Posts com a Tag ‘jornalista’

Nadando em dinheiro

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mauro França

A revista Placar publica na sua edição de setembro mais um ranking dos maiores salários do futebol brasileiro.

A matéria é assinada pelos jornalistas Bernardo Itri e Ricardo Perrone, também responsáveis pelo levantamento publicado em maio de 2009.

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O lugar do Cruzeiro no cenário do futebol

sábado, 21 de agosto de 2010

Gustavo Sobrinho

Nos últimos anos, o Cruzeiro deixou de conquistar os títulos nacionais e internacionais que sua torcida acostumou-se a comemorar entre 1991 e 2003.

Esta situação tem levado boa parte da torcida a cobrar dos dirigentes e dos profissionais do clube resultados melhores do que a real posição que o clube ocupa no cenário nacional e internacional.

Proponho analisarmos as mudanças do calendário ao longo do tempo e como o clube tem se desempenhado em cada um dos contextos pra discutirmos qual será sua posição futura no cenário do futebol.

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Apostando no Bom Montillo

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Walter Montillo treinou pela primeira vez na Toca da Raposa, formando o meio de campo reserva com Elicarlos e Jones.

Deu show de bola, segundo os jornalistas presentes. O ponto alto foi um golaço de voleio. Cuca está animado como reforço:  

  • “Ele foi bem como a gente já imaginava. É um meia de ligação inteligente, veloz e que chega na frente com rapidez. É como a gente tem na cabeça a montagem do time. É como imaginamos quando o contratamos. E a bola parada dele também é muito boa, tanto no escanteio quanto nas faltas laterais e frontais”.

Estou também estou apostando no Bom Montillo. Quem não está?

Adílson agradece ao Cruzeiro

terça-feira, 27 de julho de 2010

Marco Soalheiro, jornalista e comentarista do PHD, acertou em cheio:

Adilson Batista mostrou mais uma vez o seu caráter ao ser apresentado no Corinthians e agradecer ao Cruzeiro e à parte da torcida que sempre o apoiou pelo crescimento profissional que alcançou na passagem pelo clube.

Retribuo o agradecimento.

O Cruzeiro dele, sem um mega elenco, voltou durante três anos a ser respeitado e temido por adversários no Brasil e na América do Sul.

Os melhores comentaristas e e treinadores do futebol brasileiro sempre reconheceram isso.

Do contrário, não assumiria um time de ponta na liderança do Brasileiro.

Que ele tenha sorte lá e perca para nós no dia 25. E que o desempenho dele nos clássicos inspire o Cuca no domingo.

Problema de hora e lugar

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vida de blogueiro não é mole. O sujeito trabalha de graça e ainda tem que ler tolices e desaforos. E receber cobranças descabidas.

Hoje, ao abrir o antispam, encontrei o protesto de um comentarista se dizendo sob sensura (sic) há mais de seis horas “só porque falo a verdade”.

Certamente (ou seria sertamente?) o cidadão imagina que o blogueiro tem de ficar à disposição dele pra evitar qualquer atraso na publicação de suas gotas diárias de sabedoria.

Dizia Billy Blanco: “O que dá pra rir dá pra chorar / Questão só de peso e medida / Problema de hora e lugar /Mas tudo são coisas da vida” 

Pra levar esta vida de blogueiro, só rindo pra não chorar. Ou definindo pesos e medidas sem medo de errar.

Lamentável é não conseguir evitar que todos os comentários do Rosan, da Beth e do Olivieri caiam no antispam.

Eles são cruzeirenses provados e comprovados. Mas, por algum motivo que desconheço, o programa os persegue. Quando estou próximo, libero.

Outro perseguido pelo Hal é o Geniba. Neste acaso, o próprio comentarista sabe, como sabia John Klute, que o “passado o condena”. Passado de comentarista radical, obviamente.

Mesmo assim, estando conectado, eu o libero seus comentários. Como libero os pitacos de atleticanos, flamenguistas, gremistas, anticruzeirenses e até de hienas, quando escritos com o mínimo de respeito.

O que o blogueiro não vai mais é se preocupar com queixas e reclamações de provocadores. Estes, ao contrário dos termocéfalos, são mansos, lânguidos, suaves, mas ainda assim deletérios.

Entulham propositalmente o blog com posts monocórdios, repetitivos, aparentemente burros, mas, na essência, maldosos, destinados a minar o ânimo dos participantes.

Pra essa galera, a blogosfera tem uma pá de links interessantes. A começar pelo Granma. Tchau e boa navegação.

Outro tipo enjoado é o sujeito que acusa, difama e ofende jornalistas, cartolas, treinadores e jogadores com o argumento de que são pessoas públicas.

Quem quiser apodar, desafiar ou brigar com as figuras públicas, que o faça pessoalmente. Aqui, não.

Cruzeirense também não servirá de pasto pra hienas neste blog.

Adílson Baptista, por exemplo, que honrou o clube como jogador, treinador e torcedor não será ofendido no PHD. Ponto.

Deixem o sujeito seguir sua vida em paz. Ontem, na Turma do Bate-bola, Emanuel Carneiro deu uma catracada pública no presidente Zezé Perrela, que ouviu a preleção anti-Adílson humildemente.

O ex-treinador fez o que achou melhor para o Cruzeiro. E, nesse melhor, está o imperdoável (pros atleticanos com ou sem microfones) duplo 5×0 sobre o rival citadino.

A rádia podia deixá-lo em paz. Ele está na história, não mais à beira do gramado. Provocadores teleguiados também deviam esquecer Adílson e gastar seu latim com o novo treiandor.

Se não for possível, podem procurar outra freguesia pra cantar.

Crítica técnica, tudo bem. Esculacho, não. Adílson Baptista, ao contrário das hienas, é Sócio do Futebol cruzeirense. E tem 4 títulos mineiros e 2 supercopas.

Por isto e por defender incondicionalmente o Cruzeiro, ele será sempre respeitado no PHD.

Quanto aos cruzeirenses que têm comentários retidos, só posso lhes pedir desculpas. E contar com a ajuda do webmaster pra solucionar o problema.

Aos provocadores, repito, aconselho navegação pelos sites e blogs de cruzeirenses, todos melhores do que o PHD, listados na coluna ao lado.

ZZP causa preocupação

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Marco Soalheiro

Assisti em vídeo a coletiva de ontem do ZZP e fiquei com a forte sensação de tratar-se de um ex-cartola em atividade.

Estava disperso, evasivo, com argumentos nitidamente falaciosos sobre preferências do treinador.

Poucas vezes nos últimos 20 anos estive tão preocupado com o nosso futuro próximo em campo e fora dele.

Sinto que algo se perdeu pelo caminho, mas espero, como torcedor, ser surpreendido.

Marco Soalheiro, 29, cruzeirense, jornalista, nasceu em Divinolândia de Minas, mora em Belo Horizonte.

N.B.: Por e-mail, o treinador da equipe de atletismo do Cruzeiro, Alexandre Minardi, informa que faleceu, ontem, em Sete Lagoas, Dona Vera, mãe do nosso campeão Frank Caldeira. O corpo será enterrado hoje, às 13h, no Cemitério Santa Helena, naquela cidade. Ao Frank e sua família, os pêsames do pessoal do PHD.

Oitenta e Dois vs Noventa e Quatro

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Marco Soalheiro

Os times de Telê sempre jogaram pra frente. Em 1982 foi assim. Mas, naquele time, o meio campo tinha dificuldades na marcação e o centroavante era tido como grosso.

Aquela seleção foi muito decantada, mas fracassou.

Dez anos depois, Telê venceu treinado o São Paulo, Convenceu e encantou novamente. Mas, dessa vez,  com Pintado e Dinho na contenção, dois jogadores tachados de brucutus por muita gente.

No Tricolor, Telê encontrou um equilíbrio que talvez tivesse lhe faltado em 1982. E, nesse novo trabalho, ao invés de atrapalhá-lo, as fatalidades o ajudaram.

Fórmula pronta não existe. Aliar encantamento, que é conceito subjetivo, e resultados é coisa pra momentos especiais da história.

Jogar ofensivamente é mais bonito? Sim, claro. Mas uma defesa bem postada, que saiba ser quase instransponível sem apelar pra violência, também merece apreço.

A Seleção de 94 ficava sempre com a posse de bola e tinha na defesa uma barreira com a Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo. E volantes que se completavam.

Dunga, apesar de erroneamente tachado de brucutu, virava bem o jogo e até lançava com qualidade.

É só ver os jogos. A bola quase não chegava ao Tafarell.

No ataque, havia a genialidade de Romário e a eficiência de Bebeto.

Os míopes e mal humorados dizerem que Romário ganhou sozinho. Num esporte coletivo como o futebol é duro ler e ouvir isto! Mas, se é assim que funciona, paciência.

Marco Soalheiro, 29, cruzeirense, jornalista, nasceu e mora em Belo Horizonte.

Dunga pediu desculpas ao distinto público

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Dunga agiu bem ao pedir desculpas à torcida pelo destempero verbal contra Alex Escobar ao final do Brasil 3×1 Costa do Marfim.

Se ele não gosta do repórter ou da rede de televisão, deveria ter resolvido pessoalmente suas desavenças sem recorrer a palavrões em meio a uma entrevista.

A Globo, goste-se ou não e de seus profissionais, está certa ao tentar entrevistas exclusivas.

O que se espera do jornalista é que corra atrás da notícia, não que aceite os comunicados oficiais das autoridades como fonte.

Ontem, o Olé publicou foto de um aparente desentendimento entre Luisão e Júlio César. Se o ambiente na Seleção fosse de liberdade, os atletas seriam abordados por repórteres, em algum horário livre, pra se explicarem.

Mas como vivem em regime de reclusão absoluta, quem fala por eles é o assessor de imprensa da CBF e o treinador. E o torcedor fica desinformado.

Muitos brasileiros, adeptos de regimes autoritários, de empastelamento de jornais e de cassação de concessões de rádios e televisões, aprovam o jornalismo oficial e se aproveitam da situação para criticar a imprensa livre.

Nessas questões, fico com João Saldanha que, embora fosse comunista, tinha cérebro e defendia, ao menos no ambiente da ditadura militar, a busca de informações.

Pra ele, “a imprensa ou é de oposição ou é balcão de armazém de secos e molhados”.

E sobre essa concentração total, essa reclusão imposta aos jogadores, ele repetia à exaustão: “se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária seria imbatível”.

Se é pra resolver pendengas com palavrões, Dunga deveria poupar bilhões de telespectadores que acompanham suas coletivas.

Se é pra conquistar a Copa, ele deve treinar o time e confiar no discernimento dos atletas, que deveriam ter folgas após as partidas. Com direito, inclusive, de conversar com jornalistas. Como cidadãos livres.

Caso contrário, eles deixarão a África do Sul sem terem participado de verdade do evento, posto que só lhes restarão lembranças de hotéis, ônibus e estádios.

Sobre a festa dos povos nas ruas, só ficarão sabendo se ligarem a TV. Se é que isto também não está proibido na concentração total.

Dunga fez bem bem ao revelar, na coletiva do mea culpa, a matriz de seu patriotism e a dor que sente pelos problemas de saúde do pai. E foi humano ao expressar sua solidariedade ao povo nordestino, que enfrenta o flagelo de inundações.

Mas fez melhor ainda ao se desculpar com o público. Errou, pediu desculpas e bola pra frente. Não leva o Troféu Domenech, o maluco treinador francês que não entendeu o espírito desportivo da competição.

Agora, falta Dunga abrir algumas janelas para o contato entre atletas e público. Como as demais seleções fazem.

N.B.: Se Dunga quer mesmo “boxear” com jornalistas, que venha treinar o Cruzeiro. Aqui, só tem peso pesado. Em Minas, Alex Escobar seria peso mosca.

México 2×0 França: Au revoir, Henry!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Às 15h30 (horário de Brasília), no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane, França e México jogarão pra saber quem corre atrás do Uruguai e quem vai consolar o Pé de Uva.

A França virou um balaio de gatos. Jornalistas garantem que o elenco não tá satisfeito com o futebol de Anelka. Nem com o do Malouda.

E o sorumbático Gourcuff enche a paciência até do Capitão Evra, que não consegue se comunciuar com a jovem promessa do Bourdeaux.

Tanta frescura só podia mesmo acontecer nuam seleção francesa. E, pra piorar, Zidane cornetou o treiandor com nome de conhaque, que ele diz não entender bulhufas de futebol.

Já os mexicanos estão concentradíssimos. Ninguém treinou mais do que eles no pré-Copa. E nem esbanja mais confiança, agora que a bola está rolando.

O empenho é tanto que o treinador botou a goleirada pra defender chutes de bola de futebol americano o troço mais parecido com a Jabulani, que os astecas encontraram. (mais…)

O anão é mudo, mas não é cego

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Li no blog de nome mais escalafobético deztepaiz, o Tiefschwartz, do gremista Paulo Sanchotene:

Muito se fala dos problemas apresentados pela Seleção, especialmente quanto ao rendimento de Michel Bastos, Gilberto Silva e Felipe Melo.

Pelo teor das entrevistas da comissão técnica, os problemas não foram despercebidos.

Corretamente, Dunga manterá o time titular contra a Coréia do Norte (é preciso ver essa turma jogando a todos os cilindros); mas se não render, as mudanças começarão já durante essa partida.

Se vermos o (breve) histórico do Dunga na Seleção, percebe-se que ele pode ser qualquer coisa menos avesso a alterações: o time que começou a Copa América não foi o mesmo que acabou; e do primeiro (Brasil 4×3 Egito) para o segundo jogo das Copa das Confederações (Brasil 3×0 Estados Unidos), houve quatro mudanças.

Mas, isso nenhum jornalista informa. Preferem fazer alarde sobre um “risco” do Dunga “morrer abraçado” com seus titulares.

Pelo que já demonstrou o treinador, o risco disso ocorrer em caso de mal rendimento é próximo de zero.