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Pizza & Cia.

domingo, 19 de dezembro de 2010

O 8º Encontro do PHD, no Dona Margherita, começou às 13h e terminou às 23h45 quando os últimos moicanos, JS e Malafaia, foram resgatados, completamente bêbados, pela patroa do Síndico. As histórias serão contadas pela Simone e pela Mariana em post a ser escrito a quatro mãos.

Por ora, vamos registrar as presenças de Simone, Mariana, Adriana, João Victor, Naldo e filho (direto de Brasília), Walter Seixas, Frede, Sobrinho, Charles/Chaves, Rossi, França, Malafaia, Arísio (direto de Sete Lagoas), Çangre Açul (direto de Uberlândia), Vinícius (direto de Formiga), Tate (direto da Primaz do Brasil), Alex Martins, Marcos Alexandre, Evandro, Xina, Sobrinho, Dudu, Othon, Silvercan e esposa (direto de Santa Quitéria), Clemenceau Chiabi Jr. e filho, Rogério, esposa e filha, Matheus Penido (direto de Itauna), Matheus Reis, Walfrido (Direto de Essen), Leo Vidigal, Thiago Braga, Geniba. Pelo telefone, Serelo, Olivieri e Pedro . E quem mais? Ajudem a completar, por favor.

Pedra preta, torcida azul

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Marcos Pinheiro

Em 16set10, o Instituto Voxpeso ouviu 395 pessoas, a partir de 16 anos, em Itaúna para conhecer as preferências dos torcedores da cidade.

A margem de erro é de 5%. Os resultados foram publicados pelo Jornal Brexó, em 23out10:

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Destravar o ataque, o próximo passo

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Matheus Penido

Diante do mau momento recente do time e da força do Corinthians, Cuca deu uma banana pros adeptos do futebol ofensivo e escalou seu time numa retranca que como não se via no Cruzeiro desde os tempos de Marco Aurélio.

O time celeste se desenhou em campo com três zagueiros, dois volantes marcando os armadores paulistas, dois laterais que raramente faziam papel de alas e, pra completar, um atacante fazendo função de lateral esquerdo.

Libedrade mesmo quem tinha era só o armador Montillo, que criou os melhores lances do time, e o centroavante Robert, que tentava atrapalhar a saida de bola dos dois zagueiros alvinegros.

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Montillo e Fábio não comprometeram

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 0x1 Vitória, em Ipatinga, pela 15ª rodada do Campeoanto Brasileiro, em 22ago10.

Matheus Penido, para o PHD

  • Cuca – Começou o jogo num esquema parecido com o da moda na Europa, com os 2 volantes presos, Jones do lado direito, Montillo pelo meio, Ribeiro na esquerda e Paulista no comando de ataque. Não deu certo, pois o time ficou encaixotado, não conseguiu jogar pelas pontas e só levava perigo quando Montillo conseguia se desvencilhar da forte marcação baiana. No intervalo voltou ao simples jogando com 2 meias clássicos e a coisa ao invés de melhorar piorou, pois além de não produzir no ataque o time passou a dar generosos espaços na defesa. Desesperado e perdendo o jogo ele adotou o 3-5-2 com Ribeiro de ala direita (olha a invenção ai, gente) mas o cara foi expulso e o tim se estrepou de vez. Te cuida, Cuca!  Pau que dá em Baptista dá em Stival também!
  • Torcida – A torcida ocupou os 11 mil lugares disponíveis e empurrou o time. Fez a obrigação dela e não foi recompensada. (Síndico)

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Pô, ajuda aí, Seven Lakes!

domingo, 25 de julho de 2010

Duque 1×0 Vila arrastou 509  pagantes ao Engenhão, público espetacular se comparado aos 343 que pagaram pra ver América 1×0 Icasa na Arena do Jacaré. Se o público se’lagoano não tirar o pijama, os times de Beagá vão acabar optando pela Arena do Cachorrão, em Itaúna.

Um tiro no pé

terça-feira, 1 de junho de 2010

Matheus Penido

Há alguns dias, pedi ao Jorge Santana pra escrever um “projeto de post” sobre o elenco celeste.

Minha intenção era debater com os amigos do blog a questão das cobranças que a torcida faz ao treinador Adilson Baptista analisando o material que ele tem em mãos.

Depois da partida contrao Botafogo, porém, resolvi mudar um pouco o tema do post e voltá-lo mais pra relação da torcida com o time e menos  pras qualidades e deficiências do elenco, já que esse é o novo “tema da moda”.

Não estive no Mineirão. Por não morar em Belo Horizonte, compareço muito menos que é recomendável prum torcedor fiel (se é que isso existe) ao Gigante da Pampulha.

Mas vi o jogo todo pela TV e percebi que a maioria esmagadora da torcida celeste foi ao estádio pra fuzilar o time com sua ira, de modo que só um chocolate em cima do Botafogo ia acalmar a turma, o que previsivelmente não aconteceu.

Os motivos da ralhação geral são variados, indo desde a implicância eterna com o treinador e alguns jogadores até a revolta pela falta de contratações da diretoria.

Não chego a tirar a razaão deles, afinal a decepção com a eliminação frente ao São Paulo foi grande e a maioria da turma, inocente como ela só, acreditou no papo de microfones provincianos e federais de que o Cruzeiro era mesmo favorito contra um time que lhe é superior em estrutura, grana, poder de atração e, por consequencia, com um elenco muito mais completo e variado.

Somado isso  com a postura que muitos classsificam de inerte da diretoria e a lendária infidelidade do torcedor tupiniquim, tivemos o show de horrores das arquibancadas na quarta.

Afinal, a maioria dos torcedores é absolutamente incapaz de diferenciar a posição de origem de um jogador de uma função que ele pode exercer em campo.

Dessa forma, quando qualquer coisa sai do que ele encara como “normal” apela pros “criativos” gritos de burro.

E como o treinador também se lixa pros gritos da arquibancada na hora de substituir, eles se se tornam mais constantes. O caso clássico foi a substituição de Roger por Ken na quarta.

Adílson Baptista, provavelmente, pensou que com Pedro Ken em campo teria alguém pra aacompanhar o perigoso ala-esquerdo do Botafogo Somália e assim liberaria Jonathan pra puxar contra-ataques como aliás ele já fez em outras partidas, e escolheu Roger pra sair porque esse já não tinha mais fôlego pra jogar em velocidade, o que o time precisava àquela altura.

Se dá certo ou não é outra história e depende da qualidade e capacidade de compreensão tática dos jogadores, mas pro torcedor é tudo simplismente fruto da covardia do treinador que troca um armador por um volante, com medo.

Motivos a parte, o fato é que o Botafogo jogou “em casa” e o Cruzeiro, que também jogou mal, só levou os 3 pontos pelos desfalques do adversário e pela grande fase de seu goleiro.

Claramente, o time titular do Cruzeiro está mal, devido basicamente a má fase de alguns jogadores e a falta de substitutos minimamente qualificados.

A zaga que já  não era uma “Brastemp” ano passado não foi reforçada e pra piorar o único zagueiro relamente confiável do elenco tem alternado boas e más partidas.

Nas laterais, Jonathan não brilha mais como em 2009, embora continue sendo um dos melhores da posição no Brasil, e Renan continua fraco na marcação e ficou mais previsível no ataque.

Na frente, Kleber também ainda não repetiu o primeiro semestre de 2009 e tem sido o antes odiado Ribeiro quem anda resolvendo as paradas.

E, finalmente, na linha de volantes, coração desse time desde sua formação, é que as contestações andam mais fortes. Menos pelo mau futebol e mais pelo eterno ódio que alguns nutrem pelos pupilos do treinador: Herique e, acima de tudo, e Maqruinhos Paraná.

E a armação também anda comprometida por depender de dois jogadores de muita categoria, mas pouquíssimo vigor físico.

É por essas e outras que em quase todas as partidas o time tem dependido dos milgares do iluminado goleiro Fábio.

Temos, portanto, um time bom, mas com vários jogadores vitais em viés de baixa, além um banco que parece não ter vindo ao mundo pra facilitar a vida do treinador.

E o x da questão do post é justamente sobre a relação da torcida com esse time que hoje representa o clube.

O que aconteceu na quarta, independentemente dos motivos, foi uma demosntração de burrice em seu estado mais puro da torcida celeste, que pra piorar, ainda foi vista em TV aberta por todo Brasil nas transmissões da Globo e da Band.

Burrice, sim, pois atitudes como essa, além de não transformarem jogadores toscos em craques (normalmente até atrapalha) dão força pros adversários.

Uma senha perigosa que já levou vários clubes do porte do Cruzeiro a Segunda Divisão nacional, a qual mtos “sábios” acreditam que o o time celeste é imune.

Torcedor que realmente gosta do clube devia ir ao Mineirão pra apoiar o time que anda em dificuldades, sem exigir espetáculos em troca, pois isso o time atualmente não pode dar.

Viórias simples como contra o Botafogo serão valiosas não só na tábua de classificação como também na recuperação de um time que dá sinais de decadencia.

Àqueles que atrelam seu apoio aos famigerados “reforços de peso”, algo que sabemos não acontecerá, recomendo o sofá de cara ou até mesmo um passeio no parque ou algo que o valha. É hora do torcedor ser, acima de tudo, inteligente.
 
P.S.: Antes que alguém me acuse de estar a serviço da direção do clube ou de ter uma visão “quase oficialista”, esclareço: não conheço ninguém da diretoria e também tenho duras críticas a ela, pricipalmente pela falta de transparência e também de alternativas de arrecadação. O objetivo do post foi passar minha visão sobre o que eu considero um “tiro no próprio pé” que parte da galera celeste anda dando. Quem duvida, recomendo que se lembre dos emplumados em 2005.
 
Matheus Tavares Penido, 23, cruzeirense, estudante de Direito na UIT, nasceu e mora em Itaúna.

Passeio completo em Montevidéu

domingo, 16 de maio de 2010

Silvério Cândido

Mais uma vez, pelo prazer de acompanhar o Cruzeiro na Libertadores, partimos, eu, meu irmão caçula, Vicente, e nossas patroas, pra Montevidéu.

Saímos na quarta, dia do jogo, no tradicional voo das 6h, com escala em São Paulo. Por volta de 4h, vários torcedores já estavam no saguão do Aeroporto de Confins. Inclusive o, sempre animado, Ivan Pinto.

Chegamos à capital uruguaia às 12h40, conforme previsto, e fomos para o Hotel Radisson, onde estava a delegação do Cruzeiro.

Deixamos a bagagem e fomos para o Mercado del Puerto. Como em Santiago, havia muitos cruzeirenses no mercado.

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3ª Mineiro: Jajá, Carini e o Sol foram os destaques

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hugo Serelo

Foram 22 gols, média de 3.66 por partida. 49.279 pagaram ingresso, média de 8.213 pessoas por partida.

Ipatinga fez outra bela partida no Mineirão. Jajá, começa a se meter na luta pelo título.

Ituiutaba e Teófilo Otoni sediaram jogos sob o sol da manhã. Um crime.

Torçamos para que não seja necessário um atleta passar mal durante a partida pra isso ser mudado.

  1. Atlético-MG 1×1 Ipatinga, Mineirão (75.000), 28.749 pagantes – Jajá fez chacota da peneira uruguaia.
  2. Cruzeiro 4×2 Villa Nova, Mineirão (75.000), 8.960 pagantes – Se não mudar, o Leão vai miar baixinho nesse Mineiro.
  3. Uberlândia 4×1 Uberaba, Parque do Sabiá (50.000), 5.120 pagantes – Goleada no clássico BB (Berlândia e Beraba).
  4. América-TO 0x0 América-MG, Nassari Mattar (5.000), 3.431 pagantes – Sol forte e pouca técnica no jogo dos mequinhas.
  5. Tupi 5×1 Caldense, Mário Helênio (25.000), 2.277 pagantes – Showcolate em cima de uma irreconhecível Caldense.
  6. Ituiutaba 1×2 Democrata, Fazendinha (5.000), 742 pagantes – Pantera ficou só de boa com a liderança.
  • Artilheiros: 5: Ademílson (Tup). 3: Kleber (Cru).
  • Classificação: 1) Democrata, 7 – 2) Cruzeiro e Tupi, 6 – 4) América-MG e Atlético-MG, 5 – 6) Ipatinga e Uberaba, 4 – 8 ) Uberlândia e América-TO, 3 – 10) Caldense, 2 – 11) Ituiutaba e Villa Nova, 1. 

Módulo II

O Módulo II, mais conhecido como 2ª divisão, é composto por dois grupos. Os times entraram em suas respectivas chaves por um critério geográfico.

Assim, haverá pequenos clássicos locais que tornarão a disputa interessante.

Itaúna e Guarani protagonizaram um clássico emocionante, vencido, no finalzinho, pelo Cachorrão.

Como são 11 clubes na disputa, a Tombense folgou na rodada.

  • Jogos: Itaúna 3×2 Guarani; Poços de Caldas 2×1 URT; Valeriodoce 0x0 Formiga; Tricordiano 0x0 Funorte; Mamoré 1×0 Araxá.

Fontes: PHD e FMF.

Hugo Serelo, 22, cruzeirense e rio-branquense, factótum, nasceu em AAndradas, mora em Divinópolis.

N.B.: O Sol fez sua primeira vítima. Moisés, volante do América-MG, desmaiou em Teófilo Otoni.

Vôlei é líder, atletismo é pódio, futebol treina

domingo, 17 de janeiro de 2010

Esta foi a semana do Cruzeiro:

  1. Domingo, 10jan10: Inspirando-se no Barcelona, Adílson Baptista diz que não vai mais poupar jogadores, privilegiando uma competição em detrimento de outras. Se as contusões derem trégua, é claro. Thiago Ribeiro e Leonardo Silva cantam o mantra do elogio à estrutura do Cruzeiro. É mais produtivo treinar na Toca do que viajar pra se preparar alhures como fazem os elencos dos clubes que não possuem bom centro de treinamento. Equipe de Atletismo do Cruzeiro subiu em 3 pódios: Frank Caldeira com o 2º lugar na 26ª Corrida de Reis de Cuiabá; Gladiador com o 3º e João da Bota com o 5º, na 40ª Corrida de Reis de Brasilia; Cristiano Machado com o 4º na 33ª Corrida de Reis Barcelona, em São Caetano do Sul.  
  2. Segunda-feira, 11jan10: Jonathan sonha com vaga na Seleção. Uchoa e Thiaguinho são titulares no Sub20 do Brasil que empatou com o Uruguai por 1×1 e vai disputar a final do Torneio de Punta Del Este. Depois de treinos físicos e táticos na Toca II, jogadores do Cruzeiro ouviram paletras proferidas pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol, Jurandy Gama Filho, e pelo ex-arbitro Juliano Lopes Lobato.
  3. Terça-feira, 12jan10: Após 7 meses em recuperação, Leo Fortunato volta a treinar com bola. Marquinhos Paraná e Leonardo Silva divergem sobre a semana de treinamentos em Sucre, a 2.800 m de altitude, para o jogo em Potosi, a 4.000 m. Para o volante quanto menos tempo nas alturas, melhor, pois a turma não fica pensando o tempo todo no problema. Já beque considera fundamental o treino na altitude pra goleiro e zagueiros se adaptarem à maior velocidade da bola lá nas grimpas do mundo. O ex-zageiro Wilson Gottardo, que fez 6 gols e levantou a Libertadores jogando 101 partidas pelo Cruzeiro em 1997/98 reaparece na Toca, agora para iniciar um estágio de treinador com Adílson Baptista.
  4. Quarta-feira, 13jan10: Adílson confia na recuperação do futebol de Thiago Heleno. Fabrício, com distensão na panturrilha, não treina e deve desfalcar o time nos primeiros jogos da temporada. Em Caxias do Sul, O Cruzeiro Sada venceu o São Paulo Fátima Medquímica UCS por 3×0 (25/17, 27/25 e 25/23) e alcançou o 2º lugar na Superliga de Vôlei. Defenderam o time mineiro: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco (líbero), Murilo Radke e Samuel Fuchs.
  5. Quinta-feira, 14jan10: Kleber é o único titular garantido no ataque celeste. Wellington Paulista, Guerrón, Anderson Lessa e Thiago Ribeiro vão disputar a 2ª vaga. Alegando bolha no calcanhar, a nova epidemia que assola o fut brasilis, WP não treinou. Depois, pela Itatiaia, soube-se que ele está de birra com o treinador por não ter sido escalado como titular no jogo-treino contra o Itaúna, vencido pelo Cruzeiro por 7×1, gols de Ribeiro (3), Guerrón (2), Leandro Lima e Fabinho. Pedro Ken, substituto de Fabrício no treino, foi elogiado por Thiago Ribeiro: “Ele tem mobilidade, marca e sai para  jogo, como fazem nossos volantes.” Sub18 do Cruzeiro vence Paraná Clube por 1×0, pela Copa SP, em Taboão da Serra e se classifica pra enfrentar a Inter de Limeira no domingo, às 10h.
  6. Sexta-feira, 15jan10: O centroavante Eliandro renova contrato com o clube até 2013. Thiago Ribeiro se candidata a batedor de faltas em 2010. Guerrón avisa que jogar na altituide é com ele mesmo. Gilberto, que já enfrentou aa montanhas de La Paz e de Cuzco, acha que dá pra se sair bem em Potosi. Mas recomenda ao time jogar mais fechado e não permitir a correria dos adversários.
  7. Sábado, 16jan10: Fabinho revela que seu empresário foi sondado pelo Flamengo pra uma transferência. Mas, no momento, sua preocupação é jogar pelo Cruzeiro. Se possível já na estréia do Mineiro, em lugar de Fabrício, que baixou enfermaria. Começa a venda de ingressos para a estréia do Cruzeiro no Mineiro, contra o Uberlândia, quarta-feira, 21h50, no Mineirão: a geral custará R$10, cadeira inferior, R$ 15; cadeira superior lateral, R$25; cadeira superior central, R$30, cadeira especial, R$55, estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos, pagam a meia entrada. No Ginásio Divino Braga, em Betim, perante 3.200 torcedores, o Cruzeiro Sada venceu o Náutico Lupo por 3×1 (25/17, 23/25, 25/18 e 25/19) e chegou à liderança da Superliga de vôlei.  Jogaram: Sandro, Wallace, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Bob, Bruno Zanuto, Polaco, Murilo Radke, Samuel Fuchs, Lucianinho e Aurélio.

Pelo visto, todos querem jogar. E vão jogar, pois o treinador já garantiu que haverá amplas oportunidades para todos os pretendentes à camisa titular.

E a torcida? Vai comparecer na estréia? Você já comprou seu ingresso, caro leitor?

O Calendário Segundo João

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Prezado Jorge Santana,
 
Tive todo o cuidado e paciência para ler do princípio ao fim a proposta do Paulo Sanchotene.

Embora aparentemente baseada no calendário europeu creio que a proposta dele seja de difícil assimilação.

E mais, considerando o que se faz no Brasil, dificilmente ela teria a adesão de Rio e de São Paulo, que durante anos impedem que qualquer mudança seja feita no Brasil de forma a reduzir a dominação que exercem sobre o esporte mais popular do país, o futebol.

Creio haver outra solução, menos complexa, e capaz de levar, paulatinamente, à situação ideal.

Não me agrada a fórmula de Apertura e Clausura como existe em vários países sul-americanos, muito embora ela abra oportunidade para que todos os times campeonem.

A fórmula de pontos corridos chamada por você de Morrinhão é universal e justa, pois cada time joga uma vez em casa e outra fora.

Ora, somos um país continental e se te incomoda ver os tais times de empresário e sem torcida ocupando as vagas de Remo, Bahia, Santa Cruz, Paysandu ou Sport, há que se reconhecer que os tais chegaram lá por méritos técnicos.

Como equilibrar os conceitos?

Para mim não é fazendo campeonatos estaduais em 30 datas que se terá a solução. Teríamos morrinhões estadiais do mesmo jeito.

A solução passa pela massificação do esporte, com ligas classificando para os campeonatos estaduais de forma a se manter a atividade esportiva em todo o território nacional durante onze meses.

Desenvolvendo minha idéia, teríamos, nos mesmos moldes, de hoje:

  • a) Campeonatos Brasileiros de 4 Divisões com 20 times em cada uma. A Série E teria a participação de times do Brasil todo, regionalizada nas fases iniciais e bancada por quem quiser comprar o filé das Séries A e B.
  • b) Copa do Brasil: Com a participação dos times da Série A + campeões estaduais do ano anterior não constantes desta série + uma fase eliminatória que agruparia os outros times por ranking das federações estaduais até se completar 64 clubes. Os participantes da Libertadores eliminados até a fase de grupos se qualificariam para estas vagas.
  • c) Campeonatos Estaduais revitalizados, com uma fase preliminar englobando os campeões das ligas micro-regionais classificando 6 clubes para a composição de 12 times da disputa do estadual do ano seguinte. Os classificados entre a 7ª e 12ª posições anualmente seriam cabeças de chave destes hexagonais regionalizados. Teríamos, então, um campeonato regionalizado com 6 chaves de 12 times, competindo ao longo de todo o 2º semestre para se indicar os classificados para os estaduais do ano seguinte. Isto englobaria 78 times por estado no máximo… Não creio que tenhamos potencial para mais que isto no Brasil inteiro. Estes campeonatos estaduais classificariam os times para a Copa do Brasil.

Como ficaria o Campeonato Mineiro:

  1. Centro / Oeste: Belo Horizonte, Vespasiano, Divinópolis, Betim, Ouro Preto, Mariana, Formiga, Itaúna, Passos, São Sebastião do Paraíso, Nova Lima, Pedro Leopoldo etc.
  2. Centro / Norte: Sete Lagoas, Curvelo, Diamantina, Montes Claros, Pirapora, Janaúba, Conceição do Mato Dentro etc.
  3. Vale do Aço /Leste / Nordeste: Itabira, Ipatinga, Fabriciano, Timóteo, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Monlevade, Nova Era, Dionísio, São Domingos do Prata etc. 
  4. Sul: Varginha, Andradas, Poços de Caldas, Itajubá, Tres Pontas, Pouso Alegre, Três Corações, São Lourenço, Lavras, Guaxupé, Alfenas etc
  5. Zona da Mata / Campos das Vertentes: Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina, Ponte Nova, Barbacena, Tombos, Muriaé, Barbacena, São João Del Rey etc.
  6. Triângulo / Alto Paranaíba, Noroeste: Uberlândia, Uberaba, Araguari, Ituiutaba, Araxá, Unaí, Patrocínio, Patos de Minas, Paracatu, Unaí, João Pinheiro etc.

Isto propiciaria a retirada de muitos jovens das ruas e a massificação do esporte, abertura de oportunidade para novos treinadores, árbitros etc.

Daria para encaixar no Calendário a Libertadores e a Sul-Americana, ambas classificando times para o Mundial de Clubes a ser disputado em Dezembro, com 16 clubes em estilo Copa do Mundo.

Por enquanto é isto. Preciso de mais tempo para elaborar mais esta proposição.

Att,
João Duarte Chiabi