Posts com a Tag ‘Itabira’

Torcida de Uberlândia, um espetáculo à parte

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×0 Internacional, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 08set10.

Por Matheus Reis

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Cruzeiro 0x1 Vitória: É bom ficar esperto!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Matheus Reis

O Cruzeiro acostumou-se a jogar com três volantes que marcam e saem. Com Cuca, jogam dois meias e o meio campo não apresenta a mesma qualidade de outrora.

Os laterais acabam ficando mais presos e, quando sobem, não têm a cobertura necessária. Essa vulnerabilidade –que já existia, diga-se– fica mais clara nesse momento.

Ontem, o time começou num 4-3-3 travestido de 4-4-2. O estreante Jones, avançado pela direita, não se entendia com Rômulo. Com Thiago Ribeiro aberto pela esquerda, o baiano Eduardo ficou muito preso e o Vitória pouco criou por ali.

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Apesar da sapatada, torcida foi o destaque

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 0x0 Grêmio Prudente, no Ipatingão, pela 13ª rodada do Brasileiro 2010, em 08ago20.

Por Matheus Reis, 26, cruzeirense, itabirano, doutorando em Filosofia pela UFMG.

  • Fábio – Não teve que fazer os milagres costumeiros, embora tenha defendido bola difícil de Rafael Martins. Precisa melhorar o domínio de bola com os pés. Com os recorrentes recuos da zaga, pode acabar complicando.
  • Jonathan – Não encontrou o futebol de 2010. Parece estar saturado e como o Rômulo ainda não ameaça sua titularidade, continua confortável na posição. Fez primeiro tempo razoável e caiu com o time na segunda etapa.
  • Edcarlos – Boa partida. Seguro mais uma vez. E ainda se permite aparecer, vez ou outra, no ataque. Enquanto o time está com 4 volantes, tem quem segure. Só não pode se empolgar quando não tiver ninguém pra cobrir.
  • Cláudio Caçapa – Grande atuação que confirma seu crescimento desde que entrou no time. Firme nos desarmes e tranquilo nas saídas de bola. Limpou a barra do Diego Renan várias vezes.
  • Diego Renan – Não sei se a tal proposta do PSG chegara aos seus ouvidos, mas parecia um pouco desligado. Subiu muito menos do que o esquema de jogo lhe permitia. E, mesmo subindo pouco, teve problemas para conter os avanços do Grêmio Itinerante. Deu uma entrada dura em Paulo César no fim do primeiro tempo. Levou o revide na segunda etapa.
  • Marquinhos Paraná – O termômetro da meiuca celeste. Sai com a bola da defesa com tranquilidade, distribui o jogo, desafoga e lança. Hoje, até foi à linha de fundo, como o lateral daquela estréia em 2008 contra o Uberaba. Aquela em que queimou alguns milhares de línguas. Foi visível como o time perdeu o meio campo depois de sua saída.
  • Rômulo – Terceira partida seguida em que joga no meio campo, revezando a lateral com Jonathan. (Há quem diga que jogar com dois laterais direitos é invenção.) E é a terceira partida seguida em que não vai bem. Não atacou e tampouco defendeu.
  • Henrique – Ficou um pouco mais preso e marcou bem o time do Grêmio. Não conseguiu aparecer de cabeça como na partida contra o Grêmio. Pareceu um pouco perdido depois da entrada do Rômulo.
  • Fabrício – O leão de sempre no meio campo. Dos volantes, era quem mais saía. No primeiro tempo, ocupou bem o lado direito do ataque criando algumas situações e cruzando a maioria das bolas. No segundo tempo, ficou mais no meio sem arrumar muita coisa, mas com muita marcação.
  • Francisco Everton – Partida ruim. Caindo mais pelo lado esquerdo, não conseguiu criar, nem ajudou Diego Renan no setor defensivo. É um jogador que pode ser útil no decorrer do campeonato, mais ainda não mostrou qualidades para ser titular. É uma espécie de “Elicarlos do Cuca”.
  • Sebá – Até se movimentou, mas não conseguiu criar nada demais: apenas dois cruzamentos e uma cabeçada sem muito perigo.
  • Pedro Ken – Teve dez minutos para fazer algo e não fez. Até hoje não sei qual a real posição do garoto: 1°, 2° ou 3° volante? Meia? Precisa aproveitar essas raras chances que surgem porque, ao que parece, não terá muitas oportunidades de jogar.
  • Wellington Paulista – Muita luta, literal e figurada. A estrela que lhe brilhou no clássico não acendeu hoje. No primeiro tempo, carimbou duas traves. No segundo, chutou uma bola num lance em que poderia ter trabalhado com o Jonathan, mas estava de cabeça baixa. Tomou mais um cartão estúpido para a coleção. A coisa precisa começar a doer no bolso pra ver se aprende.
  • Robert – Partida pavorosa. Precisa melhorar e muito. Do contrário entrará para a história do clube ao lado de Carlinhos Bala e Weldon, jogadores que marcaram nas estréias oficiais e depois… Bem, melhor nem lembrar.
  • Cuca – Sofreu com os desfalques como o amigo de carnaval Cecílio. A diferença é que Toninho mexeu bem, enquanto Cuca foi infeliz. Como o Cruzeiro tinha dois atacantes presos, Cecílio meteu 3 zagueiros e o Cruzeiro pouco criou no segundo tempo. Ao tirar o Paraná, Cuca perdeu o meio campo. Na tentativa de recuperar o meio, Fabrício deixou de ocupar a faixa direita do campo, responsável pelas parcas chances do primeiro tempo. Rômulo, mais uma vez, entrou mal e não se entendeu com os companheiros. Robert e Francisco Everton, que não rendiam, ficaram em campo por tempo demais. Os meias devem voltar na próxima rodada, mas talvez seja interessante pescar um meia de criação nato lá na base, porque desfalques ocorreram, ocorrem e ocorrerão.
  • Torcida – Ótima presença. 10.109 dos 11.000 ingressos disponíveis. Um energúmeno jogou um tênis em campo e foi preso pela polícia, depois de receber alguns carinhos de outros torcedores. Não há de ser nada.
  • Juiz & Bandeiras – Nenhum erro muito grave, embora tenha deixado de dar amarelo para um jogador do Grêmio em lance de cartilha. O sujeito segurou Wellington Paulista na saída de um contra-ataque. No mesmíssimo instante, zapeei para Atlético x São Paulo e um jogador do Furacão recebia amarelo por falta idêntica. Vai entender esses critérios…
  • Grêmio Prudente – O rodado Paulo César deu algum trabalho para a defesa do Cruzeiro. E a dupla de zaga Paulão e Diego conseguiu anular o ataque celeste.

Com o coração partido

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Beth Makennel

Conseguiram! Os teleguiados e a mídia pateticana perseguiram, perseguiram até derrrubar o Adilson. Agora, quero ver estes experts resolverem a situação de técnico para o time.

Vão lá seus espertinhos encontrar um bom técnico, um que seja melhor do que o Adilson e queira trabalhar no Cruzeiro e que o Cruzeiro tenha condições de pagar. (mais…)

Os sócios do Cruzeiro

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Olá, Jorge.
 
Acompanho o PHD há pouco mais de 5 meses e, certamente, é o melhor blog/sítio para discutir sobre o Cruzeiro. Por isso, lhe envio esse e-mail para apresentar uma discussão que poderia esclarecer muitas dúvidas minhas e, acredito, de muitos cruzeirenses. (mais…)

Passeio completo em Montevidéu

domingo, 16 de maio de 2010

Silvério Cândido

Mais uma vez, pelo prazer de acompanhar o Cruzeiro na Libertadores, partimos, eu, meu irmão caçula, Vicente, e nossas patroas, pra Montevidéu.

Saímos na quarta, dia do jogo, no tradicional voo das 6h, com escala em São Paulo. Por volta de 4h, vários torcedores já estavam no saguão do Aeroporto de Confins. Inclusive o, sempre animado, Ivan Pinto.

Chegamos à capital uruguaia às 12h40, conforme previsto, e fomos para o Hotel Radisson, onde estava a delegação do Cruzeiro.

Deixamos a bagagem e fomos para o Mercado del Puerto. Como em Santiago, havia muitos cruzeirenses no mercado.

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Onde acompanhar o jogo?

terça-feira, 13 de abril de 2010

O Cruzeiro já criou 19 confrarias. Onde funciona cada uma? Quem souber o local de reunião, por favor, indique aos desagarrados. Eis as cidades:

Brasília, Lavras, Nepomuceno, Itabira, Ervália, Ituiutaba, Juiz de Fora, Viçosa, Araxá, Ipuiúna, Monte Belo, Campos Gerais, Campo do Meio, São Sebastião do Paraíso, Guanhães, Governador Valadares, Uberaba, Patrocínio e Arcos.

O que interessa, a 48 horas do jogo decisivo contra o Colo Colo, é saber onde o torcedor viajante assistirá ao jogo, tendo ou não confraria a cidade onde ele está.

Várias vezes, o PHD divulgou lista de bares e restaurantes que colocam suas televisões à disposição dos torcedores celestes.

Quais são as indicações para este jogo decisivo da Libertadores? Quem precisa de uma dica? O espaço está aberto para troca de informações.

Cruzeiro 3×0 Minas: Raposão comandou a festa

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ernesto Araújo

Nesta quinta-feira à noite, no Ginásio Poliesportivo de Itabira, o Cruzeiro, 2º colocado na fase de classificação da Superliga de Vôlei, venceu o Minas Tênis Clube, 7º colocado, por 3×0. Na abertura da fase de pleiofes do torneio.

O Minas classificou-se com muita dificuldade. Já o Cruzeiro fez boa campanha e por causa dela adquiriu odireito de decidir em casa, onde continua invicto.

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Superliga de Vôlei: Montes Claros 3×2 Cruzeiro

sábado, 20 de março de 2010

Ernesto Araújo

Sexto colocado na Superliga de Vôlei, o Montes Claros recebeu o Cruzeiro, líder da competição, em casa.

Na quadra, estavam os dois maiores pontuadores da temporada: o Lorena (Montes Claros, 452 pontos) e Wallace (Cruzeiro, 420 pontos).

O ginásio Tancredo Neves recebeu 9 mil torcedores, maior público da Superliga, que vibrou o tempo todo.

1º Set

O Cruzeiro começou bem o primeiro set, chegando ao primeiro tempo técnico com 8×5. Montes Claros encostou no placar mas o Cruzeiro manteve-se firme após o intervalo. O 9º ponto saiu numa jogada de raça da equipe celeste, recuperando uma bola perdida e armando o levantamento de manchete para o ataque azul fazer o ponto.

Ambas as equipes apostam na estratégia de forçar o saque e muitos erros nesse fundamento acontecem. A vantagem do Cruzeiro diminuiu para 10×9. No 12º ponto, Lorena disparou uma de suas pancadas no saque mas o Cruzeiro defendeu.

A bola saiu torta, mas Bruno Zanuto (11), mesmo desequilibrado e contra um bloqueio duplo, conseguiu colocar a bola no chão: 12×10.

O saque continua forçado de ambas as partes e os erros continuam. Mesmo assim o Cruzeiro chegou ao 2º tempo com 16×11.

Na volta, Montes Claros encostou no placar, até conseguir empatar em 18×18 num saque demolidor de Lorena.

Marcelo Mendes pediu tempo. Na volta o Cruzeiro tentou dar o troco com Bruno Zanuto (11) sacando bem e dificultando as ações do adversário. Mas o empate persistiu: 19×19.

O equilíbrio permaneceu até que Douglas Cordeiro (4) colocar definitivamente o Cruzeiro em vantagem bloqueando a bola de meio do Montes Claros: 21×19.

Em um dos lances polêmicos da partida, o árbitro marcou ponto para o Cruzeiro mas advertiu a equipe celeste porque alguns jogadores discutiram com os adversários.

Mesmo assim, o Cruzeiro continuou equilibrado e mesmo após o pedido de tempo da equipe da casa, venceu o 1º set por 25×21 num ataque errado da equipe local.

2º Set

Logo no início o Cruzeiro abriu 3×1 com direito a ponto de saque de Douglas Cordeiro. Mas o time local empatou em 4×4.

A torcida pediu a entrada de Ezinho no time do Montes Claros. O jogador não entrou mas MOC assumiu a liderança  chegando ao 1º tempo técnico com 8×6.

Na volta o Montes Claros continuou melhor e abriu 11×8. A partir daí, ocorreu uma sequência de erros de saque das duas equipes, mas os locais ainda mantiverams 3 pontos de vantagem.

Num belo lance, Bruno Zanuto sacou, defendeu o contra-ataque e ele mesmo definoi o ponto a favor do Cruzeiro num lance que parecia perdido.

Depois, o Cruzeiro empatou e virou no saque eficiente de Renato Felizardo (1): 16×15.

Após tempo técnico, o Cruzeiro consolidou a dianteira fazendo 18×16 e, rapidamente, a equipe da casa pediu tempo.

Nesse período, Lorena, um dos mais vibrantes do MOC, assumiu a culpa pelo erro de um dos ataques anteriores:

  • “Eu não posso errar esse tipo de bola! Eu não posso!”

Finalmente, pra alegria dos torcedores da equipe da casa, entrou Ezinho. E ele ajudou o Montes Claros a parar os ataques do Cruzeiro com o bloqueio e o placar ficou 21×20 para os locais.

O técnico do Cruzeiro ainda tentou equilibrar a equipe, mas já era tarde. Com Lorena descendo o braço no saque, o MOC fechou o set em 25×23.

3º Set

Logo no começo, a equipe local foi advertida por contestar marcações dos árbitros. Sem se importar com o nervosismo do Montes Claros, o Cruzeiro tenta saiu na frente mas logo foi alcançado em 4×4.

O Cruzeiro não conseguiu bloquear e Wallace pouco apareceu. Ainda assim, a equipe celeste chegou na frente no 1º tempo técnico: 8×6.

Na volta, o Cruzeiro marcou o 10º ponto ao recuperar de forma espetacular uma bola perdida com o esforço de Wallace e Polaco (10).

Montes Claros pediu tempo, mas teve uma pane e ficou à mercê do Cruzeiro, deixando os Guerreiros das Quadras abrirem 6 pontos de vantagem: 16×10.

Seria apenas uma questão de administrar a vantagem até o final do set, mas o Montes Claros não desistiu, levando sufoco ao Cruzeiro ao dificultar a recepção celeste com a passagem de Rodriguinho pelo saque.

Entretanto, o Cruzeiro manteve-se forte e, após uma boa defesa do líbero Lucianinho, e um belo rali, confirmou a vitória num erro de ataque dos locais, fechando o set em 25×20.

4º Set

Talvez por ter suportado uma grande pressão no set anterior e também por um relaxamento natural por estar ganhando de 2×1, o Cruzeiro começou mal no 4º set.

A passagem pelo 1º tempo técnico se deu com o Montes Claros vencendo por 8×4.

O Cruzeiro voltou um pouco melhor e o 6º ponto saiu na recuperação brilhante de uma bola perdida que Sandro (5) fez mágica para levantar.

Mas a reação durou pouco. Sem conseguir bloquear o adversário, o Cruzeiro continuou mal e a diferença permaneceu com o placar de 10×6.

Marcelo Mendez pediu tempo, mas pouca coisa mudou, a não ser a subida de produção de Wallace que já vinha ocorrendo desde o final do set anterior.

Passado o tempo técnico, os locais fizeram 16×13 e o jogo permaneceu equilibrado.

Montes Claros aumentou a vantagem na passagem de Piá pelo saque.

O Cruzeiro pediu tempo e tentou reagir. Num lance polemico, o arbitro principal não viu a marcação correta do arbitro de linha e marcou ponto para o MOC, mas após muita discussão o ponto retorna pro Cruzeiro, que perdia por 20×18.

O final do set foi muito disputado. Lorena bombardeou o Cruzeiro com saques fortes e o troco veio num ace de Douglas Cordeiro.

A equipe celeste encostou e quase chegou ao empate perdendo apenas por um ponto: 23×22.

Mas o set foi dos locasi num contra-ataque finalizado por Lorena: 25×22.

5º Set

É muito importante manter a concentração, errar pouco e ainda ter sempre uma reserva de raça e sangue frio pra reagir em momentos difíceis de um tié-break.

Infelizmente, o Cruzeiro só conseguiu isso até 5×5. Depois, Piá colocou o time local à frente com dois bloqueios.

 A partir daí, o Cruzeiro não conseguiu atacar corretamente, sendo bloqueado ou cometendo erros e o Montes Claros fechou o set em 15×11 e o jogo em 3×2.

Opinião

Foi um excelente espetáculo. A presença numerosa da empolgada torcida de Montes Claros deu cara de final de campeonato ao jogo.

Na quadra, as equipes mostraram um vôlei de alto nível com jogadas emocionantes, disputa até o fim e pancadas pra todo lado. E

E, claro, pra dar mais emoção, vários lances polêmicos com a arbitragem e todo mundo brigando porque nenhum time queria perder.

O Cruzeiro deu a impressão que ganharia até com uma certa facilidade ao final do 3º set. Mas, infelizmente, seu bloqueio não funcionou.

O time não conseguiu travar e foi travado pelo adversário neste fundamento.

Wallace não brilhou tanto como de costume, mas o resto do time foi bem.

Novamente, os reservas não acrescentaram muito, embora dessa vez tenham entrado melhor em quadra do que em outras ocasiões.

Na verdade, o Cruzeiro deve fazer de tudo pra ser o 1º colocado nessa fase e ter as vantagens, pois fora de Itabira, ele dificilmente vencerá algum dos candidatos ao título.

De todo modo, é bom ver Minas Gerais brilhando nesse esporte em que tem uma grande tradição.

Minas TC, Montes Claros e agora o Cruzeiro mostram a força do vôlei mineiro, que sempre foi muito competitivo no cenário nacional.

Às vezes, vejo pela internet afora comentários contra a parceria clube de futebol/volei, onde os torcedores habituais do futebol temem a fuga de recursos para outros esportes.

Fiquem tranqüilos. O vôlei pouco ou quase nada pediu aos clubes de futebol em sua trajetória no Brasil e ainda assim construiu uma estrutura organizada e profissional de fazer inveja ao futebol onde quase sempre impera a bagunça e a pilantragem.

Espero que o Sada/Cruzeiro siga essa mesma escrita e que tenha vindo pra ficar.

Montes Claros 3×2 Cruzeiro/Sada, sexta, 20mar10, 21h, Ginásio Tancredo Neves, Montes Claros (MG), 13ª rodada, 2º turno da Superliga masculina 2010 – Transmissão: SporTV – Público: 9.000. Cruzeiro/Sada: Bob, Sandro, Bruno Zanuto, Douglas Cordeiro, Renato Felizardo, Wallace e o líbero Polaco. Entraram Lucianinho, Murilo, Samuel. Montes Claros: Rodriguinho, Diogo, Lorena, Piá, Acácio, e o líbero Tiago. Entraram: Ezinho, Thiago, Deivid, Wesley.

Ernesto Araújo, 36, cruzeirense, webdesign, nasceu em Belo Horizonte, mora em Santos-SP.

Cruzeiro poliesportivo

terça-feira, 2 de março de 2010

Ernesto Araújo

O destaque que a equipe de vôlei masculino do Cruzeiro está conseguindo na Superliga tem despertado o debate a respeito da formação de equipes profissionais de outros esportes ligadas ao Cruzeiro.

Não sou profissional de Marketing esportivo porém acho que trata-se de uma ótima idéia.

Imagino que dessa forma é possível oferecer ao torcedor cruzeirense outras opções dentro do esporte para que ele possa vivenciar a sua paixão pelo clube.

Ao mesmo tempo, o clube recebe retorno de mídia, consolida sua marca e ainda pode reter torcedores ou atrair novos.

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