Posts com a Tag ‘Ipatinga’

2ª Mineiro: Domingo, segunda, todo dia é Dia de Índio

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Segunda rodada do Mineiro 2011, disputada entre 02/07fev11. 

América e Atlético-MG venceram com facilidade. Cruzeiro com dificuldade. O Dragão do Corcovado fez uma farra no campo do Zebu, mas quem continua dando as cartas é o Bugre com outra vitória espetacular, desta vez, fora de casa.

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A grande chance de Andrade

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Andrade deve receber a difícil missão de evitar o rebaixamento do Ipatinga. Parece pouco para o treinador campeão brasileiro de 2009.

Normalmente, após um título tão pomposo, era de se esperar que ele estivesse dirigindo algum time da Série A.

Mas Andrade acabou não sendo contratado pelos times que trocaram de treinador até aqui na principal divisão do futebol brasileiro.

Os brancos bonzinhos apontam o dedo: “Andrade é vítima do racismo brasileiro!”

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Edcarlos: “Trabalhamos bem durante a semana”

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros e protagonistas acerca do Cruzeiro 0x1 Vitória, em Ipatinga, pela 15ª rodada do Campeoanto Brasileiro, em 22ago10:

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Montillo e Fábio não comprometeram

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 0x1 Vitória, em Ipatinga, pela 15ª rodada do Campeoanto Brasileiro, em 22ago10.

Matheus Penido, para o PHD

  • Cuca – Começou o jogo num esquema parecido com o da moda na Europa, com os 2 volantes presos, Jones do lado direito, Montillo pelo meio, Ribeiro na esquerda e Paulista no comando de ataque. Não deu certo, pois o time ficou encaixotado, não conseguiu jogar pelas pontas e só levava perigo quando Montillo conseguia se desvencilhar da forte marcação baiana. No intervalo voltou ao simples jogando com 2 meias clássicos e a coisa ao invés de melhorar piorou, pois além de não produzir no ataque o time passou a dar generosos espaços na defesa. Desesperado e perdendo o jogo ele adotou o 3-5-2 com Ribeiro de ala direita (olha a invenção ai, gente) mas o cara foi expulso e o tim se estrepou de vez. Te cuida, Cuca!  Pau que dá em Baptista dá em Stival também!
  • Torcida – A torcida ocupou os 11 mil lugares disponíveis e empurrou o time. Fez a obrigação dela e não foi recompensada. (Síndico)

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Em busca do gramado perfeito

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O Cruzeiro conquistou 7 dos 9 pontos que disputou na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Mas achou pouco e culpou o gramado por não ter feito 100%.

O talentoso Jonathan passou a régua: “Isto aqui, já deu!”

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Cruzeiro 0x1 Vitória: Mirou no G4, acertou no G8

domingo, 22 de agosto de 2010

Em 8º lugar, com 21 pontos, o Cruzeiro pode chegar à 4ª posição se vencer.

Cuca ainda não pode contar com Jonathan, Leonardo Silva e Gilberto, contundidos. Mas lançará Jones, vindo do América carioca, na linha de volantes.

Em 15º lugar com 17 pontos, o Vitória pode chegar à 8ª posição se vencer.

Toninho Cecílio não contará com o zagueiro Wallace, contundido nem com o armador Ramon Menezes, cansado.

Para o público do Vale do Aço, a maior atração será o armador Argentino, Walter Montillo, que estreará em terras mineiras vestindo a azul-estrelada.

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Cruzeiro: 1º em Minas, 4º no Sudeste, 7º no País

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

JS:

Segue o resultado da Pesquisa Placar / Lance! 2010 para alguns Estados. Eles estão publicados no site do jornal.

Dstque negativo é o desempenho dos clubes paranaenses em casa. O positivo é o da torcida gaúcha, que torce por seus clubes. 

Minas Gerais

  1. Cruzeiro – 30,5%
  2. Atlético-MG – 23,6%
  3. Flamengo – 7,7%
  4. Corinthians – 5,5%
  5. América – 1,1%
  6. Ipatinga e Uberaba – 0,1%
  7. Demais grandes de RJ e SP – 8,7% 

São Paulo

  1. Corinthians – 35,2%
  2. São Paulo – 20,8%
  3. Palmeiras – 11,8%
  4. Santos – 9,2%
  5. Flamengo – 1,1%
  6. Cruzeiro, Grêmio, Vasco, Guarani e Ponte Preta – 0,3%
  7. ASA de Arapiraca, Sport, Santa Cruz, Fortaleza, Botafogo, Atlético e Atlético-MG – 0,1% 

2º clube de preferência em SP

  1. Flamengo – 7,0%
  2. Vasco – 1,3%
  3. Cruzeiro – 1,1%
  4. Fluminense – 0,8%
  5. Grêmio – 0,7%
  6. Botafogo – 0,6% 

Rio de Janeiro

  1. Flamengo – 45,5%
  2. Vasco – 17,8%
  3. Fluminense – 10,2%
  4. Botafogo – 9,3%
  5. Cruzeiro, América, Avaí – 0,5%
  6. Demais grandes de Minas e São Paulo – 0,2% 

2º clube de preferência no RJ

  1. Corinthians – 3,5%
  2. Cruzeiro – 0,7%
  3. Avaí – 0,5% 

Rio Grande do Sul

  1. Grêmio – 52,1%
  2. Internacional – 35,3%
  3. Juventude – 0,9%
  4. Coritiba – 0,5% 

Paraná

  1. Corinthians – 17,8%
  2. Palmeiras – 13,3%
  3. Atlético – 10%
  4. São Paulo – 9,5%
  5. Coritiba – 6,0%
  6. Paraná – 1,5%

Abs,

Marcos Pinheiro

Aprimorando o censo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Hugo Serelo corneta o IBGE sugerindo perguntas que deveriam ser feitas no censo.

Aproveitando a ensancha oportunosa, o Síndico também resolveu enfiar algumas dúvidas no questionário.

  1. Qual é a sua religião?
  2. Qual a parte do frango você prefere?
  3. Arroz por cima do feijão ou feijão por cima do arroz? 
  4. Filme dublado ou legendado?
  5. Abotoar a camisa de cima pra baixo ou de baixo pra cima?
  6. Sete Lagoas ou Ipatinga?
  7. Iespien or Isportivi?
  8. Pato ou Ganso?
  9. Chico Buarque ou Amado Batista?
  10. Tênis ou Capoeira?
  11. Magrela ou Carnuda?
  12. Mac ou PC?
  13. Pionguiangue ou Nuiorque?
  14. Imprensa livre ou censurada?
  15. Terceiro beque na sobra ou na frente da zaga?
  16. Mano ou Muricy?
  17. Marquinhos Paraná ou Francisco Everton?
  18. Multinick ou Hiena?
  19. Telê ou Zagallo?
  20. Cleo ou Larissa?

Cruzeiro 0x0 Prudente: Faltaram idéias

domingo, 8 de agosto de 2010

Em 5º lugar com 19 pontos, o Cruzeiro pode terminar a rodada em 3º se vencer.

Leonardo Silva, Gilberto e Roger Galera, contundidos, Gil e Thiago Ribeiro, suspensos, desfalcam o time celeste.

Em 13º com 14 pontos, o Prudente pode subir duas posições se vencer.

O treinador Toninho Cecílio não contará com os beques Leonardo e Anderson Luís e o volante Marcelo Oliveira, suspensos, e o atacante Wanderley, emprestado pelo Cruzeiro e, por isto, impedido de atuar.

Lances + importantes do 1º tempo

  • 18h20 – Prudente em campo com camisa branca, calções e meias azuis.
  • 18h27 – Cruzeiro entra em campo com uniforme tradicional.
  • 18h28 – Robert promete um gol para o pai, Seu Totó.
  • 18h30 – Cantora Sheila Regina canta o Hino Nacional a capela.
  • 18h35 – Começa o jogo. Cruzeiro à direita das tribunas.
  • 01 seg – WP chuta do meio de campo, goleiro defende.
  • 01 – Lançamento longo sobre a área prudentina, Giovanni defende.
  • 02 – DR, MP, Jonathan, Fabrício. Cruzamento da direita, goleiro defende.
  • 03 – Fabrício cruza da direita, Giovanni defende com dificuldade.
  • 04 – Fabrício, do meio de campo, joga bola na área. Giovanni defende.
  • 05 – Francisco Everton cruzada direita, Henrique cabeceia, pra fora.
  • 06 – Anderson acerta cotovelada em Henrique. Juiz manda seguir o jogo.
  • 08 – Prudente triangula pela direita, Paulo Cesar deixa bola escapar pela linha de fundo.
  • 09 – Robert tenta cruza pela direita, Anderson Pedra cede escanteio.
  • 10 – Robson lança. Fabrício, à frente da zaga, fica com a bola.
  • 11 – Diego renan arrisca de fora da área, bola pela linha de fundo.
  • 12 – Jonathan cruza da direita, bola sai pela linha de fundo.
  • 13 – Cláudio Caçapa, de carrinho, desarma Wesley na entrada da área.
  • 14 – Robson cobra falta sobre a área, Fábio defende.
  • 15 – Jonathan cruza da direita, WP arremata de primeira, pra fora.
  • 16 – Rafael Martins deixa Caçapa pra trás e chuta forte, cruzado. Fábio voa e espalma a bola pra escanteio.
  • 17 – Wesley cruza da esquerda, DR rebate dentro da área.
  • 19 – WP cruza da esquerda, Jonathan chega atrasado, bola sai pela linha de fundo.
  • 20 – Anderson Pedra para João Victor no meio, para Paulo Cesar, que cruza. Cláudio Caçapa rebate. Novo cruzamento, bola passa pela área sem perigo.
  • 22 – Everton bate falta sobre a área. Paulão, de cabeça, desvia para escanteio.
  • 23 – João Victor derruba Jonathan. Everton cruza sobre a área, defesa prudentina rebate.
  • 25 – Paulo Cesar faz lançamento de 50 metros procurando Rafael. Fábio sai do arco e fica com a bola.
  • 26 – João Victor chuta de longe, bola pra fora.
  • 27 – Com duas linhas de quatro, Cruzeiro tem posse de bola, mas nenhuma criatividade. Prudente é mais objetivo.
  • 28 – Robson derruba Everton e, depois, WP. Cartão amarelo.
  • 30 – Bola recuada, Fábio despacha. Marquinhos Paraná fica com a bola, avança e chuta forte, por cima do travessão, com perigo.
  • 32 – Paulo Cesar desarma Francisco Everton e dá um esticão. Edcarlos cede escanteio. Francisco Everton cobra, defesa rebate.
  • 33 – Everton cobra escanteio, pela direita, Edcarlos cabeceia, defesa corta.
  • 34 – WP chuta forte, de virada, da entrada da pequena área, bola acerta os dois postes, não vai pras redes e ainda volta para os braços de Giovanni, que não dá rebote.
  • 25 – Wesley recebe lançamento, chuta da entrada da área, bola pra fora.
  • 36 – DR tenta cruzar, defesa cede escanteio.
  • 37 – Jonathan cobra falta pela esquerda, Fabrício cabeceia pra fora.
  • 38 – Douglas Silva afasta bola da área com um chutão.
  • 39 – MP faz jogada de ponta direita e cruza. Paulão desvia pra escanteio.
  • 40 – Jonathan cobra escanteio pela direita, WP não consegue concluir e volta pra Henrique, que chuta por cima do travessão.
  • 41 – Fábio falha ao tentar rebater e cede escanteio. Paulo Cesar cobra escanteio, Caçapa afasta a bola da área.
  • 42 – Marquinhos Paraná passa a Fabrício, que cruza da direita. Douglas rebate.
  • 43 – Fabrício cruza da direita, Diego corta. Fabrício volta a cruzar, Robert conclui pra fora.
  • 44 – Robson cruza da esquerda, Everton corta.
  • 45 – MP lança Jonathan, que cruza. Diego despacha a bola.
  • 46 – Fabrício cruza da direita, Paulão corta de cabeça. Jonathan cruza da direita, bola sai pelo lado oposto. Fim de 1º tempo

Lances + importantes do 2º tempo

  • 19h37 – Prudente volta a campo.
  • 19h39 – Cruzeiro volta a campo.
  • 00 – Flávio Boaventura e Deyvid Saconni substituem Anderson Pedra e Robson. Toninho Cecílio adota o 3-5-2.
  • Jonathan: “Contra três zagueiros, ficará mais difícil pros nossos atacantes.”
  • 19h40. – Começa o 2º tempo.
  • 30 seg – Jonathan derrubado por Wesley.
  • 01 – Jonathan cruza, defesa corta.
  • 02 – Falta na intermediária prudentina. Francisco Everton cobra curto, Diego Renan chuta rasteiro, pra fora.
  • 03 – Francisco Everton cruza, Diego sai jogando.
  • 04 – Paulo Cesar cobra falta pela direita, Fábio tira de soco. Bandeira marca impedimento de Rafael.
  • 05 – Bola na área, Paulão corta.
  • 06 – Saconni cruza, caçapa corta pra escanteio. Saconni cobra escanteio, Marquinhos Paraná tira de cabeça.
  • 07 – Jonathan fica com rebote e chuta de fora da área. Giovanni defende.
  • 08 – Caçapa derruba Rafael próximo à área. Paulo Cesar cobra, Paulão aparece pra concluir, em impedimento.
  • 10 – Rafael Martins erra lançamento, bola fica com Fábio.
  • 11 – Rômulo substitui Marquinhos Paraná. Vai jogar no meio de campo, Jonathan continua na lateral direita.
  • 12 – Caçapa recua bola para Fábio.
  • 13 – WP recebe falta na intermediária. Everton cobra, Edcarlos cabeceia pra fora.
  • 14 – Wesley cruza pela direita, Fábio sobe sozinho e fica com a bola.
  • 15 – Rafael Martins chuta de longe, por cima do travessão.
  • 16 – Mancha desarma Fabrício, corre com a bola e chuta de longe. Fábio defende.
  • 17 – Caçapa cabeceia bola cruzada de escanteio, pra fora.
  • 18 – Diego dá rasteira em Wellington Paulista, na ponta-direita, e recebe cartão amarelo.
  • 19 – Everton cobra falta pela direita, Giovanni fica com a bola.
  • 20 – Bola esticada na área, Fábio com ela.
  • 21 – Rômulo comte falta em Douglas Silva e recebe cartão amarelo.
  • 22 – WP passa a DR, que é desarmado na entrada da área.
  • 23 – WP chuta de longe, pra fora.
  • 24 – Sebá substitui Francisco Everton.
  • 25 – Paulo Cesar e Saconni trabalham pela direita. Caçapa faz o corte.
  • 26 – Paulo Cesar pisa no tornozelo de Diego Renan e recebe cartão amarelo.
  • 27 – Paulão dá bicicleta na entrada da área e quase acerta o rosto de Wellington Paulista. Tiro livre indireto na entrada da área.
  • 28 – Fabrício rola a bola pra WP, que chuta. Bola sai rente ao poste esquerdo de Giovanni.
  • 29 – Edcarlos recua, Fábio dá um chutão.
  • 30 – Diego Renan lança Wellington Paulista, que cruza. Robert não alcança.
  • 31 – Sebá cruza duas vezes da esquerda. Paulão corta a primeira, WP conclui a segunda pra defesa de Giovanni.
  • 32 – Prudente contra-ataca, Saconni chuta forte, da entrada da área, bola passa rente ao poste esquerdo.
  • 33 – Wesley chuta de fora da área, Fábio defende.
  • 34 – Rômulo cobra falta da direita, Giovanni defende pelo alto.
  • 35 – WP reclama e recebe cartão amarelo. Pedro Ken substitui Robert, que sai vaiado.
  • 36 – Sebá cabeceia, Giovanni defende. Prudente ataca com Wesley, Edcarlos recua pra Fábio.
  • 37 – Carlos Eduardo substitui Wesley. Fabrício levanta bola na área, Giovanni defende, mesmo recebendo falta de Edcarlos.
  • 38 – Torcedor arremessa tênis sobre o gramado. Juiz entrega o pisante para o quarto árbitro. Briga na arquibancada.
  • 39 – Bola cruzada na área, Edcarlos corta. Idiota que lançou o tênis no gramado é detido pela Polícia Militar.
  • 40 – DR cruza da esquerda, Paulão corta.
  • 41 – Fabrício cruza da direita, WP cabeceia, Giovanni defende.
  • 42 – Diego Renan derruba Rafael Martins na ponta direita. Paulo Cesar cobra falta, bola sai pelo lado oposto.
  • 43 – Wellington Paulista joga de beque e corta, sem querer, lançamento para área prudentina.
  • 44 – Cruzeiro troca passes, Sebá cruza da direita, DR chuta, defesa cede escanteio.
  • 45 – Rômulo lança bola sobre a área, WP cabeceia pra fora.
  • 46 – Pedro Ken trabalha bola com Jonathan pela direita. Bola fica com Rômulo, que chuta por cima do travessão.
  • 47 – Cláudio Caçapa derruba Carlos Eduardo, que puxava contra-ataque pela direita.
  • 48 – Fim de jogo. Torcida celeste vaia o time, que permanece no 5º lugar.
  • Rômulo: “Prudente veio fechado e nós não conseguimos trabalhar a bola. Montillo vai ajudar nosso time.”
  • Paulo César: “Wanderley faz falta, mas Wesley e Rafael deram conta do recado. Não jogamos pra empatar, mas o resultado não foi ruim.” 

Cruzeiro 0x0 Prudente, domingo, 08ago10, Estádio Municipal Epaminondas Mendes Brito, Ipatingão, Ipatinga, 13ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010 – Transmissão: PFC – Público: 10.109 pagantes – Renda: R$165.984,00 – Juiz: André Luiz de Freitas Castro (GO) – Bandeiras: Fabrício Vilarinho da Silva e Marco Antônio de Mello Moreira (GO) – Amarelos: Robson, Diego (Pru); Rômulo, Wellington Paulista (Cru) – Cruzeiro: Fábio; Jonathan, Edcarlos, Cláudio Caçapa e Diego Renan; Fabrício, Marquinhos Paraná (Rômulo, 9 2º), Henrique e Francisco Everton (Sebá, 23 2º) Robert (Pedro Ken, 35 2º) e Wellington Paulista. Tec: Cuca / Prudente: Giovanni; Paulo César, Paulão, Diego e Douglas Silva; Rodrigo Mancha, Anderson Pedra (Flávio Boaventura, intervalo), Robson (Deyvid Sacconi, intervalo) e João Vitor; Wesley (Carlos Eduardo, 35 2º) e Rafael Martins. Tec: Toninho CecílioHistórico – Foi o 3º Cruzeiro x Grêmio Prudente (os outros dois aconteceram no Brasileiro de 2009 quando o clube se chamava Grêmio Barueri). Cada time venceu uma partida e houve um empate. O Cruzeiro marcou 3 gols e sofreu 4.

Mariana: “Vira e mexe, o garotinho me pede pra cantar o ‘Vamos, vamos, Cruzeiro’!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de blogueiros acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Mariana, no PHD: Assisti ao clássico ao lado de duas crianças atleticanas. Que dó que tive dos meninos! No final da partida, quase chorando, o mais velho disse que tá cansado de ver o time dele perder. Que gosta mais de F1… Como um pai, em sã conciência, pode obrigar o filho a sofrer? KKKKKKK O mais novinho, eu quase trouxe ele para o nosso lado, mas a pressão familiar não deixou. Mas vira e mexe ele me pede pra cantar aquela música “Vamos, vamos, vamos cruzeirooooo! Cruzeiro guerreiro, Cruzeiro meu amoooor…” que ele acha linda. Só é complicado quando os pais e avós são atleticanos. Dá pra ver na cara dele que ele é doido pra ser cruzeirense, comemorar comigo, mas o pai fez pressão, deu camisa listrada e tudo. Muito legal esta atitude sua de catequizar as crianças, levar camisas. Em São Tiago nem preciso fazer isso, lá é 98% azul!
  2. Elias Guimarães, no PHD: Marquim Paraná continua invicto contra o galinheiro. E sempre jogando o futebol correto, participativo e coletivo, dando até bico prá fora quando necessário, presença marcante nas saídas de bola e no equilíbrio defesa /armação. Pra desespero de seus detratores. E, por incrível que pareça, muitos vestindo azul!!!
  3. Matheus Reis, no PHD: Cruzeiro jogou como time grande: lúcido, aguerrido e letal. Sem dúvidas uma página heróica. Mas confesso que a coisa que menos temia nessa partida era a pressão da torcida. É que pra quem tá acostumado a jogar Libertadores, como é o caso da maioria dos jogadores desse elenco, pressão de torcida não é novidade. Ainda mais pressão de torcida muda. Paraná é fora de série dentro e fora de campo. Eu não consigo deixar de me impressionar com o fato dele sempre se recuperar de uma lesão antes –muito antes– dos prognósticos. É, ao lado do Fábio, o cara que mais admiro nesse time.
  4. Claudinei Vilela, no PHD: Cuca montou um time pra não perder. A prova maior foi usar 4 volantes. Ele sabia que com os desfalques que tinha e a falta de material humano para substitui-los a altura somados ao desespero das frangas e a torcida rival única no estádio, tinha que ter um time coeso e muito forte defensivamente. Deu certo! O Cruzeiro jogou no erro do adversario, que aliás foram muitos, ajudado pela falta de entrosamento dentro e fora de campo do time zebrado e numa noite excepcional do Fabio. O Gol do WP colocou mais lenha na fogueira e depois a experiência de jogadores como Marquinhos Paraná, Fabricio e Fabinho contribuiram ainda mais pra ajudar a concretizar a vitória.
  5. Evandro Oliveira, no PHD: Tivemos três zagueiros (volante como líbero) no 1º tempo e suportamos muito melhor as investidas das frangas. No 2º tempo, até a entrada do Elicarlos o esquema teve o Fabinho um pouco mais avançado, mas ainda assim com os dois alas mais soltos (tanto que o Diego Renan apareceu no ataque por esta liberdade dada pelo “líbero” e dois volantes (Fabrício e Paraná). O esquema de 3-5-2 do Cuca é muito diferente do esquema adotado por outros como o Geninho ou o próprio Luxa com zagueiros-zagueiros. O 3-5-2 com líbero e 3-5-2 com zagueiros de ofício são muito diferentes, embora ambos pareçam sistemas defensivistas, são muito mais ofensivos que muito 4-3-3 por aí. Alguns jogadores permitem alternar do 3-5-2 com líbero, para um 4-3-1-2 que permite a mesma agilidade. Aliás, o esquema 3-5-2 de ontem se apresentava assim quando o time defendia. Quando o time atacava ele virava um 2-1-4-2-1. O  que alguns técnicos mais estudiosos vem chamando de “dinamicidade da partida” e que muitos comentaristas não conseguem entender. Por isso, a opção pelos jogadores mais versáteis e que atuam em diversas posições. Estas mudanças acontecem com o jogo em andamento e muito torcedor e a té comentaristas profissional fica sem saber o que está acontecendo. Ontem tinha narrador/comentarista jurando que o Cruzeiro entrou no 4-4-2 com três volantes. Dei uma nota mediana para o Cuca. Se entendesse que ele tinha ido “muito bem” daria nota acima de 8. Vi alguns erros (que foram recompensados por acertos), mas uma coisa foi imperdoável. Colocar o Robert não foi uma coisa boa. Embora tenha lido ou ouvido alguém comentando que “todas as substituições do Cuca foram soberbas”. Menos, né!
  6. Naldo Morato, no PHD: Gostei muito da coletividade. Não há como negar as boas atuações do Fabrício, Fábio, Marquinhos Paraná e nem como não destacar o golaço do Wellington Paulista, um dos mais bonito que eu vi ele fazer com a camisa celeste, mas de um modo geral o time foi muito bem. O rival criou mais oportunidades, mas o nosso time foi eficiente. Houve um falso domínio do rival, mas durante todo o jogo quem mais teve a cabeça no lugr foi o time celeste. É um time mais tarimbado, mais maduro, mais acostumado a adversidades. Este fatos pesaram muito do desequelíbrio da balança a nosso favor. Nem a expulsão do Gil abalou o time, que se manteve firme em seu objetivo que era a vitória. A prova da instabilidade emocional do rival, foi quando começaram um bate boca e um empurra-empurra sem fim entre os seus jogadores que poderia ter rendido até um cartão amarelo, mas juiz preferiu contemporizar. Parabéns ao Cuca e a seus comandados que, à espanhola, mantêm a hegemonia nos clássicos.
  7. André Kfouri, em seu blog: No encontro do Galo com a Raposa, na Arena do Jacaré, um pombo acertou o ninho da coruja. Só torcida do Atlético no estádio. Uma declaração oficial da nossa incompetência para organizar um jogo de futebol.
  8. Juca Kfouri, em seu blog: Galo brilha de novo. E perde mais uma vez: No primeiro tempo na Arena do Jacaré 100% atleticana, com 12.340 pagantes, só deu Galo. Galo e Fábio, o goleiro do Cruzeiro. Resultado: Cruzeiro 1, Galo 0, gol de Wellington Paulista, em chute lindo da intermediária, aos 32. No segundo tempo, o Galo continuou com muito mais volume de jogo, mas Fábio já não foi tão incomodado e, na verdade, as duas melhores chances de gol foram de Diego Renan, logo no primeiro minuto ao mandar na trave de Fábio Costa, e aos 26, quando chutou para fora o que seria o segundo gol da Raposa. Resultado final: Cruzeiro 1, Galo 0. Reflexo na classificação: Cruzeiro em sexto lugar, com 19 pontos, a um do G4 e Galo em 19o. lugar, com 10 pontos em 12 jogos, na vice-lanterna, mas quase no ponto para começar sua reação. Ainda mais agora, que Obina voltou. Aliás, em sua primeira participação no jogo, ao entrar no começo do segundo tempo, o centrovante deu uma furada espetacular. O Galo, é verdade, superou o Ceará, pois já tem a pior defesa do Brasileirão e quase viu três de seus jogadores se pegarem aos tapas no gramado, prova de comando e controle de nervos. Além do mais, jogou os últimos 12 minutos com um jogador a mais, pois Gil foi expulso de campo, ao bater em Tardelli que tinha pisado num cruzeirense. Mas jogar com um mais é um trauma difícil de ser superado desde que Camarões eliminou o Brasil, com dois a menos, nas Olímpiadas de 2000, em Sydney. Só com atleticano no estádio, houve briga no fim do jogo, provavelmente porque alguém cometeu a injustiça de criticar o professor que comanda o alvinegro.
  9. Lédio Carmona, em seu blog: A vitória do Cruzeiro e o problema da manteiga: O clássico mineiro teve o Cruzeiro com a postura antecipada neste espaço na última sexta-feira: sem Gilberto ou Roger para armar, Cuca apostava em três zagueiros e contragolpes. O Atlético tinha também três defensores, diferentemente do imaginado, e tentava sufocar. Conseguiu no primeiro tempo, especialmente após os 20 primeiros minutos e finalizou sete vezes contra uma do rival – o chute certeiro de Wellington Paulista no ângulo de Fábio Costa. O gol do Cruzeiro nasce de uma fuga de Fabrício entre a defesa adversária que João Pedro não acompanha e dá o espaço para o passe até Wellington. O Atlético era melhor no jogo, anulava Thiago Ribeiro e Jonathan e não fosse Fábio, ou a trave, teria tido melhor sorte na etapa inicial. Vanderlei Luxemburgo voltou do intervalo com Obina no time. Fora de forma e de ritmo, o jogador entrou na vaga de Werley e a equipe passou a atuar no 4-4-2. Era o que o Cruzeiro queria para contragolpear. (…) Sempre pelo meio, com Tardelli (9) no mesmo posicionamento de Diego Souza e Obina (18) recebendo apenas o passe que saia da intermediária. Afunilando a jogada, o Galo perdia a bola e oferecia o contra-ataque. Diego Renan acertou a trave uma vez, bateu com perigo outra e Thiago Ribeiro teve um gol anulado, porque estava poucos centímetros impedido. O time alvinegro chegava apenas em jogadas de bola parada e não conseguia furar o bloqueio imposto. Fica claro pela imagem o quanto o lado do campo foi bloqueado. Depois do jogo, Vanderlei Luxemburgo disse que “o pão precisa parar de cair com a manteiga para baixo” para a reação atleticana começar. O problema não parece ser azar, e sim falta de conjunto, entrosamento e organização tática. Isso tudo em agosto, depois de 36 jogos no ano. O planejamento foi errado e a equipe colhe os frutos agora: oito derrotas em doze rodadas. Mesmo que o time se acerte com as peças que têm para entrar, resta saber se haverá pão o suficiente para salvar a temporada.
  10. Mauro Beting, em seu blog: Como de costume, a melhor análise está no blog de André Rocha: Resumindo: o Atlético Mineiro teve a bola, teve mais chances, chegou mais vezes à meta de Fábio (que deveria ter estado na África do Sul, e também na primeira convocação de Mano), jogava como mandante na arquibancada. Mas, como aconteceu em dez dos últimos 13 clássicos, bastou um tiro, um exocet daqueles times iluminados, para definir a vitória celeste. O golaço de Wellington Paulista derrubou o Galo do camisa 1 Diego Souza. Pois é. Depois de tantas contratações/decepções na meta, o Galo resolveu dar a um de seus melhores jogadores a camisa 1… Vai ver que é isso. Não é motivo para desespero e ranger de dentes mais uma derrota alvinegra. Ainda há luz no fim do túnel, embora ele esteja tão próximo. Tem elenco para sair dessa situação deplorável e desconfortável. Tem clube para se safar dessa. Tem treinador para arrumar a casa. Mas algumas escolhas infelizes não se justificam para tamanho investimento. Luuxemburgo não foi feliz nas mexidas. Piorou um time que já não vinha tão bem, na segunda etapa. Mesmo com Cuca dando uma bela mãozinha, como explicou ANDRÉ ROCHA, em seu blog: para que Fabrício como terceiro atrás se o Galo só tinha Tardelli à frente, no primeiro tempo? Sobrava gente na zaga cruzeirense, faltavam pés no meio-campo. Mas como a fase é braba, Wellington acerta aquele chute, e o Galo erra quase tudo. Tanto que, de fato, não foram muitas as chances de gol. E as que aconteceram para o Atlético, foram desperdiçadas com um, com dois, ou com três atacantes. O Galo só não é a maior decepção do BR-10 porque o Grêmio também insiste em se dar mal.
  11. Mário Marcos de Souza, em seu blog: Mineiros se rendem aos baderneiros: Apenas a torcida do Atlético-MG teve acesso ao estádio de Sete Lagoas na tarde de domingo para o clássico em que viu seu time ser derrotado pelo Cruzeiro (1 a 0). No confronto do segundo turno do Brasileirão, pelo acordo, só os cruzeirenses terão acesso. Até aí, nada surpreendente. São sintomas dos novos tempos. O espantoso é que houve um acordo complementar: por razões de segurança, o presidente do Cruzeiro não foi ao estádio, e o do Atlético não irá ao do segundo turno. Dá para aceitar? Imaginem aqui Duda Kroeff não ir ao Beira-Rio e Vitorio Piffero ao Olímpico. Seria a rendição absoluta ao pior lado do futebol, aquele da insanidade. É o que os mineiros estão fazendo.
  12. Mário Marra, em seu blog: Vitória incontestável: O Cruzeiro não empolgou, mas fez o que deveria ser feito: Jogando diante de mais de 12.000 torcedores adversários o time celeste não se abalou e soube suportar a pressão alvinegra nos minutos iniciais. O Atlético teve mais chances e foi mais ofensivo. Criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gol. Com a Arena do Jacaré repleta de torcedores atleticanos a ansiedade tomou conta dos jogadores. Se do lado alvinegro a ansiedade era nítida, do lado celeste o que prevaleceu foi a tranqüilidade. O Cruzeiro soube suportar a pressão inicial, suportou o maior volume de jogo do Atlético, botou a bola no chão e com um golaço abriu o placar. Enquanto o ataque alvinegro desperdiçava oportunidades, Wellington Paulista precisou de apenas uma finalização para calar a Arena do Jacaré. O artilheiro celeste na competição (5 gols) dominou a bola na intermediária limpou o zagueiro e com um chute indefensável colocou a bola “na gaveta”, sem chances para o goleiro Fábio Costa. Após o gol, a tranqüilidade celeste aumentou. Com a vantagem no placar o time azul só precisava administrar a partida. É verdade que os desfalques de Roger e Gilberto foram sentidos, mas a participação do meia Everton foi boa. O jogador se movimentou muito, apoiou bem o ataque e deu trabalho aos marcadores atleticanos. Fábio: Mais uma vez, teve ótima atuação. Mesmo sendo hostilizado pela torcida adversária, durante boa parte do jogo, o goleiro cruzeirense esteve sempre tranqüilo. Além de fazer ótimas defesas, o goleiro celeste, assim como todo grande goleiro, também contou com a sorte. Após jogada de Ricardinho, Diego Souza desviou o cruzamento e acertou o poste esquerdo defendido por Fábio. O goleiro Cruzeirense está jogando muito, atingiu a maturidade, está no auge de sua carreira e suas atuações não podem mais ser consideradas apenas o resultado de uma boa fase. “Fases” vêm e vão, Fábio é constante. Nervosismo: Se de um lado a tranquilidade aumentou, do outro a ansiedade deu lugar ao nervosismo. O tempo passava, o Atlético pressionava e o gol de empate não saía. O bate-boca entre Diego Tardelli e os zagueiros, Jairo Campos e Werley foi o reflexo do Atlético no jogo. Nenhuma torcida merece ver tamanho destempero dentro de campo. O futebol é um esporte competitivo, a cobrança faz parte da rotina de trabalho, na maioria das vezes ela é construtiva, mas da maneira como aconteceu não contribuiu em nada para o desenvolvimento da equipe. Tardelli demonstrou descontrole emocional e sua atitude não condiz com a postura que um capitão deve ter em campo. Cobrar sim, mas antes, respeitar, orientar e reconhecer o esforço de seu grupo. Segundo Tempo: Na segunda etapa o enredo foi exatamente o mesmo: um Cruzeiro tranqüilo, administrando a partida e que agora contava com os contra-ataques para definir o resultado; enfrentava um Atlético desajustado e visivelmente nervoso em campo. O Galo continuou tendo maior volume de jogo, mas foi pouco agressivo. Buscava sempre trabalhar a bola na linha intermediária e, diante de uma defesa bem postada, não encontrava espaços. Sua principal arma era o cruzamento de Fernandinho que buscava o atacante Obina na grande área. Um lance me fez lembrar a Copa do Mundo. Infelizmente não foi um gol, uma jogada ou uma comemoração. Se a ansiedade se transformou em nervosismo, o nervosismo se transformou em violência. Diego Tardelli, ao “estilo” Felipe Melo deu uma pisada em Jonathan. O arbitro não viu o lance, na seqüencia da jogada, o zagueiro Gil tomou as dores do companheiro, deu uma cotovelada em Tardelli e foi expulso de campo. A vitória foi justa. O Atlético criou mais, teve mais chances de vencer a partida, mas não soube aproveitá-las. O Cruzeiro soube jogar o jogo. Dançou conforme a música. Suportou a pressão inicial, abriu o placar e se defendeu bem.
  13. PVC, em seu blog: A incrível série de três anos de sofrimento do Atlético: Em três anos, 16 clássicos e apenas uma vitória do Atlético. A sequência é histórica, porque jamais, em qualquer época, o Atlético passou semelhante jejum semelhante. Em 16 partidas, são 13 vitórias do Cruzeiro, dois empates e o único triunfo atleticano, pelo primeiro turno do Brasileirão 2009, tem ainda um argumento forte do lado cruzeirense. Foi o clássico da expulsão de Zé Carlos, aos 7 segundos de jogo. E disputado pelo time reserva celeste. Na sequência, o Cruzeiro marcou 34 gols, sofreu 12. À parte as provocações cruzeirenses, o que a situação exige é reflexão. Por que, nos últimos dez anos, o Atlético conquistou apenas duas vezes o título estadual? Por que, desde os 4×0 que provocaram a demissão de Paulo Autuori, em 2007 — o jogo do Fábio, de costas — o Galo não consegue ser um adversário à altura de sua tradição. Por dois anos seguidos, o Atlético levou surras de 5×0 na decisão do Estadual. E mesmo neste 2010, de título mineiro, a decisão contra o Ipatinga não apagou a derrota para o rival na fase de classificação. É tempo de pensar por que o Atlético investe, trabalha, se estrutura para voltar a seu lugar no futebol brasileiro, mas não consegue superar seu maior rival. No período de três anos e quinze jogos, destaque para Adílson Batista, no Cruzeiro, com 9 vitórias, dois empates e uma derrota. E para Leão, que perdeu quatro vezes, empatou uma. No período, Guilherme, hoje no CSKA, é o artilheiro cruzeirense com seis gols, um a mais do que Ramires. Diego Tardelli, o goleador do Atlético, com três gols.
  14. José Roberto Torero, em seu blog: Abecê do fim de semana: Uai: No duelo entre mineiros, o Cruzeiro jogou pior mas acabou vencendo o Atlético-MG 1 a 0.
  15. Leandro Mattos, em seu blog: Cruzeiro vence e Galo estarrece a massa: A ‘era Cuca’ diante do maior rival estrelado começou bem, com triunfo, como tem sido regra nos capítulos mais recentes e ferrenhos do maior embate de Minas Gerais e um dos mais tradicionais do Brasil. A vitória por 1 a 0, com um golaço de Wellington Paulista, num chute do meio da rua, aumentou a supremacia azul: são 13 vitórias nos últimos 16 confrontos, além de dois empates e uma derrota. O placar apertado mostra que o jogo foi parelho e quem soube aproveitar melhor o quesito finalização saiu com o triunfo nas mãos. O Atlético atuou bem, mas pecou demais nos arremates e esbarrou em mais uma noite inspirada de Fábio, o que não é nenhuma novidade. O Alvinegro estava melhor na primeira etapa, até ser carimbado pelo tirambaço de Wellington Paulista. O gol estrelado desequilibrou a equipe alvinegra, a ponto de Jairo Campos, Werley e Diego Tardelli trocarem insultos e palavrões dentro de campo, tendo que ser contidos pelos companheiros, por jogadores do Cruzeiro e pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Discussões e cobranças entre companheiros de elenco no gramado são constantes e fazem parte dos esportes coletivos, mas não no tom das que assistimos nesse domingo, com os jogadores querendo partir um pra cima do outro. A cena não bate muito com o discurso de Vanderlei Luxemburgo após a partida. Mais uma vez, depois de ver seus comandados colherem a oitava derrota em 12 compromissos pelo Nacional, o comandante preto e branco voltou a falar que confia no seu projeto, que vislumbra boas coisas para o grupo, que está tudo tranquilo. Não, não está! Pelo menos para uma parcela importantíssima do clube, a mais fundamental: a torcida. Cheia de expectativas, a massa alvinegra já não suporta mais as palavras fáceis, o tom conciliador após sucessivos tropeços. Não há como fechar os olhos e pedir paciência para um time que ocupa a vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 27,8% de aproveitamento. Não são palavras e afagos que vão tirar o Galo dessa vexaminosa colocação na tabela. A torcida espera por atitudes, não quer mais blá…blá…blá. O Atlético precisa dar satisfações a sua gente. Parabéns aos celestes, que com a importante vitória conseguiram colar no G-4 e estão a apenas um ponto do grupo de elite do Brasileirão.