Posts com a Tag ‘Joel Santana’

Joel Santana, o “burro” da vez

domingo, 19 de junho de 2011

Cuca pediu demissão e Joel Natalino Santana, 62 anos, carioca, ex-beque do Vasco e do América, ex-técnico de todos os clubes grandes do Rio e da Seleção da África do Sul, é o novo treinador do Cruzeiro.

Ele será apresentado nesta segunda-feira, às 14h30, na Toca da Raposa II, pelo Presidente Zezé Perrella. Às 15h30, começa a trabalhar com o elenco celeste.

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Nadando em dinheiro

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mauro França

A revista Placar publica na sua edição de setembro mais um ranking dos maiores salários do futebol brasileiro.

A matéria é assinada pelos jornalistas Bernardo Itri e Ricardo Perrone, também responsáveis pelo levantamento publicado em maio de 2009.

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Carmona: “Foi um jogo de encher os olhos”

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Botafogo 2×2 Cruzeiro, no Engenhão, Rio de Janeiro, pela 23ª rodad do Campeonato Brasileiro de 2010, em 18set10:

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Botafogo 2×2 Cruzeiro: Noite dos artilheiros Montillo e Montinho

sábado, 18 de setembro de 2010

Em 3º lugar com 40 pontos, se vencer, o Cruzeiro pode até chegar à liderança. Se perder, fica em 4º lugar.

Marquinhos Paraná e Wellington Paulista, contundidos, desfalcam o time celeste.

Em 4º lugar com 37 pontos, o Botafogo pode chegar à vice-liderança, se vencer. Perdendo, pode cair uma ou duas posições.

Jobson, Marcelo Cordeiro e Marcelo Matos, contundidos, desfalcam o alvinegro carioca.

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9ª do Brasileiro: Cruzeiro no G5, Cocota no Z5

segunda-feira, 19 de julho de 2010

9ª rodada do Morrinhão 2010, em 17/18jul10.

Hernanes, o volante que, se convocado, teria dado a Copa ao Brasil, segundo alguns mesa-redondistas, não jogou nada. Mas nada mesmo.

  1. Barradão, Vitória 3×2 São Paulo. Público: 11.915. Elkeson, 13, Jean, 38 do 1º;  Schwenck, 2, Ramon Menezes, 12, Fernandão, 16 do 2º. Castigo para os baianos idiotizados pela mídia do Eixo, que foram ao Barradão torcer para o São Paulo.
  2. São Januário, Vasco 3×1 Atlético. Público: 5.976. Jonathan, 19, Nunes, pênalti, 26, Bruno Mineiro, 47 do 1º; Leo Gago, 17 do 2º. O juiz errou marcando pênalti inexistente e expulsando Chico injustamente. O Vasco aproveitou a mãozinha pra tirar o pé da lama.
  3. Farazão, Prudente 2×0 Grêmio. Público: 4.153 . Paulo César (falta), 22 do 1º; Wanderley, 46 do 2º. Qualquer dia desses, o Grêmio ainda põe o Olímpico na cacunda quando sair de Porto Alegre.
  4. Ressacada: Avai 4×2 Palmeiras. Público: 8.329. Gabriel Silva, 11, Caio, 24, Robinho, 38 do 1º; Kleber (pênalti), 9, Caio (pênalti), 45, Roberto, 48 do 2º. Roberto, o melhor jogador do campeonato até agora, desequilibrou mais uma vez.
  5. Beira Rio: Inter 2×1 Ceará. Público: 6.483. Alecsandro; 16 do 1º; Kleber, 2, Michel, 17 do 2º. Saci passou a perna no Vozão. E não caiu. Colorado está chegando.
  6. Jacaré: Cruzeiro 1×0 Goiás. Público: 3.579. Gilberto, 11 do 1º tempo. Faltou bola ao Cruzeiro e competência ao Goiás.
  7. Pacaembu: Corintiãs 1×0 Atlético-MG. Público: 22.163. Bruno César, 35 do 2º. A rádia não deve ter achado a menor graça. Te cuida, Cuca! Não ouse ter sucesso pra nra não sofrer retaliação.
  8. Serra Dourada: Atlético-GO 0x1 Fla. Público: 18.544. Petkovic (pênalti), 36 do 1º. Com a saída dos cascas grossas, Pet tomou conta do pedaço.
  9. Vila Belmiro: Santos 0x1 Flu. Público: 9.193. Alan, 32 do 2º tempo. Neymar e Ganso, que iam dar o título mundial ao Brasil, não deram a vitória ao Santos contra o Flu. Quem explica?
  10. Engenhão: Bota 1×1 Guarani. Público: 7.250. Ricardo Xavier, 40, Danny Morais, 48 do 1º. Joel Santana dá sinais de nervosismo. Com razão. O Bota promete fortes emoções pra sua torcida.

Gols: 26. Público: 97.585.  Média: 9.759. G4: Corintiãs, 21, Flu, 19, Ceará, 18, Cruzeiro e Fla, 15. Z4: Grêmio e Vasco, 9, Atlético, 7, Atlético-GO, 4. Artilheiros: 6 – Roger / 5 – André, Roberto, Schwenck. / 4 – WP, Caio, Alecsandro, Bruno César, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Herrera, Love. / 3 – ACarlos, Jonas, Neymar, Ricardinho, Emerson, Andrezinho, Dagoberto, Ewerthon, Walter, Baier, Allan, Dagoberto, Washington, Wanderley, Emerson Santos.

De porta em porta

terça-feira, 8 de junho de 2010

Em sua desesperada busca por um treinador, o Cruzeiro já foi esnobado por Ney Franco, que preferiu continuar disputando a 2ª divisão com o Coritiba, e Joel Santana, que se mantém fiel ao Botafogo a quem deu o último campeonato carioca.

Emerson Ávila, revelação da casa, também, não está a fim de encarar o desafio de agradar à torcida mais exigente do país com um elenco meia-boca. Restam dois nomes: Cuca e Parreira. Ao menos, é o que informa Cuca.

Edu Mano, comentarista do PHD, já fez sua escolha:

De todos os nomes especulados, eu gostaria do Parreira. Campeão mundial, sabe fazer o time tocar bem a bola e arma um sistema defensivo eficiente. Contra, só o fato de nunca ter montado times empolgantes. Joga na base do resultado e já conquistou muita coisa assim.

Mas, acima de tudo, sou favorável à sua vinda porque aprendi que 50% do futebol se joga nos bastidores e e na busca de influência. Assim, a presença de um técnico de nome, que conhece gente à beça, atrai jogadores, investidores e muitas coisas boas.

Pelo pacote “bom treinador” + “vantagens de bastidores”, acho que o Parreira (que nunca foi o técnico dos meus sonhos) seria sim uma boa pedida. Mas isso é apenas uma opinião minha.

E você, caro leitor, quem contrataria?

Idéias novas estão no Cuca?

sábado, 5 de junho de 2010

Após a demissão de Adílson Baptista, o Cruzeiro agiu rapidamente convidando Joel Santana pra treinar o time celeste. A resposta foi um sonoro não.

O 2º da lista, Ney Franco, também esnobou o Mais Querido de Minas. Embora seja torcedor e tenha se revelado no Cruzeiro, vai honrar seu compromisso com o Coritiba.

O 3º nome, Cuca, topa o convite. Despedido pelo Flu em baril, deve estar cansado de usar pijama durante o dia. Ele é a aposta do Globo.Com.

Mas Zezé Perrella e Dimas Fonseca pedem mais um tempinho. Com certeza, vão conferir o desempenho de Emerson Ávila contra o Dragão.

Se o interino mandar bem e faturar os três pontos, certamente, ganhará sobrevida na excursão aos Estados Unidos.

E se o time fizer boa campanha na América, ele pode ser a solução boa e barata que serviria como uma luva para um clube quebrado.

Marra: “A camisa ficou bonita, mas o futebol…”

sábado, 29 de maio de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Botafogo, no Mineirão, pela 4ª rodada  Campeonato Brasileiro de 2010, em 26mai10:

  1. Adilson Batista, treinador do Cruzeiro: Ninguém quer iludir o torcedor. Em cima da cobrança, de confiança, do desgaste que tivemos durante a temporada, tivemos dificuldades. Fizemos um bom 1º tempo nos 30 minutos iniciais, depois caímos e o Botafogo cresceu. Aí entra falta de confiança, de tranquilidade, o que é normal dentro de um clube do porte do Cruzeiro, que é mais cobrado. Depois dos 30 minutos, eles tiveram um volume maior. E nós tivemos dificuldades pra encaixar contra-ataques. Tivemos três ou quatro chances com o Guerrón. Não foi uma noite feliz, mas fico contente com o resultado. Fiz algumas trocas em função daquilo que estava observando. Alguns jogadores não estavam conseguindo roubar a bola, acertar passe, passar. Aí você tem que abdicar de algumas coisas em função do objetivo, que eram os três pontos. A gente lamenta por não apresentar um bom futebol, mas acredito que seja em função das cobranças. (mais…)

Cruzeiro 1×0 Botafogo: Um lucro e tanto

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Mauro França

O Cruzeiro entra em campo para enfrentar o Botafogo com novidades, a começar pela (bonita) camisa amarela, que será utilizada pela primeira vez.

Livres de suspensão, Roger e Leonardo Silva voltam ao time. Fabrício e Diego Renan ficam de fora, ambos lesionados. Fernandinho assume a lateral esquerda e Fabinho foi o escolhido para compor o meio de campo.

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Vidigal: “Menos mal, não ter castigo no final”

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 0×0 África do Sul, em 17mar10, no Mineirão.

  1. Davids, armador da África do Sul: Estamos fazendo esse mês de treinamento no Brasil jogando contra bons times como o que jogamos aqui, pra ver o que precisamos melhorar e se o que estamos fazendo está  bom. Temos ido bem na defesa, agora temos que fazer os gols.
  2. Carlos Alberto Parreira, técnico da África do Sul: É evidente que quem nunca jogou num estádio desse, contra uma equipe com esse nível do Cruzeiro fica intimidado. Jogadores jovens sentem o peso dessa responsabilidade. Então a gente tem que melhorar essa confiança de ficar mais com a bola, errar menos passes. Mas isso só vem com a sequência de jogos e manutenção de uma equipe. Esse trabalho foi encorajador. Pra nós o resultado foi bom. O Cruzeiro está bem. Tem um time muito bom tecnicamente, dois atacantes de peso, de força, dois laterais que sobem com muita precisão. Roger está começando a se integrar, ele dá qualidade à equipe. Tem um goleiro excepcional, dos melhores do Brasil, que tem provado isso a cada partida. No final, poderíamos ter feito dois gols e o Fábio os evitou. O 0x0 foi justo. O Cruzeiro com a posse da bola e nós nos defendendo bem. Agradecemos o Cruzeiro por ter nos recebido. Não só ter jogado no Mineirão com a equipe principal, mas pelo acolhimento caloroso, afetuoso, desde o aeroporto, o almoço. Vamos treinar lá amanhã com os jogadores que não atuaram. Queremos agradecer imensamente ao presidente Perrella por essa acolhida. Nosso jogadores estão deslumbrados, porque foi realmente emocionante.
  3. Adílson Batista, treinador do Cruzeiro: Foi bom. Em amistoso, geralmente você evita jogadas mais ríspidas, tira o pé, o ritmo não é tão forte como em campeonato. Mas acho que foi proveitoso em função de sistema, o Cruzeiro tentou rodar a bola, trabalhar. Tivemos dificuldades, erramos alguns passes, não tivemos penetração. Tentamos mudar, tivemos mais volume, criamos oportunidades. Você olha o jogo do Barcelona e vê que todo mundo dá um, dois, no máximo três toques na bola. O Messi é quem carrega a bola, mas sendo objetivo, em cima do marcador, em direção ao gol. A gente quer dar, três, quatro, cinco toques, segurar, é cultural. Demora pra tirar alguns vícios. Nesse aspecto é importante a disciplina tática.
  4. Guilherme Mendes, diretor de Comunicação: Foi um orgulho pra nós receber a seleção anfitriã da Copa e ter o nome do Cruzeiro divulgado no exterior.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Fico satisfeito pelo reconhecimento. Estou fazendo um trabalho produtivo no Cruzeiro ao longo desses anos. Infelizmente, não chegou ainda ao treinador da seleção, mas espero que ele comece a me observar com carinho e me dê a oportunidade que tanto almejo ao longo desses anos. Parreira brincou que eu tinha tirado o bicho dele e falou que eu vivo um grande momento, me deu os parabéns. Isso me fortalece pra melhorar a cada dia nos treinamentos, com bastante respeito pelos companheiros e também pelos outros goleiros do Brasil e do exterior que buscam um lugar na seleção, o sonho de todo jogador. Já tive várias oportunidades de ser convocado com o Parreira. Se ele fosse o treinador, poderia acontecer. A concorrência é grande, mas me sinto preparado pra estar entre os três goleiros que vão à Copa pelo que venho demonstrando ao longo desses anos. No momento, penso em fazer o melhor pra ter oportunidade em 2010. Senão, vou continuar trabalhando e empenhando ainda mais pra estar sempre bem. É lógico que a Copa no Brasil será uma felicidade pra todos os brasileiros e todo mundo quer participar de uma forma ou de outra.
  6. Henrique, volante do Cruzeiro: É gratificante pro atleta, claro que a gente fica feliz. Não foi um treinador qualquer que fez um elogio desse. É campeão do mundo, trabalhou com grandes seleções, então fico feliz. É continuar nesse mesmo ritmo, nessa mesma pegada, pra crescer sempre, melhorando pra ajudar a equipe do Cruzeiro. Claro que a gente sempre sonha com coisas maiores, jogar pela seleção. A gente busca esse objetivo, mas sem deixar subir à cabeça. Tem que trabalhar, porque existem grandes jogadores. Preciso crescer gradativamente, trabalhar, conquistar espaço. Isso vem com o tempo. Tenho que continuar na mesma batalha e focado.
  7. Bernardo, meia do Cruzeiro: É uma boa experiência boa jogar contra uma seleção. Tiramos muita coisa. Enfrentamos uma seleção de muito toque de bola, muitos dribles e velocidade. Foi um bom aprendizado.
  8. Roger, meia do Cruzeiro: A África do Sul passa por um processo de reformulação. Vinha com o Parreira, trocou pelo Joel Santana, voltou o Parreira. Veio aqui e fez um jogo morno, pois é véspera de Copa do Mundo e todo mundo quer se poupar. Nós também, pois temos uma competição importante. Foi meio chato de se ver, mas faz parte.
  9. Kleber, atacante do Cruzeiro: Foi um jogo bom pros dois lados. Pudemos trabalhar tranquilamente e ninguém saiu machucado. Temos competições importantes e precisamos de todos inteiros pra avançarmos ainda mais. Foi uma oportunidade pra treinar, trabalhar, melhorar, tanto nós como eles. A gente sabe que faltaram os jogadores que atuam na Europa, então, essa seleção tem muito pra melhorar. Mas é uma boa seleção, trabalha bem. A qualidade técnica parece com a do futebol brasileiro.
  10. Leandro Mattos, em seu blog: No Mineirão, o Cruzeiro recebeu a África do Sul de Carlos Alberto Parreira, num amistoso internacional. Foi um jogo tecnicamente fraco, sem muita inspiração de ambos os lados. Os celestes foram superiores e só não venceram porque foram muito displicentes nas finalizações, numa noite segura do goleiro Khune. No final do jogo, Fábio também foi decisivo. Nos últimos cinco minutos, fez duas defesas importantes e impediu que a zebra invadisse o gramado do ‘Gigante da Pampulha’. Com México, Uruguai e França como companheiros de Grupo, Parreira terá muito trabalho para colocar os Bafana Bafana nas oitavas-de-final da Copa do Mundo 2010.
  11. Fabio Velame, no PHD: Não há muito que comentar. Foi um jogo morno. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela. As melhores chances foram da seleção africana e, não fosse o Fábio, a vitória seria dela. A única grande chance do Cruzeiro aconteceu no 1º tempo com Roger na grande área batendo em cima do goleiro. O resto foram chutes de fora da área, uma deles numa falta cobrada pro Bernardo, no travessão, e bolas levantadas para conclusões de cabeça fáceis pro goleiro. Apesar de ter sido amistoso, achei o time meio sem criatividade.
  12. Leo Vidigal, no PHD: Parece que os jogadores se arriscaram menos nas divididas, preferindo mais um belo passe, por isso erraram mais.  Foi um amistoso normal, talvez meio fora de hora, mas não deixa de ser interessante. Menos mal que o time não levou o castigo no final, graças ao Fábio. Pena aquela bola do Bernardo não ter entrado, ele realmente procurou o jogo e merecia um gol. 
  13. Vidotti, no PHD: Não tem como cobrar que cantem o hino se a organização não planeja a execução em conjunto com a torcida. Da arquibancada, não dá pra escutar o que a banda está tocando no gramado. Porque não utilizaram o serviço de auto-falantes para reproduzir o hino? Não entendi o motivo. Na final da Libertadores, o hino foi cantado por todo o estádio. Ontem, não foi questão de falta de educação e sim de falta de planejamento. Ontem, nada foi anunciado pelo sistema de som do Mineirão, ai fica dificil cobrar alguma coisa.
  14. Rosan Amaral, no PHD: Assisti ao jogo ao lado do Dr. Adriano, irmão do Sivercan. O nome do jogo foi Carlos Alberto Parreira. O 1º tempo foi horrível como espetáculo. Sobrou o desempenho tático dos bafana bafana com 2 linhas de 4 fechando da meta sul-africana e impossibilitando a penetração dos cruzeirenses. Parreira sabe posicionar uma defesa. No 2º tempo, Pele abriu sua equipe e jogou de igual para igual, chegando ao requinte do 4-3-3 em alguns momentos. O jogo ficou muito movimentado. O Cruzeiro perdeu mais gols que os leões, mas a última bola do jogo foi perdida pelo atacante africano cara a cara com o Fábio. Mais enclorpada, esta seleção poderá surpreender México ou Franca. Destaque também para o preparo físico dela. A movimentação no 90º foi a mesma do 1º minuto.
  15. Walterson Almeida, no PHD: Este amistoso fez muito bem à África do Sul. Reparem que nos últimos 20 minutos eles jogaram igualzinho ao Cruzeiro, tocando a bola e fazendo-a girar. Aí foi a vez dos celestes ficarem correndo atrás da bola. Pelo que li sobre o jogo, era exatamente isto que o Pé de Uva buscava para seu time. O futebol do Bernardo cresce a cada jogo, embora ele continue segurando muito a bola e tentando resolver sozinho. Passe a bola, rapá!