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Cuca: “Fomos mal no ataque e bem na defesa”

terça-feira, 20 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Goiás, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, em 18jul10, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010:

  1. Binho, no PHD: Seguramente, foi um dos piores jogos do time que vi nos últimos tempos. Seguramente, esse time foi um dos mais raçudos que já vi desde que sou cruzeirense. O time briga, bate, toma canelada, mas jamais desiste do principal, que é reconquistar a bola. A continuar, dificilmente perderemos uma partida. Desse jeito temos cara de quem brigará pelo título. É torcer pra que o entusiasmo não se perca no andamento da competição.
  2. Marco Soalheiro, no PHD: Atuação coletiva muito fraca tecnicamente. Valeu mesmo só pelos três pontos contra um adversário chato, que andou incomodando muita gente. Faltam 30 pontos para os 45. Antes de chegar lá não me arrisco a fazer previsões mais otimistas. Vamos ver como evolui o trabalho.
  3. Jorge Schulman, no PHD: De regreso de Sete Lagoas, aonde fui na van da Turma dos Cervezeiros, gente bacana demais que devo agradecer pela oportunidade da partilha. Feliz pela vitória, pelo golaço de Gilberto e pela jogada de placa que merecia ter finalizado em gol. Gostei da postura do grupo em conjunto, se doando em prol do resultado. O fizeram bem, o futebol hoje é resultado, e os clubes sobrevivem pelos resultados, pela posição na tabela, isto não é Seleção… Estamos em carreira e não acompanho o pessimismo da maioria dos comentários que li. Tudo está muito nivelado por baixo, inclusive os times que tem grandes sponsors por trás. Todos estão mostrando sua readaptação após Mundial, ninguém é essa coisa toda. Flashes e pitacos: 1) gostei do Estádio, e mais gostei de ver como se vão estabelecendo as novas configurações… onde fica cada grupo, cada bandeira… 2) O preço não se justifica, e a incompetência e malemolência dos dirigentes que decidiram fazer o Mundial em 2014 não deve ser repassada à conta dos torcedores… 3) A resposta que Çangre Açul espera é a mesma à que eu cheguei: com esse público, no próximo ano vamos competir com um time de  juniores, juvenis etc. 4) O Cruzeiro e seus torcedores deverão se juntar pela sobrevivência histórica. 5) Fábio é invendível até 2080.
  4. João Chiabi Duarte, no PHD: Cuca está usando um 5-3-2 disfarçado. Diego Renan faz o 3° zagueiro pela esquerda e Gilberto é o ala que tem liberdade e prioridade para subir. Quando o time é atacado vejam como o posicionamento do Gilberto é o de um ala? Por isto vocês vêem os adversários com tanta liberdade no meio-campo. Afinal o povoamento é feito só com 3 homens. Inegável que mesmo com os beques reservas eles nunca ficam no mano a mano, tem sempre alguém na ajuda. Até mesmo o posicionamento do Roger mostra que ele tem obrigações de marcação e vem se doando muito na marcação. Não resta dúvida que os caras tenham posse de bola, mas, entrar na nossa defesa, só se for via chuveirinho. PC Gusmão usou Wendell como Cuca usa DR em 2004.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: A bola quica muito. Fui tentar dominar a bola, que não foi forte, e foi para escanteio. O gramado prejudica bastante, especialmente para o pessoal da frente. A gente começou bem nesse retorno (depois da parada para a Copa do Mundo), concentrado e conquistamos duas importantes vitorias, que nos coloca entre os times que estão na briga pelo título.
  6. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Hoje não é um jogo referência para a gente. Com certeza, eu acho que temos que olhar, ver muitas coisas erradas. Eu acho que nós temos que ser claros mesmo. Conseguimos ganhar, uma ótima vitória, estou muito feliz por isso. Mas, com certeza, temos que melhorar muita coisas. Fico feliz pelo resultado, mas não pela atuação que nós tivemos hoje. Agora é trabalhar e descansar bastante. Na quinta-feira já tem um jogo difícil. Então, a gente tem que esperar, treinar, posicionar o time para que a gente não venha sofrer esse sufoco.
  7. Fabrício, volante do Cruzeiro: O campo é horroroso. Esse campo é muito difícil de a gente jogar bola, dar de primeira, dominar. A gente erra passe besta aqui. É complicado. Esses dias eu vi uma matéria na TV, a bola realmente fica viva aqui, o pessoal brinca, Jabulani e tal. Mas o campo está horroroso.  A gente pegar equipe de qualidade aqui é difícil, a gente vai sofrer. O importante é a gente somar pontos. Não jogamos bem, o time deles foi melhor, mas o resultado veio, todo mundo lutou  e isso é que importa.
  8. Henrique, volante do Cruzeiro: Estamos buscando render o nosso melhor em campo, com uma equipe aguerrida na marcação e com tranquilidade para sair com a bola nos pés e definir o jogo.
  9. Francisco Everton, volante do CruzeiroÉ sempre bom estrear com os três pontos. Graças a Deus vieram com suor, com batalha. O Cruzeiro sempre tem que batalhar para conseguir os pontos e, dentro de casa, tem que ser os três . Entrei e o jogo estava pegando fogo, mas consegui entrar bem e ajudar meus companheiros a conseguir alcançar a vitória.
  10. Roger, meia do Cruzeiro: Eu e Gilberto somos jogadores inteligentes, que sabem cumprir as funções que foram determinadas pelo treinador. Podemos nos movimentar bastante e isso foi demonstrado em dois jogos, tanto lá em Curitiba quanto aqui. Esse entrosamento vem acontecendo, tanto que no 2º tempo a gente fez uma grande jogada, o Gilberto entrou perto do gol, mas não conseguiu fazer. Isso é importante, pois mostra que a gente joga com qualidade e joga pra vencer. Tivemos alguns lances para matar, principalmente no primeiro tempo, num contra-ataque que o Thiago puxou. Poderíamos ter matado o jogo e controlado de uma maneira mais fácil. Todos os jogos são difíceis e o Goiás se portou muito bem. Ele soube se portar, procurou o jogo, mas lances perigosos eles não tiveram tantos e o resultado foi de quem definiu o jogo no primeiro tempo. Em relação ao campo, isso aqui é a nossa casa. A gente não pode criticar tanto. É importante que a gente comece a treinar aqui também. A gente tem que criar identidade aqui, com o nosso torcedor. É difícil ficar pingando de um lugar para o outro.
  11. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O campo é péssimo, na minha opinião. O gramado é irregular, acabei perdendo um gol porque a bola quicou, o Fábio deixou escapar um lance de escanteio. Esses lances mostram o quanto dificulta para a gente jogar em um campo desses, que é muito irregular, um campo duro. O importante é que mesmo com tudo isso a gente conseguiu vencer e estamos no G-4.
  12. Cuca, treinador do Cruzeiro: Nós não fomos bem do meio para frente no 2º tempo, mas fomos muito bem na defesa, na marcação. Hoje, temos que ressaltar a vitória. Já cansei de jogar bem pra caramba, com trinta chances de gols e 1×1, 1×0 para o adversário. Hoje nós jogamos mais ou menos e ganhamos. Está maravilhoso e tomara Deus que seja sempre assim. Não tomamos gols há dois jogos, o setor defensivo foi muito bem, não teve grandes sustos, apesar de o Goiás ter tido maior posse de bola. Goiás é sempre jogo duro, tinhoso e estou muito contente pela vitória. Estamos praticamente no G4 juntos com o Flamengo. A gente tem que se adaptar ao gramado. De repente, vou puxar um treino para cá. Pra nós é novidade também. O campo é todo irregular, é gramadinho, mas é irregular. Dificulta principalmente pra equipe que tem que tomar a iniciativa do jogo. 
  13. Leão, treinador do Goiás: Falar de arbitragem pra quê? Meu time foi melhor, superior, encurralou o time da casa e não é um adversário qualquer, mas o Cruzeiro. Eu não posso admitir um empate, muito menos uma derrota. Nós fizemos dois gols. O que não pode acontecer é todo dia o Goiás ser prejudicado. Já foi assim no meio da semana, que tivemos um pênalti escandaloso não marcado, o jogo teria sido 1×0 contra o Vasco. São seis pontos a menos.
  14. Leandro Mattos, em seu blog: Jogando oficialmente pela primeira vez em sua nova casa no Campeonato Brasileiro – a Arena do Jacaré -,  o Cruzeiro bateu o Goiás por 1×0 e contou com grande atuação do goleiro Fábio para sair de campo com o quatro triunfo no Brasileirão 2010. O resultado, diante de um Goiás que foi preciso na marcação e deu trabalho nos contragolpes, colocou a Raposa no G4 do Brasileirão, ao lado do Flamengo. As duas equipes somam rigorosamente a mesma campanha e os mesmos critérios de desempate. Para efeito de classificação, segundo o regulamento do torneio (artigo 13), o Rubro-Negro carioca está na frente, por ter um número menor de cartões vermelhos: uma expulsão, contra duas estreladas. Se o Goiás foi valente e também poderia ter saído de campo com a vitória (o time teve dois gols anulados: um acertadamente e outro num lance discutível), o Cruzeiro desperdiçou chances importantes de matar o jogo, principalmente no segundo tempo, num lance que Gilberto driblou meio time esmeraldino e quase entrou com bola e tudo no gol de Rodrigo Calaça. Por falar em Gilberto, ele e Roger têm demonstrado, na prática, o que muita gente queria ver, menos Adílson Batista. Os dois podem sim atuar juntos no meio-campo. A formação com dois volantes e dois meias no setor deixa o time mais equilibrado e os atacantes mais municiados.
  15. Diego Stefani, blogueiro do Goiás no Globo.Com: Já cansei de ver o Goiás sofrendo com esse tipo de coisa, mas ontem contra o Cruzeiro foi o cúmulo. Vocês lendo isso devem estar pensando que eu irei culpar a arbitragem ou coisa do tipo, mas não, o próprio Goiás desta vez foi culpado de sua própria derrota. O motivo? Não saber aproveitar as oportunidades de gol. Gostei muito das atuações da zaga do Goiás nas duas últimas partidas, pois mostrou consistência e forte poder de marcação. Quanto ao o gol de ontem? Ah o gol, podemos dizer que foi um lance de oportunismo do bom jogador Gilberto, que soube finalizar. Não sei quem marcava o meia, mas este gol poderia ter sido evitado. Mas mesmo assim, Jonílson, Amaral, Tolói e Ernando de fato tem dado muita segurança a aquele setor. Falta o meia. Sinceramente jogar com Otacílio não foi tão bom como ter um Hugo ou Bernardo, mas ele até que atuou bem na posição. O que doeu foi ver Romerito o substituir e atuar como o único meia da equipe, acredito que sozinho ele não consegue atuar nesta posição. Foi também interessante ver Rafael Moura armando o jogo. Quanto ao ataque, nota-se facilmente a falta de jogadores que sabem finalizar. E pra mim este foi o problema do Goiás, o motivo do qual o fez perder o jogo. Rafael Moura não veio atuando muito bem nas últimas partidas, mas por ser o único jogador a atuar na posição de artilheiro da equipe no jogo, o único com essas características, se destacou e marcou dois gols: um claramente ilegal por impedimento e outro que na minha visão foi legal. Enfim, Everton Santos. Falei dele já algumas vezes no Programa 100% Verdão, de segunda a sexta-feira as 20h na Rádio Esmeraldina, e em todas elas questionei o seu poder de finalização. Na partida passada foram dois lances claros de gol em que errou, no último foi a principal chance do jogo. Everton, ta na hora de praticar mais finalizações, né? No geral gostei da postura do time, que a cada partida vem mostrando evolução. Interessante é ver Harlei no banco de reservas, confesso que ainda não me acostumei, mas Calaça tem dado segurança na posição.

Set Llacs, Catalunya

terça-feira, 13 de julho de 2010

Fábio está com a bola. Vai dar um chutão? Nem pensar. Revertendo expectativas, ele rola a gorduchinha pro Leonardo Silva.

O Capitão rola o esférico pro Diego Renan, à sua esquerda. O novato descobre Gilberto livre e passa.

Com um taquito, Giba volta a bola pra Fabrício, que arregala os olhos, dá dois passos e estica pra Thiago Ribeiro.

À frente do magrelo, dois beques. Encarar pra quê? Melhor conectar o Roger.

O Galero-lero faz uma firula e passa a Henrique, que percebe Jonathan fazendo o facão e o serve com açúcar.

A torcida pressente um ataque feroz. Mas, qual o quê? 

Touro Sentado topa com um engarrafamento na intermediária e recua pra Gil recomeçar a jogada. 

E se é pra começar tudo de novo, o becão devolve a bola a Fábio. E reinicia-se o telecoteco.

Depois de duas voltas completas pelo gramado, finalmente, a jabulani se acerca de WP, que a pega de prima, sem dó nem piedade.

A bola voa, voa, voa e acerta a orelha do Arísio, que está se preparando pra mergulhar na piscina de sua mansão na colina atrás da Arena do Jacaré.

Na tribuna, Sobrinho cutuca o França:

– O time tá batendo um bolão, só falta um centroavante…

Com um meneio, França dá seu “de acordo”:

– O Villa seria o cara! Tudo o que a gente precisa é fazer um gol, o resto tá sob controle.

Na fila de trás, Carlos Alberto Parreira atravessa a prosa:

– Calma, garotos, o gol é só um detalhe.

Na cabine, PCV arremata:

– Sapeca-iaiá já era. Importante é telecotear… É disso que o povo gosta.

A personagem da Copa

sábado, 10 de julho de 2010

Quem é a personagem da Copa 2010?

  1. Jabulani – Traiçoeira, a gorduchinha desfez reputações dos guapos goleirões da galeria da Mariana e da Simone.
  2. Vuvuzela – Instrumento de tortura elevado pelos pecês à condição de símbolo étnico a ser respeitado. Vade retro!
  3. Maradona – Fez caras e bocas, falou, beijou um jogador, beijou outro, sté, finalmente beijar a lona. Só não armou seu time.
  4. Polvo Paul – Enfim, um molusco inteligente.
  5. Larissa Riquelme – Depois do uísque falso, da guarânia, da harpa e da Perla, finalmente, o Paraguai oferece ao mundo algo a ser consumido sem moderação nem riscos.
  6. Mick Jagger – O torcedor mais cool da Copa. Dizem que, a qualquer hora, Kaiu tuíta o nome dele como nvo reforço da Cocota.
  7. Mesa-redondista brazuca – 7.900 cérebros brasileiros reunidos, diariamente, durente um mês, em frente às câmeras, gastaram 28 mil horas de debates pra descobrir o culpado: o treinador.
  8. Loco Bielsa – Passou o tempo todo de cócoras. Quando tentou se aprumar, levou um pé brasileiro na buzanfa e saiu da Copa.
  9. Catimba holandesa – Introduzida nos Países Baixos pela princesa Máxima, uma argentina introduzida no país por um membro da família real Orange.
  10. Sonífero espanhol – Depois do carrossel, do futebol total, do futebol moleque, apareceu o futebol sonífero inventado pelos catalães e exportado pelos castelães.

Antes de confiar meu voto, vou fazer boca de urna pra Larissa Riquelme.

Dois fracassos, só um vexame

domingo, 4 de julho de 2010

Quase toda a imprensa esportiva brasileira se derrete por Maradona. Revolucionário pra uns, ousado pra outros, ultramoderno pra quem analisa futebol com o intestino, ele deixou, como legado, três páginas humilhantes na história de sua seleção: 6×1 pra Bolívia, 3×0 pro Brasil (quando tentou ganhar na marra usando o Gigante de Arroyito) e 4×0 pra Alemanha.

Contra os alemães, que vinham assombrando nesta Copa, ele escalou o ponteiro esquerdo Di Maria e meia atacante Rodriguez como volantes. Restou ao brucutuzinho Mascherano, sozinho na contenção, capinar canelas germânicas e esburacar o gramado do Green Point com carrinhos desgovernados.

Enquanto isso, no ataque maradônico, Tévez corria feito vaca louca, Higuaín padecia de cruel isolamento e o melhor do mundo, Lionel Messi, carregava a bola do nada pra lugar algum.

E o couro comendo a cada contra-ataque do time treinado pelo nada famoso Joachim Löw.

A Argentina teve 54% de posse de bola. Pra quê? Se não tem o que fazer com a Jabulani pouca diferença faz ter sua posse. De que adianta ter tantos talentos, todos em boa fase em seus clubes, inteiros fisicamente, se o sistema de jogo atrapalha?

Dunga também caiu. Ironicamente, mais pelos acertos do que pelos erros de seu ortodoxo 4-3-1-2. Ou não foi justamente a defesa, tida e havida como a melhor do mundo, quem entregou o jogo contra a Holanda?

Os críticos dizem que o treinador brasileiro não levou boas opções para o banco. Quando saiu a convocação, eu mesmo cornetei os nomes de Ganso, Neymar e Fabrício.

Mas será que eles teriam feito melhor? Ganso, que já havia fracassado na Sub20, viu-se depois, estava baleado. Tão logo, encerraram-se as inscrições pra Copa, ele foi submetido a uma cirurgia no joelho.

Neymar, que tanto espetáculo deu contra Naviraiense e quejandos, sumiu na decisão paulista contra o Santo André. Anda até sendo substituído no decorrer dos jogos do Morrinhão. Teria sido opção melhor do que Nilmar?

O Imperador Adriano, bem, esse merece sossego, não uma discussão a sério.

Resta o pranteado Ronaldinho Gaúcho. Mas o que ele fez desde 2006 quando foi um dos piores da Copa? Demitido do Barça por incompetência, arranjou uma boquinha no combalido Milan onde também nada fez.

Por que diabos, após 4 anos e vários vexames vestindo a amarelinha, a blaugrana e a rossonera, R10 teria sido o salvador da pátria na Sudáfrica? Só mesmo os mesa-redondistas e seus teleguiados pra defenderem esta causa.

Os cronistas profissionais falam pelos cotovelos, pois são obrigados a encher linguiça em seus intermináveis bate-papos televisivos.

Já os teleguiados, só mesmo por preguiça mental, continuam entoando a ladainha de que o precocemente aposentado R10 teria sido boa opção no banco.

No fim das contas, fracassaram tanto o amado Maradona quanto o odiado Dunga. Um com o peso de goleadas desmoralizantes, outro castigado por um erro do melhor goleiro do mundo.

Dá na mesma? Vamos aguardar os próximos capítulos pra saber quem vai adotar o revolucionário sistema de cinco atacantes de Don Diego. E que treinador bancará o glorioso retorno de R10 à Seleção Brasileira.

Uruguai 1(4)x1(2) Gana: Eterna Celeste Olímpica

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Às 15h30 (Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, Uruguai e Gana decidem quem vai às semifinais com arbitragem do português Olegário Benquerença.

Milovan Rajevac escalará Gana no 4-1-4-1 com o artilheiro Asamoah Gyan exercendo a centroavância e Annan a volância.

Oscar Tabárez escala o time charrua no 4-3-1-2 e sua chave da vitória está no trio avançado, Cavani, Suarez e Forlán. (mais…)

Calabocarrigo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Arrigo Sacchi, ex-treinador do Milan e da Azzurra, está encantado com Maradona. “É um revolucionário com este sistema 4-1-5!“, derrete-se o italiano.

Tolice. Há 45 anos, Aírton Moreira já havia escalado um time assim. Wilson Pìazza pretegia a zaga enquanto Natal, Dirceu Lopes, Evaldo, Tostão e Hilton Oliveira se dedicava a atacar.

Em caso de dúvida, perguntem ao goleiro Raul Plassmann, que não se cansa de comentar a ousadia do irmão do Zezé e do Biscoito.

E tem mais: ao invés de um enxadista como Mascherano, a Academia Celeste tinha em Piazza um centromédio que tratava com respeito a charmosa G18, bisavó da Jabulani.

Brasil 3×0 Chile: Botes certeiros

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ás 15h30 (Brasília), no Estádio Ellis Park, em Jonesburgo, Brasil e Chile disputam uma vaga nas quartas de final da Copa 2010.

O Chile não vence o Brasil desde agosto de 2000. Na Era Dunga, foram 5 partidas, todas com vitória brasileira.

Apesar disto, considerando-se as três exibições de cada time nesta Copa, não há favorito neste jogo de oitavas de final.

O Brasil jogará com Julio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Felipe Melo Josué), Gilberto Silva e Elano (Daniel Alves); Kaká; Robinho e Luís Fabiano. 

Marcelo Bielsa escalará o Chile com Bravo; Isla, Contreras, Jara e Vidal; Millar, Carmona, Matias Fernández e Valdivia; Sánchez e Beausejour. 

Howard Webb, da Inglaterra,será o juiz.  E ele anda nervoso nesta Copa. Tá amarelando geral, por isto, quem quiser chegar completo ao final da partida deve tomar cuidado. (mais…)

Holanda 2×1 Eslováquia: Sem pressa nem sustos

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Às 11h (Brasília), no Estádio Moses Mabhida, em Durban, Holanda e Eslováquia duelam em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa 2010.

O espanhol Alberto Undiano apitará a partida cujo vencedor enfrentará Brasil ou Chile na sequência do torneio.

Com 100% de aproveitamento na fase de grupos, a Holanda manterá o ofensivo 4-3-3. Robben, seu maior nome, continua de fora. Snejder, um dos destaques da Copa, joga.

A Eslováquia, de Vladimir Weiss, manterá a formação que derrotou a Itália na última partida da fase de grupos, resultado histórico pra jovem república eslava.

Hamsyk, meia atacante do Napoli, é a referência técnica da equipe. Se jogar o que sabe, os holandeses terão problema sna defesa.

Esta é a única partida das oitavas de final com possibilidade de zebra. A Holanda é clara favorita, algo que não existe nas demais partidas.

*****

Eis a Resenha do Mauro França:

A Holanda não teve muito trabalho para espantar a zebra eslovaca. A versão atual da Laranja não prima pelo brilhantismo. É, sobretudo, um time pragmático, eficiente, que privilegia a posse de bola e alia o jogo coletivo ao brilho de craques como Snejder e Robben, que hoje começou jogando pela primeira vez nesta Copa.

No primeiro tempo a Holanda não deu nenhuma chance à Eslováquia. Ditou o ritmo da partida com muita movimentação, toque de bola de qualidade, marcação forte e muita paciência para buscar os espaços para penetrar na fechada defesa eslovaca.

Com pleno domínio das ações, os holandeses marcaram logo aos 17 minutos.  Snejder, da sua intermediária, fez belo lançamento na direita para Robben, que cortou para o meio e bateu rasteiro no canto esquerdo de Mucha.

Nem o gol fez a Eslováquia se abrir e procurar o ataque, o que facilitou o trabalho da Holanda que, mesmo sem forçar muito, manteve o controle até o final da primeira etapa.
O segundo tempo começou com Robben criando duas boas chances para ampliar nos primeiros seis minutos, que Mucha salvou com ótimas defesas.

Por volta dos 20 minutos, a Eslováquia finalmente saiu para o jogo e criou duas oportunidades para empatar. Na primeira, Stoch chutou de fora da área para defesa de Stekelenburg, que até então não trabalhara. Na segunda, depois de falha da zaga, Vittek saiu na cara do gol e chutou para grande defesa do goleiro holandês. Ficou nisso.

A Holanda se refez do susto e retomou o controle das ações até definir a classificação aos 39 minutos, com Snejder aproveitando boa jogada de Kuyt. A Eslováquia descontou aos 47, depois que o juiz marcou um pênalti inexistente de Stekelenburg em Vittek, que fez a cobrança. Já era tarde para qualquer reação. (mais…)

Brasil 0x0 Portugal: Um tempo esportivo, outro administrativo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Às 11h, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, Brasil e Portugal disputam a liderança do Grupo G da Copa 2010.

Dunga, que escalará o time no 4-3-1-2, não contará com Elano, contundido, e Kaká, suspenso. Daniel Alves e Júlio Baptista substituirão os titulares.

Carlos Queiroz, que manterá o 4-3-3, só não poderá contar com o meia-atacante Deco, contundido.

Se vencer, o Brasil escapará de seleções como Argentina, Alemanha, México e Inglaterra nas quartas e nas semifianias. Mas poderá jogar contra a Espanha nas oitavas.

A Copa é assim. Pra ter vida mansa só fazendo como França e Itália que mandaram parar o torneio, desceram e voltaram pra casa mais cedo.

No apito estará o mexicano Benito Archundia, velho conhecido de quem frequenta a Copa Libertadores. (mais…)

Japão 3×1 Dinamarca: Jabulani tratada com carinho

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Às 15h30, no Estádio Real Bofokeng, em Rustemburgo, Dinamarca e Japão se enfrentarão pela 3ª rodada do Grupo E da Copa 2010.

Com um time 8cm menor (de altura, prestem atenção!) que a média dos dinamarqueses, o Japão vai ter de se virar pra não tomar gol de bola alta.

Pensando nsito, e sabendo que o empate lhe dá a classificação o treinador Okada, vai escalar seu time no 4-2-3-1.

E torcerá pra que o armador Honda meta algum gol de falta ou sirva o centroavante Okubo, o  encarregado de amolar os beques trapalhões da Dinamarca.

Morten Olsen escalará o time danês no 4-4-2, rezará pra seus defensores não entregarem o ouro e pra Rommedhal desequilibrar o jogo como já no duelo contra Camarões.

Jerome Damon, da África do Sul, será o Juiz. (mais…)