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Não é mais bretão e tampouco nobre

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sábado passado, no Moisés Lucarelli, em Campinas, a Ponte Preta recebeu mal o Icasa, do Ceará, em jogo da Série B do Morrinhão.

O placar de 4×1 a favor da Macaca não seria suficiente pra tirar a partida do limbo nos noticiários. O que fez esta proeza foi um incidente entre dois atletas.

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Pô, ajuda aí, Seven Lakes!

domingo, 25 de julho de 2010

Duque 1×0 Vila arrastou 509  pagantes ao Engenhão, público espetacular se comparado aos 343 que pagaram pra ver América 1×0 Icasa na Arena do Jacaré. Se o público se’lagoano não tirar o pijama, os times de Beagá vão acabar optando pela Arena do Cachorrão, em Itaúna.

Tusta enfastiado

terça-feira, 20 de julho de 2010

O tema foi discutido à exaustão no PHD no dia seguinte à final da Copa. Aparentemente, é notícia velha, matéria vencida, assunto datado.

Mas não é. Comentaristas dos canais de esportes não param de recomendar o telecoteco como a solução para os males do fut brasilis.

Prudente, Avaí, Duque, Icasa, Flamengo, Alecrim, Palmeiras, Tupi ou Ananindeua, não importa que elencos tenham, estão intimados ao totó infinito.

Se a moda pega, o futebol ficará intragável. Seremos Suiça ou Espanha. Com bola de pé em pé, de um lado pra outro, sempre na horizontal, todos os jogos terminarão em goleadas de 1×0.

O contra-ataque, embora não tenha agradado ao Tusta, ainda é a saída pra maioria dos times brasileiros. E se bem executado pode tornar o jogo interessante.

Agora o lescolesco improdutivo pode até ser um jogo de segurança máxima para os times poderosos, mas não vai empolgar a torcida. Já pensaram um campeão brasileiro marcando 40 gols em 38 partidas?

Melhor a Seleção tentar uma terceira via. E o treinador de cada time brasileiro imaginar táticas e estratégias compatíveis com seus elencos.

Mas sempre buscando o gol. Caso contrário, o som do clic nas salas vai superar o do grito das galeras nas arquibancadas. 

Coluna do Tostão

Compromisso público

Quanto maior a qualidade dos times e dos atletas, maior a tendência de as partidas serem menos vibrantes

Após assistir, nos estádios, aos primeiros jogos na Copa, percebi que, em relação ao que costumo ver pela TV, no Brasil, as partidas estavam muito frias, lentas, táticas e com excesso de toques curtos e para os lados. Deveria ser o contrário, pela importância da competição e presença da torcida.

Fiquei na dúvida se era porque, na TV, os narradores brasileiros gritam demais, narram como se fosse pelo rádio e transformam qualquer pelada em um jogo emocionante, ou se as seleções na Copa procuravam jogar com mais segurança.

Os jogos do Brasileirão, de todas as séries, são mais vibrantes que os da Copa. Há mais disputas pela bola e mais jogadas de área. Infelizmente, quanto maior a qualidade técnica das equipes e dos jogadores, maior a tendência de as partidas serem frias e lentas. Por terem poucas chances, os craques, cada vez mais, decidem cada vez menos os jogos.

Além disso, os grandes jogadores se tornaram tão ricos, famosos e estrelas, jogando bem ou mal, que a Copa passa a ter menos importância. Cristiano Ronaldo, Messi e Kaká continuam com o mesmo prestígio.

Impacientava-me, ao ver no estádio, um jogador, com grandes chances de driblar em direção ao gol ou de dar um passe decisivo, preferir, por segurança ou falta de talento, tocar a bola para o lado. O grande craque é o que joga como se visse a partida da arquibancada.

O jogo excessivamente técnico e tático, mas com pouca alma, é uma grande chatice. “A bola é um reles, um ínfimo, um ridículo detalhe. O que procuramos no futebol é o drama, a tragédia, o horror e a compaixão. A mais sórdida pelada é de uma complexidade shakesperiana” (Nelson Rodrigues).

A filosofia na Copa foi a de Parreira, de que o importante é não levar o primeiro gol. Se é assim, porque não fazer o gol primeiro?

Uma das maneiras de mudar isso seria um time tentar dominar o outro, pressioná-lo, tentando tomar a bola mais à frente.

A  estratégia atual é o contrário. Criou-se o conceito de que a melhor maneira de vencer é recuar e tentar ganhar em pouquíssimos contra-ataques que raramente acontecem. O jogo fica feio. Essa é uma boa tática para time pequeno.

O novo técnico da Seleção Brasileira deveria assumir um compromisso público, com firma reconhecida em cartório, de que a equipe vai tentar vencer e dar bons espetáculos.

Fonte: Superesportes, em 18jul10

Com e elenco que possui, o Cruzeiro deveria terEspanha, Alemanha ou Brasil como referência?

7ª da B: Coelho salta para o G4

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Esta foi a 7ª rodada da Série B do Morrinhão:

  1. Pituaçu: Bahia 0x1 Duque. Público: 13.770. Gol: Mancuso, 29 do 1º tempo.
  2. Dario Leite: Guará 2×2 Braga. Público: 2.531. Gols: Lúcio Flávio, 7, Leo Jaime (Bra), 10, Esquerdinha (Bra), 27 do 1º tempo; Vagner Carioca, 28 do 2º.
  3. Vila Capanema: Paraná 2×1 Lusa. Público: 3.632. Gols: Irineu, contra, 20 do 1º tempo; Alessando Lopes (Par), 13, Luís Camargo (Par), 15’ do 2º.
  4. Serejão: Brasiliense 1×1 Sanca. Público: ? Gols: Eduardo, 21, Dezinho (BSB), 27 do 1º tempo.
  5. Machadão: América-RN 0x5 Sport. Público: 8.073. Gols: Ciro, 23 do 1º tempo; Ciro, 14, Ciro, 21, Adriano Pimenta, 42, Moisés, 47 do 2º.
  6. Aflitos: Náutico 2×0 Ipatinga. Público: 9.402. Gols: Bruno Meneghel, 17 e 38 do 2º tempo.
  7. Mineirão: América-MG 2×0 Vila. Público: 2.088. Gols: Fabrício, 13 do 1º tempo; Gabriel Santos, 30 do 2º.
  8. Moisés Lucarelli: Ponte 1×2 Figueira. Público: 3.447. Gols: William, 35 do 1º tempo; Diego )Pon), 3, Roger Carvalho, 25 do 2º.
  9. BJ Daniel: Sandré 1×3 Coritiba. Público: 1.248. Gols: Marcos Paulo, 14, Ariel, 48 do 1º tempo; Altair San), 32, Cleiton, 38 do 2º tempo.
  10. Coaracy Fonseca: ASA 3×0 Icasa. Público: 3.053. Gols: Cleiton Goiano, 2, Marcos tamandaré, 21, Júnior Viçosa, 31 do 1º tempo.

Gols: 29 . Público:  47.244. em 9 jogos. Média: 5.249. G4: Paraná, 15, América-MG, coritiba, Náutico, 15. Z4: América-RN, 6, Ipatinga, Duque, Vila, 3. Artilheiros: Eduardo (Sanca), 5, Bruno Meneghel (Náutico), Ciro (Sport), 5. Heverton (Lusa), Kempes (Lusa), Marcelo Toscano (Paraná), Rodrigo Gral (Baêa), Júnior Xuxa (Icasa), Ariel (Coritiba), 4.

6ª da B: Ih, a casa do Baêa caiu!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Esta foi a 6ª rodada da Série B do Morrinhão, disputada em 01jun10:

  1. Canindé: Lusa 1×0 Coelho. Público: 1.205.Gols: Paulo Sérgio, 41 do 2º tempo. A Lusa deu uma cajadada no Coelho no finalzinho.
  2. Anacleto Campanela: Sanca 5×0 Náutico. Público: 509. Gols: Arthur, 20s, Kleber, 3, Eduardo, 17 do 1º tempo; Eduardo, 12 e  44min do 2º. São Caetano atropelou o Timbu, que deu adeus ai G4.  
  3. Serra Dourada: Vila 0x3 Sandré. Público: 1.700. Gols: Rodrigão, 16 e 27, Rychely 40 do 2º tempo. O Sandré do Paulistão voltou e o Vila continua o mesmo do Goianão.
  4. Romeirão: Icasa 4×0 Baêa. Público: 4.003. Gols: Junior Xuxa, 22 e 29 do 1º tempo; Assisinho, 8, Marciano, 30 do 2º. Xuxa, Asissinho e Marciano deram uma meia-trava no Tricolor de Aço, que estava enfoguetado.
  5. Retiro: Sport 1×0 Paraná. Público: 6.626. Gols: Ciro, 2 do 1º tempo. E sua estréia, Cerezo Cerezo tirou o Leão da lama, com o pé de direito de Ciro, que decidiu logo de cara a partida.
  6. Arena Joinville: Coxa 2×1 Ponte. Público: 2.742.  Gols: Rafinha, 16, Ariel, 21, Reis, (Ponte) 44 do 2º tempo. Atuante, mas não brilhante, Dudu jogou, cansou e foi substituído. Continua uma incógnita. Pro Coxa valeram os 3 pontos, que preparam sua volta triunfal e de barriga forrrada ao Couto Pereira.
  7. Orlando Sxarpelli: Figueira 6×0 ASA. Público: ? Gols: Coutinho, 1,Marcelo Nicácio, 28, Coutinho, 46 do 1º tempo; Willian, 9, Lucas, 31, Heber,s 47 do 2º. Figueira tirou a barriga ada miséria. Segestão ao Boquirroto: se a Cocota estiver precisando de centroavante, o Nicácio tá bem demais nesta Segundona.
  8. Nabi Abi Chedid: Braga 2×2 Brasiliense. Público: 373. Gols: Beto (BSB), 23, Bebeto (BSB), 31 do 1º tempo; Danilo Bueno, 33, Bruno Perez, 34min do 2º. O BSB tava folgadaço, quando a Linguiça Mecãnica endureceu e empatou assim meio que de repente.
  9. Ipatingão: Ipatinga 3×0 Guará. Público: 687. Gols: Francismar, 41 min do 1º tempo; Leo Mineiro,  5, Danilo Dias, 17 do 2º. Ufa! O Tigrão voltou, ô… O Tigrão voltou, ô… Quem não voltou foi a torcida.
  10. Cidadania: Duque 0x1 América-RN. Público: 14. Fábio Neves, 34 do 2º. Olha o Duque aí, gente! Desta vez, arrastou 14 sem-0-que-fazer pro seu jogo. Ainda teremos público zero nesta temprada. Aguardem!

Gols: 31. Público: 16.849. em 9 jogos. Média: 1.873. G4: Lusa e Baêa, 13, Paraná, 12, Sanca, 11. Z4: Sport, 4, Ipatinga e Vila, 3, Duque, 0. Artilheiros: Eduardo (Sanca), 5, Heverton (Lusa), Kempes (Lusa), Marcelo Toscano (Paraná), Rodrigo Gral (Baêa), Júnior Xuxa (Icasa), 4.

5ª da B: Baêa irresistível, Tigre irreconhecível

domingo, 30 de maio de 2010

Esta foi a 5ª rodada da Série B do Morrinhão.

  1. No Canindé, Lusa 2×0 Braga. Público: 1.112. Gols: Maurício, 25 do 1º tempo; Marcos Paulo, 35 do 2º. Revelado pelo Cruzeiro no século passado, Marcos Paulo continua em atividade. Quem vai pendurar as chuteiras primeiro: ele ou Pet?  
  2. Nos Aflitos, Náutico 2×2 América. Público: 10.763. Gols: Zé Carlos (Nau), pênalti, 11 do 1º tempo; Zé Carlos, 23, Flávio Recife, 33, Rodrigo Dantas, 44 do 2º. O Timbu estava com o jogo na mão até que seu goleiro levou um frango e foi castigado pelo Diabo. 
  3. No Coaracy Fonseca, ASA 1×2 Coxa. Público: Gols: Rincón, 14, Rafinha, 17, Ramon, 42 do 2º tempo. Com um a menos, o Coxa cortou as asinhas do adversário.
  4. Na Vila Capanema, Paraná 1×0 Vila. Público: 8.239. Gol: João Paulo. A torcida tricolor se animou, saiu de casa e empurrou seu time que está na escolta do líder.
  5. No Anacleto Campanela, Sanca 3×1 Ponte. Público: ? Gols: Kleber, 42 do 1º tempo; Arthur, 1, Pablo Escobar (Pon), 24, Kleber, 33 do 2º. O Sanca se apruma no campeonato. A Ponte continua balançando. E os velhinhos do Azulão estão cada vez mais sumidos das arquibancadas.
  6. No Serejão, Brasiliense 1×1 Figueira. Público: 3.497. Gols: Rosembrick, 44 do 1º tempo; João Filipe (Fig), 46 do 2º. O BSB amarelou no finalzinho.
  7. Em Pituaçu, Bahia 2×0 Sport. Público: 32.157.  Gols: Rogerinho, 30 do 1º tempo, Ávine, 6 do 2º. A torcida do Bahia despertou. Nenhum time da Série A levará mais gente a campo neste fim de semana do que o Tricolor de Aço. Parece até que havia mais gente que estádio em Pituaçu.
  8. No Dario Leite, Guará 3×1 Sandré. Público: 3.017. Gols: Renato Peixe, 13, Nenê, 33, do 1º tempo; Borebi (San), 23, Kleber, 33 do 2º. Jogo de duas empresas. Venceu a de menor turnover.
  9. No Romeirão, Icasa 3×1 Duque. Público: 2.038. Gols: Júnior Xuxa, 25 do 1º tempo; Everaldo, 5, Leo Guerreiro (Duq), 30, Júnior Xuxa, 41 do 2º. Padim Ciço continua abençoando o Verdão cearense. E o Duque devia mudar de nome. Conde D’eu Mole ia mais apropriado.
  10. No Mineirão, Coelho 4×0 Ipatinga. Público: 1.257. Gols: Dudu Pitbull, 22 do 1º tempo; Luciano, 23, Thiago Silvy, 27, Rodrigo, 37 do2º. Após a 5ª derrota consecutiva, o treinador do Ipatinga se mancou e pediu o boné. Evans Drawn, capoeirista norte-americano, sacou a calculadora: Ipatinga 6×1 Cruzeiro (placar agregado), Cruzeiro 3×2 América. América 4×0 Ipatinga. Resultado: 12×4 contra nós. Cruzcredo!

Gols: 30. Público: 62.081. Média: 6.208. G4: Baêa, 13, Paraná, 12, América-MG, Guaratinguetá, 11. Z4: América-RN, 3, Sport, 1, Ipatinga e Duque, 0. Artilheiros: Heverton (Lusa), Kempes (Lusa), Marcelo Toscano (Paraná), Rodrigo Gral (Baêa), 4.

4ª da B: “Bateria do celular do Itair já descarregou”

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Encerrada a 4ª rodada da Série B:

  1. No BJ Daniel, Sandré 3×4 Lusa. Público: 964. Gols: Borebi (San), 10, Anderson Gomes, 20, (San); Kempes, 13 e 28 do 1º tempo; Heverton, 2 e 7, Borebi, (San) 11 d0 2º tempo. Após desmanche, Santo André não é mais aquele. E a Lusa quer voltar a ser aquela de tempos idos. O público é que não quer saber dos dois times.
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1ª da B: Multidões em êxtase

sábado, 8 de maio de 2010

Começou a festa. Almoço farto. E não há de faltar marmelada na sobremesa.

  1. Em Fortaleza, Icasa 1×2 Sandré. Público: 148. Jogão entre dois eternos rivais do fut brasilis.
  2. Em Arapiraca, ASA 1×1 Ponte. Público: 5.655. Festa no Interior.
  3. No Canindé, ontem à noite, Portuguesa 4×1 Vila para 1.173 pagantes. Apenas 0,1% da torcida que o Datafolha garante possuir Lusa compareceu.
  4. No Canindé, Sanca 0x1 Figueira. Público: 249. Demoraram pra contar a multidão que acorreu ao estádio da Lusa.
  5. Na Vila Capanema, Paraná 3×0 Ipatinga, para 2.686 pessoas. O vice-campeão mineiro é atração em qualquer praça.
  6. No Serejão, Brasiliense 2×1 Sport. Grande público: 4.723.  O vice brasiliense exemplou o penta pernambucano.
  7. Nos Aflitos, Náutico 3×1 Coritiba para 8.517 caronas e mais de 34 contos de réis de arrecadação. A renda não paga o salário do treiandor do Timbu.
  8. No Mineirão, América 0x0 Braga para 1.728 pagantes. Só deu Coelho, mas a turma da terra da linguiça se safou e beliscou um precioso pontinho.
  9. Em Pituaçu, Bahia 1×0 América-RN. Público: 7.529. Agora, vai! O Baê cansou de ficar no ostracismo e vem quente em busca de uma vaga na Série A.
  10. Em Guaratinguetá, Guará 3×1 Duque. Público: 1.769. O Lobo tinha mais público do que a Garça.

Público: 34.177. Média: 3.418.