados 50 mil ingressos, que devem ser trocados por alimentos não perecíveis. Para a cadeira especial (portões 1 e 14), o ingresso vale 3 kg; cadeira central (portão 7A), 2 kg; cadeiras lateral e inferior e geral, 1 kg.

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