Posts com a Tag ‘Federal’

Corações valentes

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dra. Celeste Campos, cardiologista, explica a fé e o coração dos cruzeirenses incondicionais:

  • A turma que já viu o time perder um título brasileiro no apito, que perdeu o Roberto Batata, que perdeu uma Libertadores nos pênaltis e outra em casa, que já perdeu uma Copa do Brasil num gol em que o avante adversário fechou os olhos pra chutar, que já teve que torcer por Bendelak e companhia e que há anos aguenta a imprensa doméstica, resiste a qualquer susto. Eu me incluo nesse grupo. Nada nos derruba. Ainda vamos ver nosso time campeão do mundo. Dá-lhe Zeiro.

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Só pra contrariar

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Citando a Mariana Resende e irritando as hienas:

Acho que o assunto Adílson Baptista sempre vai estar presente por aqui.

Ele jogou na cara de parte da imprensa a diferença de tratamento dada aos clubes, coisa que parte da torcida já lutava contra e nunca ninguém tomou partido.

Mas ele foi na ferida e pediu pra mudar o dial.

Sempre que falava sobre o Cruzeiro, suas histórias e conquistas, era com propriedade de torcedor.

Errou? Claro. Mas acertou muito mais, e voltou a colocar o Cruzeiro lá em cima.

Sou fã dele e ponto. Podem me chamar de viúva.

Retranca providencial: lição estratégica, tática e operacional

domingo, 29 de agosto de 2010

Marcel Fleming

Fosse Cuca um Executivo e teria feito jus a um bônus em ações pelo jogo contra o Corinthians.

Começando a sentir a pressão pelos resultados anteriores, Cuca traçou a meta de vencer o jogo. Ponto. Não havia muita opção. Não só para agradar a quem fica de fora, mas também para que a cabeça dos jogadores ficasse mais tranqüila.

Sabendo que a missão era dura, dado o passeio de domingo do adversário sobre o SPFC, Cuca traçou a Estratégia: defender primeiro.

Definida a estratégia, Cuca armou taticamente o time de maneira a fazer uma marcação que raramente se vê no futebol brasileiro. Não vou perder tempo, descrevendo-a, até porque já o fizeram aqui no PHD, e de maneira bem competente.

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Adversário, não inimigo

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Ufa! O talentoso Jonathan parou de reclamar da falta que o Mineirão faz pra dizer algo sensato.

  • Espero que seja uma recepção boa. Adílson fez excelente trabalho no Cruzeiro. Aconteceram algumas coisas que desgastaram bastante o relacionamento dele com o torcedor e com a imprensa. Mas espero que seja bacana, porque, com ele aqui, o Cruzeiro disputou três Libertadores, chegou a uma final. Ele fez bom trabalho. A torcida do Cruzeiro deve respeito ao Adilson. Quem sabe um dia ele possa voltar a ser treinador do Cruzeiro? Vou cumprimentá-lo, pedir para ele mandar um abraço para Ivair, Oscar, Zé Mário. Gosto muito deles. Mas quando começar o jogo, ele é adversário. A gente precisa emplacar, chegar ao G4, que estamos perdendo oportunidades. Vou desejar boa sorte a ele na vida, mas sempre procurando vencer.

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Idéias, comportamentos, ídolos, emoções

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
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Recomendação para o fim de semana: colunas do Cruzeiro.Org. Confiram a amostra grátis:
  • Jorge Schulman, em Minas veste azul: Aproveitei também para conversar brevemente com o Gerente de Marketing, Marcone Barbosa. Estaremos agendando uma breve entrevista, sem intermediários da imprensa, para conhecer suas idéias e propostas para amenizar a ausência do Mineirão, fechado para reformas de modernização para a Copa 2014. Nesse tema, já sabemos da campanha “Minas Veste Azul” orientada ao conjunto de torcedores do interior mineiro, sabendo-se que a nossa torcida é infinitamente superior em todos os cantos do estado. Particularmente, aposto na fidelidade e bom coração dos filhos de “tierra adentro”, como dizemos na Argentina, para alentar e acompanhar os jogadores e as cores do nosso clube.

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Aprimorando o censo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Hugo Serelo corneta o IBGE sugerindo perguntas que deveriam ser feitas no censo.

Aproveitando a ensancha oportunosa, o Síndico também resolveu enfiar algumas dúvidas no questionário.

  1. Qual é a sua religião?
  2. Qual a parte do frango você prefere?
  3. Arroz por cima do feijão ou feijão por cima do arroz? 
  4. Filme dublado ou legendado?
  5. Abotoar a camisa de cima pra baixo ou de baixo pra cima?
  6. Sete Lagoas ou Ipatinga?
  7. Iespien or Isportivi?
  8. Pato ou Ganso?
  9. Chico Buarque ou Amado Batista?
  10. Tênis ou Capoeira?
  11. Magrela ou Carnuda?
  12. Mac ou PC?
  13. Pionguiangue ou Nuiorque?
  14. Imprensa livre ou censurada?
  15. Terceiro beque na sobra ou na frente da zaga?
  16. Mano ou Muricy?
  17. Marquinhos Paraná ou Francisco Everton?
  18. Multinick ou Hiena?
  19. Telê ou Zagallo?
  20. Cleo ou Larissa?

Pitacos selecionados

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Alguns comentários sobre posts recentes valem a pena ser lidos (ou relidos), pois vão além da equizofrenia geral. Abordam com humor e pertinência os temas propostos sem resvalarem para a grosseria e o palanquismo típico dos áukicos.

Alguns deles:

Moema Fox, no PHD: Cada cabeça, uma sentença. Tênis é esporte de elite? Pode ser. Era muito mais na minha infância. E eu não tinha dinheiro nem pras munhequeiras. Assistia Ivan Lendl e Steffi Graf e sonhava um dia poder jogar. Ganhei uma raquete usada, daquelas de madeira, de uma vizinha. Aprendi a jogar tênis sozinha, batendo bola na parede do quintal de casa e procurando fazer igual aos profissionais. A primeira vez que joguei em quadra de verdade, já era adolescente, e foi a realização de um sonho. E as coisas foram melhorando, tive aulas, comprei raquetes boas, me diverti à beça com o esporte de burguês. Mas desculpem-me, eu estava enganada. Deveria era ter ficado chutando uma bola no lote baldio perto de casa ao invés de sonhar com coisas melhores. Absurdo!

Daniel Loures, no PHD: Concordo em gênero, número e grau com a Moema. Ao invés de apoiarmos o prática de esportes, seja ele qual for, rotulamos oas modalidades. Chamar um esporte de burguês ou de maricas, tende à estupidez.Temos que incentivar a prática de esportes em todos os meios sociais. Pensar que só o futebol é a salvação é retrogado. E não temos que usar o esporte com o objetivo de lucro, de se dar bem na vida e sim como forma de inclusão social. Se uma quadra de tênis foi criada temos que aplaudir.

Velho  Damas, no PHD: Petequeiro, euuu??? Na minha região de origem, além da tradicional pelada, era chegado numa caixeta, pif, truco e sem dúvida fui um dos mais destacados levantadores do copo Lagoinha. Agora, no rancho do Rio Pilões aqui em New Farm, descobri uma nova modalidade: pesca esportiva etílica. Ainda mais depois que inventaram um barrilzinho verde de 5 litros. Aí foi que o trem ficou bom demais!!! Desse jeito chego aos 90 fácil, fácil!!!

Chaves, no PHD: Eita, como tem gente nervosa e complexada no blog! Uma semana em que a Cleo Pires sai na Playboy e Luciana Vendramini no Paparazzo não tem como ser ruim. E vocês aí reclamando de trabalho, política, futebol… 

Eduardo Arreguy, no PHD: Particularmente, acho tênis realmente um esporte elitista. Não viram domingo, no ipatingão? Só porque um cara resolveu jogar tênis, o povão comeu ele na porrada, o que mostra que além de elista, pode ser também um esporte muito violento. Deve ser por isto que o rapaz queria uma quadra só pra ele.

Matheus Reis, no PHD: Não vi jogos suficientes do Montillo, mas vi os dois jogos contra o Chivas e gostei. Chamou a responsabilidade pra si embora seu time não tenha se classificado. Além disso, é jogador criado. Acho que não corre o risco de se deslumbrar com as belezas etílicas, gastronômicas e femininas de BH. Que a documentação chegue logo e que ele estreie no Domingo.

Elias Guimarães, no PHD: Fiquei impressionado com Montillo desde a primeira vez que o vi jogar, com mais atenção, contra o Fla no Marqaca e no Santa Lúcia. Ele joga de cabeça alta, pensa rápido e tem viradas de bola, passes longos (nem digo lançamentos de tão perfeitos que são). Agora, precisamos recuperar o mais breve possível o Leonardo Silva,que vai cansar de marcar gols de cabeça e se tornar artilheiro do Brasileiro. Sóa não apostam no Montillo yna parcela daa imprensa galinácea louquinha de raiva pela boa contratação celeste e e certos “torcedores” do Cruzeiro, adeptos do fogo amigo, chamados carinhosamente de seca-pimenteiras…

Vinícius Cabral, no PHD: Thiago Heleno jogou quatro temporadas pelo Cruzeiro e tem apenas 21 anos. É muito novo! Ele parecia ter uns 24 ou 25 anos… A que ponto chega a intolerância de alguns torcedores com jogadores da base. Me lembro dele ser vaiado antes de completar 20 anos. Bom, caso seja vendido, desejo a ele toda a sorte do mundo. Acho que terá um futuro brilhante.

Victor Pimentel, no PHD: Nem vou levar em conta o jogo do Montillo contra o Flamengo, porque ali foi jogar contra ninguém. Mas gostei dele no jogo de volta da Libertadores contra o Chivas.

Elias Guimarães, no PHD: Brasile USA foi bom divertimento. E com uma linda bandeira do Cruzeiro ao vivo em HD sendo mostrada para o mundo todo. O bom futebol praticado pelo Brasil resultou no 2×0 d0 1º tempo. Ramires sobrando, com direito a passe primoroso pro 2º gol do Brasil. E ainda teve Neymar, Ganso e Robinho deitando e rolando praá cima dos “cintura dura”…

Maurício Sangue Azul, no PHD: Parabéns Matheus Reis! Aliás, aos dois Matheus. Tanto o Penido quanto o Reis escrevem muito bom. Têm excelente visão do jogo e analism bem as atuações individuais. Acho muito bom a turma ajudar o Sìndico nos posts pra desafogá-lo no dia a dia, e não ficar cansativo pra ele. Por causa da idade avançada, o Homem tem que tirar uma soneca à tarde pra recarregar as pilhas. kkk

Cuca: “O diferencial foi a luta”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e dirigentes acerca do Atlético-MG 0x1 Cruzeiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2010, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, em 01ago10:

  1. Cuca, treinador do Cruzeiro: Jogar com uma adversidade dessa é muito difícil. O ambiente estava todo formado para uma vitória do Atlético-MG e nós tivemos que vencer com empenho, dedicação, garra e qualidade técnica. O time suportou bem, defendeu bem, o pessoal entendeu bem e a gente sai daqui feliz. O diferencial foi a luta, entrega, garra, passar um momento ruim, como no 1º tempo e ter a grandeza de jogar como no segundo tempo. No primeiro tempo, o Atlético foi bem melhor. Só tivemos a chance de gol do Wellington. No 2º tempo, a gente foi melhor, tivemos umas quatro chances e merecemos a vitória, com um jogador a menos, em uma expulsão incorreta, eu estava próximo. Tecnicamente o jogo foi bom, com jogadas bonitas. Teve todos os nuances de um clássico. Discussão no final, bola na trave do Cruzeiro, bola na trave do Atlético-MG. Quero ressaltar que vencemos um grande adversário, comandado por um grande treinador também. Temos que trabalhar bem a semana para o jogo contra o Grêmio Prudente. Se não trabalhar, não ganha. Trabalhar firme para no domingo, se Deus quiser, a gente chegar aos 22 pontos. O Fabio é o melhor goleiro do país, não um dos melhores. É o melhor goleiro do Brasil e, no devido tempo, vai ter a oportunidade dele na seleção. E o principal é que ele é feliz no Cruzeiro e a seleção vai ser uma conseqüência do trabalho dele aqui. 
  2. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: O que mais valeu foi o empenho, dedicação e raça. Nosso time foi guerreiro, vibrador. Sabíamos que ia ser difícil, ainda mais sem a nossa torcida. Mas esse gol foi para os mais de oito milhões de torcedores cruzeirenses. Venho treinando esse chute há muito tempo. Fiz assim no jogo-treino contra o Tupi e fiz novamente hoje. Foi o famoso pombo sem asa. Foi um golaço e graças a Deus conseguimos essa vitória. Conseguimos mais três pontinhos, que nos coloca mais próxima da Libertadores e do título. Fonte: Saite Oficial do Cruzeiro
  3. Fabinho, volante do Cruzeiro: A confiança que o treinador passa para o grupo, em acreditar em um resultado positivo, diz muito durante a semana. Nós tivemos uma comissão confiante, trabalhando em cima daquilo que nós tínhamos que fazer, e hoje deu resultado. Conseguimos três pontos importantes. Nós tivemos 90 minutos de jogo pegado, trombada, discussão. Cruzeiro e Atlético não tem jogo leve. Ainda mais em se tratando da situação do nosso adversário, que está na zona do rebaixamento. Mas eu acho que ter jogada ríspida, ter dividida, ter xingamento faz parte. O que não pode é ter agressão, tapa na cara, cusparada. Isso não pode existir no futebol, mas faz parte. A gente entende a situação do nosso adversário. Nós temos que manter a nossa postura. Conseguimos mais três pontos e agora é descansar.
  4. Fábio, goleiro do Cruzeiro: Aplicação. Conseguimos dentro de campo uma vitória super importante para a gente não distanciar lá de cima. A gente conseguiu fazer o gol e suportar bem quando fomos sufocados. Vou tentar sempre fazer o melhor dentro de campo e buscar meus objetivos.
  5. Jonathan, lateral-direito do Cruzeiro:  Aceito o pedido de desculpas dele [Diego  Tardelli]. Não sei por que ele fez aquilo. Aceito o pedido de desculpas, mas eu acho que o Tribunal deveria puni-lo pelo que ele fez. O Tribunal tem que analisar as imagens e ver que medidas eles devem tomar. Mas, na minha concepção, foi uma covardia. Eu estava no chão, ele passou por cima e pisou. Só que eu acho que o tribunal deveria olhar e punir. Com certeza, se eu tivesse reclamado ou feito alguma coisa, ele [juiz] teria expulsado. Na sequência, o Gil tomou as dores, ficou chateado e fez aquilo [atingiu Tardelli com o cotovelo]. Na minha concepção, houve falta e o juiz ia marcar. Foi muito rápido. Eu fiquei no chão esperando a falta e ele passou e pisou. Eu pensei: ‘tenho que correr atrás e nem pensei em reclamar’. Mas se eu tivesse feito uma cena, o juiz ia dar alguma coisa.
  6. Diego Tardelli, atacante do Atlético-MG: Foi uma discussão normal. Um bate-boca com o Jairo, e o Werley veio retrucar. Teve um lance que achei que o Jairo poderia tocar por baixo e ele mandou por cima. Não foi atitude correta. O Vanderlei pede, por ser capitão, para não fazer isso. Não poderia ter tomado a atitude diante da nossa torcida. Mas já está tudo bem com o Werley. A gente tem tudo o que o clube pode oferecer, e o clube tem jogadores com a capacidade de dar a volta por cima. É um momento ruim que ninguém quer passar. E, quando os resultados não chegam, fica complicado. A gente sabe que o Atlético-MG já esteve na segunda divisão e passa isso na cabeça. Mas quem colocou o Atlético-MG nessa situação fomos nós jogadores e temos que tirá-lo. Ainda dá tempo. O primeiro turno não acabou, e a diferença de pontuação entre os clubes não é grande. Mas tem que ser rápido. Falta de vontade não tem. Isso não vai ter aqui. Parece que a equipe se esqueceu de como se joga futebol. Falo de mim, e da equipe também. Não estou tirando o meu da reta. Não adianta iludir o torcedor e ficar falando aqui e, quando chega ao campo, não mostrar nada. Temos que falar menos e fazer mais. O Cruzeiro sempre vem montando uma boa equipe. Tem um elenco entrosado, que já vem jogando junto há um bom tempo. Sempre vai existir essa rivalidade. Futebol é assim, a gente lamenta essas derrotas, mas uma hora isso vai mudar.
  7. Jairo Campos, beque do Atlético-MG: As brigas no futebol acontecem. O mais importante é deixar ali. Isso ficou e agora temos que ficar juntos. Depois conversamos e ficou lá a briga. Peco desculpas à torcida, porque temos que resolver desentendimentos no vestiário. Mas, infelizmente aconteceu. Mas isso vai nos ajudar a dar a volta por cima e ter um futuro melhor.
  8. Fernandinho, lateral-esquerdo do Atlético-MG: Nós atletas profissionais não temos que pedir desculpas. A gente tem que fazer é dentro de campo para que o torcedor possa vir. A gente sabe da situação. Não adianta ficar lamentando, se desculpando. Mas eu acho que é isso. Só nós, atletas, podemos sair dessa situação. A gente sabe que tem um campeonato longo ainda pela frente, são muitos jogos, mas sabemos que com o elenco que a gente tem vamos conseguir sair dessa situação. Depois que a bola começar a entrar, a gente sabe que vai fazer o melhor para que o Galo esteja sempre em primeiro lugar. Nossa equipe fez um bom jogo. Tentou da melhor maneira possível fazer o gol. E, infelizmente, às vezes, a fase não está muito boa, a bola acaba não entrando. A equipe adversária foi uma vez só e acabou fazendo (o gol). É coisa de futebol, às vezes nem sempre quem faz o melhor jogo ganha a partida. Agora, vamos ter que trabalhar. Temos a Sul-Americana na quarta-feira e é bola para frente. Agora é tentar sair dessa situação em que o Atlético se encontra e tentar vencer na Sul-americana, pois é o caminho mais curto para a Libertadores.
  9. Wanderlei Luxemburgo, treinador do Atlético-MG: Já passei por situações semelhantes, mas sempre tive a tranquilidade de saber como ajeitar as coisas. O momento é triste, porque estamos tentando e não estamos conseguindo. Mas daqui a pouco tudo vai dar certo. Isso é o futebol. Jogamos melhor do que eles nos dois jogos (o outro foi pelo Campeonato Mineiro) e não ganhamos. Não tem do que reclamar. Daqui a pouco, a coisa vira. Eu entendo a torcida estar chateada. Tem mais que me hostilizar, que pedir para eu ir embora mesmo, só que com respeito, claro. Eu sei que o torcedor está indo embora com a cabeça quente. Mas temos que ter calma, tranquilidade e trabalhar muito. Quarta-feira, já tem Copa Sul-Americana, e os jogadores estão com a cabeça centrada, estão tranquilos. Eu respeito as críticas da imprensa e da torcida, mas eu sei o que estou fazendo. Importante é o que eu converso com a diretoria. O Atlético-MG tem que continuar trabalhando para equilibrar a equipe. Com jogos quarta e domingo, você tem pouco tempo para trabalhar. Mesmo na zona de rebaixamento, eu consigo ver muita coisa boa para o Galo.
  10. Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG: Eu quero dizer que vai encaixar, vai dar certo. O time é bom, tem uma comissão técnica boa e vai encaixar. Nós temos o Obina e o Diego Souza sem as melhores condições físicas, o Edison Mendez no departamento médico. Pelo menos cinco jogadores que contratamos ainda não estão no melhor da forma. Esse sentimento a torcida do Atlético está tendo pela primeira vez, que tem organização. Eu aceito (a culpa), não tem problema. Nós não contratamos jogadores velhos. Nós temos jogador em seleção do Paraguai (Cáceres), do Equador (Mendez), o que está acontecendo, e é duro para falar isso (para o torcedor), mas nós temos que esperar.

12ª da A: Noite de gala em Sete Lagoas

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Rolou a bola da 12ª rodada da Série A do Brasileiro, disputada em 31jul10 e 01ago10. O Flu voltou à iderança. Os cariocas colocaram bons públicos no Maraca e fizeram a média subir 40% em relação à última rodada. O Prudente conseguiu perder dois pênaltis no fim da partida. O Cruzeiro foi o autor da maior façanha: vencer um clássico com toda a torcida contra. Luxa, com seu valioso elenco, está na ponta de baixo da tabela, mas continua blindado pela imprensa mineira. Adílson Baptista estreou no Corintiãs enfrentando Felipão, outro famoso que ainda não venceu após quatro rodadas dirigindo a SEP.   

  1. Maracanã, Flu 3×1 Atlético. Público: 30.776. Gols: Washington, 22 do 1º; Emerson, 9, Conca, 24, Bruno Mineiro (Atl), 40 do 2º. Conca desequilibrou.
  2. Serra Dourada, Atlético-GO 1×1 Guarani. Público: 2.430. Gols: Tiuí, 4, Mazola (Gua), 17 do 1º. O gol da vitória do Dragão foi evitado pelo montinho bequeiro. Se fosse na Arena do Jacaré causaria polêmica. Mas como foi no espetacular gramado do Serra Dourada, ficará tudo por isso mesmo.
  3. Morumbi, São Paulo 2×1 Ceará. Público: 11.793. Gols: Fernandão, 20, Ricardo Oliveira, 22, Erick Flores (Cea), 39 do 2º. Adiantou pouco para Ricardo Gomes, que só desce do telhado se passar pelo Inter e for à final da Libertadores. No final, a galera cantou: “Eu acredito!”
  4. Pacaembu, Palmeiras 1×1 Corintiãs. Público: 24.491. Gols: Jorge Henrique, 22, Edinho, 34 do 1º. Adílson estréia bem, Felipão continua sem vencer em jogo muito corrido.
  5. Barradão, Vitória 1×3 Bota. Público: 8.217. Gols: Edno, 35, Júnior, 36, Jobson, 37 e 48 do 2º. Leão desfocado, Bota animado, Jobson iluminado.
  6. Ressacada, Avaí 4×1 Goiás. Público: 7.504. Gols: Emerson, 8, Davi, 9 e 41 do 1º; Bernardo, 23, Robinho, 32 do 2º. Bernardo marcou um golaço. O que é pouco pra parar um Avaí em grande fase.
  7. Beira Rio, Inter 0x0 Grêmio. Público: 33.087. Jogo mui peleado, pois como dizem os gaúchos, clássico é clássico e vice versa. O resultado deixou o Grêmio na Z4 e o Inter no G4.
  8. Jacaré, Atlético-MG 0x1 Cruzeiro. Público: 12.340. Gol: Wellington Paulista, 32 do 1º. Mestre Cuca cozinhou 13 mil galetos no Caldeirão de Sete Lagoas.   
  9. Farazão, Prudente 1×2 Santos. Público: 15.890. Gols: Danilo, 5 do 1º; Rodriguinho, 21, Robson, 37 do 2º. O Prudente desperdiçou dois pênaltis nos últimos minutos. Economizou gols pra marcar na Copa Sul-americana.
  10. Maracanã, Fla 0x0 Vasco. Público: 50.447. Jogo de muitos dribles e grandes defesas, mas gol que é bom, necas de catibiriba…

Gols: 24. Público: 196.975.  Média: 19.698. G4: Flu, 26, Corintiãs, 25, Inter, 20, Ceará, 20. Z4: Goiás, 12, Grêmio, 12, Atlético-MG, 10, Atlético-GO, 8. / Artilheiros: 6 – Alecsandro, Bruno César, Roger / 5 – WP, André, Roberto, Schwenck, Jonas / 4 – Caio, Hugo, Fred, Tardelli, Muriqui, Ricardinho, Antônio Carlos, Herrera, Love, Washington, Kleber, Alan, Bruno Mineiro, Fernandão, Emerson (Avaí).

Memória, Interdição, Chefia: temas para o domingo

domingo, 1 de agosto de 2010

Pra começar bem o domingo, recomendo a leitura dos colunistas do Cruzeiro.Org. O link está na coluna ao lado:

  • João Chiabi Duarte, em Lembrando um Clássico Marcante da História – São quase 26 anos de diferença, mas, quantas coincidências… E como recordar é viver, porque não falar de uma PÁGINA HERÓICA IMORTAL? – Nada como a lembrança de uma conquista que mudou a história do Cruzeiro para marcar este período que a gente está vivendo. Nossa torcida anda tensa e apreensiva, pois, tem sobrado incursões para nos tirarem a confiança nas nossas forças, capitaneada como sempre pela incrível imprensa mineira. Vejo todos os dias os torcedores elogiando as contratações e o timaço formado do outro lado da Lagoa. A coisa era mais ou menos parecida há 26 anos atrás.
  • Jorge Schulman, em O Clássico da Intolerância – Quando a Federação Mineira de Futebol (FMF) divulgou que os jogos entre Atlético-MG e Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro 2010 terão torcida única, e que a definição foi tomada após reunião com representantes das duas equipes para garantir a segurança dos torcedores, fiquei com um sabor amargo de impotência, sou sincero. O que nos resta dessa medida, senão aceita-la e assumirmos que os dirigentes acreditam que a violência de maneira geral se combate proibindo o encontro em espaços coletivos, e que, todos, pagamos as consequências?
  • Wilson Flávio, em Troca de Chefe – Troca de chefe traz alguns efeitos positivos. O funcionário encostado enxerga uma nova chance de entrar nos planos. O funcionário boicotador precisará perder um tempo para conhecer a nova chefia e traçar os novos planos de boicote. Funcionário que estava em alta com a chefia antiga não quer perder o posto, o que o leva a mostrar serviço para o novo comando. O cliente, por sua vez, passa a acreditar que, sob nova direção, o serviço deve melhorar.