Posts com a Tag ‘Humor’

Pitacos selecionados

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Alguns comentários sobre posts recentes valem a pena ser lidos (ou relidos), pois vão além da equizofrenia geral. Abordam com humor e pertinência os temas propostos sem resvalarem para a grosseria e o palanquismo típico dos áukicos.

Alguns deles:

Moema Fox, no PHD: Cada cabeça, uma sentença. Tênis é esporte de elite? Pode ser. Era muito mais na minha infância. E eu não tinha dinheiro nem pras munhequeiras. Assistia Ivan Lendl e Steffi Graf e sonhava um dia poder jogar. Ganhei uma raquete usada, daquelas de madeira, de uma vizinha. Aprendi a jogar tênis sozinha, batendo bola na parede do quintal de casa e procurando fazer igual aos profissionais. A primeira vez que joguei em quadra de verdade, já era adolescente, e foi a realização de um sonho. E as coisas foram melhorando, tive aulas, comprei raquetes boas, me diverti à beça com o esporte de burguês. Mas desculpem-me, eu estava enganada. Deveria era ter ficado chutando uma bola no lote baldio perto de casa ao invés de sonhar com coisas melhores. Absurdo!

Daniel Loures, no PHD: Concordo em gênero, número e grau com a Moema. Ao invés de apoiarmos o prática de esportes, seja ele qual for, rotulamos oas modalidades. Chamar um esporte de burguês ou de maricas, tende à estupidez.Temos que incentivar a prática de esportes em todos os meios sociais. Pensar que só o futebol é a salvação é retrogado. E não temos que usar o esporte com o objetivo de lucro, de se dar bem na vida e sim como forma de inclusão social. Se uma quadra de tênis foi criada temos que aplaudir.

Velho  Damas, no PHD: Petequeiro, euuu??? Na minha região de origem, além da tradicional pelada, era chegado numa caixeta, pif, truco e sem dúvida fui um dos mais destacados levantadores do copo Lagoinha. Agora, no rancho do Rio Pilões aqui em New Farm, descobri uma nova modalidade: pesca esportiva etílica. Ainda mais depois que inventaram um barrilzinho verde de 5 litros. Aí foi que o trem ficou bom demais!!! Desse jeito chego aos 90 fácil, fácil!!!

Chaves, no PHD: Eita, como tem gente nervosa e complexada no blog! Uma semana em que a Cleo Pires sai na Playboy e Luciana Vendramini no Paparazzo não tem como ser ruim. E vocês aí reclamando de trabalho, política, futebol… 

Eduardo Arreguy, no PHD: Particularmente, acho tênis realmente um esporte elitista. Não viram domingo, no ipatingão? Só porque um cara resolveu jogar tênis, o povão comeu ele na porrada, o que mostra que além de elista, pode ser também um esporte muito violento. Deve ser por isto que o rapaz queria uma quadra só pra ele.

Matheus Reis, no PHD: Não vi jogos suficientes do Montillo, mas vi os dois jogos contra o Chivas e gostei. Chamou a responsabilidade pra si embora seu time não tenha se classificado. Além disso, é jogador criado. Acho que não corre o risco de se deslumbrar com as belezas etílicas, gastronômicas e femininas de BH. Que a documentação chegue logo e que ele estreie no Domingo.

Elias Guimarães, no PHD: Fiquei impressionado com Montillo desde a primeira vez que o vi jogar, com mais atenção, contra o Fla no Marqaca e no Santa Lúcia. Ele joga de cabeça alta, pensa rápido e tem viradas de bola, passes longos (nem digo lançamentos de tão perfeitos que são). Agora, precisamos recuperar o mais breve possível o Leonardo Silva,que vai cansar de marcar gols de cabeça e se tornar artilheiro do Brasileiro. Sóa não apostam no Montillo yna parcela daa imprensa galinácea louquinha de raiva pela boa contratação celeste e e certos “torcedores” do Cruzeiro, adeptos do fogo amigo, chamados carinhosamente de seca-pimenteiras…

Vinícius Cabral, no PHD: Thiago Heleno jogou quatro temporadas pelo Cruzeiro e tem apenas 21 anos. É muito novo! Ele parecia ter uns 24 ou 25 anos… A que ponto chega a intolerância de alguns torcedores com jogadores da base. Me lembro dele ser vaiado antes de completar 20 anos. Bom, caso seja vendido, desejo a ele toda a sorte do mundo. Acho que terá um futuro brilhante.

Victor Pimentel, no PHD: Nem vou levar em conta o jogo do Montillo contra o Flamengo, porque ali foi jogar contra ninguém. Mas gostei dele no jogo de volta da Libertadores contra o Chivas.

Elias Guimarães, no PHD: Brasile USA foi bom divertimento. E com uma linda bandeira do Cruzeiro ao vivo em HD sendo mostrada para o mundo todo. O bom futebol praticado pelo Brasil resultou no 2×0 d0 1º tempo. Ramires sobrando, com direito a passe primoroso pro 2º gol do Brasil. E ainda teve Neymar, Ganso e Robinho deitando e rolando praá cima dos “cintura dura”…

Maurício Sangue Azul, no PHD: Parabéns Matheus Reis! Aliás, aos dois Matheus. Tanto o Penido quanto o Reis escrevem muito bom. Têm excelente visão do jogo e analism bem as atuações individuais. Acho muito bom a turma ajudar o Sìndico nos posts pra desafogá-lo no dia a dia, e não ficar cansativo pra ele. Por causa da idade avançada, o Homem tem que tirar uma soneca à tarde pra recarregar as pilhas. kkk

Wall Free Dow Jones, ouvinte de rádio

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dicas que o Wall Free Dow Jones enviou por e-mail:

Vocês já escutaram a entrevista do Fabrício na Rádio Cruzeiro, ontem, 04ago10? Vale a pena.

Ele dá uma catracada no Marcos Leandro que teria “quase comemorado como um gol” uma jogada de um lateral do Atlético-MG.

O locutor responde que “vai se policiar”!!! Hilário.

E pro Chaves, no finzinho, ele faz uma critica ao gramado da arena do Jacaré de maneira bem humorada. Vale a pena. Recomendo.
 
Ah, a entrevista seguinte é do Marquinhos Paraná. Muito legal também. Ele explica o porquê da pequena melhora do gramado da Arena do Jacaré dos jogos anteriores para o clássico.

Segundo o Mestre, deixaram a grama mais alta o que fez diminuir os desnivelamentos e reduziu o quique excessivo da bola. Interessante.

Oitenta e Dois vs Noventa e Quatro

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Marco Soalheiro

Os times de Telê sempre jogaram pra frente. Em 1982 foi assim. Mas, naquele time, o meio campo tinha dificuldades na marcação e o centroavante era tido como grosso.

Aquela seleção foi muito decantada, mas fracassou.

Dez anos depois, Telê venceu treinado o São Paulo, Convenceu e encantou novamente. Mas, dessa vez,  com Pintado e Dinho na contenção, dois jogadores tachados de brucutus por muita gente.

No Tricolor, Telê encontrou um equilíbrio que talvez tivesse lhe faltado em 1982. E, nesse novo trabalho, ao invés de atrapalhá-lo, as fatalidades o ajudaram.

Fórmula pronta não existe. Aliar encantamento, que é conceito subjetivo, e resultados é coisa pra momentos especiais da história.

Jogar ofensivamente é mais bonito? Sim, claro. Mas uma defesa bem postada, que saiba ser quase instransponível sem apelar pra violência, também merece apreço.

A Seleção de 94 ficava sempre com a posse de bola e tinha na defesa uma barreira com a Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo. E volantes que se completavam.

Dunga, apesar de erroneamente tachado de brucutu, virava bem o jogo e até lançava com qualidade.

É só ver os jogos. A bola quase não chegava ao Tafarell.

No ataque, havia a genialidade de Romário e a eficiência de Bebeto.

Os míopes e mal humorados dizerem que Romário ganhou sozinho. Num esporte coletivo como o futebol é duro ler e ouvir isto! Mas, se é assim que funciona, paciência.

Marco Soalheiro, 29, cruzeirense, jornalista, nasceu e mora em Belo Horizonte.

O espião que veio dos Andes

domingo, 27 de junho de 2010

Marcelo Alberto Bielsa passou a perna em Carlos Caetano Bledorn Verri, infiltrando um espião no treino do Brasil.

O cidadão, um argentino chamado Paque, passou a bicaria no porteiro do campo de concentração brasileiro e assistiu a prática dos canarinhos.

Se eu fosse o Dunga, escalaria Gilberto e Ramires só pra escangalhar a tática do loco arrentino, que dirige a seleção tchilena.

P.S.: Bem humorado, Dunga concedeu excelente coletiva, às 13h30. Entre outras respostas inteligentes, definiu a pressão sobre o escrete brasileiro: “Se ele vence, exigem espetáculo, se vence dando espetáculo, querem goleada, se vence dando espetáculo e goleada, dizem que o adversário é fraco”.

The Idol Who Came in from the Cold

sexta-feira, 19 de março de 2010

Em 1963, John le Carré lançou um romance de espionagem, que Martin Ritt transformou num filme –The Spy Who Came in from the Cold-, lançado em 1965, qundo o Mineirão foi inaugurado.

Na história de suspense, típica da Guerra Fria, um espião inglês desertou, de araque, e pediu guarida à Alemanha comunista. Sem o bom humor dos filmes de James Bond, a trama seguiu seu curso sinuoso até o Bem vencer o Mal, pra desgosto dos ex-dylans d’antanho.

Mas o que interessa é o replay da história lançado em Beagá. Agora, o espião virou cartola e saiu do Campeão do Gelo pra virar ídolo do Mais Querido de Minas. Ou seja, do Mal para o Bem.

Hollywood ainda não comprou a história. Mas não demora, tamanho tem sido o sucesso do cartola. O sujeito rende piadas aos montes e filmes a rodo no You Tube. Cada vez que ele chora ou lança coleção de inverno de seu clube, mais adeptos ganha nas hostes rivais.

O Ídolo que Veio do Frio  já é case. Falta só encontrar um ator para o papel.

Flanelaço

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Muitos cruzeirenses levarão flanelinhas pra formar um mosaico alaranjado no Mineirão, durante o RapoCota de amanhã.

O painel tem como objetivo agradecer ao rival citadino pela gentileza de ter guardado, durante todo o Brasileiro de 2009, a vaga do Cruzeiro na Libertadores 2010.

A Sra. Adriana Branco, diretora social do Clube de Lourdes, tirou satisfações com o diretor de marketing do Cruzeiro, Claret Namentala. Queria saber se o clube celeste estava apoiando a iniciativa.

Ora, bolas, isto não é da conta dela. Nem mesmo da conta da diretoria do Cruzeiro. O torcedor tem direito de se expressar livremente, desde que pacificamente.

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Gato escaldado

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
  • Gato escaldado tem medo até de água fria.

Aqueles 5×1 de 2008, em Potosi, deixaram traumas na torcida celeste. Negar quem há de?

Poucos têm coragem de admitir, mas a dúvida paira no ar: poderia o raio cair outra vez sobre nossa cabeça?.

No encontro do Maria das Tranças, onde nos reunimos em dezembro pra comer frango, o Malafaia provocou, aos 44 do 2º tempo:

  • “E se a gente não passar pelo Potosi?”

Confesso: desde então, vira e mexe, a pergunta do nosso confrade, e vem à cabeça.

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O cara que faltava

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Recém-formado, o engenheiro metalúrgico bateu à porta da siderúrgica em busca de emprego.

Submetido a uma terrível bateria de testes, foi aprovado com louvor. Ficou faltando apenas uma entrevista com o Diretor de RH pra sacramentar a contratação.

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Arreguy: “Ho, ho, ho, ho…”

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Eduardo Arreguy

Minha lista de presentes natalinos:

  1. Geniba & Charles: uma carteira de identidade
  2. Damas: Uma lata de banha, um pedaço de flanela e um sabão de coco.
  3. França: Festa de aniversário que, parece, ele não tem há tempos.
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Patacoadas

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Futebol é pura diversão.

  1. Correa, volante do Atlético-MG, descobriu o óbvio: que a torcida emplumada prefere seu time vencendo na 2ª divisão do que perdendo na 1ª, mesmo que seja na parte de cima da tabela.
  2. Sentindo o bafo no cangote, Tardelli manifestou medo de que o Cruzeiro ultrapasse o seu Atlético-MG. Diego Souza já tem companhia pra terapia grupal. 
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