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Chaves: “Roger disse que a bola não queima nos pés dos caras”

sábado, 18 de setembro de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros, recolhidos pelo Romarol,  acerca do Cruzeiro 4×2 Guarani, na Arena do Jacaré, Sete Lagoas, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 15set10:

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Cruzeiro 4×2 Guarani: Vacilo, sufoco e reação

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Mauro França

Desfalques já não é novidade. Para enfrentar o Guarani, de volta a Sete Lagoas, o Cruzeiro vai a campo sem Fábio, contundido; Paraná, suspenso e contundido; Roger, Jonathan e Diego Renan, suspensos. Para compensar, Cuca conta com as voltas de Everton, Montillo e Wellington Paulista. Rômulo e Pablo entram nas laterais e Rafael ganha uma rara chance no gol.

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Torcida de Uberlândia, um espetáculo à parte

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Atuações dos celestes e seus adversários no Cruzeiro 1×0 Internacional, no Parque do Sabiá, Uberlândia, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 08set10.

Por Matheus Reis

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Uma liga de primeira

domingo, 22 de agosto de 2010

Português, Russo, Holandês, Espanhol, Americano, Francês, Italiano, Alemão… Morrinhões às pencas na TV.

Programa imperdível, mesmo, é só a Premier League.  Na Inglaterra, o torneio nacional de futebol funciona.

  1. Todas as fazendinhas são bem cuidadas.
  2. Os gramados atendem às rigorosas exigências do talentoso Jonathan.
  3. Craques e cabeças de bagre têm algo em comum: respeito ao público.
  4. Os jogos têm 90 minutos líquidos, pois toda cera vira acréscimo.
  5. As imagens oferecidas pela TV são perfeitas.
  6. Os juízes deixam o jogo correr.
  7. A grana corre fácil atraindo os melhores profissionais do mundo.

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Leandro Mattos: “O 10 encheu os olhos!”

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do São Paulo 2×2 Cruzeiro, no Morumbi, São Paulo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 15ago10: (mais…)

Falta vender ingresso numerado

domingo, 1 de agosto de 2010

Os estádios andam encolhendo.

Os torcedores engordam. Estão mal educados como nunca. As cadeiras engolem parte do cimento. E as autoridades ficaram espertas.

O Pacaembu, que já recebeu 72 mil torcedores, hoje, mesmo com o tobogã no lugar da concha acústica, suporta a metade.

O Maracanã já recebeu 183 mil torcedores num jogo da Seleção, hoje em dia, agora fica entupido com 90 mil.

O Mineirão dos 133 mil daquele histórico Cruzeiro 1×0 Villa, de 1997, depois de reformado, oferecerá 70 mil lugares.

E o Independência, cujo recorde foram os 33 mil do Brasileiro de Seleções de 1963, apesar de ampliado, ficará com 20 mil cadeiras.

A Arena do Jacaré, que já recebeu mais de 20 mil, só poderá abrigar 13.600 atleticanos no RapoCota de hoje à tarde.

Quando as obras estiverem concluídas, será um estádio pra 18 mil.

Corpo de Bombeiros, Ministério Público e Polícia Militar estão marcando os cartolas e administradores de estádios em cima do lance. 

Não permitem mais as superlotações e os poucos e inseguros acessos dos estádios.

Agora, falta impor -isto mesmo, impor- o lugar numerado. Com monitores pra conduzir o torcedor e passar uma flanelinha no assento antes de liberá-lo.

Se isto já estivesse em vigor, seria possível receber as duas torcidas num jogo como o de hoje.

Cuca: “Fomos mal no ataque e bem na defesa”

terça-feira, 20 de julho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Cruzeiro 1×0 Goiás, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, em 18jul10, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010:

  1. Binho, no PHD: Seguramente, foi um dos piores jogos do time que vi nos últimos tempos. Seguramente, esse time foi um dos mais raçudos que já vi desde que sou cruzeirense. O time briga, bate, toma canelada, mas jamais desiste do principal, que é reconquistar a bola. A continuar, dificilmente perderemos uma partida. Desse jeito temos cara de quem brigará pelo título. É torcer pra que o entusiasmo não se perca no andamento da competição.
  2. Marco Soalheiro, no PHD: Atuação coletiva muito fraca tecnicamente. Valeu mesmo só pelos três pontos contra um adversário chato, que andou incomodando muita gente. Faltam 30 pontos para os 45. Antes de chegar lá não me arrisco a fazer previsões mais otimistas. Vamos ver como evolui o trabalho.
  3. Jorge Schulman, no PHD: De regreso de Sete Lagoas, aonde fui na van da Turma dos Cervezeiros, gente bacana demais que devo agradecer pela oportunidade da partilha. Feliz pela vitória, pelo golaço de Gilberto e pela jogada de placa que merecia ter finalizado em gol. Gostei da postura do grupo em conjunto, se doando em prol do resultado. O fizeram bem, o futebol hoje é resultado, e os clubes sobrevivem pelos resultados, pela posição na tabela, isto não é Seleção… Estamos em carreira e não acompanho o pessimismo da maioria dos comentários que li. Tudo está muito nivelado por baixo, inclusive os times que tem grandes sponsors por trás. Todos estão mostrando sua readaptação após Mundial, ninguém é essa coisa toda. Flashes e pitacos: 1) gostei do Estádio, e mais gostei de ver como se vão estabelecendo as novas configurações… onde fica cada grupo, cada bandeira… 2) O preço não se justifica, e a incompetência e malemolência dos dirigentes que decidiram fazer o Mundial em 2014 não deve ser repassada à conta dos torcedores… 3) A resposta que Çangre Açul espera é a mesma à que eu cheguei: com esse público, no próximo ano vamos competir com um time de  juniores, juvenis etc. 4) O Cruzeiro e seus torcedores deverão se juntar pela sobrevivência histórica. 5) Fábio é invendível até 2080.
  4. João Chiabi Duarte, no PHD: Cuca está usando um 5-3-2 disfarçado. Diego Renan faz o 3° zagueiro pela esquerda e Gilberto é o ala que tem liberdade e prioridade para subir. Quando o time é atacado vejam como o posicionamento do Gilberto é o de um ala? Por isto vocês vêem os adversários com tanta liberdade no meio-campo. Afinal o povoamento é feito só com 3 homens. Inegável que mesmo com os beques reservas eles nunca ficam no mano a mano, tem sempre alguém na ajuda. Até mesmo o posicionamento do Roger mostra que ele tem obrigações de marcação e vem se doando muito na marcação. Não resta dúvida que os caras tenham posse de bola, mas, entrar na nossa defesa, só se for via chuveirinho. PC Gusmão usou Wendell como Cuca usa DR em 2004.
  5. Fábio, goleiro do Cruzeiro: A bola quica muito. Fui tentar dominar a bola, que não foi forte, e foi para escanteio. O gramado prejudica bastante, especialmente para o pessoal da frente. A gente começou bem nesse retorno (depois da parada para a Copa do Mundo), concentrado e conquistamos duas importantes vitorias, que nos coloca entre os times que estão na briga pelo título.
  6. Cláudio Caçapa, beque do Cruzeiro: Hoje não é um jogo referência para a gente. Com certeza, eu acho que temos que olhar, ver muitas coisas erradas. Eu acho que nós temos que ser claros mesmo. Conseguimos ganhar, uma ótima vitória, estou muito feliz por isso. Mas, com certeza, temos que melhorar muita coisas. Fico feliz pelo resultado, mas não pela atuação que nós tivemos hoje. Agora é trabalhar e descansar bastante. Na quinta-feira já tem um jogo difícil. Então, a gente tem que esperar, treinar, posicionar o time para que a gente não venha sofrer esse sufoco.
  7. Fabrício, volante do Cruzeiro: O campo é horroroso. Esse campo é muito difícil de a gente jogar bola, dar de primeira, dominar. A gente erra passe besta aqui. É complicado. Esses dias eu vi uma matéria na TV, a bola realmente fica viva aqui, o pessoal brinca, Jabulani e tal. Mas o campo está horroroso.  A gente pegar equipe de qualidade aqui é difícil, a gente vai sofrer. O importante é a gente somar pontos. Não jogamos bem, o time deles foi melhor, mas o resultado veio, todo mundo lutou  e isso é que importa.
  8. Henrique, volante do Cruzeiro: Estamos buscando render o nosso melhor em campo, com uma equipe aguerrida na marcação e com tranquilidade para sair com a bola nos pés e definir o jogo.
  9. Francisco Everton, volante do CruzeiroÉ sempre bom estrear com os três pontos. Graças a Deus vieram com suor, com batalha. O Cruzeiro sempre tem que batalhar para conseguir os pontos e, dentro de casa, tem que ser os três . Entrei e o jogo estava pegando fogo, mas consegui entrar bem e ajudar meus companheiros a conseguir alcançar a vitória.
  10. Roger, meia do Cruzeiro: Eu e Gilberto somos jogadores inteligentes, que sabem cumprir as funções que foram determinadas pelo treinador. Podemos nos movimentar bastante e isso foi demonstrado em dois jogos, tanto lá em Curitiba quanto aqui. Esse entrosamento vem acontecendo, tanto que no 2º tempo a gente fez uma grande jogada, o Gilberto entrou perto do gol, mas não conseguiu fazer. Isso é importante, pois mostra que a gente joga com qualidade e joga pra vencer. Tivemos alguns lances para matar, principalmente no primeiro tempo, num contra-ataque que o Thiago puxou. Poderíamos ter matado o jogo e controlado de uma maneira mais fácil. Todos os jogos são difíceis e o Goiás se portou muito bem. Ele soube se portar, procurou o jogo, mas lances perigosos eles não tiveram tantos e o resultado foi de quem definiu o jogo no primeiro tempo. Em relação ao campo, isso aqui é a nossa casa. A gente não pode criticar tanto. É importante que a gente comece a treinar aqui também. A gente tem que criar identidade aqui, com o nosso torcedor. É difícil ficar pingando de um lugar para o outro.
  11. Thiago Ribeiro, atacante do Cruzeiro: O campo é péssimo, na minha opinião. O gramado é irregular, acabei perdendo um gol porque a bola quicou, o Fábio deixou escapar um lance de escanteio. Esses lances mostram o quanto dificulta para a gente jogar em um campo desses, que é muito irregular, um campo duro. O importante é que mesmo com tudo isso a gente conseguiu vencer e estamos no G-4.
  12. Cuca, treinador do Cruzeiro: Nós não fomos bem do meio para frente no 2º tempo, mas fomos muito bem na defesa, na marcação. Hoje, temos que ressaltar a vitória. Já cansei de jogar bem pra caramba, com trinta chances de gols e 1×1, 1×0 para o adversário. Hoje nós jogamos mais ou menos e ganhamos. Está maravilhoso e tomara Deus que seja sempre assim. Não tomamos gols há dois jogos, o setor defensivo foi muito bem, não teve grandes sustos, apesar de o Goiás ter tido maior posse de bola. Goiás é sempre jogo duro, tinhoso e estou muito contente pela vitória. Estamos praticamente no G4 juntos com o Flamengo. A gente tem que se adaptar ao gramado. De repente, vou puxar um treino para cá. Pra nós é novidade também. O campo é todo irregular, é gramadinho, mas é irregular. Dificulta principalmente pra equipe que tem que tomar a iniciativa do jogo. 
  13. Leão, treinador do Goiás: Falar de arbitragem pra quê? Meu time foi melhor, superior, encurralou o time da casa e não é um adversário qualquer, mas o Cruzeiro. Eu não posso admitir um empate, muito menos uma derrota. Nós fizemos dois gols. O que não pode acontecer é todo dia o Goiás ser prejudicado. Já foi assim no meio da semana, que tivemos um pênalti escandaloso não marcado, o jogo teria sido 1×0 contra o Vasco. São seis pontos a menos.
  14. Leandro Mattos, em seu blog: Jogando oficialmente pela primeira vez em sua nova casa no Campeonato Brasileiro – a Arena do Jacaré -,  o Cruzeiro bateu o Goiás por 1×0 e contou com grande atuação do goleiro Fábio para sair de campo com o quatro triunfo no Brasileirão 2010. O resultado, diante de um Goiás que foi preciso na marcação e deu trabalho nos contragolpes, colocou a Raposa no G4 do Brasileirão, ao lado do Flamengo. As duas equipes somam rigorosamente a mesma campanha e os mesmos critérios de desempate. Para efeito de classificação, segundo o regulamento do torneio (artigo 13), o Rubro-Negro carioca está na frente, por ter um número menor de cartões vermelhos: uma expulsão, contra duas estreladas. Se o Goiás foi valente e também poderia ter saído de campo com a vitória (o time teve dois gols anulados: um acertadamente e outro num lance discutível), o Cruzeiro desperdiçou chances importantes de matar o jogo, principalmente no segundo tempo, num lance que Gilberto driblou meio time esmeraldino e quase entrou com bola e tudo no gol de Rodrigo Calaça. Por falar em Gilberto, ele e Roger têm demonstrado, na prática, o que muita gente queria ver, menos Adílson Batista. Os dois podem sim atuar juntos no meio-campo. A formação com dois volantes e dois meias no setor deixa o time mais equilibrado e os atacantes mais municiados.
  15. Diego Stefani, blogueiro do Goiás no Globo.Com: Já cansei de ver o Goiás sofrendo com esse tipo de coisa, mas ontem contra o Cruzeiro foi o cúmulo. Vocês lendo isso devem estar pensando que eu irei culpar a arbitragem ou coisa do tipo, mas não, o próprio Goiás desta vez foi culpado de sua própria derrota. O motivo? Não saber aproveitar as oportunidades de gol. Gostei muito das atuações da zaga do Goiás nas duas últimas partidas, pois mostrou consistência e forte poder de marcação. Quanto ao o gol de ontem? Ah o gol, podemos dizer que foi um lance de oportunismo do bom jogador Gilberto, que soube finalizar. Não sei quem marcava o meia, mas este gol poderia ter sido evitado. Mas mesmo assim, Jonílson, Amaral, Tolói e Ernando de fato tem dado muita segurança a aquele setor. Falta o meia. Sinceramente jogar com Otacílio não foi tão bom como ter um Hugo ou Bernardo, mas ele até que atuou bem na posição. O que doeu foi ver Romerito o substituir e atuar como o único meia da equipe, acredito que sozinho ele não consegue atuar nesta posição. Foi também interessante ver Rafael Moura armando o jogo. Quanto ao ataque, nota-se facilmente a falta de jogadores que sabem finalizar. E pra mim este foi o problema do Goiás, o motivo do qual o fez perder o jogo. Rafael Moura não veio atuando muito bem nas últimas partidas, mas por ser o único jogador a atuar na posição de artilheiro da equipe no jogo, o único com essas características, se destacou e marcou dois gols: um claramente ilegal por impedimento e outro que na minha visão foi legal. Enfim, Everton Santos. Falei dele já algumas vezes no Programa 100% Verdão, de segunda a sexta-feira as 20h na Rádio Esmeraldina, e em todas elas questionei o seu poder de finalização. Na partida passada foram dois lances claros de gol em que errou, no último foi a principal chance do jogo. Everton, ta na hora de praticar mais finalizações, né? No geral gostei da postura do time, que a cada partida vem mostrando evolução. Interessante é ver Harlei no banco de reservas, confesso que ainda não me acostumei, mas Calaça tem dado segurança na posição.

Eslováquia 3×2 Itália: Sapore di sale

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Às 11h (Brasília), no Ellis Park, em Joanesburgo, Itália e Eslováquia se enfrentam pela última rodada do Grupo F da Copa 2010.

Cansado da malemolência de sua equipe e sem poder contrar com Andrea Pirlo, Marcelo Lippi escalará o calabrês Gennaro Gattuso ao lado de Montolivo e Rossi na meiúca italiana. É a volta do Espírito de 2006 à Azzurra.

Ele promete ainda três atacantes -Iaquinta, Gilardino e Di Natale- pra fustigar o adversário. Isto se, até soltar a escalação, não refluir pra uma posição mais conservadora.

Certo é que os italianos precisam vencer pra não ter de torcer por uma derrota ou empate da Nova Zelândia contra o Paraguai.

Para a Eslováquia, que Wladimir Weiss escalará num 4-3-1-2, só a vitória interessa. E a esperança é de que o meia-atacante Hamsyk, do Napoli, resolva a partida.

O inglês Woward Webb apitará a partida. (mais…)

Birner: “Desse jeito, Cruzeiro não briga pelo título”

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pitacos de protagonistas e blogueiros acerca do Atlético Goianiense 2×1 Cruzeiro, no Serra Dourada, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, em 06jun10:

  1. Emerson Ávila, treinador do Cruzeiro: O Cruzeiro não foi bem, fez um 1º tempo até equilibrado. Nos primeiros 20 minutos tivemos até uma boa participação, criamos algumas oportunidades de gol, mas futebol é momento, nós não soubemos aproveitar o bom momento que tivemos na 1ª etapa, o Atlético cresceu, ganhou força, fez o primeiro gol. Nós ainda conseguimos empatar. Depois, foi inegável a superioridade do adversário na 2ª etapa. Agora é pensar pra frente. Este jogo já é uma página virada. O tempo foi curto, nós não perdemos o jogo apenas na partida de hoje, a gente já vem de uma situação desgastante. Tudo isso vem somando negativamente contra nossa equipe. Nitidamente a gente percebe a queda de rendimento de alguns. Foram muitos jogos. Isso não é uma desculpa, mas é um peso. O desgaste emocional também. A gente esperava ter uma participação melhor na Libertadores, infelizmente fomos eliminados prematuramente e tudo isso junto vem fazendo com que a equipe não vem atuando bem e por isso os resultados negativos vêm acontecendo.
  2. Wellington Paulista, atacante do Cruzeiro: Tentamos atacar da melhor maneira possível e até tivemos chances gol. Não conseguimos e acabamos sendo pressionados por eles. Levamos o gol da derrota enquanto estávamos com a posse de bola, fato que gerou o contra-ataque e, em conseqüência, o gol da derrota.
  3. Sérgio Freire, médico do Cruzeiro: Não foi possível fazer um exame, pois Leonardo Silva está com muita dor. Preferimos tirar, pois não tinha jeito dele continuar. Depois vamos reavaliar com mais calma no vestiário. Não, ainda não dá para afirmar quando Leonardo estará recuperado. Vamos avaliar melhor para podermos dar esse retorno.
  4. Fábio, goleiro do Cruzeiro: É uma derrota que, de maneira alguma, a gente esperava. Precisávamos dos três pontos, lógico que com todo o respeito ao adversário e tínhamos que consegui a vitória, em Goiânia. Mas parabéns para o Atlético-GO que nos venceu.
  5. Fabrício, volante do Cruzeiro: São os vacilos que a gente vem dando, contra-ataques e bobeiras. Vamos aproveitar este tempo de folga para melhorar, acertar o time. O Cruzeiro tem que estar voando para o 2º semestre.
  6. Fabinho, volante do Cruzeiro: A derrota nunca está nos planos de ninguém. Tomamos o gol num lance bobo. Nos precavemos o jogo todo para não levarmos o contra-ataque. No futebol, se você perder a concentração por um instante acaba sendo surpreendido e foi o que aconteceu. Agora é caprichar e trabalhar para corrigirmos nossos erros.
  7. Pituca, volante do Atlético Goianiense: Jogamos contra o Cruzeiro como o torcedor queria. Marcamos bem e soubemos administrar a partida. Estreamos hoje na Série A.
  8. Ramalho, volante do Atlético Goianiense: O time mostrou dedicação. O Cruzeiro é um adversário muito difícil, um dos melhores times do Brasil, porém hoje tivemos um pouco mais de sorte. Fomos coroados com a vitória, mas sabemos que teremos de trabalhar muito.
  9. Geninho, treinadro do Atlético Goianiense: Foi uma boa temporada. Conquistamos o título estadual, e o clube chegou pela primeira vez à semifinal da Copa do Brasil. Não começamos bem o Campeonato Brasileiro devido a vários desfalques no grupo, ao longo dos jogos. Ganhamos nossa primeira partida ontem, diante do Cruzeiro, com uma equipe bem montada. Com a parada da Copa do Mundo, o clube vai poder trazer outro profissional que terá tempo para trabalhar o elenco. O Atlético-GO merece retomar posições pela estrutura e pela seriedade.
  10. Roberto Toledo, no blog do torcedor do Atlético Goianiense: A primeira vez a gente nunca esquece. Para alguns dói um pouco, mas ao mesmo tempo tira aquele peso que parece ser insuportável. Foi assim a primeira vez do Dragão na série A neste domingo. Mesmo com muitos jogadores considerados “titulares” de fora, o time não se amedrontou frente ao estrelado Cruzeiro e conseguiu uma vitória na base da vontade e superação. Não é coincidência o Atlético ter vencido um jogo somente com a volta do Rodrigo Tiuí. O último jogo que o Dragão havia vencido foi diante do Vitória, na Copa do Brasil, em Goiânia, por 1 a 0, gol de Tiuí. Novamente o jogador voltou após se recuperar de contusão e foi um dos grandes destaques do jogo. Fez um gol e deu muito trabalho à defesa adversária. Pedro Paulo, recém contratado, também apareceu bem e começou a dar uma nova cara à equipe. Aqueles mais pessimistas vão falar que o Atlético venceu um time que está em crise e bla, bla, bla. Não importa, podia ser qualquer time, o que importa é que venceu e fez  uma boa partida, principalmente no segundo tempo. Como tudo para nós atleticanos é mais difícil, ainda contamos com um gol irregular do adversário, para aumentar ainda mais o sofrimento. Agora o time descansa, recupera os jogadores e se prepara para o pós Copa. Teremos tempo para finalmente voltarmos com equipe completa, algo que ainda não foi possível fazer no Brasileiro. Estamos em uma situação difícil, lanterna no Campeonato, mas sabemos que vamos superar esses momentos ruins e buscar o caminho da vitória. Temos uma equipe de qualidade e vamos demonstrar isso em campo. Parabéns Dragão, rumo à reação. Dragão, eu te amo!!!! 
  11. Vitor Birner, em seu blog: Cruzeiro ganha com a paralisação do brasileirão. Três nomes cruzeirenses eram acima da média. Fábio, Kléber e Adilson Batista. Só o goleiro permanece na Toca da Raposa. A direção tentou contratar Ney Franco. Gosto do treinador, contudo Adilson é melhor. Em suma, não conseguiu fechar o negócio, entretanto se obtivesse sucesso, perderia qualidade. A reposição de Kléber também é complicada. A diretoria dispensou alguns atletas. Do jeito que caminha, o Cruzeiro não chegará entre os classificados para a Libertadores. E não briga pelo título. Precisa contratar bastante. A paralisação ajudará a reorganizar a casa.
  12. Rogério, mp PHD: O Cruzeiro, que já tinha ido mal no 1º tempo, conseguiu piorar consideravelmente no s2º. Te só uma chance nesse tempo inteiro. O próximo treinador tem que chegar urgente. Até ele conhecer o elenco e vai gastar algum tempo. Pela primeira vez na vida, estou temendo pelo pior.
  13. Elias Guimarães, no PHD:  Vi um time com cara de segundona. Perder pra time que tem Welton Felipe e Pedro Paulo, refugos de frangas. desanima qualquer um. O jogo foi do que muita pelada entre casados e solteiros. Acorda Zezé, enquanto é tempo!
  14. Cuné, no PHD: Ávila mexeu mal justamente por não ter colocado a base pra jogar. Mas ele pode ter pensado “vai que eu coloco um menino desse e eles faz o gol da vitória, vou ser efetivado e estarei lascado com esse elenco”. Acho que o Ávila não tem interesse em ser técnico do time principal, principalmente após dizer com todas as letras que isso não tinha nem passado pela sua cabeça.
  15. Matheus Penido, no PHD: O meio de campo, que sempre foi o ponto forte do time está sucateado. Sem o Paraná ontem foi de dá dó. Pouco talento, pouco vigor e quase nenhuma movimentação. Henrique devia ir pro banco pelo desinteresse que tem mostrado. Fabinho nunca devia ter entrado e Roger só num elenco raquítico como esse atual do Cruzeiro começa uma partida como titular. Pra piorar o Fabrício ainda fez ontem uma das piores partidas dele no Cruzeiro.
  16. Palmeira, no PHD: Eu que resido em Goiânia, tenho poucas oportunidades de ver o Cruzeiro por aqui, seria melhor não ter o desgosto de ver o jogo. Como o ACG tem poucos torcedores, o número de Cruzeirenses rivalizava de igual para igual, até abafava a torcida rubronegra. Pena que a torcida desanimou quando o atlético fez 1×0 e o Cruzeiro desandou de vez até o final da partida. Foi triste ouvir a torcida pedindo a entrada do Guerron e o pior é que não havia muito o que escolher. O fato é que o time está desnorteado e sem nenhuma motivação. Roger cobrou uns tres escanteios e a boa mal mal chegou na área. Jonathan foi, disparado, o pior em campo. No final do jogo, um grupinho de uns 10 torcedores foram pra frente das cabines de impresa para elogiar os cartolas  com um “Perrelas vai tomate cru!”

Um tiro no pé

terça-feira, 1 de junho de 2010

Matheus Penido

Há alguns dias, pedi ao Jorge Santana pra escrever um “projeto de post” sobre o elenco celeste.

Minha intenção era debater com os amigos do blog a questão das cobranças que a torcida faz ao treinador Adilson Baptista analisando o material que ele tem em mãos.

Depois da partida contrao Botafogo, porém, resolvi mudar um pouco o tema do post e voltá-lo mais pra relação da torcida com o time e menos  pras qualidades e deficiências do elenco, já que esse é o novo “tema da moda”.

Não estive no Mineirão. Por não morar em Belo Horizonte, compareço muito menos que é recomendável prum torcedor fiel (se é que isso existe) ao Gigante da Pampulha.

Mas vi o jogo todo pela TV e percebi que a maioria esmagadora da torcida celeste foi ao estádio pra fuzilar o time com sua ira, de modo que só um chocolate em cima do Botafogo ia acalmar a turma, o que previsivelmente não aconteceu.

Os motivos da ralhação geral são variados, indo desde a implicância eterna com o treinador e alguns jogadores até a revolta pela falta de contratações da diretoria.

Não chego a tirar a razaão deles, afinal a decepção com a eliminação frente ao São Paulo foi grande e a maioria da turma, inocente como ela só, acreditou no papo de microfones provincianos e federais de que o Cruzeiro era mesmo favorito contra um time que lhe é superior em estrutura, grana, poder de atração e, por consequencia, com um elenco muito mais completo e variado.

Somado isso  com a postura que muitos classsificam de inerte da diretoria e a lendária infidelidade do torcedor tupiniquim, tivemos o show de horrores das arquibancadas na quarta.

Afinal, a maioria dos torcedores é absolutamente incapaz de diferenciar a posição de origem de um jogador de uma função que ele pode exercer em campo.

Dessa forma, quando qualquer coisa sai do que ele encara como “normal” apela pros “criativos” gritos de burro.

E como o treinador também se lixa pros gritos da arquibancada na hora de substituir, eles se se tornam mais constantes. O caso clássico foi a substituição de Roger por Ken na quarta.

Adílson Baptista, provavelmente, pensou que com Pedro Ken em campo teria alguém pra aacompanhar o perigoso ala-esquerdo do Botafogo Somália e assim liberaria Jonathan pra puxar contra-ataques como aliás ele já fez em outras partidas, e escolheu Roger pra sair porque esse já não tinha mais fôlego pra jogar em velocidade, o que o time precisava àquela altura.

Se dá certo ou não é outra história e depende da qualidade e capacidade de compreensão tática dos jogadores, mas pro torcedor é tudo simplismente fruto da covardia do treinador que troca um armador por um volante, com medo.

Motivos a parte, o fato é que o Botafogo jogou “em casa” e o Cruzeiro, que também jogou mal, só levou os 3 pontos pelos desfalques do adversário e pela grande fase de seu goleiro.

Claramente, o time titular do Cruzeiro está mal, devido basicamente a má fase de alguns jogadores e a falta de substitutos minimamente qualificados.

A zaga que já  não era uma “Brastemp” ano passado não foi reforçada e pra piorar o único zagueiro relamente confiável do elenco tem alternado boas e más partidas.

Nas laterais, Jonathan não brilha mais como em 2009, embora continue sendo um dos melhores da posição no Brasil, e Renan continua fraco na marcação e ficou mais previsível no ataque.

Na frente, Kleber também ainda não repetiu o primeiro semestre de 2009 e tem sido o antes odiado Ribeiro quem anda resolvendo as paradas.

E, finalmente, na linha de volantes, coração desse time desde sua formação, é que as contestações andam mais fortes. Menos pelo mau futebol e mais pelo eterno ódio que alguns nutrem pelos pupilos do treinador: Herique e, acima de tudo, e Maqruinhos Paraná.

E a armação também anda comprometida por depender de dois jogadores de muita categoria, mas pouquíssimo vigor físico.

É por essas e outras que em quase todas as partidas o time tem dependido dos milgares do iluminado goleiro Fábio.

Temos, portanto, um time bom, mas com vários jogadores vitais em viés de baixa, além um banco que parece não ter vindo ao mundo pra facilitar a vida do treinador.

E o x da questão do post é justamente sobre a relação da torcida com esse time que hoje representa o clube.

O que aconteceu na quarta, independentemente dos motivos, foi uma demosntração de burrice em seu estado mais puro da torcida celeste, que pra piorar, ainda foi vista em TV aberta por todo Brasil nas transmissões da Globo e da Band.

Burrice, sim, pois atitudes como essa, além de não transformarem jogadores toscos em craques (normalmente até atrapalha) dão força pros adversários.

Uma senha perigosa que já levou vários clubes do porte do Cruzeiro a Segunda Divisão nacional, a qual mtos “sábios” acreditam que o o time celeste é imune.

Torcedor que realmente gosta do clube devia ir ao Mineirão pra apoiar o time que anda em dificuldades, sem exigir espetáculos em troca, pois isso o time atualmente não pode dar.

Viórias simples como contra o Botafogo serão valiosas não só na tábua de classificação como também na recuperação de um time que dá sinais de decadencia.

Àqueles que atrelam seu apoio aos famigerados “reforços de peso”, algo que sabemos não acontecerá, recomendo o sofá de cara ou até mesmo um passeio no parque ou algo que o valha. É hora do torcedor ser, acima de tudo, inteligente.
 
P.S.: Antes que alguém me acuse de estar a serviço da direção do clube ou de ter uma visão “quase oficialista”, esclareço: não conheço ninguém da diretoria e também tenho duras críticas a ela, pricipalmente pela falta de transparência e também de alternativas de arrecadação. O objetivo do post foi passar minha visão sobre o que eu considero um “tiro no próprio pé” que parte da galera celeste anda dando. Quem duvida, recomendo que se lembre dos emplumados em 2005.
 
Matheus Tavares Penido, 23, cruzeirense, estudante de Direito na UIT, nasceu e mora em Itaúna.