Posts com a Tag ‘jorge schulman’

Idéias, comportamentos, ídolos, emoções

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
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Recomendação para o fim de semana: colunas do Cruzeiro.Org. Confiram a amostra grátis:
  • Jorge Schulman, em Minas veste azul: Aproveitei também para conversar brevemente com o Gerente de Marketing, Marcone Barbosa. Estaremos agendando uma breve entrevista, sem intermediários da imprensa, para conhecer suas idéias e propostas para amenizar a ausência do Mineirão, fechado para reformas de modernização para a Copa 2014. Nesse tema, já sabemos da campanha “Minas Veste Azul” orientada ao conjunto de torcedores do interior mineiro, sabendo-se que a nossa torcida é infinitamente superior em todos os cantos do estado. Particularmente, aposto na fidelidade e bom coração dos filhos de “tierra adentro”, como dizemos na Argentina, para alentar e acompanhar os jogadores e as cores do nosso clube.

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Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!”

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10: (mais…)

Memória, Interdição, Chefia: temas para o domingo

domingo, 1 de agosto de 2010

Pra começar bem o domingo, recomendo a leitura dos colunistas do Cruzeiro.Org. O link está na coluna ao lado:

  • João Chiabi Duarte, em Lembrando um Clássico Marcante da História – São quase 26 anos de diferença, mas, quantas coincidências… E como recordar é viver, porque não falar de uma PÁGINA HERÓICA IMORTAL? – Nada como a lembrança de uma conquista que mudou a história do Cruzeiro para marcar este período que a gente está vivendo. Nossa torcida anda tensa e apreensiva, pois, tem sobrado incursões para nos tirarem a confiança nas nossas forças, capitaneada como sempre pela incrível imprensa mineira. Vejo todos os dias os torcedores elogiando as contratações e o timaço formado do outro lado da Lagoa. A coisa era mais ou menos parecida há 26 anos atrás.
  • Jorge Schulman, em O Clássico da Intolerância – Quando a Federação Mineira de Futebol (FMF) divulgou que os jogos entre Atlético-MG e Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro 2010 terão torcida única, e que a definição foi tomada após reunião com representantes das duas equipes para garantir a segurança dos torcedores, fiquei com um sabor amargo de impotência, sou sincero. O que nos resta dessa medida, senão aceita-la e assumirmos que os dirigentes acreditam que a violência de maneira geral se combate proibindo o encontro em espaços coletivos, e que, todos, pagamos as consequências?
  • Wilson Flávio, em Troca de Chefe – Troca de chefe traz alguns efeitos positivos. O funcionário encostado enxerga uma nova chance de entrar nos planos. O funcionário boicotador precisará perder um tempo para conhecer a nova chefia e traçar os novos planos de boicote. Funcionário que estava em alta com a chefia antiga não quer perder o posto, o que o leva a mostrar serviço para o novo comando. O cliente, por sua vez, passa a acreditar que, sob nova direção, o serviço deve melhorar.

Cuca: “Fomos mal no ataque e bem na defesa”

terça-feira, 20 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Goiás, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, em 18jul10, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010:

  1. Binho, no PHD: Seguramente, foi um dos piores jogos do time que vi nos últimos tempos. Seguramente, esse time foi um dos mais raçudos que já vi desde que sou cruzeirense. O time briga, bate, toma canelada, mas jamais desiste do principal, que é reconquistar a bola. A continuar, dificilmente perderemos uma partida. Desse jeito temos cara de quem brigará pelo título. É torcer pra que o entusiasmo não se perca no andamento da competição.
  2. Marco Soalheiro, no PHD: Atuação coletiva muito fraca tecnicamente. Valeu mesmo só pelos três pontos contra um adversário chato, que andou incomodando muita gente. Faltam 30 pontos para os 45. Antes de chegar lá não me arrisco a fazer previsões mais otimistas. Vamos ver como evolui o trabalho.
  3. Jorge Schulman, no PHD: De regreso de Sete Lagoas, aonde fui na van da Turma dos Cervezeiros, gente bacana demais que devo agradecer pela oportunidade da partilha. Feliz pela vitória, pelo golaço de Gilberto e pela jogada de placa que merecia ter finalizado em gol. Gostei da postura do grupo em conjunto, se doando em prol do resultado. O fizeram bem, o futebol hoje é resultado, e os clubes sobrevivem pelos resultados, pela posição na tabela, isto não é Seleção… Estamos em carreira e não acompanho o pessimismo da maioria dos comentários que li. Tudo está muito nivelado por baixo, inclusive os times que tem grandes sponsors por trás. Todos estão mostrando sua readaptação após Mundial, ninguém é essa coisa toda. Flashes e pitacos: 1) gostei do Estádio, e mais gostei de ver como se vão estabelecendo as novas configurações… onde fica cada grupo, cada bandeira… 2) O preço não se justifica, e a incompetência e malemolência dos dirigentes que decidiram fazer o Mundial em 2014 não deve ser repassada à conta dos torcedores… 3) A resposta que Çangre Açul espera é a mesma à que eu cheguei: com esse público, no próximo ano vamos competir com um time de  juniores, juvenis etc. 4) O Cruzeiro e seus torcedores deverão se juntar pela sobrevivência histórica. 5) Fábio é invendível até 2080.
  4. João Chiabi Duarte, no PHD: Cuca está usando um 5-3-2 disfarçado. Diego Renan faz o 3° zagueiro pela esquerda e Gilberto é o ala que tem liberdade e prioridade para subir. Quando o time é atacado vejam como o posicionamento do Gilberto é o de um ala? Por isto vocês vêem os adversários com tanta liberdade no meio-campo. Afinal o povoamento é feito só com 3 homens. Inegável que mesmo com os beques reservas eles nunca ficam no mano a mano, tem sempre alguém na ajuda. Até mesmo o posicionamento do Roger mostra que ele tem obrigações de marcação e vem se doando muito na marcação. Não resta dúvida que os caras tenham posse de bola, mas, entrar na nossa defesa, só se for via chuveirinho. PC Gusmão usou Wendell como Cuca usa DR em 2004.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: A bola quica muito. Fui tentar dominar a bola, que não foi forte, e foi para escanteio. O gramado prejudica bastante, especialmente para o pessoal da frente. A gente começou bem nesse retorno (depois da parada para a Copa do Mundo), concentrado e conquistamos duas importantes vitorias, que nos coloca entre os times que estão na briga pelo título.
  6. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Hoje não é um jogo referência para a gente. Com certeza, eu acho que temos que olhar, ver muitas coisas erradas. Eu acho que nós temos que ser claros mesmo. Conseguimos ganhar, uma ótima vitória, estou muito feliz por isso. Mas, com certeza, temos que melhorar muita coisas. Fico feliz pelo resultado, mas não pela atuação que nós tivemos hoje. Agora é trabalhar e descansar bastante. Na quinta-feira já tem um jogo difícil. Então, a gente tem que esperar, treinar, posicionar o time para que a gente não venha sofrer esse sufoco.
  7. Fabrício, volante do Cruzeiro: O campo é horroroso. Esse campo é muito difícil de a gente jogar bola, dar de primeira, dominar. A gente erra passe besta aqui. É complicado. Esses dias eu vi uma matéria na TV, a bola realmente fica viva aqui, o pessoal brinca, Jabulani e tal. Mas o campo está horroroso.  A gente pegar equipe de qualidade aqui é difícil, a gente vai sofrer. O importante é a gente somar pontos. Não jogamos bem, o time deles foi melhor, mas o resultado veio, todo mundo lutou  e isso é que importa.
  8. Henrique, volante do Cruzeiro: Estamos buscando render o nosso melhor em campo, com uma equipe aguerrida na marcação e com tranquilidade para sair com a bola nos pés e definir o jogo.
  9. Francisco Everton, volante do CruzeiroÉ sempre bom estrear com os três pontos. Graças a Deus vieram com suor, com batalha. O Cruzeiro sempre tem que batalhar para conseguir os pontos e, dentro de casa, tem que ser os três . Entrei e o jogo estava pegando fogo, mas consegui entrar bem e ajudar meus companheiros a conseguir alcançar a vitória.
  10. Roger, meia do Cruzeiro: Eu e Gilberto somos jogadores inteligentes, que sabem cumprir as funções que foram determinadas pelo treinador. Podemos nos movimentar bastante e isso foi demonstrado em dois jogos, tanto lá em Curitiba quanto aqui. Esse entrosamento vem acontecendo, tanto que no 2º tempo a gente fez uma grande jogada, o Gilberto entrou perto do gol, mas não conseguiu fazer. Isso é importante, pois mostra que a gente joga com qualidade e joga pra vencer. Tivemos alguns lances para matar, principalmente no primeiro tempo, num contra-ataque que o Thiago puxou. Poderíamos ter matado o jogo e controlado de uma maneira mais fácil. Todos os jogos são difíceis e o Goiás se portou muito bem. Ele soube se portar, procurou o jogo, mas lances perigosos eles não tiveram tantos e o resultado foi de quem definiu o jogo no primeiro tempo. Em relação ao campo, isso aqui é a nossa casa. A gente não pode criticar tanto. É importante que a gente comece a treinar aqui também. A gente tem que criar identidade aqui, com o nosso torcedor. É difícil ficar pingando de um lugar para o outro.
  11. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O campo é péssimo, na minha opinião. O gramado é irregular, acabei perdendo um gol porque a bola quicou, o Fábio deixou escapar um lance de escanteio. Esses lances mostram o quanto dificulta para a gente jogar em um campo desses, que é muito irregular, um campo duro. O importante é que mesmo com tudo isso a gente conseguiu vencer e estamos no G-4.
  12. Cuca, treinador do Cruzeiro: Nós não fomos bem do meio para frente no 2º tempo, mas fomos muito bem na defesa, na marcação. Hoje, temos que ressaltar a vitória. Já cansei de jogar bem pra caramba, com trinta chances de gols e 1×1, 1×0 para o adversário. Hoje nós jogamos mais ou menos e ganhamos. Está maravilhoso e tomara Deus que seja sempre assim. Não tomamos gols há dois jogos, o setor defensivo foi muito bem, não teve grandes sustos, apesar de o Goiás ter tido maior posse de bola. Goiás é sempre jogo duro, tinhoso e estou muito contente pela vitória. Estamos praticamente no G4 juntos com o Flamengo. A gente tem que se adaptar ao gramado. De repente, vou puxar um treino para cá. Pra nós é novidade também. O campo é todo irregular, é gramadinho, mas é irregular. Dificulta principalmente pra equipe que tem que tomar a iniciativa do jogo. 
  13. Leão, treinador do Goiás: Falar de arbitragem pra quê? Meu time foi melhor, superior, encurralou o time da casa e não é um adversário qualquer, mas o Cruzeiro. Eu não posso admitir um empate, muito menos uma derrota. Nós fizemos dois gols. O que não pode acontecer é todo dia o Goiás ser prejudicado. Já foi assim no meio da semana, que tivemos um pênalti escandaloso não marcado, o jogo teria sido 1×0 contra o Vasco. São seis pontos a menos.
  14. Leandro Mattos, em seu blog: Jogando oficialmente pela primeira vez em sua nova casa no Campeonato Brasileiro – a Arena do Jacaré -,  o Cruzeiro bateu o Goiás por 1×0 e contou com grande atuação do goleiro Fábio para sair de campo com o quatro triunfo no Brasileirão 2010. O resultado, diante de um Goiás que foi preciso na marcação e deu trabalho nos contragolpes, colocou a Raposa no G4 do Brasileirão, ao lado do Flamengo. As duas equipes somam rigorosamente a mesma campanha e os mesmos critérios de desempate. Para efeito de classificação, segundo o regulamento do torneio (artigo 13), o Rubro-Negro carioca está na frente, por ter um número menor de cartões vermelhos: uma expulsão, contra duas estreladas. Se o Goiás foi valente e também poderia ter saído de campo com a vitória (o time teve dois gols anulados: um acertadamente e outro num lance discutível), o Cruzeiro desperdiçou chances importantes de matar o jogo, principalmente no segundo tempo, num lance que Gilberto driblou meio time esmeraldino e quase entrou com bola e tudo no gol de Rodrigo Calaça. Por falar em Gilberto, ele e Roger têm demonstrado, na prática, o que muita gente queria ver, menos Adílson Batista. Os dois podem sim atuar juntos no meio-campo. A formação com dois volantes e dois meias no setor deixa o time mais equilibrado e os atacantes mais municiados.
  15. Diego Stefani, blogueiro do Goiás no Globo.Com: Já cansei de ver o Goiás sofrendo com esse tipo de coisa, mas ontem contra o Cruzeiro foi o cúmulo. Vocês lendo isso devem estar pensando que eu irei culpar a arbitragem ou coisa do tipo, mas não, o próprio Goiás desta vez foi culpado de sua própria derrota. O motivo? Não saber aproveitar as oportunidades de gol. Gostei muito das atuações da zaga do Goiás nas duas últimas partidas, pois mostrou consistência e forte poder de marcação. Quanto ao o gol de ontem? Ah o gol, podemos dizer que foi um lance de oportunismo do bom jogador Gilberto, que soube finalizar. Não sei quem marcava o meia, mas este gol poderia ter sido evitado. Mas mesmo assim, Jonílson, Amaral, Tolói e Ernando de fato tem dado muita segurança a aquele setor. Falta o meia. Sinceramente jogar com Otacílio não foi tão bom como ter um Hugo ou Bernardo, mas ele até que atuou bem na posição. O que doeu foi ver Romerito o substituir e atuar como o único meia da equipe, acredito que sozinho ele não consegue atuar nesta posição. Foi também interessante ver Rafael Moura armando o jogo. Quanto ao ataque, nota-se facilmente a falta de jogadores que sabem finalizar. E pra mim este foi o problema do Goiás, o motivo do qual o fez perder o jogo. Rafael Moura não veio atuando muito bem nas últimas partidas, mas por ser o único jogador a atuar na posição de artilheiro da equipe no jogo, o único com essas características, se destacou e marcou dois gols: um claramente ilegal por impedimento e outro que na minha visão foi legal. Enfim, Everton Santos. Falei dele já algumas vezes no Programa 100% Verdão, de segunda a sexta-feira as 20h na Rádio Esmeraldina, e em todas elas questionei o seu poder de finalização. Na partida passada foram dois lances claros de gol em que errou, no último foi a principal chance do jogo. Everton, ta na hora de praticar mais finalizações, né? No geral gostei da postura do time, que a cada partida vem mostrando evolução. Interessante é ver Harlei no banco de reservas, confesso que ainda não me acostumei, mas Calaça tem dado segurança na posição.

Lo que pasó en la Argentina

sábado, 29 de maio de 2010

Encerrada a temporada argentina -torneios Apertura 2009 e Clausura 2010-, apurou-se o ascesso e descenso direto e os jogos de promoção.

Caíram, sem escalas, o Chacarita Juniors, dono da torcida mais belicosa do país, e o Atlético Tucuman (nome é destino).  Eles deram lugar ao Quilmes e ao Olimpo (de Bahia Blanca, terra do Jorge Schulman).

Os confrontos da promoção colocaram frente a frente Rosario Central (que meteu 4xo na Cocota, numa final de Conmebol) contra All Boys e Gimnasia y Esgrima (rival citadino do Estudiantes) contra Atlético Rafaela.

Em Rafaela, o Atlético (nome é destino, como se verá adiante) fez 1xo sobre o Lobo. Em La Plata, levou o troco: 3×1. Marco Perez, goleador colombiano, avaliado em US$5 mi, fez os dois gols da classificação.

Pelo segundo ano, o Gimnasia escapa da queda, jogando em casa. Ano passado, teve de remontar um 0x3 pra se manter na elite. Um dia a casa cai.

Desta vez, o presidente Walter Gisande foi insultado com gritos de “hijo de puta” vindos da tribuna. Pior: vários referentes da equipe não aguentam mais disputar promoções e querem sair.

O treinador Diego Cocca só fica se o clube contratar reforços. Mas com uma dívida fora de controle, é pouco provável que tal aconteça.

Mais do que certa é a saída do artilheiro colombiano Marco Perez e do volante Rinaudo, destaque do time.

Dramático foi o duelo entre o All Boys e o Central. Na primeira partida, empataram, em Floresta, Buenos Aires, por 1×1. Na segunda, Los Blancos venceram por 3×0, no Gigante de Arroyito, em Rosário.

Desatou-se, então, uma crise sem precedentes na história auriazul. Um torcedor suicidou, outros fizeram passeata e sairam no braço com a polícia.

O presidente Horácio Usandizaga, caudilho político, que remodelou o estádio e prometeu o título nacional, renunciou e sumiu do mapa, ameaçado de morte pelos termocéfalos.

Futebol virou coisa de dementes. Pra muitos torcedores ele já não mais um esporte. São tapados que nunca estão preparados pra rebaixamentos e perdas de títulos que têm como conquistados com antecedência.

De tudo o que li, o mais interessante foi esta reflexão de um torcedor do Boca Juniors na área de comentários do La Nacion: 

  • Todo esto me puso a pensar en por qué nos resulta tan dramático irse a la B, y creo que es en primer lugar porque el el futbol nos enferma, no lo podemos ver como solo un deporte y reflejamos en él todas las frustraciones que tenemos viviendo en este país, y en segundo lugar por la mala organización de nuestro futbol, ya que un equipo que se va a la B tiene más solo una categoría por perder, pierde millones por la tv, miles de socios, baja la calidad en sus instalaciones por falta de mantenimiento, la calidad de sus jugadores por no poder pagar sus contratos, en fin terminan haciendo de un club grande (por su gente e historia e infrastructura) un club más como le pasó a los equipos de Córdoba (pienso en Talleres de Córdoba que ni en el Nacional está). A mi me gusta que suban nuevos equipos a primera porque intento pensar en el futbol como algo más democrático, pero deberíamos luchar para que la riqueza que se genera en el futbol de primera también le llegue a los equipos del Ascenso.

Ele está certo. Pra começar a desatar o nó da estupidez, é preciso reduzir a tremenda desigualdade que está transformando clubes grandes em pequenos.

Se algum dia isto for possível, uma passagem pela B será menos dramática. O futebol brasileiro, infelizmente, está na contramão desta proposta.

E a estupidez permanece latente. A começar por aqui mesmo, nestas Páginas Heróicas Digitais, em que a desclassificação nas quartas de final de Uma Libertadores se transformou num dramalhão digno de novela mexicana.

Troperistas, ciclotímicos e termocéfalos consideram a Série B como território privativo de outros clubes. O que é sintoma de oligofrenia. E prenúncio de desatino.

Menos, galera. Futebol, por mais que tenha se transformado em negócio, continua sendo, na essência, um esporte. E, como tal, sujeito a surpresas, a vitórias impossíveis e derrotas inesperadas.

Rodrigo Gomes: “O lance do 2º gol foi bizarro”

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Pitacos dos blogueiros  sobre o Cruzeiro 1×2 São Paulo, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em 06set09:

  1. Simone de Castro disse: Isso é que dá não termos atacantes. Os desmiolados não enxergam que o técnico está montando o time em pleno campeonato. E, pior, nem pôde contar com seus principais jogadores. Se o Kleber falasse menos, e quisesse ajudar o time… Mas está contundido… E o WP fez falta no ataque, por incrível que pareça! Guerrón e Thiago Ribeiro, Deus me livre deles! Peças nulas. Tenho dó do Adilson, que tem de se virar e ainda enfrentar críticas sem fundamento.
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Três presentes prum cinquentão

sábado, 16 de maio de 2009

Dia 14, Jorge Fernando Schulman, o cruzeirense-riverplatense mais famoso de Beagá, fez 50 anos.

Pra ele, aí vão duas histórias e uma lição de um ídolo de suas duas paixões:

  • “Não faz muito tempo, tomando um café com Beto Alonso, falávamos do vício do futebol e sobre a síndrome de abstinência que sofremos quando paramos de jogar. No final da conversa, ele confessou: ‘Se alguém (Deus ou o Diabo) me tivesse assegurado que eu poderia jogar na plenitude até os 50 anos, mas no dia seguinte cairia morto… Se me desse certeza disto, eu teria feito este pacto sem pensar um minuto sequer’.” (Roberto Perfumo, em Jugar al Fútbol)

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Kleber abre o coração

terça-feira, 28 de abril de 2009

Kleber abriu o coração em entrevista concedida do jornalista Cosme Rimoli.

Confessou estar contaminado, futebolisticamente falando, pelo vírus porcino.

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Estudiantes 4×0 Cruzeiro: perdeu o rumo

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O Cruzeiro precisa empatar para passar à fase seguinte da Libertadores. O Estudiantes precisa vencer, pois tem apenas 1 ponto de vantagem sobre o Quito, que receberá o desclassificado Universitário no Equador.

O time argentino vai mal no campeonato local, ocupando o penúltimo lugar, mas jogando pelo torneio continental nunca perdeu no moderno estádio da capital provincial de Buenos Aires.

Sorín, Wagner e Kleber são os desfalques do time celeste. Verón é a preocupação dos pinchas. Joga, embora não esteja em sua melhor forma física. Domingo, no clássico citadino, deixou o campo aos 30 do 2º tempo com dores musculares.

Não há favorito. Se leva pequena vantagem técnica, o Cruzeiro enfrentará uma torcida furiosa e um time aguerrido. Por estas e outras, uma vitória em La Plata será um feito histórico para o Mais Querido de Minas.

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Acordos

sábado, 4 de abril de 2009

Jorge Schulman

Quando se inicia qualquer processo fazemos “acordos”. De qualquer espécie ou natureza, do mais simples ao mais complexo. Desde as cartilhas famosas, até a palavra tomada, passando pelo silêncio ou delação.

Formulo esse preâmbulo, para tentarmos analisar os desmembramentos ocasionados pela entrevista concedida pelo nosso técnico Adilson Batista. Mais ainda, num contexto em que, talvez o reestabelecimento dos “acordos” sirva para vivermos, da melhor forma possível, a crise de características descomunais.

Afinal de contas, diante da somatória infinita de “crises” a que estamos bombardeados no cotidiano, aliado às pessoais, como é possível separar o joio do trigo e sermos equânimes?

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