Posts com a Tag ‘Itatiaia’

Rádio: Top 5 do Síndico

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Quase não me sobra tempo pra ouvir rádio.

Nas poucas brechas, fujo dos blablablás inúteis, do mondo cane, e da música barulhenta e vulgar.

Eis do que gosto de ouvir e recomendo:

  1. CBN Brasil (CBN, 106.1 FM, em rede nacional) – Carlos Alberto Sardemberg (sãopaulino) dialoga com comentaristas do primeiro time da imprensa brasileira: Miriam Leitão (economia), Merval Pereira (política), Renato Machado (vinhos), Roseann Keneddy (notícias da corte), Mauro Halfeld (planejamento financeiro), Mara Luquet (investimentos) etc. Ágil e bem humorado, mas sem perder a seriedade, ajuda o ouvinte, a caminho de casa ou do trampo, a manter-se conectado ao mundo. De segunda a sexta, entre 12h e 14h.
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Henrique jogou futebol total

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 3×4 Atlético-MG, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 3ª rodadas do Campeonato Mineiro 2011, em 12fev11.

  • Cuca – Até agora, o sistema com dois meias não deu certo. Montillo caiu de produção, entre outras coisas, porque não sendo craque, precisa de espaço pra se movimentar e escapar dos marcadores. Como está, ele perde uma boa fatia de campo ocupada pelo inerte Gilberto. Escalar Leandro Guerreiro sem bom condicionamento foi uma temeridade. Insistir com WP tem sido outra. E as substituições não resolveram. A seu favor, registre-se que as opções no elenco não eram boas no jogo de ontem. Outro aspecto que deve ser observado foi o lamentável estado físico do time nos derradeiros 15 minutos. E, pra finalizar, pisou na bola ao repisar velhos chororôs e a culpar alguns jogadores pelas falhas da equipe.
  • Torcida – Só metade do espaço da Arena ocupado foi um vexame. O apoio ao time também não foi lá essas coisas. Está levando a sério demais os tolos que insistem em desqualificar o Campeonato Mineiro.

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Fornecedor de pé-de-obra

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Luiz Álvaro, presidente do Santos, anuncia a contratação de Jonathan.

Segundo ele, com o Cruzeiro, a negociação está ajustada. Falta acertar salários com o jogador.

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A torcedora e o repórter

sábado, 4 de dezembro de 2010

Na Turma do Bate-bola desta tarde, Roberto Abras, repórter da Itatiaia que cobre o Atlético-MG, contou uma história interessante.

Ontem à noite, ele esteve no Aeroporto de Confins, que estava lotado.

No meio da multidão, Abras foi abordado pela Raquel, uma jovem de Mateus Leme.

Ela é dona de um papagaio, que imita todos os narradores da Itatiaia.

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Quem não comeu o pão amassado pelo diabo…

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Como é de praxe, consumada mais uma cepada no Atlético-MG, liguei a Itatiaia pra degustar o Seu Nome, Seu Bairro.

Desta vez, contudo, não ouvi desabafos bombásticos. Parece que os entrevistados foram selecionados entre a elite da torcida.

Depois, ouvi a coletiva do Luxa e os comentários do Júnior Brasil, que pediu para o técnico se afastar pelo bem do clube.

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Itatiaia fará falta?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Esta notícia postada pelo Sangue Azul (quem a confirma?) traz uma dúvida: a Itatiaia é ou não é importante para o Cruzeiro?

A Rádio Itatiaia de Uberlândia foi vendida. A partir de hoje, pertence ao Grupo Vitoriosa e ostentará este nome.

O novo dono é o Senador Wellington Salgado que “investe” em Universidades, radios e TV no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e no Triângulo Mineiro.

Será que não teremos mais transmissões dos jogos do Cruzeiro pra Uberlândia ?

Se isto acontecer, ser’um golpe terrível para o crescimento da torcida cruzeirense na região.

E agora? Mais Itatiaia ou menos Itatiaia?

Triângulo vestiu Azul

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Maurício Sangue Azul

O aumento do número de simpatizantes, que podem vir a se tornar torcedores do Cruzeiro depende de quatro fatores essenciais:  mídia, títulos, vitórias e planos de marketing.

A revolução percebida pelos cruzeirenses, que acompanharam a partida contra Corinthians no estádio, assustados com o  aumento considerável de sua torcida no Triângulo mostra claramente isto.

A nação azul presente no Parque do Sabiá comprova que a nossa torcida cresceu  assustadoramente nesta região mineira.

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O que vi e ouvi

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Mariana Resende

Acompanhei o pré-jogo de Cruzeiro x Corinthians pelo rádio. Quando liguei, o Juca ainda estava no ar com seu programa e o antipático Renato Maurício Prado fazia sua ponta diária.

Eles adulavam o Bota, por quem, segundo eles, a torcida está apaixonada. Tem coisa mais sem sentido? Também exaltaram o ótimo momento do Flu e, nesse caso, achei justo. Quando o papo começou a me irritar, mudei pra Itatiaia.

Confesso que a curiosidade de saber o que iam falar do reencontro do Adílson com o Cruzeiro e com os próprios me consumiu durante o dia. Aconteceu o previsto. O profissionalismo deu lugar a uma chuva de ressentimentos e comentários nada imparciais.

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Dia T

terça-feira, 6 de julho de 2010

Esta segunda foi o Dia T, o Dia do Teixeirão. Após dissolver a comissão técnica por telefone, o presidente da CBF foi aos microfones fazer populismo.

Falou na Itatiaia, explanou no SporTV. Disse que começará, já, o projeto 2014. Tinha de ter um projeto no meio do balablablá. É moda.

E o tal arranjo vai começar logo. Parece que, em agosto, contra os USA , o Brasil já deve ser representado pela nova geração. Assim, a CBF já estaria pensando em 2014.

O chefão da CBF está impressionado. Ele descobriu, num Boletim da Fifa, que a Argentina tem 8 atletas  Sub23 em seu escrete, a Alemanha tem 9, Gana, 11, e o Brasil, só um.

Pra Sua Majestadade, taí a fórmula do sucesso. Falta explicar o que argentinos e ganeses conseguiram fazer melhor do que os velhinhos brasileiros.

Mas isto não vem ao caso. Importante é ter algo pra enganar os otários que o levam a sério.

O problema do novo projeto é que ele pode sucumbir, como o atual, num lance fatídico de uma etapa eliminatória da Copa.

Nenhuma seleção em tempo algum, boa ou ruim, esteve a salvo do imprevisto, da falha e do acaso. Em caso de dúvida, consultem os húngaros sobre 54, os holandeses sobre 74 e os brasileiros sobre 98.

Eu prefiro a fórmula do João Saldanha, que não tinha frescuras como esse trololó de projeto. Pra ele, seleção era lugar para os melhores do momento.

Ora, se Lúcio, Maicon, Juan, Gomes, Luisão, Robinho e Júlio César (apesar da falha absolutamente humana), Kaká (apesar da má condição física) são os melhores, por que não convocá-los?

Está certo que o momento é de se aproveitar Ramires, Hernanes, Ganso, Neymar, Pato, Fábio, André, Jonathan, Wesley e outros novos ou seminovos.

Agora, montar uma seleção de novatos pra levar surras e mais surras desnecessárias é jogar -muito mal, diga-se- pra platéia.

Teixeira com essa conversa aparentemente radical aquer apenas reforçar a idéia de que a Copa não foi perdida por ele, mas pelos componentes da comissão dissolvida. E só.

Esse filme já passou em 91. A estrela da época foi Paulo Roberto Falcão, que, depois, após várias derrotas, foi defenestrado.

Ricardo Teixeira continua tão arrogante quanto incompetente. Melhor seria entregar a Seleção para um diretor profissional conduzir e sair de fininho.

O discurso dele é exatamente o das hienas caçadoras de técnicos. O final todos já sabem. Se der errado, lá vem outro papo furado e mais uma dissolução de comissão técnica. Só ele jamais se demite.

Didi e Churchill

domingo, 4 de julho de 2010
  • “Até o Felipe Melo, que foi Gerson no primeiro tempo, virou Kleber no segundo…” (Ernesto Araújo)

O Brasil perdeu porque enfrentou um time forte. Não é à toa que a Holanda se mantém invicta há 23 partidas. Ponto.

Perdeu também porque nossos jogadores não têm a exuberante qualidade que imaginamos. São bons, mas nenhum é extraordinário. Ponto sem vírgula.

Perdeu porque seu craque nunca esteve em condições ideais pra uma competição contra os jogadores mais fortes, mais velozes, mais saudáveis e de técnica mais apurada que disputam uma Copa.

Quem chegou à Sudáfrica meia-boca não teve tempo de se recuperar e jogar no limite. Rooney, Torres, Verón, Deco, Pirlo, Gattuso estão na mesma enfermaria do Kaká.

Perdeu porque seu esquema tático não deu conta de responder às exigências específicas de cada partida.

Mas isto é uma longa conversa, principalmente, num território de torcedores que trucidaram o último treinador do Cruzeiro por insistir em privilegiar funções ao invés de posições.

Agora, um fator é possível discutir, embora também não possa ser dado como absoluto: a personalidade dos atletas.

Gilberto Silva disse, na Itatiaia, que a decisão de proibir entrevistas exclusivas não foi do treinador, mas do grupo.

Nesta linha, provavelmente, o claustro a que se submeteram os atletas também deve ter sido aprovado pelo coletivo.

E com claustro ou sem claustro, a seleção voltou pra casa nas quartas de final. Tal qual em 2006.

Tínhamos um time bem montado, mas que não suportou o gol e empate da Holanda. Ele teve efeito devastador para o coletivo e para seus indivíduos.

Quando vi a bola nas redes, lembrei-me da imagem do Príncipe Etíope de Rancho, o Mestre Didi, buscando a bola no filó e, sem a menor pressa, dirigindo-se com ela ao meio de campo enquanto pedia calma aos companheiros assutados pelo gol sueco na final de 58.

Pois é, meus amigos (e também inimigos), não havia um mestre no escrete de 2010. E se houve alguma chance de existir um, ela foi limada pelo grupo.

O coletivo é importante, nem se discute. Mas o herói tem seu lugar na história. Seja ele um salvador da civilização como Churchill -que fez a América se mexer na II Guerra- ou um salvador da pátria enchuteirada como Didi.

Pra que 52 dias de clausura? Por que não conceder entrevistas? Por que se abster de sexo? Qual a vantagem de não receber o carinho dos pais, esposas, filhos e amigos nas horas vagas? Aliás, por que não se conceder o direito a um passeio ao zoo ou ao shopping center?

Se ao tomar o gol, o coletivo pudesse se reunir e deliberar sobre o que fazer, talvez a seleção canarinha tivesse se recomposto e voltado a jogar bem como no 1º tempo.

Como não houve, o que se viu foram closes de um Juan apavorado. Kaká e Lúcio tentando resolver individualmente, Felipe retroagindo às cavernas, Robinho, Daniel e o Fabuloso desconectados do resto do time, a locomotiva Maicon perdendo energia e cousa e lousa.

A Argentina reagiu melhor ao gol germânico. Reagrupou-se e tentou jogar sua bolinha, mesmo que dentro de um esquema suicida. Levou uma tunda até maior, mas aí são outros quinhentos.

Importante é que, para o gol devastador, faltou aos brasileiros ao menos uma referência, alguém pra reagrupar a equipe e tentar uma retomada do bom futebol do 1º tempo.

Repito, o líder não pode tudo, mas seu papel não pode pode ser desconsiderado. Um grupo pode funcionar, mesmo que disputas internas sejam inevitáveis. Como a que opunha Rivaldo e Ronaldo em 2002.

Até isto pode ser canalizado pra aumentar a competitivade do time.

O que não pode acontecer no futebol é a mansidão de uma turma que não se arrisca nem a conceder uma entrevestazinha por medo de pisar na bola.