Posts com a Tag ‘Ílton Chaves’

Mineiro 1965: Cruzeiro 0x0 Democrata-SL

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Cruzeiro 0x0 Democrata-SL: Cidinho deixou de marcar 4 pênaltis!

O time de Sete Lagoas fez um bom 1º tempo. E contou com uma ajuda histórica de um atleticano juramentado.

Alcebíades Magalhães Dias, o Cidinho Bola Nossa, deixou de marcar 4 pênaltis a favor do Cruzeiro.

No primeiro, Rui derrubou João José e, surpreso com a marcação de um tiro de meta a favor do seu time, não conteve o riso.

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Mineiro 1965: Uberlândia 1×2 Cruzeiro: A 29 passos da eternidade…

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Fato raro no futebol mineiro dos Anos 1960, os times de futebol e de bocha do Cruzeiro viajaram em voo fretado da Varig.

A delegação ficou hospedada no Hotel Colombo mostrando que o clube estava disposto a investir alto na conquista do primeiro título da Era Mineirão.

Tostão e Antoninho não viajaram. O meia convalescendo de uma cirurgia para extrair uma hérnia realizada no Hospital Felício Rocho e o ponteiro, dispensado para visitar a família, devido à morte do sogro, em Juiz de Fora.

Aírton Moreira escalou João José, centroavante contratado, há uma semana, ao Bonsucesso, e deslocou Wilson Almeida para a ponta-direita.

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Nelinho, o atacante que jogava na defesa

sábado, 24 de abril de 2010
  • Rio de Janeiro, 26jul50

Manoel Rezende Mattos Cabral cresceu jogando nas peladas da Boiada da Penha, entre os bairros Olaria e Penha, no Rio de Janeiro. Havia tantos campos no lugar que, às vezes, faltavam garotos para completar os times. Nesses dias, jogava-se em duplas com dois garotos de cada lado revezando-se nos chutes a gol. Foi assim que o futuro craque celeste descobriu e aperfeiçoou a capacidade inata para o chute. Caprichou na pontaria, aprendeu a colocar efeito na bola e fez desse fundamento sua principal virtude.

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1975, a minha Libertadores

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Toninho Almeida

Quando penso nos desafios da Libertadores, volto ao passado. Principalmente, à Libertadores que vivenciei como atleta do Cruzeiro, a de 1975.

É uma experiência diferente para qualquer atleta. Ainda mais para um daqueles tempos heróicos.

Com o vice-campeonato brasileiro de 1974, o time conquistou uma vaga pra disputa da competição sul-americana de 1975.

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Cruzeiro na Libertadores: 1976, a conquista (I)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mauro França e Jorge Santana

A Libertadores de 1976 começou para o Cruzeiro na vitória de 3×2 sobre o Santa Cruz no jogo único pela semifinal do Campeonato Brasileiro, em 07dez75, no Recife.

O resultado, definido com um gol de Palhinha aos 46 do 2º tempo, garantiu não só a presença na final como também a terceira participação do clube no torneio sul-americano, a segunda consecutiva.

Na final, o Cruzeiro foi derrotado pelo Internacional por 1×0, no Beira-Rio e, foi vice-campeão pelo 2º ano consecutivo.

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Cruzeiro na Libertadores: 1975, a guerra (III)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mauro França e Jorge Santana

[Clique para ler as partes UM e DOIS]

Depois da sofrida classificação para a fase semifinal, o Cruzeiro disputou sete partidas pela 1ª fase do Campeonato Mineiro, entre 20abr75 e 14mai75, antes de voltar suas atenções para o torneio sul-americano.

Os adversários na semifinal seriam os argentinos Rosário Central e Independiente, dois grandes times, especialmente o segundo, à época tricampeão da Libertadores.

O Independiente entrou diretamente na fase semifinal como campeão de 1974 (quando derrotou o São Paulo na final). O Rosário classificou-se como 1º colocado do Grupo 1, depois de uma disputa acirrada com o Olímpia do Paraguai e o rival Newell’s Old Boys, com o qual terminou empatado em pontos, vencendo pelo maior saldo de gols.

O clássico argentino abriu o Grupo B. Em 06mai75, jogando em casa, o Rosário derrotou o Independiente por 2×0. Na quarta-feira, 21mai75, Cruzeiro e Rosário se enfrentaram no Mineirão, que recebeu um público de 42.500 torcedores.

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